15/05/2017

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HOJE  NO 
"RECORD"
Rui Vitória, Bas Dost e Gelson Martins entre vencedores do Prémio CNID 2017

Os sportinguistas Gelson Martins e Bas Dost, o benfiquista Rui Vitória e o portimonense Ricardo Ferreira são os grandes vencedores dos prémios CNID 2017, cujo objetivo é distinguir aqueles que, a nível nacional, mais se destacaram na temporada 2016/17.
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O prémio instituído pelo Clube Nacional de Imprensa Desportiva é atribuído com na base no resultado da votação dos sócios do CNID, que decorreu até às 17 horas de 12 de maio, (por e-mail - cnid@cnid.pt), e que determinou os seguintes resultados:

Futebolista do Ano (Liga NOS)
Bas Dost – Sporting, 45 %
Pizzi – Benfica, 21 %
Ederson – Benfica, 15 %
Danilo – FCPorto, 12 %
Nelson Semedo – Benfica, 6 %
Soares – FC Porto, 1 %

Futebolista do Ano – 2.ª Liga
Ricardo Ferreira – Portimonense, 48 %
Rui Costa – Varzim, 27 %
Diogo Santos – Santa Clara, 12 %
Gamboa – Braga B, 9 %
Alexandre Guedes – Desp. Aves, 4 %

Revelação do Ano
Gelson Martins – Sporting, 63 %
Gil Dias – Rio Ave, 21 %
André Silva – FC Porto, 9 %
Podence – Moreirense e Sporting, 3 %
João Teixeira – V. Setúbal, 3%
Francisco Ramos – FC Porto B, 1%

Treinadores do Ano
Liga NOS
Rui Vitória – Benfica

2.ª Liga
Prémio ainda não foi atribuído, em virtude de ainda não ser conhecido o campeão da competição, o que sucederá apenas no próximo domingo, 21 de maio.

Os Prémios serão entregues no dia 22 de maio às 16h30 no Museu do Desporto, na Praça dos Restauradores, em Lisboa.

* Justiça na atribuição dos prémios.

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HOJE NO  
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Britânica candidata a deputada
.questionada sobre tamanho do sutiã

Uma candidata a deputada do Partido Trabalhista está "enojada" com a quantidade de comentários sexistas, propostas sexuais e perguntas íntimas com que foi inundada nas redes sociais.

Emily Owen, de 22 anos, saiu a público para condenar o sexismo, "enojada" com as mensagens rudes que recebeu nas redes sociais desde que é candidata. Perguntam-lhe que tipo de atos sexuais está disposta a fazer para ganhar votos e interrogam-na sobre o tamanho do sutiã.
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"Isso não está em causa. Duvido que perguntem pelo tamanho do pénis dos candidatos masculinos para determinar são vão votar neles", disse Emily Owen.
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Candidata por Aberconwy, no País de Gales, Emily diz que sexo não está em causa nestas eleições. "Se tiverem perguntas sobre as minhas políticas, discutam comigo. Se não concordam comigo, desafiem-me. Estou mais do que disponível para o debate. Isto é aceitável", disse.
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"O que não é aceitável é que me inundem com mensagem sobre o tipo de atos sexuais que estou preparada para fazer para ganhar votos, qual o tamanho do meu sutiã e quantos votos são precisos para eu me despir ou que a única razão por que me candidato é porque ando a dormir com um catedrático de Oxford", escreveu no Facebook. "Sexismo não é ok", acrescentou.

* Convém lembrar de que estes ingleses perguntadores devem ser descendentes dos bandidos e autores do assassínio no  HEYSEL PARK  em 1985, por altura da final da Champions entre Juventus e Liverpool, acima colocámos fotografias do evento.


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Ritmos africanos 
recheiam a música cubana



FONTE: ONU

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HOJE NO  
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS   
DA MADEIRA"

Jovens madeirenses dizem que não há modelo de família ideal e destacam que o importante é haver amor, harmonia e afectos

Hoje, dia 15 de Maio, celebra-se o Dia Internacional da Família, e, de modo a perceber quais os significados que a família tem para um público específico, mais precisamente os jovens, o DIÁRIO ouviu diversos testemunhos.

