24/11/2017

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HOJE  NO 
"CORREIO DA MANHÃ"
Aprovado pacote de 186 milhões para resposta e prevenção aos incêndios

Decisão foi tomada por unanimidade por todos os deputados.

O parlamento aprovou esta sexta-feira, por unanimidade, o pacote de 186 milhões de euros para apoios, combate, prevenção de incêndios e indemnizações pelas mortes e ferimentos graves nos fogos de junho e outubro deste ano.
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No último dia da votação artigo a artigo do Orçamento do Estado para 2018 (OE2018) e das propostas de alteração, as bancadas parlamentares aprovaram, por unanimidade, a criação, no próximo ano, de uma dotação centralizada no Ministério das Finanças, no valor global de 186 milhões de euros, dos quais 62 milhões para aplicação em ativos financeiros, destinada ao financiamento de despesas com indemnizações, apoios, prevenção e combate aos incêndios.

Nesta proposta, que previa ainda outras medidas, o PSD mudou o seu sentido de voto, opondo-se à criação da Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais e do Laboratório Colaborativo -- o que não bastou para travar a medida, que foi aprovada com o voto favorável das restantes bancadas.

A unanimidade manteve-se num conjunto de outras medidas propostas pelo PS para resposta às zonas afetadas: o apoio de 100 milhões de euros do IAPMEI - Agência para a Competitividade e Inovação para apoio às empresas, a abertura de concursos no âmbito do Portugal 2020 com dotação até 80 milhões de euros para projetos geradores de emprego e 35 milhões de euros para a reposição dos equipamentos públicos municipais.

Os deputados aprovaram também que, no próximo ano, os proprietários privados tenham até 15 de março para limpar as áreas envolventes às casas isoladas, aldeias e estradas e que, se isso não for feito, os municípios terão até ao final de maio para proceder a essa limpeza, "devendo substituir-se aos proprietários e outros produtores florestais" -- sendo que esta última questão teve o voto negativo do PCP. Dentro do regime excecional das redes secundárias de faixas de gestão de combustível, os deputados aprovaram que as coimas previstas por ausência de limpeza sejam "aumentadas para o dobro" no próximo ano.

Ainda nesta matéria foi aprovada uma proposta do Bloco de Esquerda para uma transferência extraordinária de 50 milhões de euros para as autarquias para execução de rede secundária de faixas de gestão de combustível (nas redes viárias e ferroviárias, na linha de transporte de energia e nas envolventes aos aglomerados populacionais).

Foi aprovada ainda (com o voto contra do PSD e a abstenção do PCP) a concessão de empréstimos do FAM (Fundo de Apoio Municipal) aos municípios afetados pelos incêndios "famílias cujas habitações não permanentes tenham sido danificadas ou destruídas pelos incêndios de grandes dimensões", numa dotação limite de 10 milhões de euros.

As propostas restantes do Bloco de Esquerda sobre resposta e prevenção de incêndios foram rejeitadas: a criação de 210 novas equipas de sapadores florestais, a compensação extraordinária aos sapadores e reserva de 50 milhões de euros para apoios solicitados para a constituição de Unidades de Gestão Florestal.

O Governo já tinha dito que o total de medidas de medidas de resposta, apoio, prevenção e combate aos incêndios em 2018 vai totalizar 650 milhões de euros, dos quais 230 milhões com impacto no défice. Assim, prevê-se agora um défice de 1,1% do Produto Interno Bruto (PIB) no conjunto do próximo ano (acima do 1% previsto anteriormente).

* "Um parlamento que se tornou um parlamento fantoche em muitos aspectos".
 "A nossa vida política é dominada por trivialidades", palavras de José Pacheco Pereira a propósito de outros assuntos, na "Quadratura do Círculo" em 23/11/17. Subscrevemos as suas afirmações.

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III-ARMAS E TÁCTICAS
4 -Fogo Rapido



FONTE: Universo do Documentário

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores. 
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HOJE  NO 
"OBSERVADOR"
Igreja da Suécia pede ao clero que não trate Deus por “Senhor” nem por “ele”

A Igreja da Suécia pediu ao clero que deixe de se referir a Deus como "o Senhor" ou "ele", passando a utilizar uma linguagem mais inclusiva no que ao género diz respeito.

