25/06/2020

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TRÁFICO DE MULHERES


Aprendam a fazer um mau filme

FONTE:  Ifro Florestas


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HOJE NO 
"RECORD"
No Name Boys também recolhiam informação sobre
 jornalistas, dirigentes e comentadores

O comissário Bruno Pereira revelou esta quinta-feira a propósito da megaoperação da PSP levada a cabo contra os No Name Boys que além de informação sobre as vítimas, algumas "estiveram em risco de vida", os detidos recolhiam informações relacionadas com "jornalistas, pessoas com cargos de direção em clubes e comentadores de televisão".
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Esta quinta-feira decorreram várias diligências processuais e investigatórias, nomeadamente, buscas domiciliárias e não domiciliárias, bem como o cumprimento de vários mandados de detenção fora de flagrante delito, emitidos por autoridade judiciária. Sete pessoas foram detidas.

"Ao longo de aproximadamente um ano, foram investigados vários crimes, entre eles, roubos, ofensas à integridade física qualificadas, danos e homicídio na forma tentada, praticados por um grupo de indivíduos pertencentes à claque 'No Name Boys', referiu a PSP. 

* Dirigentes do Benfica deram  suporte à criação e manutenção deste grupo neo-nazi.

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Astronomia
Uma visão Geral II

  Quasares/2



* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
Supermercados abertos até às 22.00 na AMLisboa em nova fase de contingência

Supermercados e hipermercados da Área Metropolitana de Lisboa vão poder encerrar às 22:00, duas horas mais tarde do que a generalidade dos estabelecimentos comerciais a partir de 1 de julho 

Os supermercados e hipermercados da Área Metropolitana de Lisboa vão poder encerrar às 22:00, duas horas mais tarde do que a generalidade dos estabelecimentos comerciais, durante o estado de contingência que se inicia em 1 de julho nesta zona, segundo o Governo.
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Numa conferência de imprensa em Lisboa, após uma reunião do Conselho de Ministros, o chefe do executivo, António Costa, anunciou que o estado de contingência para a Área Metropolitana de Lisboa (AML - atualmente em estado de calamidade, tal como o restante território continental) foi determinado por 15 dias, no âmbito da contenção da covid-19, implicando medidas mais restritivas.

O fecho generalizado dos estabelecimentos comerciais às 20:00 e a exceção aplicada aos restaurantes para serviços de refeições já eram conhecidas, mas foi agora determinada a possibilidade de os supermercados e hipermercados encerrarem às 22:00.

Além disso, foi também anunciado, não têm de respeitar o encerramento obrigatório às 20:00 os serviços de abastecimento de combustível, as farmácias, as funerárias, os equipamentos desportivos e clínicas, consultórios e veterinários.

* Fica a notícia.

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LXXXIX-Cidades e soluções

1-Edifício Pátio Victor Malzoni




 FONTE:   BOA VONTADE  
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 HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS/ 
/DA MADEIRA"
Terceiro período à distância 
permitiu individualizar ensino

O ensino à distância devido à pandemia de covid-19 permitiu individualizar o trabalho com os alunos, segundo docentes do ensino básico e secundário, que concordam que o acompanhamento diferenciado vai ser ainda mais importante no próximo ano lectivo.

Durante os últimos três meses, alunos e professores estiveram ligados através de meios digitais, devido ao encerramento das escolas em 16 de março, e o terceiro período letivo decorreu exclusivamente à distância, excepto para os alunos do 11.º e 12. no.
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VIVA A ESCOLA COM ALUNOS
Apesar dos constrangimentos impostos pelo novo modelo adoptado de um dia para outro para assegurar a continuidade do ensino em tempos de pandemia da covid-19, professoras ouvidas pela Lusa contam que individualização do trabalho foi uma das consequências mais positivas desta experiência.

Carla Batista, professora de Português do ensino secundário, recorda que, apesar da distância física, o modelo ‘online’ permitiu aproximar-se mais de cada um dos seus alunos e organizar o trabalho de forma mais personalizada.

