29/04/2019

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1. Inesquecíveis Viagens
de Comboio
1.1-Passeio por CUBA



* Estas viagens que desfrutaremos são também observação atenta às pessoas com que o viajante se cruza, problemas sociais, conformismo e também ilusões,vai perceber porque as viagens são inesquecíveis.

FONTE: DOCUMENTÁRIOS ptfelicitas

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HOJE NO 
"JORNAL DE NEGÓCIOS"
Outro sindicato de motoristas 
ameaça deixar país sem comida

No dia em que arrancam as negociações entre os camionistas que transportam combustíveis e os patrões do setor, deixando de fora as petrolíferas, o país enfrenta nova ameaça de paralisação e de "um caos muito maior".

"O país [pode] chegar a um caos muito maior, pois além de combustíveis nas bombas, vai deixar de haver comida nos supermercados, roupas... Isso tudo". É desta forma que o líder do Sindicato Independente dos Motoristas de Mercadorias (SIMM) classifica as consequências de uma greve que convocará se não entrar nas negociações entre os motoristas de matérias perigosas e a associação empresarial do setor (ANTRAM).
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No dia em que o Sindicato Nacional de Motoristas de Matérias Perigosas se senta à mesa com os patrões para começar a negociar uma melhoria dos salários e das condições de trabalho – como acordado no auge da paralisação que há duas semanas afetou a distribuição de combustíveis em todo o país –, entra em cena outra organização que nos últimos dias convocou uma discreta greve, abrangendo apenas uma empresa de transportes. Criada há quatro anos, não é afeta a nenhuma central sindical e representa também os camionistas de outros setores.

À TSF, o presidente do SIMM, Jorge Cordeiro, sustentou que "as pessoas têm de ter em atenção o caos a que o país chegou (…) em que 800 trabalhadores paralisaram o país e provocaram o caos". Fala num "grande descontentamento da classe" e num sentimento de "injustiça" por parte dos motoristas que transportam outras mercadorias, que pretendem chegar às negociações com a ANTRAM, presidida por Paulo Duarte.

Na reunião desta segunda-feira, os trabalhadores que transportam combustíveis e outras matérias perigosas vão pedir salários de 1.200 euros – com a manutenção dos suplementos que são "uma espécie de ajuda de custo por estarem deslocados em serviço" – e um subsídio de 240 euros para compensar o contacto constante com matérias nocivas à saúde. Além disso, querem que cada quatro anos de trabalho com produtos químicos seja convertido num ano de abatimento na idade de reforma.

Reposição, sábados e complemento: o que querem estes motoristas?
O Sindicato Independente dos Motoristas de Mercadorias (SIMM), que marcou na semana passada uma greve que abrangeu os trabalhadores da empresa João Pires Transportes, com uma frota de cerca de 220 veículos, reivindica a reposição das retribuições previstas no anterior Contrato Coletivo de Trabalho, a restituição dos valores dos sábados dos últimos três meses do ano passado e a implementação de um complemento salarial que substitua as ajudas de custo baseadas em quilómetros. "As ajudas de custo são [agora] variáveis. E as empresas aproveitam isso para fazer descontos", explicou há dias, ao Negócios, um porta-voz do SIMM. "Queremos uma tabela salarial mais justa, que impeça as empresas de esconderem e de fazerem uma leitura deturpada", acrescentou Anacleto Rodrigues.
 
Fora destas negociações ficarão as petrolíferas e gasolineiras, como tinha sido defendido pelo ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, que liderou as conversações entre as partes que conduziram ao fim da greve. É que, escreve o Eco, citando um responsável da Associação Portuguesa de Empresas Petrolíferas (Apetro), não há uma entidade única mandatada para representar o setor e este organismo recusa intervir em matérias laborais.

Segundo a Lusa, durante os três dias de paralisação que levaram o Governo a decretar uma requisição civil, o Sindicato Nacional de Motoristas de Matérias Perigosas, criado apenas no final de 2018, conseguiu acrescentar 200 sócios, subindo a representação para mais de 700, num universo de cerca de 900 condutores deste tipo de camiões.

* Um governo quase intocável apanhado numa avalanche.

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Três Cantos

Eu Vi Este Povo A Lutar


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HOJE NO 
"CORREIO DA MANHÃ"
Pedras "para atirar a um zuca"

Cartazes xenófobos na Faculdade de Direito de Lisboa levam a processo disciplinar

Medida foi confirmada pelo reitor da Universidade de Lisboa, António Cruz Serra.

A Universidade de Lisboa vai abrir um processo disciplinar num caso de comentários xenófobos dirigidos a estudantes brasileiros de mestrado esta segunda-feira ocorrido e atribuído a um grupo de humor e sátira da Faculdade de Direito da instituição.

Contactado pela Lusa, o reitor da Universidade de Lisboa (ULisboa), António Cruz Serra, confirmou que vai avançar com um processo disciplinar ao sucedido esta segunda-feira na Faculdade de Direito.

"Não é admissível na ULisboa nenhum comportamento de xenofobia e serão tomadas posições para punir exemplarmente os responsáveis", disse à Lusa o reitor, que associa o caso às eleições para a associação académica da faculdade, cujas ações de campanha estão a decorrer.
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Em causa está a exposição nos corredores da faculdade de cartazes com frases de teor xenófobo. Colado a uma caixa de madeira colocada no chão, lia-se num cartaz: "Grátis se for para atirar a um zuca (que passou à frente no mestrado)".

