Cansados de blogs bem comportados feitos por gente simples, amante da natureza e blá,blá,blá, decidimos parir este blog do non sense.Excluíremos sempre a grosseria e a calúnia, o calão a preceito, o picante serão ingredientes da criatividade. O resto... é um regalo
02/07/2018
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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
"Ao fazer obra no IP3, estamos a
.decidir não fazer evoluções nas
.carreiras ou vencimentos"
O primeiro-ministro justificou desta forma o investimento de 134 milhões de euros em obras de requalificação do IP3
O primeiro-ministro, António Costa, realçou hoje a importância da
requalificação do IP3 entre Penacova e Lagoa Azul e da duplicação
parcial desta via para reduzir a sinistralidade, promover a coesão e a
competitividade da região Centro.
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Para António Costa, estas
empreitadas são "muito mais do que uma obra de ligação" que diminuirá o
tempo de viagem de carro entre Coimbra e Viseu.
Com um
investimento de 134 milhões de euros, numa extensão de 75 quilómetros do
itinerário principal 3, o Estado vai ajudar "a salvar vidas", ao
"assegurar segurança na circulação rodoviária", sublinhou.
"Esta é uma obra central para reforçar a coesão interna da
região da Centro, mas também para melhorar a competitividade" desta
parcela do território nacional, disse António Costa.
O
primeiro-ministro intervinha junto ao nó de Raiva do IP3, no lançamento
da empreitada de requalificação do troço entre os nós de Penacova e
Lagoa Azul, no distrito de Coimbra, numa sessão em que também foi aberto
o concurso para as obras de duplicação da via, nos troços de Souselas
(Coimbra) a Penacova e entre Lagoa Azul e Viseu, onde liga à A25.
Na sua opinião, este investimento vai "melhorar
significativamente as condições para a região Centro ser mais
competitiva", poder criar emprego e fixar população.
Com
as obras realizadas nos próximos anos, o IP3 será "uma via absolutamente
essencial para a internacionalização" da região, acentuou António
Costa.
O chefe do Governo subinhou que o investimento nas estradas
nacionais implica a falta de investimento noutras áreas. "De repente,
toda a gente acha que é possível fazer tudo já e ao mesmo tempo, é
preciso termos em conta que, quando decidimos fazer esta obra, significa
que estamos, simultaneamente, a decidir não fazer outra obra", avisou o
primeiro-ministro. "Quando estamos a decidir fazer esta obra, estamos a decidir não fazer evoluções nas carreiras ou vencimentos", disse António Costa, citado pela TSF.
Por
sua vez, o ministro do Planeamento e Infraestruturas, Pedro Marques,
disse que o projeto de modernização e duplicação parcial do IP3 "foi bem
acolhido pela região", incluindo autarquias, associações empresariais e
cidadãos em geral.
"Estamos aqui preocupados em lançar obra para o
terreno", acrescentou Pedro Marques, recordando que, ao longo de vários
anos, "era até penoso" falar de um investimento que foi sendo adiado,
apesar da sua importância, sobretudo para reduzir os índices de
sinistralidade da via, com elevado número de mortos e feridos, e para
promover o desenvolvimento regional.
Na cerimónia, intervieram
também o presidente da Câmara Municipal de Penacova, o socialista
Humberto Oliveira e o presidente da Infraestruturas de Portugal, António
Laranjo.
* Que raio de conversa tem o sr. primeiro-ministro, para evitar mortes no IP3 vai promover funerais na classe docente? As pessoas são números num lado e algarismos noutro? A demagogia tem preço elevado.
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I-A Casa e a Cidade
1.O sentido da Casa
Estando, todos nós, mergulhados em arquitetura (boa ou má, não há
construção que não tenha a sua arquitetura); sendo a arquitetura uma das
disciplinas em que os portugueses mais têm marcado pontos
internacionalmente; sendo a arquitetura uma das atividades que mais
polémica gera no espaço público é particularmente relevante a produção
da série A CASA E A CIDADE. Uma encomenda da RTP2, com a Parceria da
Ordem dos Arquitetos, à Produtora Pop Filmes. Em seis episódios, de 30
minutos cada um, são tratados seis temas nevrálgicos que explicam, de
forma simples e direta, as implicações da arquitetura nas nossas vidas e
as implicações dos nossos valores e comportamentos na arquitetura. A
partir de uma ideia original da Professora de Arquitetura Ana Tostões e
com o acompanhamento científico dos arquitetos Ricardo Carvalho e Nuno
Grande, que desenharam os guiões e escolheram o elenco de entrevistados,
Graça Castanheira realiza uma série inteligente e inteligível, elegante
e pedagógica.