“A forma como a escola é organizada não permite, muitas vezes, estabelecer essa proximidade com os estudantes e a certeza que eu tenho é que a aprendizagem ‘online’ tem um potencial altíssimo para a personalização”, explicou a professora.

Também Manuela Gama admite ter ficado a conhecer melhor os seus alunos ao longo dos últimos três meses, mas esta foi, em simultâneo, uma consequência e uma exigência do ensino à distância.
Segundo a professora de Francês do 3.º ciclo, a impossibilidade de manter um contacto presencial com a turma obrigou-a a procurar conhecer melhor a situação particular de cada aluno para conseguir acompanhar o seu trabalho.

“Houve um conhecimento mais próximo das circunstâncias reais do trabalho do aluno, da sua forma de trabalhar, das suas contingências e, portanto, a distância permitiu uma maior proximidade”, contou à Lusa.

Por outro lado, aquela que foi uma das consequências positivas do ensino à distância abre também caminho na discussão sobre como melhor responder a um dos maiores problemas causados por este modelo: o acentuar de desigualdades.

No balanço que fazem do 3.º período, pais, professores, directores escolares e governantes reconhecem que muitos alunos não conseguiram acompanhar as actividades lectivas e, por isso, em setembro, as crianças e os jovens vão regressar às escolas em níveis muito díspares.

Num ‘webinar’ em que participou no início do mês, o secretário de Estado Adjunto e da Educação, João Costa, defendeu que no próximo ano letivo será preciso apoiar mais os alunos que ficaram para trás.

Também para Sónia Soares Lopes, professora de Matemática do 3.º ciclo, a recuperação do último período terá de ser feita de forma diferenciada, uma vez que a experiência de cada aluno com o ensino a distância foi igualmente distinta.

“Eu não acho que devemos dar a todos o mesmo. Acredito que devemos apoiar quem efetivamente precisa e dar asas a quem voa sozinho”, defende, acrescentando que os aqueles alunos que agora não tiveram dificuldade em acompanhar as matérias talvez nem precisem de tantas horas de trabalho presencial em setembro.

Carla Batista concorda e sublinha que a experiência dos últimos três meses tornou claro que a igualdade nem sempre traduz justiça, acrescentando que o ensino a distância pode, por isso, ter aberto uma janela de oportunidade para repensar o sistema de educação.

“Muitas vezes, planificamos o trabalho da mesma forma para todos, pensamos em estratégias iguais para todos, quando os alunos são diferentes”, explicou, questionando como é possível atenuar as desigualdades que agora foram acentuadas sem personalizar e individualizar o trabalho.

Carla Batista e Sónia Soares Lopes, ambas a frequentar o doutoramento em Ciências da Educação da Universidade Católica Portuguesa, concordam que uma das dimensões da organização escolar que devem ser repensadas tem a ver com o tempo ocupado passado na escola, defendendo uma maior flexibilização do trabalho, que poderá passar por um sistema misto, entre o ensino presencial e a distância.

“Os nossos meninos passam demasiado tempo na escola e são pouco autónomos porque têm sempre alguém que lhes diga o que fazer. Acredito que tentar fazer um sistema misto poderia ajudar os alunos”, explica Sónia Soares Lopes, acrescentando que, neste contexto, os alunos com mais dificuldades teriam um maior acompanhamento presencial.

Por outro lado, Carla Batista afirma ainda que às desigualdades acentuadas acresce o grande volume de matérias que terão de ser recuperadas por alguns alunos, sugerindo que esse trabalho seria facilitado se as escolas apostarem na interdisciplinaridade, através de projetos que permitam trabalhar conteúdos de diferentes disciplinas em simultâneo.

O secretário de Estado Adjunto e da Educação também já tinha apontado para esta possibilidade, afirmando que não será possível “enfiar tudo o que é normal num ano lectivo e mais tudo o que não se fez no ano anterior”, mas que as escolas não se poderão cingir às aprendizagens essenciais.