Em geral, as pessoas têm conceitos diferentes sobre o que é a família e qual é supostamente a ideal. No caso dos nossos inquiridos há algumas opiniões coincidentes.

De referir que a celebração do Dia Internacional da Família visa destacar a importância da família e o seu relevo na base da educação infantil, reforçar a mensagem de união, amor, respeito e compreensão necessárias para o bom relacionamento entre todos os elementos, chamar a atenção para a importância da família como núcleo vital da sociedade e para seus direitos e responsabilidades, sensibilizar e promover o conhecimento relacionado com as questões sociais, económicas e demográficas que afectam a família.
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Fábio Dionísio
Fábio Dionísio afirma que, para ele, “a família deve ser mais do que unida, mais do que amigos, mas há muitas que não são”, sublinhando que uma “família ideal é aquela que se reúne todos os sábados e domingos, seja para almoçar ou para jantar, e está sempre toda em convívio”, reforçando a ideia de que uma “família deve ser unida e não invejosa uns com os outros”.
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Andreia Torres
“A família são as pessoas que nos educam e que nos fazem sentir bem”, diz Andreia Torres, sem deixar de parte um aspecto que acha essencial: “Não há um conceito de família ideal para mim, eu acho que existem vários tipos de famílias, mas o importante é que se tratem todos bem uns aos outros e que corra tudo bem, há pai – pai / mãe – mãe / pai – mãe, desde que haja afecto familiar”.
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Mónica Silva
“A família é as pessoas mais importantes, com que nós convivemos diariamente e que nos apoiam, pronto é o nosso pilar”, declara Mónica Silva, afirmando também que “o ideal é uma família unida, uma família que se apoia, que está sempre reunida, ou melhor, que está sempre em família”.
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Carina Santos
“O ideal de uma família para mim é estar sempre unidos, sempre presentes quando nós mais precisamos, é tudo para nós”, sublinha Carina Santos, afirmando ainda: “Para mim, a família é tudo”.
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Cristiano Silva
“A família para mim significa tudo, o apoio e o sustento em momentos mais difíceis”, salienta Cristiano Silva, não esquecendo algo importante: “A família ideal para mim é onde há amor e harmonia que é o mais importante”.
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Andreia Ferreira
“A família é o pilar de todos nós”, diz Andreia Ferreira, que acrescenta: “[Os familiares] devem apoiar-nos em tudo”. “Se não tivermos uma boa relação com a família, geralmente é como se o mundo desabasse”, adiantou. A família ideal “deve aceitar toda a gente como ela é, não deve condenar”. No caso “de ter alguém homossexual na família, a família ideal apoia e não deita a baixo e não condena”.
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Andreia Rubina
A Andreia Rubina diz que em família deve haver “um momento de união, de paz”, por isso, diz que a família ideal é onde todos se entendem e “onde não haja confusões”.
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Érica Rodrigues
Érica Rodrigues afirma que “é uma união e um suporte”. Cada pessoa “deve dar valor desde o início e não deixar” os familiares “partirem, para então lembrar dos bons momentos”, e não lamentar o tempo que não aproveitámos e aquilo que poderíamos ter feito. A jovem acha que “não há famílias ideais” mas que é importante “ser grato por aquilo que foi dado”, deve-se “aproveitar os momentos, não aquilo que temos e o que eles oferecem, mas sim os carinhos, a atenção e o respeito” que a família nos demonstra.
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Fátima Romero
A Fátima Romero vê que as “outras pessoas ficam muito contentes porque sabem que têm aquela família, que podem contar com o pai, a mãe e os irmãos, mas há casos que é uma desunião e não podem contar com o apoio deles”. [É essencial] “que todos se gostem” e que “não haja vingança nem brigas”.
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Pedro Freitas
O Pedro Freitas expressou que “a família é uma união entre pessoas que gostam muito de si próprias e das outras que as rodeiam”. Espera-se “que tenham amor, compaixão, respeito, educação, que se sintam à vontade em exprimir os seus gostos”. A família ideal é aquela “que se ama, mesmo sendo de dois pais ou duas mães, não importa, desde que se amem”.

