05/12/2010

OS GALAICOS


Castro galaico.

Os galaicos (callaeci ou gallaeci, em latim, kallaikoi em grego), também chamados de calaicos, eram um conjunto de tribos celtas[1] que habitavam o noroeste da península Ibérica, correspondendo hoje em dia ao espaço geográfico que abrange o norte de Portugal, a Galiza, as Astúrias e parte de Leão.[carece de fontes?]

A primeira referência aos galaicos é feita por Apiano que comenta que Caepio, depois de perseguir e não conseguir alcançar e derrotar Viriato, virou-se contra os vetões e contra os galaicos e destruiu os seus campos.[2]
A primeira vez que se regista uma derrota dos galaicos foi no confronto com Décimo Júnio Bruto, que pela proeza de os derrotar, tomou o cognome de "o Galaico":[3]
"Por esse motivo, uma vez que eles eram muito difíceis de combater, os próprios galaicos não só proviram o sobrenome para o homem que derrotou os lusitanos mas também o tornaram tão conhecido, que a maioria dos lusitanos já são chamados de galaicos."

A designação da tribo celebra a forte resistência dada por este povo aos romanos,[4] que estendem a designação às restantes tribos do noroeste peninsular.
Foi então criada a divisão administrativa da Gallaecia,[quando?] tendo como limites o Douro - a sul; o oceano Atlântico - a oeste e a norte; e a Tarraconensis (Tarraconense) - a leste. A Gallaecia (Galécia) estava dividida em três conventus: a Galécia Lucense, a Galécia Bracarense e a Galécia Asturicense. A sua capital era Braga. A divisão correspondia à divisão feita às tribos que a compunham[carece de fontes?]: os ártabros, a norte; os gróvios, a sul; e os astures a oeste.
Uma antiga referência aos galaicos pode ser encontrada no épico Punica, de Sílio Itálico, no século I d.C..
Cquote1.svg Fibrarum et pennae divinarumque sagacem
flammarum misit dives Callaecia pubem,
barbara nunc patriis ululantem carmina linguis,
nunc pedis alterno percussa verbere terra,
ad numerum resonas gaudentem plaudere caetras.
Cquote2.svg
— Sílio Itálico . Punica, livro III, 344-7
(Tradução:)
Cquote1.png Sábios na adivinhação pelas entranhas, penas,
e chamas, mandou a rica Galécia seus jovens,
que agora ululam as canções bárbaras de sua língua,
pisoteando a terra batida, a pés alternados,
e acompanhando o feliz número com os seus escudos[5] ressoantes.
Cquote2.png
Hoje em dia, os habitantes destas regiões são denominados galegos, com excepção dos asturianos e dos leoneses.

Etimologia

As teorias mais divulgadas falam da origem do nome como sendo dado pelos romanos por terem sido a primeira tribo que enfrentaram, na zona de Cale e, pela sua braveza e espírito guerreiro, viu estendida a sua designação às outras tribos galaicas do Noroeste Peninsular. Outra teoria tem vindo a ganhar aceitação, nos tempos mais actuais. Relaciona os Callaeci com Cailleach, a deusa-Mãe dos Celtas, por estes serem adoradores desta divindade.[6]

Tribos galaicas

  • Aidwoi
  • Albioni
  • Arronioi
  • Baniensses
  • Brassioi
  • Brigantini
  • Cilenos
  • Koukoi
  • Límios
  • Nerioi
  • Sewroroi
  • Túrodes Artabroi
  • Zoelae
  • Abobrigoi
  • Artodioi
  • Bracaroi
  • Ekwesioi
  • Interammikoi
  • Kalaikoi 

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A GALÉCIA




A Galécia (em latim Gallaecia ou Callaecia) foi uma província romana a noroeste da Península Ibérica, que corresponde ao território onde se encontra a actual Astúrias, Galiza, e o norte de Portugal. A cidade mais importante e capital histórica era Bracara Augusta, a actual cidade de Braga.
Fazia parte da Hispânia Tarraconense, e tinha divisa ao sul com a Lusitânia.
A Galécia nasceu política e administrativamente com a invasão romana, embora ao nível cultural já existisse uma unidade regional, desde a Lusitânia em território dos populi castrorum (as "gentes dos castros") ou gallaeci (latinização do etnónimo grego kallaikói), nome por que eram conhecidas essas tribos do Noroeste da Península Ibérica na antiguidade clássica.
Os galaicos estavam distribuídos em três tribos principais à que corresponde a etimologia celta, latinizada nos documentos clássicos:
Já aparecem documentados os galaicos nas guerras de Lusitânia, lutando no exercito do líder tribal lusitano Viriato, contra o Império Romano.
Décimo Bruto, depois de conquistar a Galécia, rebaptizar-se-á a si mesmo com o agnomen Callaicus, significando "galaico".
Dividia-se administrativamente em três conventi:

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SAUDANDO-VOS PELA MANHÃ

04/12/2010

ESTÃO BEM UM PARA O OUTRO


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FINALMENTE MULHERES SEM CELULITE


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3 - OH SENHOR DOUTOR!!!!