Segundo João Costa, de fora desta equação não poderá ficar a arte ou a educação física, assim como não poderão ser esquecidas as áreas das ciências sociais e das humanidades e, por isso, este é o momento certo para fazer um “bom cruzamento entre as aprendizagens essenciais e o perfil dos alunos”, um trabalho que implicará “repensar o currículo”.

O terceiro período termina sexta-feira, encerrando o de três meses de ensino à distância. Sobre o próximo ano lectivo, sabe-se apenas que o Governo apontou o regresso para meados de setembro, entre os dias 14 e 17.

* Temos dúvidas sobre a idoneidade de professores que acham ser a individualização do ensino um acto virtuoso.
A escola tem como essência a socialização, a multiplicação de  afectos, o crescimento da personalidade em grupo e muitas mais coisas permitem que os jovens  não venham a ser adultos de armas  em riste.
Só os donos do dinheiro e os  seus lacaios gostam do ensino individualizado.

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MARIANA MORTÁGUA

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A Efacec está em asfixia.
 Vai o Governo intervir?

A empresa precisa de um empréstimo urgente de 50 milhões de euros, que os seus principais bancos financiadores - a CGD, BCP e Novo Banco - se recusam a conceder sem uma garantia que o Estado, ao que parece, também não está disposto a dar.

Se nada for feito, a Efacec corre um grave risco de asfixia financeira e de incumprimento perante os seus 2500 trabalhadores. A empresa precisa de um empréstimo urgente de 50 milhões de euros, que os seus principais bancos financiadores - a CGD, BCP e Novo Banco - se recusam a conceder sem uma garantia que o Estado, ao que parece, também não está disposto a dar.

Mas o bloqueio da Banca à Efacec não fica por aqui e pode ter consequências desastrosas. A vida da mais antiga empresa tecnológica do país complicou-se a partir do momento em que Isabel dos Santos, figura associada ao branqueamento de capitais angolanos, tomou uma participação maioritária, comprada com dívida, através de um veículo chamado Winterfell. Quando essa participação foi arrestada, na sequência do caso Luanda Leaks, Isabel dos Santos assinou um memorando que passava para os principais bancos financiadores da Winterfell (BIC, BPI, Montepio) e para os bancos financiadores da Efacec (CGD, BCP e Novo Banco) as suas ações, dando-lhes poder para as venderem e utilizaram a receita para abater as dívidas.

O processo de venda chegou a ser lançado mas os bancos nunca se entenderam sobre ele. As ações de Isabel dos Santos não chegaram a ser transferidas e o memorando caducou sem que a CGD, que lidera o processo, o tenha renovado.

Sem venda e com o financiamento cortado há mais de seis meses, a Efacec debate-se agora com graves debilidades de tesouraria, que procura suprir através de um pedido de 50 milhões, o tal que os bancos recusam sem a obtenção de uma garantia do Estado (depois de anos de créditos ruinosos para jogos de bolsa, a banca parece agora só aceitar cumprir o seu papel de financiamento à economia com o conforto do dinheiro dos contribuintes).

Do Governo, até hoje, só saíram declarações de intenção sem qualquer ação concreta que proteja a empresa. O risco, se o bloqueio se mantiver, é a perda de valor da Efacec, potencialmente com vista à sua venda ao desbarato a um dos atuais acionistas minoritários - Grupo Mello e Têxtil Manuel Gonçalves - ou a outro que apareça para a comprar à peça.

Portugal já assistiu várias vezes a este filme, em que empresas estratégicas, como a Cimpor ou a PT, são estraçalhadas entre guerras de acionistas e bancos predatórios. Se desta vez lhe queremos mudar o fim, só há uma coisa a fazer para proteger a economia, a empresa e os trabalhadores: nacionalizar a Efacec e dar-lhe condições para continuar a ser uma referência do setor tecnológico nacional.

* Deputada do BE

IN "JORNAL DE NOTÍCIAS"
23/06/20

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