Passar a chamar apenas “Deus” à divindade suprema da igreja católica em vez de “Senhor” ou “ele” é o último pedido que a igreja da Suécia fez ao clero. A ideia é começar a utilizar uma linguagem neutra em termos de género, já que “Senhor” e “ele” são palavras do sexo masculino.
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De acordo com o jornal The Guardian, a decisão foi tomada esta quinta-feira e faz parte das várias medidas aplicadas pela Igreja Evangélica Luterana no sentido de atualizar o manual com 31 anos que descreve a forma como os vários termos religiosos devem ser utilizados na linguagem, liturgia e hinos. A decisão vai entrar em vigor no dia 20 de maio, o feriado cristão de Pentecostes.

A 60 quilómetros a norte de Estocolmo, em Uppsala, fica uma antiga igreja estadual liderada por uma mulher, a arcebispa Antje Jackelén. Nesta igreja estão registados 6,1 milhões de pessoas batizadas, num país que tem cerca de 10 milhões de habitantes.

“Teologicamente, por exemplo, sabemos que Deus está além das nossas determinações de género, Deus não é humano”, disse Jackelén à agência de notícias sueca TT, acrescentando que já na conferência de 1986 se tinha discutido uma linguagem mais inclusiva.

Se por um lado há quem concorde com a mudança, por outro há quem critique. Christer Pahlmblad, professor de teologia na Universidade de Lund, disse ao jornal Kristeligt Dagblad, na Dinamarca, que a medida vai prejudicar “a comunhão com as outras igrejas”, concluindo que não é inteligente “se a Igreja da Suécia passar a fica conhecida como uma igreja que não respeita a herança teológica comum”.

Nos últimos anos, a igreja da Suécia tem estado envolvida em projetos de inclusão. Desde 2009 que permitiu o casamento entre pessoas do mesmo sexo e tem tido um papel importante no movimento LGBT, segundo a publicação no site Sputnik News.

* Confundir  religião com fé é o comportamento trivial das hierarquias que subordinam milhões de pessoas em todo o mundo, afirmando-se como genuínos herdeiros das ordens de Deus, uma pouca vergonha. 
Nós que tendo fé e não sendo religiosos, exigimos aos experts da igualdade de género, que não se diga que Deus é "trans".


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SUSANA FONSECA

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O sol quando nasce 
é para todos

Portugal tem vindo a trilhar um caminho promissor em termos de utilização de energias renováveis. São hoje visíveis as consequências positivas para o país de apostas feitas há mais de duas décadas.

A energia renovável é e será um aspeto decisivo para a transição de Portugal para a sustentabilidade, ainda que deva ser sempre pensada e concretizada a par com um uso mais racional da energia, numa ótica de suficiência.

Portugal tem vindo a trilhar um caminho promissor em termos de utilização de energias renováveis, é certo que com alguns altos e baixos decorrentes de diferentes ciclos políticos, mas são hoje visíveis as consequências positivas para o país de apostas feitas há mais de duas décadas. Temos hoje menos emissões de dióxido de carbono (CO2), menos poluição do ar e mais emprego devido à aposta na promoção da produção de eletricidade a partir de fontes renováveis, as únicas onde a “fonte” não requer qualquer pagamento. Basta-nos ter a tecnologia certa para as aproveitar.

Mas os desafios presentes e futuros que se colocam a Portugal são superiores aos conquistados até hoje. Não obstante o trabalho já feito, muito falta ainda fazer, por exemplo na necessária transição para uma mobilidade partilhada e elétrica, no âmbito dos objetivos de descarbonização a que Portugal já se comprometeu a atingir em 2050. Do lado da produção, a aposta no solar. A energia fotovoltaica representa menos de 2% de toda a produção elétrica renovável, que muito contrasta com a produção hídrica e eólica que asseguram a maioria da produção verde. Na lógica da transição energética, esta aposta tem de acontecer sempre com o foco de atingir o consumo suficiente de energia, pois qualquer produção de energia tem implicações várias na sustentabilidade e nem todas são positivas, mesmo tratando-se de energias renováveis.

