07/12/2020

AWA

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AWA apoia a campanha 

para a eliminação da 

violência contra as mulheres

A Association of Women Ambassadors in Lisbon, mais vulgarmente designada por AWA, é um grupo informal de embaixadoras acreditadas em Portugal com embaixadas em Lisboa, e das representantes diplomáticas do gabinete do Presidente da República e do Ministério dos Negócios Estrangeiros. Das 86 embaixadas residentes em Lisboa, 23 são chefiadas por mulheres: Ucrânia, Índia, Roménia, África do Sul, Filipinas, Peru, Suécia, Cuba, Paraguai, Holanda, Estónia, Canadá, Espanha, Bélgica, Turquia, Colômbia, França, Austrália, Croácia, Timor-Leste, Tailândia, Finlândia e Noruega (pela ordem da data de apresentação das credenciais da embaixadora do país junto do Presidente da República).

Enquanto embaixadoras, a nossa missão é a de promover os nossos países em Portugal e desenvolver as relações bilaterais com Portugal nas esferas política, económica, cultural e interpessoal. Os nossos interesses nacionais variam, visto que representamos vários países de todo o mundo, mas partilhamos temas comuns. Cada uma de nós, por exemplo, representa um país que acredita na igualdade de género entre homens e mulheres, nos direitos fundamentais das mulheres e jovens mulheres e que estas devem viver livres de violência. E é por isso que participamos na campanha pela eliminação da violência contra as mulheres.

As estatísticas sobre a violência contra as mulheres são claras. De acordo com as Nações Unidas, uma em cada três mulheres e jovens mulheres sofrerá violência física ou sexual durante a sua vida. Todos os dias, 137 mulheres são mortas por um membro da sua família. Em todo o mundo, 15 milhões de meninas adolescentes, com idades entre 15 e 19 anos, foram sujeitas a sexo forçado. Quando paramos para considerar que o número de vítimas adolescentes é maior do que o de toda a população de Portugal, entendemos com grande preocupação a dimensão do problema. E a pandemia da covid-19 exacerbou esta violência. Desde o início da crise, os dados mostram um aumento nas chamadas para as linhas de apoio à violência doméstica, em muitos países.

A violência pode assumir muitas formas. Cerca de 71% de todas as vítimas do tráfico humano mundial são mulheres e meninas, das quais três em cada quatro são exploradas sexualmente. A ONU também observa que pelo menos 200 milhões de mulheres e meninas, com idades entre 15 e 49 anos, sofreram mutilação genital feminina, em 31 países onde a prática está concentrada.

Apesar desta evidência esmagadora da violência contra as mulheres, muitas vezes é fácil ignorar o problema, fingir que não se vê ou pensar que é um problema entre casais e que deverá ser resolvido a portas fechadas. Mas essa visão está a mudar. Mulheres e meninas têm todo o direito de viver sem medo da violência, de desfrutar dos mesmos direitos fundamentais que todas as outras pessoas.

Por isso, é importante que cada uma de nós faça a sua parte para sensibilizar e acabar com a violência contra as mulheres.

Entre colegas embaixadoras conversamos e sabemos que individualmente as suas embaixadas organizaram outras iniciativas de sensibilização como a #orangetheworld. Este cartaz representa um esforço coletivo da parte de 23 países para um mesmo propósito: a defesa da igualdade de género, a capacitação das mulheres e jovens meninas, a promoção e proteção dos direitos humanos.

Estamos unidas para fazer as nossas vozes serem ouvidas. Temos a sorte de viver e trabalhar em Portugal, um país que partilha da nossa crença na necessidade de combater a violência contra as mulheres e agradecemos os esforços dos vários participantes da sociedade portuguesa, tais como o governo, os meios de comunicação e organizações da sociedade civil, na chamada de atenção para este tema. Esperamos que juntos ​​​​​​​possamos continuar a agir para acabar com a violência contra as mulheres.

IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS" - 05/12/20

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2476.UNIÃO


EUROPEIA

PORTUGAL
VAI A VOTOS PELOS POBREZINHOS


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V Enigmas Revelados

Sacrifício Mortal/1


  thehistorydocumentarios
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2. Viagens Maravilhosas
de Comboio

2.2 - Atravessando o EQUADOR


FONTE:  DW Documental

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Susana Costa

Non - Je Ne Regrette Rien


The Voice Portugal - Tira-Teimas

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Portugal bem português

IX-A CANTIGA ERA UMA ARMA
2-A HISTÓRIA QUE NOS TOCA


 
* Um documentário sobre a chamada música "de intervenção" ou "de protesto" que se seguiu ao 25 de abril de 1974 Com o 25 de Abril e os meses que se seguiram, a chamada música "de intervenção" ou "de protesto" atingiu o seu apogeu. Músicos e poetas puseram-se ao serviço dos novos tempos revolucionários e meteram-se à estrada, de norte a sul do país, para levar a toda a população a mensagem libertadora anunciada pelos capitães no "dia inicial inteiro e limpo". 
Mensagem que cada um interpretava à sua maneira, dedicando-se de corpo e alma a difundi-la apesar das condições precárias em que se organizavam os espetáculos musicais. Com autoria e realização de Joaquim Vieira, A Cantiga É uma Arma reconstitui toda essa atmosfera, única e irrepetível, a partir do ponto de vista dos que a viveram, contando com os depoimentos inéditos de Carlos Alberto Moniz, Ermelinda Duarte, Fausto, Fernando Tordo, Francisco Fanhais, José Jorge Letria, José Mário Branco, Luís Cília, Manuel Freire, Maria do Amparo, Paulo de Carvalho, Samuel e Sérgio Godinho, além do registo feito na época, em som e imagem, de cerca de meia centena de canções. 
 
Ficha Técnica Título Original: A Cantiga Era Uma Arma 
Realização: Joaquim Vieira 
Produção: Nanook 
Autoria: Joaquim Vieira Ano: 2014

** Esta é uma compilação de séries pelo  nosso país não apenas pelas perspectivas histórica ou social mas pela recolha de vídeos interessantes de várias origens, actividades e sensibilidades, com diferentíssimos temas que reflectem o nosso quotidiano de modo plural.
Desejamos muito que seja do vosso agrado.


FONTE: Campos PT
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VIVE NA ÍNDIA

O melhor professor do mundo


FONTE:  EFE BRASIL

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