* CABECINHAS PENSADORAS!

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HOJE NO 
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Economia cresce ao ritmo 
mais rápido em dez anos

Ao crescer 2,8%, a economia portuguesa avançou ao ritmo mais rápido em quase dez anos no primeiro trimestre de 2017, devido a um contributo positivo mais forte da procura externa e uma aceleração do investimento.

O produto interno bruto (PIB) português aumentou 2,8% nos primeiros três meses deste ano, em comparação com igual período de 2016, mostram os dados publicados esta manhã pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
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TERÁ O DIABO COMPRADO A CASA?
O valor bate as estimativas de todas as instituições e representa o melhor resultado desde o quarto trimestre de 2007, quando a economia tinha crescido exactamente a este ritmo. Aliás, desde 2001, esta é apenas a quarta vez que o PIB apresenta uma variação homóloga de 2,8%.

O INE justifica esta aceleração do PIB, com um contributo positivo da procura externa líquida (exportações subtraídas as importações), bem como a recuperação do investimento. As duas variáveis mais do que compensaram o arrefecimento do consumo das famílias.
"Esta aceleração resultou do maior contributo da procura externa líquida, que passou de negativo para positivo, reflectindo a aceleração em volume mais acentuada das Exportações de Bens e Serviços que a das Importações de Bens e Serviços", pode ler-se na nota do INE. "A procura interna manteve um contributo positivo elevado, embora inferior ao do trimestre precedente, verificando-se uma desaceleração do consumo privado e uma aceleração do Investimento."

Os analistas já esperavam um resultado muito positivo, mas nem os mais optimistas chegavam a 2,8%. Entre os economistas ouvidos pela Lusa, as estimativas para o primeiro trimestre flutuavam entre os 2,4% e os 2,7%.

De referir que a expectativa não é que esta aceleração se prolongue ao longo dos próximos trimestres. As previsões têm apontado para uma economia mais forte na primeira metade do ano, que irá perdendo progressivamente ímpeto no segundo semestre. Ainda assim, todos esperam um crescimento mais forte do que em 2016, quando o PIB avançou 1,4%.

O Governo português, por exemplo, prevê que o crescimento da economia ascenda a 1,8%. O resultado alcançado nos primeiros três meses do ano pode, no entanto, indiciar que o PIB avançará a um ritmo mais rápido.
Ainda sem conhecerem o resultado do primeiro trimestre, as previsões dos economistas para a totalidade do ano iam de 1,7% (BBVA) até 2,4% (NECEP).

Na variação em cadeia, contra os últimos três meses de 2016, o PIB cresceu 1%, também acima das estiamtivas dos economistas.

* O diabo instalou-se na Lapa.

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O 3D ao serviço 
do património cultural



FONTE: EURONEWS

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HOJE  NO 
"DESTAK"

128.º curso de Comandos registou 40 desistências, prosseguem apenas 17

O 128.º curso de Comandos registou até ao momento 40 desistências a pedido dos instruendos, prosseguindo a formação apenas 17 dos 57 militares iniciais, disse hoje à Lusa o porta-voz do Exército. 
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O 128.º curso iniciou-se a 07 de abril e terá a duração de 16 semanas, terminando em meados de julho.

Segundo dados avançados hoje ao final do dia à Lusa, dos 57 formandos que iniciaram o curso desistiram 40, a pedido dos próprios. 

* As desistências provam que o curso é criterioso e  para homens de barba rija como se diz na tropa, restam 29% até quando, será que os actuais instrutores têm capacidade para fazer o curso?

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