Publicado a 04/11/2013 no "youtube"
NR: Para mais fácil visionamento decidiu a redacção do blogue dividir cada episódio em duas partes.
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Nos
considerandos do documento, é referido que “é adequado e conveniente
adotar medidas que possam evitar estacionamento abusivo/desordenado na
Rua das Janelas Verdes”.
HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS/
/DA MADEIRA"
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS/
/DA MADEIRA"
Câmara de Lisboa divulgou contrato
de cedência de estacionamento
a cantora Madonna
de cedência de estacionamento
a cantora Madonna
A
Câmara Municipal de Lisboa divulgou hoje o contrato assinado com a
cantora Madonna a 04 de janeiro, com vista à cedência do logradouro do
Palácio Pombal para estacionamento, justificando que objetivo é evitar
parqueamento abusivo na zona.
O auto de cedência de utilização de
espaço municipal, divulgado pelo município, é datado de 04 de janeiro
deste ano, e é assinado pelo diretor Municipal de Gestão Patrimonial,
António Furtado.
O acordo aponta que o município de Lisboa cede
“estacionamento na zona de logradouro do Palácio Pombal, sito na Rua das
Janelas Verdes, números 35 a 41”, por 720 euros por mês, sendo que não é
autorizado, porém, o acesso ao interior do imóvel.
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| A GARAGEM DA MADONNA??? |
“O objetivo do acordo é evitar
perturbações e transtornos no trânsito local, numa artéria estreita, mas
bastante movimentada, que a entrada e saída de veículos das obras em
vários prédios certamente traria para a zona - numa prática similar a
vários outros contratos celebrados pelo município”, refere também uma
nota divulgada hoje pelo município.
Esta nota acrescenta que “o
valor em causa resulta da aplicação prevista na Tabela de Preços e
outras Receitas Municipais, aprovada pela Assembleia Municipal e às
quais a Câmara está vinculada, que é usada para calcular o valor a
cobrar em todos os contratos similares”.
No sábado, o jornal
Expresso noticiou que a Câmara de Lisboa cedeu um terreno à cantora
norte-americana, que necessitava de espaço para estacionar 15 viaturas
enquanto decorrem obras na casa que adquiriu.
“Os particulares
adquiriram recentemente a posse de outros imóveis na zona envolvente à
Rua das Janelas Verdes, que deverão entrar brevemente em obra, tendo por
isso solicitado ao município a cedência de áreas de estacionamento”,
lê-se no auto que a autarquia enviou à agência Lusa.
No documento
é também apontando que “o Palácio Pombal está de momento desocupado e
está dotado de um espaço interior que sempre tem vindo a ser utilizado
para estacionamento” e, na altura, a Câmara salientava “não ser
previsível” vir a “necessitar no curto prazo do espaço em causa”.
Já
na nota de imprensa que também foi divulgada hoje, a Câmara da capital
aponta que “não tem condições para tornar o espaço em apreço num parque
de estacionamento definitivo, daí o vínculo precário da cedência que
pode ser terminado a qualquer momento”.
Isto porque o município
diz “encontrar-se em negociações com a República de Timor Leste para que
o Palácio Pombal possa vir a ser o espaço da futura embaixada deste
país”.
O auto de cedência de utilização a título precário de
espaço municipal não refere data de início nem data de término, “podendo
cessar a qualquer momento que o município assim pretenda e nunca
perdurando para lá do momento em que os particulares concluam as obras”.
É também mencionado que o acordo foi “superiormente autorizado”, não especificando por quem.
A
nota acrescenta que “esta cedência está titulada por um contrato
oneroso de cedência de utilização similar a dezenas de contratos
efetuados pela autarquia” e que o “mesmo espaço foi usado até dezembro
de 2017, com um contrato similar, pelo Instituto José de Figueiredo” -
instituição pública na área do património cultural.
