28/01/2017

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HOJE  NO
"A BOLA"
Ténis
Serena bate irmã na Austrália 
e vai recuperar o nº1 Mundial

A norte-americana Serena Williams venceu este sábado o seu 23.º título de Grand Slam ao bater a irmã, Venus Williams, no Open da Austrália, por duplo 6-4.


Serena passa assim Steffi Graff como detentora de títulos individuais nas provas principais (22) e aproxima-se do recorde da australiana -Margaret Court 24.

A tenista vai recuperar o número 1 mundial depois de Angelique Kerber, atual número 1 e detentora do título, ter sido eliminada nos oitavos de final.

* Ela não é imbatível, mas quase.

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ESTA SEMANA NA 
"GERINGONÇA"

ÚLTIMA HORA 
PSD já tem candidato para Lisboa 
A escolha é surpreendente e promete agitar a campanha, descubra quem é o candidato neste exclusivo em primeira mão. Foram muitos meses de espera e vários os nomes anunciados na comunicação social, mas…

TENTE MAIS QUE UMA VEZ

* EH! EH! EH!

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Todos os exoplanetas 
que estão por conhecer



FONTE: EURONEWS


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HOJE 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Decreto de Trump impede realizador
.iraniano de ir aos Óscares

Asghar Farhadi, realizador do aclamado filme "O Vendedor", que está nomeado para o Óscar de Melhor Filme Estrangeiro, não vai poder estar presente na cerimónia dos prémios 

O realizador, que fez história em 2012 quando o seu filme a separação foi o primeiro filme iraniano a vencer um Óscar, é natural do Irão, um dos países cujos nacionais estão proibidos de entrar nos EUA. Asghar Farhadi já confirmou que não vai poder estar presenta na cerimónia para dar a cara pelo filme que realizou. "O Vendedor" conta a história de um professor (Shahab Hosseini) que enceta uma vingança após a sua mulher (Taraneh Alidoosti) ser atacada no apartamento do casal. 
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Entretanto, uma família iraquiana foi impedida hoje de voar do Cairo para Nova Iorque após o Presidente norte-americano ter assinado um decreto proibindo a entrada no país de cidadãos de sete países muçulmanos, indicaram responsáveis do aeroporto.
O casal com dois filhos, que tinha reservado bilhetes num voo da companhia EgyptAir e possuía vistos para os Estados Unidos, foi informado de que não podia embarcar devido às novas regras em vigor, disseram os responsáveis à agência France Presse.
A Casa Branca anunciou na sexta-feira ter proibido durante três meses a entrada de cidadãos de sete países muçulmanos: Irão, Iraque, Líbia, Somália, Sudão, Síria e Iémen. As exceções são os cidadãos com vistos diplomáticos e oficiais e os que trabalham para instituições internacionais.
O Presidente, Donald Trump, justificou a controversa medida, muito criticada pelos democratas e por organizações de defesa dos direitos cívicos e dos direitos humanos, com o argumento de que visa lutar contra os "terroristas islâmicos radicais".
Segundo um responsável da EgyptAir, a empresa não foi oficialmente informada das novas regras e o seu 'site' não atualizou a informação relativa às viagens para os Estados Unidos.
A família iraquiana foi barrada depois de um manifesto do voo ter sido enviado para o aeroporto Kennedy em Nova Iorque, que em resposta deu instruções para ela não embarcar.
A Qatar Airways, uma das maiores companhias aéreas do Médio Oriente, informou no seu 'site' que os cidadãos daqueles sete países podem viajar para os Estados Unidos se tiverem uma autorização de residência permanente.

* Os americanos escolheram para presidente um facínora, irão pagar por isso.

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HOJE 
"RECORD"
Usain Bolt devolve medalha de Pequim'2008: «Regras são regras»

O jamaicano Usain Bolt lembrou na sexta-feira que "regras são regras", embora diga estar desiludido por ter de devolver a medalha de ouro da estafeta 4x100 metros dos Jogos Olímpicos Pequim'2008.
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"Não estou totalmente satisfeito com a situação, mas regras são regras", disse Bolt, que perdeu um dos seus nove títulos olímpicos, devido a um teste antidoping positivo do compatriota Nesta Carter.

O velocista, que venceu os 100, 200 e 4x100 metros em Pequim'2008, Londres'2012 e Rio'2016, lembrou que Carter e as autoridades jamaicanas vão recorrer, mas garantiu que esta situação não faz esquecer tudo o que fez na sua carreira.

"Estou desapontado por ter perdido uma medalha, mas isso não apaga o que fiz durante a minha carreira, porque venci as minhas provas individuais e isso é o mais importante", referiu Bolt, que devolveu na sexta-feira a medalha.

Bolt, Carter, Asafa Powell e Michael Frater compunham a equipa que foi desqualificada, depois de uma reanálise da amostra recolhida em Pequim'2008 ter detetado uma substância proibida em Carter.

* Confiança traída aguarda confirmação.