A Medicina é - diz quem a pratica - a mais bela das profissões. Quem a exerce sabe que cada vez mais deve estar atento à qualidade da comunicação que mantém com o paciente como parte primordial de todo o projecto terapêutico: saber escutar o doente, entender as suas formas de expressão e saber transmitir em termos simples e directos aquilo que pensa e aquilo que pretende que o doente assimile e ponha em prática, sem recorrer ao linguajar hermético e técnico que caracteriza alguns sectores da classe médica, é para o clínico muito mais de meio caminho andado para o sucesso...
'O doente que tem que contar em minutos os males de um 'maldito corpo que não corresponde aos desejos da alma' está sujeito a lapsus linguae, frutos da atrapalhação, da timidez, do incómodo de ali estar perante o médico. Compreendamo-lo pois com bom humor!'
Carlos Barreira da Costa, médico Otorrinolaringologista da mui nobre e Invicta cidade do Porto, decidiu compilar no seu livro 'A Medicina na Voz do Povo', com o inestimável contributo de muitos colegas de profissão, trinta anos de histórias, crenças e dizeres ouvidos durante o exercício desta peculiar forma de apostolado que é a prática da medicina. E dele não resisti a extrair verdadeiras jóias deste tão pouco conhecido léxico que decidi compartilhar convosco.

As dores da coluna e do aparelho muscular 
e esquelético são difíceis de suportar:
'Metade das minhas doenças é desfalsificação dos ossos e intendência para a tensão alta'.
'O pouco cálcio que tenho acumula-se na fractura'.
'Já tenho os ossos desclassificados'.
'Alem das itroses tenho classificação ossal'.
'O meu reumatismo é climático'.
'É uma dor insepulcrável'.
'Tenho artroses remodeladas e de densidade forte'.
'Estou desconfiado que tenho uma hérnia de escala'.

O português bebe e fuma muito 
e desculpa-se com frequência:
'Tomo um vinho que não me assobe à cabeça'.
'Eu abuso um pouco da água do Luso'.
'Não era ébrio nato mas abusava um pouco do álcool'
'Fujo dos antibióticos por causa do estômago.
Prefiro remédios caseiros, a aguardente queimada faz-me 
muito bem'.
'Eu sou um fumador invertebrado'.

O aparelho digestivo origina sempre muitas queixas:
'Fui operado ao panquecas'.
'Tive três úlceras: uma macho, uma fêmea e uma de gastrina'.
'Ando com o fígado elevado. Já o tive a 40, mas agora está mais baixo'.
'Eu era muito encharcado a essa coisa da azia'.
'Senhor Doutor a minha mulher tem umas almorródias que com a sua licença nem dá um peido'.
'Tenho pedra na basílica'.
'O meu marido está internado porque sangra pela via da frente e pinga pela via de trás'.
'Fizeram-me um exame que era uma televisão a trabalhar e eu a comer papa'.
'Fiz uma mamografia ao intestino'.
'O meu filho foi operado ao pence (apêndice) mas não lhe puseram os trenos ( drenos), encheu o pipo e teve que pôr o soma (sonda)'.

enviado por BOSSA NOVA

BEM ESGALHADO


 
Texto de um azulejo em Toledo

     
O POBRE TRABALHA
    
O RICO EXPLORA-O
    
O SOLDADO DEFENDE OS DOIS
    
O CONTRIBUINTE PAGA PELOS TRÊS
     
O VAGABUNDO DESCANSA PELOS QUATRO
     
O BÊBADO BEBE PELOS CINCO
     
O BANQUEIRO "ESFOLA" OS SEIS
     
O ADVOGADO ENGANA OS SETE
     
O MÉDICO MATA OS OITO
     
O COVEIRO ENTERRA OS NOVE
     
O POLÍTICO VIVE DOS DEZ