Contactados
pela agência Lusa, os vereadores João Pedro Costa (PSD) e João Gonçalves
Pereira (CDS-PP) adiantaram que vão questionar o executivo liderado
pelo socialista Fernando Medina sobre o assunto.
O CDS-PP vai mesmo “pedir um esclarecimento do ponto de vista jurídico” relativamente a este auto.
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* Madonna vai pagar pelo estacionamento de cada carro cerca de 48 €/mês. Existem de certeza cidadãos residentes na zona que não se importariam de pagar o valor indicado para poderem estacionar o carro. Mas o sr.. António Furtado preferiu a Madonna porque ela canta, apesar de não trazer nenhuma mais valia para Lisboa.
Já agora quando ela morrer arranjem um lugarzinho no Panteão ao lado do Eusébio.
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Já agora quando ela morrer arranjem um lugarzinho no Panteão ao lado do Eusébio.
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Cobrança coerciva diminui 33%
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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"
Estado perdeu 435 milhões de euros
.em dívidas prescritas em 2017
O Fisco deixou prescrever 434,7 milhões de euros em impostos no ano passado. A maior parte deve-se a IVA, a IRC e a IRS que já não é possível recuperar.
Em 2017 prescreveram dívidas fiscais no valor de 434,7 milhões de euros,
uma diminuição de 31,1% face ao ano anterior. Contudo, esta diminuição
só ocorre porque houve uma revisão em alta do montante de dívidas
prescritas em 2016 de 306,3 milhões de euros para 631,1 milhões de
euros, segundo os dados divulgados esta segunda-feira, dia 2 de Julho,
pela Direcção-Geral do Orçamento (DGO).
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A
maior parte das dívidas prescritas continua a ser relativa ao Imposto
sobre o Valor Acrescentado (IVA). Em 2017 prescreveram 264,7 milhões de
euros em IVA, representando 61% do total das dívidas prescritas. De
seguida surge o IRC com 94,8 milhões de euros de dívidas prescritas
(peso de 22%) e o IRS com 48 milhões de euros (peso de 11%).
Entre
os impostos com menor receita há também dívidas prescritas: 24,9
milhões de euros de juros compensatórios, 1,7 milhões de euros de juros
de mora e 600 mil euros de imposto do selo.
"O valor registado das dívidas cuja prescrição ocorreu em 2017, e cuja
impossibilidade legal de cobrança foi verificada, evidencia um forte
decréscimo do valor das dívidas prescritas, o que resulta do trabalho
que tem vindo a ser realizado ao longo dos anos anteriores no sentido do
saneamento da carteira da dívida", lê-se na Conta Geral do Estado de
2017 onde os dados são reportados.
Uma dívida prescreve, regra
geral, oito anos após o momento em que se produziu o facto gerador da
obrigação de imposto. O prazo legal por ser interrompido ou suspenso
devido a várias situações. Após esse período, a Autoridade Tributária
(AT) já não pode proceder à sua cobrança e, por isso, dá os processos
como terminados.
Este ano houve um "reequacionamento do critério
de obtenção de dados". Essa mudança passa por se considerar para
efeitos estatísticos o momento do reconhecimento da prescrição "e não a
data em que potencialmente a mesma poderia ser reconhecida", esclarece a
Conta Geral do Estado de 2017. A revisão em alta dos valores de 2016
deve-se a esta alteração metodológica.
Cobrança coerciva diminui 33%
Após
o fim do período de liquidação voluntária, o Estado pode cobrar de
forma coerciva os impostos em dívida. Em 2017 o montante decorrente de
cobrança coerciva - registado como receita fiscal - foi de 845,4 milhões
de euros. Este montante representa uma diminuição de 33,1% face a 2016.
Nesse ano tinha arrecadado 1.264,1 milhões de euros.
Segundo a
Conta Geral do Estado, esta queda é transversal a vários impostos por
várias razões, nomeadamente porque os dados de 2016 foram influenciados
pelo PERES, o programa especial de recuperação de dívidas. A
principal diminuição registou-se no IRC (-270,9 milhões de euros), no
IVA e no IRS (cerca de 70 milhões de euros a menos em cada).
* A nós parece-nos que os sucessivos governos "protegem" esta impunidade.
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