Para além da sustentabilidade inerente, as energias renováveis são também relevantes pela forma democrática como podem ser aproveitadas e utilizadas. O sol quando nasce é para todos e deve ser um desígnio de Portugal apostar na democratização do acesso ao mesmo. A promoção do autoconsumo, a nível individual e coletivo (por exemplo, nos condomínios, em bairros e comunidades) é um passo fundamental que Portugal tarda em dar, ao contrário do que outros países já estão a fazer. Na União Europeia já se percebeu que existe um enorme potencial de fomento de sistemas descentralizados de produção de energia renovável, atribuindo a cada cidadão europeu maior responsabilidade e capacidade de ser um agente do sistema. Neste sentido, Portugal, pioneiro em renováveis, está a ficar para trás no apoio aos projetos de energia promovidos por grupos de cidadãos ou comunidades locais. Escócia, França, Alemanha, Inglaterra, Holanda: todos têm medidas específicas para apoiar projetos promovidos por cidadãos e não se compreende a razão porque Portugal insiste em defender um sistema centralizado, onde o cidadão é um mero consumidor.

Ao longo dos seus quatro anos de atividade, a Coopérnico conquistou mais de 790 membros, que investiram 727.500€ na produção de energia renovável expressa em 650 kWp de potência instalada em 14 centrais fotovoltaicas em todo o país. Muito recentemente, a cooperativa ultrapassou 1 GWh de produção de energia renovável anual.

Para assinalar o seu 4.º aniversário, a Coopérnico lançou o ID Energia, uma plataforma online para ajudar a poupar energia e água e medir a produção dos sistemas de autoconsumo, a cidadãos e organizações. Esta plataforma está acessível a todos os portugueses gratuitamente aqui. Em 2018, a Cooperativa tem por objetivo ser a primeira empresa da economia social a comercializar energia elétrica, permitindo aos cidadãos serem donos da empresa que lhes fornece eletricidade.

Para a Coopérnico, a primeira cooperativa de energias renováveis em Portugal, promover a capacitação e participação dos cidadãos no sistema energético é o elemento estruturante da sua ação e acreditamos na implementação deste modelo de forma alargada.

Membro da direção da Coopérnico

IN "OBSERVADOR"
23/11/17

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1422.UNIÃO



EUROPEIA



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HOJE  NO 
"RECORD"
Italianos 
destacam generosidade de Ronaldo

Internacional português é considerado o desportista mais solidário

Cristiano Ronaldo está em destaque no jornal italiano 'La Gazzetta dello Sport' e dests vez não é por causa do seu futebol mas sim das ações de solidariedade em que participa. A publicação recorda (o que consideram as melhores) 16 histórias do internacional português, começando em 2011 e a Bota de Ouro que doou à Fundação Real Madrid e que rendeu em leilão 1,5 milhões de euros, montante usado para reconstruir algumas escolas em Gaza, Palestina.
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A sua ligação às associações "Make-a-Wish", Save the Children, Unicef ??e World Vision também estão em destaque, assim como o facto de Cristiano Ronaldo ser dador de sangue e de medula óssea, e a sua ligação à Liga Portuguesa Contra o Cancro, tendo sido 'embaixador' no peditório de novembro.

Critiano Ronaldo também tem sido generoso quando a natureza mostra a sua força, fazendo doações generosas quando há catástrofes naturais.

Recentemente, a irmã Kátia Aveiro revelou que Cristiano Ronaldo "pagou o atendimento médico das 370 pessoas feridas no incêndio em Portugal", a 15 de outubro.

* Felizmente não ficamos surpreendidos.

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XI-HUMANIDADE

A HISTÓRIA DE TODOS NÓS

2- ÁFRICA - O CONGO BELGA
 ALICE HARRIS - DIREITOS HUMANOS
 LEOPOLDO II - DITADOR FEROZ
 ATROCIDADES COLONIAIS
 A DENÚNCIA FOTOGRAFADA
 CATÁLOGO DE HORRORES

3-EUROPA
 1ª GRANDE GUERRA MUNDIAL
 SAÚDE PÚBLICA: 
 BILHÕES DE BACTÉRIAS
 ALEXANDER FLEMING
 LONDRES 1928:
 A PENICILINA



* Neste vídeo da série vão cruzar-se 2 situações de relevo , em cada episódio encontra em subtítulo os items correspondentes.

** As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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