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CHUPA CHUPA




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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

ASAE doou no ano passado 4,4 toneladas
.de bens alimentares a instituições

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) doou no ano passado 4,4 toneladas de bens alimentares e mais de 14.000 bens económicos a 70 entidades de 47 concelhos de 18 distritos de Portugal continental.

De acordo com dados da ASAE, a que agência Lusa teve acesso, no ano passado foram apreendidos em fiscalizações produtos alimentares avaliados em 20.971 euros e produtos não-alimentares no valor de 240.667 euros, num total de 261.637 euros.

Segundo os dados, foram apreendidas 4,4 toneladas de bens alimentares, 72 embalagens e 532 unidades de produtos alimentares. Foram também apreendidas 14.034 peças de vestuário e complementos e outros: 250 unidades de sprays, 42 brinquedos, 30 consolas, duas caldeiras/esquentadores e 44 têxteis domésticos.

Entre as 97 doações efetuadas em 2016, estão produtos como carnes e produtos cárneos, pescado e produtos da pesca, cereais em natureza, chocolates, géneros alimentícios vários (salsichas, pão e queijos), mel, vestuário e complementos, sprays, brinquedos, consolas, caldeiras/esquentadores e têxteis domésticos.
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Os distritos de Faro, Lisboa, Santarém e Coimbra foram os distritos onde houve mais instituições a receber bens doados, mais de 10 entidades. De acordo com os dados da ASAE, entre as entidades que receberam doações estão instituições públicas e reinserção social, de apoio à família e comunidade, de apoio a crianças e jovens, apoio na velhice, invalidez, de conservação das espécies e habitats, apoio na deficiência e incapacidade, de resposta social de instituição religiosa local, de apoio e defesa dos animais e de resposta social de instituição de âmbito nacional.

Inspetor-geral faz apelo às empresas 
O inspetor-geral da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), Pedro Portugal Gaspar, apelou este sábado às empresas que ainda se opõem à doação de artigos económicos apreendidos, a aderirem a esta forma de contributo social.

Em declarações à agência Lusa, Pedro Portugal Gaspar adiantou que no ano passado foram apreendidas 4,4 toneladas de bens alimentares, 72 embalagens e 532 unidades de produtos avaliados em 20.971 euros.

No ano passado foram também apreendidas 14.034 peças de vestuário, 250 unidas de spray, 42 brinquedos, 30 consolas, duas caldeiras/esquentadores e 44 têxteis avaliados em 240.667 euros.

Destes bens, 97 foram doados a 70 entidades beneficiárias de 47 concelhos de 18 distritos de Portugal continental, um aumento relativamente a 2015. "Este ano queremos continuar a manter esta equidade, manter a política de doação. Para combater o desperdício queremos continuar a doar não só na área alimentar como na económica através do incentivo", disse.

De acordo com o inspetor-geral da ASAE, o que se pretende é inverter uma situação de ilícito numa lógica de contributo social. "Na área económica é que há mais dificuldades e ainda temos margem para atuar e progredir. Desejamos que as empresas que ainda se opõem em termos de doação possam ser progressivamente convencidas a aderir a este movimento. Passa por haver uma publicitação positiva daquelas que neste momento têm uma política amiga das doações", sublinhou.

No que diz respeito à parte alimentar, Pedro Portugal Gaspar salienta que está sujeita a outros condicionantes. "Nunca se pode pôr em causa a segurança alimentar. Aqui tem de ser visto de forma casuística e em função da urgência e de quase imediatismo da doação. É possível fazer um trabalho planificado, não há é tanto tempo do nosso lado para poder atuar em virtude do produto a doar", disse.

Segundo o inspetor-geral, os bens alimentares carecem de perícia técnica e veterinária para assegurar que os bens podem ser doados e se não colocam em causa a saúde pública. Pedro Gaspar Portugal explicou que dependendo da perícia, os bens podem ser doados para instituições de solidariedade ou para doação para animais e no limite de rações para animais. "Na parte económica não se coloca esta questão, mas o grande desafio é as marcas não se oporem às doações confiando de facto que haja uma cadeia que assegure a descaracterização das marcas. O que está em causa é material apreendido resultante da contrafação e isso resulta de uma adulteração da marca que poderá ou não opor-se à doação", disse.

No que diz respeito a estes bens, o responsável disse que muitas vezes conseguem colocá-los em circuito fechado como estabelecimentos prisionais e de saúde mental, sem necessidade de descaracterização da marca. "Algumas das doações são previamente definidas pelos magistrados judiciais dos processos que determinam que tem de ser feita doação à entidade B ou C", disse. Na opinião do responsável, o balanço dos últimos anos em termos de doações "é positivo" e o objetivo futuro é "continuar numa lógica de equidade geográfica, de diversificação de utilizadores, de beneficiários e envolver cada vez mais as entidades económicas nessa política".

Em 2015, a ASAE tinha apreendido 25,7 toneladas de produtos alimentares e 5.325 produtos não alimentares, no valor total de 302.000 euros. Naquele ano foram feitas 67 doações a 49 entidade de 33 concelhos de 14 distritos.

* A outra boa face menos conhecida da ASAE.

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