Na caixa, identificada por outro cartaz como 'Loja de Souvenirs', estavam pedras, disse à Lusa Flora Almeida, uma das estudantes brasileiras de mestrado que primeiro denunciou a situação nas redes sociais e que confrontou o grupo 'Tertúlia' com a situação. A direção da Faculdade de Direito também já emitiu um comunicado, no qual afirma que "não serão toleradas quaisquer ações ofensivas relativamente a alunos da Faculdade".

Esta semana decorrem ações de campanha para as eleições da associação académica da faculdade, e junto a outras mesas das listas candidatas estava também uma mesa deste grupo de humor e sátira composto por alunos da instituição, segundo relatou Flora Almeida.

O comunicado da direção começa por referir esse ambiente de campanha eleitoral para defender de seguida que a faculdade "orgulha-se de ser um espaço de liberdade de opinião e de incentivo à participação cívica responsável, convivendo com a autocrítica, o humor e a sátira". "A direção da Faculdade reafirma estes valores, os quais devem coadunar-se com o respeito por todos os alunos, assim como com a respetiva diversidade cultural, étnica ou de proveniência, e pela consequente ausência de ações suscetíveis de serem ofensivas ou impróprias. Razão pela qual, mesmo em campanha eleitoral para os órgãos associativos dos estudantes, não serão toleradas quaisquer ações ofensivas relativamente a alunos da Faculdade", lê-se no comunicado.

Para Flora Almeida esta posição ficou "bem no meio do muro", ou seja, "bastante neutra" e que não se compromete, defendendo que a posição assumida pelo reitor foi bastante mais assertiva na condenação do caso e referiu que foi o grupo de apoio aos brasileiros da própria faculdade que pediu à direção uma tomada de posição.

"A direção da faculdade foi falar com eles, tiraram, a princípio, aquele papel, que falava dos 'zucas', mas depois substituíram por outro com 'cacique'. Para nós cacique é índio. Depois retiraram tudo", contou.

Para Flora foi surpreendente que os cartazes tenham estado expostos toda a manhã e uma parte da tarde, relatando que foi ela que tomou a iniciativa de pedir satisfações ao grupo de sátira. "Quando eu fui questionar disseram que era uma piada. E eu respondi que piada é só quando todos riem. Eles falaram que é normal, que 'mexem' com todo o mundo, que o ano passado foram os muçulmanos o alvo das piadas. Para mim é muito estranho a faculdade permitir que um grupo que faz sátira desse tipo se reúna dentro da faculdade ou que monte um 'stand' no átrio, dado o momento que estamos a viver. Acho que esse tipo de piada não é tolerável, pode ser uma faísca para uma coisa muito maior. Estamos a viver tempos de extremos.

Só cheguei às duas da tarde, mas eles já lá estavam desde manhã e ninguém tinha feito nada", disse. Flora Almeida adiantou ainda que os alunos brasileiros de mestrado admitem fazer um protesto na quinta-feira. "Fiquei muito dececionada, porque dentro da faculdade nunca tinha sentido isso. Eu tenho uma relação muito boa com os portugueses, com o país.

Fui muito bem recebida, portanto foi bastante chocante para mim, apesar de já ter ouvido outros relatos de outros brasileiros com professores que dão nota menores a brasileiros, que insultam brasileiros", afirmou. Segundo a estudante brasileira há um descontentamento dos alunos portugueses relativo ao processo de seleção para admissão ao mestrado.

Como a seleção é feita com base nas notas da licenciatura, isso acaba por beneficiar os alunos brasileiros, que, como reconheceu Flora Almeida, têm notas mais altas, com base "noutro tipo de critérios". "Quando portugueses e brasileiros participam no mesmo tipo de seleção, acontece que os brasileiros acabam por ter notas mais altas. Entendo a insatisfação, mas não é com os brasileiros que têm que se revoltar, é com o processo de seleção", disse.

* Xenofobia é sempre um mau exemplo em qualquer manifestação. Os donos do dinheiro gostam de estudantes universitários xenófobos, dá-lhes geito.

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Portugal bem português

IV-Portugal, um retrato social/4
4- Nós e os outros



Este é um retrato do nosso país. Um retrato da sociedade contemporânea. É um retrato de grupo: dos portugueses e dos estrangeiros que vivem connosco. É um retrato de Portugal e dos Portugueses de hoje, que melhor se compreendem se olharmos para o passado, para os últimos trinta ou quarenta anos. (...) 

Gente diferente: Quem somos, quantos somos e onde vivemos 

Os portugueses são hoje muito diferentes do que eram há trinta anos. Vivem e trabalham de outro modo. Mas sentem pertencer ao mesmo país dos nossos avós. É o resultado da história e da memória que cria um património comum. Nascem em melhores condições, mas nascem menos. Vivem mais tempo. Têm famílias mais pequenas. Os idosos vivem cada vez mais sós.

Um trabalho de investigação excelente de ANTÓNIO BARRETO e uma extraordinária equipa da RTP para a execução desta série.


* Esta é uma compilação de séries pelo  nosso país não apenas pelas prespectivas histórica ou social mas pela recolha de vídeos interessantes de várias origens, actividades e sensibilidades, com diferentíssimos temas que reflectem o nosso quotidiano de modo plural.
Desejamos muito que seja do vosso agrado.


FONTE: universalcosmos

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FESTIVAL ORAÇÃO  AZAN




FONTE:  afpbr

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AS RELIGIÕES DESTILAM ÓDIO

 Polícia investiga circunstâncias de
 ataque a sinagoga na Califórnia



FONTE:  euronews

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