29/04/2018

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Isca de frango e Molho tártaro


De: Helen Ravagnoli
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ESTE MÊS NO 
"NOTÍCIAS MAGAZINE"
Sexo: 
É esta a posição que as 
mulheres mais detestam

E ainda por cima tendem a não dizer nada aos parceiros – que a adoram – para não ferirem suscetibilidades. Casais: a bem da performance no sexo, se calhar o melhor é lerem este artigo. Elas vão agradecer com muito carinho.

Homens e mulheres dizem que sim, a cowgirl é das melhores posições para ambos em matéria de sexo. Eles têm a vista, elas o controlo: merece tanto a medalha de ouro como a de missionário. Mas, e se nos pomos a mexer na fórmula vencedora e estragamos (acontece muitas vezes)? E se as mexidas as deixam insatisfeitas? E se nem elas falam, nem eles percebem o desânimo?
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Nesse caso, o mais certo é virem a aumentar os ressentimentos femininos relativamente à cowgirl invertida – a posição que elas mais detestam, segundo uma pesquisa citada pelo jornal britânico Daily Star, interessado em conhecer as preferências das mulheres na cama.

Idêntica em tudo à cowgirl – em que o homem está deitado de barriga para cima com a mulher sentada sobre o pénis, debruçada sobre ele –, na cowgirl invertida a mulher fica de costas para o parceiro. E aqui começam as queixas: é uma posição desconfortável e impessoal. Falta-lhe intimidade (afinal o casal é incapaz de se olhar nos olhos). Dificilmente a faz atingir o orgasmo, já que gera muito pouca fricção no clítoris.

Ainda assim, são poucas as mulheres que chegam a conversar abertamente sobre a cowgirl invertida com receio de ferirem de morte os seus homens, que a adoram por lhes dar uma vista privilegiada da penetração. É neste ponto que importa lembrar que aquilo que damos por garantido pode sempre resultar em desconforto para o parceiro, pelo que convém saber ouvir o que nos diz.

* Apenas uma teoria, na hora da verdade até fazer o pino é bom.

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CORRIDA DE CANOA





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1594
Senso d'hoje
ISABEL PIRES
DEPUTADA PELO B.E.
"Na geração dos filhos de Abril
somos todos SNS"




FONTE: bloconoparlamento


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ESCOLHAS DE DOMINGO

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COMPRE JORNAIS 

E REVISTAS










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BOM DOMINGO


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65-CINEMA
FORA "D'ORAS"

VII-DEUS, PÁTRIA,
AUTORIDADE




SINOPSE
Um filme português de Rui Simões (cineasta), um documentário de longa-metragem de actualidades históricas que retrata o regime fascista de António de Oliveira Salazar.

Uma desconstrução da ideologia fascista através de três dogmas fundamentais assinalados no discurso de Oliveira Salazar, em 1936: «Não discutimos Deus e a virtude. Não discutimos a Pátria e a Nação. Não discutimos a Autoridade e o seu prestígio». Feito sobretudo de material de arquivo, de filmes de actualidades, a narrativa surge na montagem, analisando os principais acontecimentos históricos em Portugal, desde a queda da monarquia, em 1910, até à Revolução dos Cravos, numa perspectiva social de luta de classes.

FICHA TÉCNICA: 
Argumento: Rui Simões (cineasta) 
Realizador: Rui Simões 
Assistentes de realização: Manuela Serra e Francisco Henriques 
Produtores: Instituto Português de Cinema e RTP 
Colaboradores: Artur da Costa, Alice Pinto, Noémia Delgado, José Pedro Andrade dos Santos, J.M. Diogo, Raymond Fromont, Matilde Ferreira 
Animação: Geneviève Antoine e Mário Jorge 
Fotografia: Acácio de Almeida, Gérard Collet, José Reynès, Francisco Henriques 
Directores de som: Luís Martins e Rui Simões 
Música: Carmina Burana de Carl Orff 
Sonoplastia e misturas: Rui Simões 
Montagem: Dominique Rolin 
Assistente de montagem: Manuela Serra 
Rodagem: 1975 Laboratório de imagem: Ulyssea Filme 
Laboratório de som: Nacional Filmes 
Materiais de arquivo: Ulyssea Filme, RTP, Emissora Nacional 
Formato: 35 mm p/b 
Género: documentário (histórico) 
Duração: 103’ 
Distribuição: Instituto Português de Cinema Estreia: em Lisboa, no cinema Universal, a 21 de Fevereiro de 1976.

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