14/11/2016

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 8- Before the flood 
(Seremos História)


TERMINA AMANHÃ 17H00

O documentário de Fisher Stevens traz o Mensageiro da Paz da ONU, Leonardo DiCaprio, que nos levará à linha de frente da batalha contra as mudanças climáticas. O ator conversa com algumas das pessoas mais proeminentes na causa como Barack Obama, o ex-presidente Bill Clinton, o Secretário de Estado John Kerry, o Secretário Geral da ONU Ban Ki-moon e o Papa Francisco. Uma produção do National Geographic.

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HOJE NO   
"JORNAL DE NOTÍCIAS"
Porque é que a superlua acontece hoje?

A superlua desta segunda-feira será a maior e a mais brilhante do género desde 1948, mas já começam a surgir imagens de cortar a respiração antes do fenómeno da próxima noite.

Por definição, a superlua acontece quando a diferença entre os instantes de Lua cheia e do perigeu é menor do que um dia e oito horas. O perigeu lunar ocorre quando a Lua, no percurso da sua órbita, está mais próxima da Terra.
PORTO
Na segunda-feira, às 13.52 horas (hora de Portugal continental), a Lua estará em fase de Lua cheia, tendo passado pelo perigeu, a 356.508,987 quilómetros da Terra, às 11.22 horas. Os dois acontecimentos estão separados por duas horas e meia.


LISBOA
A última vez, segundo o OAL, que uma superlua se aproximou tanto da Terra foi a 26 de janeiro de 1948, quando a fase de Lua cheia ocorreu às 07:11 e atingiu o perigeu, a 356.460,526 quilómetros da Terra, às 11:18.

Uma superlua maior que a de segunda-feira só ocorrerá a 25 de novembro de 2034, quando a Lua cheia se aproximar mais da Terra, a 356.445,402 quilómetros.

De acordo com o Observatório Astronómico de Lisboa, a melhor altura para se observar, na segunda-feira, a superlua é quando nasce, às 17:49, uma vez que a Lua está próxima do horizonte, e "o aumento do seu diâmetro vai parecer ainda maior do que a ampliação de 14 por cento causada pela ocorrência de superlua".

As superluas são fenómenos frequentes, que sucedem todos os anos. Contudo, "nem todas terão o mesmo brilho e tamanho aparentes". O efeito extra de ampliação e brilho, quando a Lua está próxima do horizonte, "é apenas uma ilusão ótica", avisa o OAL.
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COIMBRA
Este ano, já ocorreu uma superlua, a 16 de outubro. A 14 de dezembro, volta a acontecer outra. A mais expressiva, e "favorável para observar", é a de segunda-feira.

A fase de Lua cheia acontece quando há um alinhamento tipo Sol-Terra-Lua. Uma vez que a órbita da Lua é excêntrica, tal faz com que o satélite esteja umas vezes mais perto, outras mais longe, da Terra, em cada mês lunar, isto é, a cada 27,3 dias.
ELVAS
A distância média entre a Terra e a Lua, no perigeu lunar (ponto orbital da Lua mais próximo da Terra), é de 363.100 quilómetros.

* Explicação dada goze as  fotos.

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 PORTUGAL
NÃO ESTÁ PREPARADO
 PARA SISMOS




Vídeo original TVI


Especialistas alertam que edifícios não estão preparados, nem sequer os hospitais.

Os maiores especialistas portugueses em sismos avisam que Portugal pode sofrer, a qualquer momento, um terramoto e um tsunami semelhantes aos que vimos no Japão e que vai matar dezenas de milhar de pessoas porque o país não está preparado. A Sociedade Portuguesa de Engenharia Sísmica, num documento a que a TVI teve acesso, avisa que em Portugal nem sequer os hospitais estão preparados para um sismo.

Portugal sofreu em 1755 um terramoto de magnitude 8,5 a 9, semelhante ao do Japão. E é uma certeza científica que vai repetir-se a qualquer momento. «Pode ser amanhã, pode ser depois de amanhã. É errado pensar que só será em 2755», disse à TVI Maria Ana Viana Baptista, geofísica.

O Laboratório Nacional de Engenharia, em 2005, previu que o grande terramoto vai matar entre 17 mil e 27 mil pessoas, mas essa estimativa peca por defeito. O grande problema está na falta de resistência da maioria dos edifícios portugueses, ao contrário do que acontece no Japão, explica Mário Lopes, professor do Instituto Superior Técnico.

«Conhecendo a cidade de Lisboa, receio que possamos ter riscos acentuados em mais de 50 por cento dos edifícios da cidade», disse João Appleton, engenheiro civil.

Para o economista António Nogueira Leite, um sismo «teria um impacto na economia portuguesa equivalente a um ano de criação de riqueza».

As políticas de controlo da qualidade da construção e os planos de reabilitação urbana têm ignorado a maior ameaça que paira sobre a economia e a vida dos portugueses

O Algarve, o Litoral Alentejano e a grande Lisboa, serão gravemente afectados pelo sismo que pode acontecer a qualquer momento. Como no Japão, as zonas costeiras e as margens do Tejo vão voltar a sofrer o impacto mortífero de uma onda gigante.

Em Julho de 2010 todos os partidos votaram, por unanimidade, uma recomendação ao governo, para que se crie com urgência um plano nacional com vários pontos decisivos: redução da vulnerabilidade sísmica das infra-estruturas hospitalares, escolares, industriais, governamentais, de transportes, energia, património histórico e zonas históricas dos núcleos urbanos. A resolução recomendava ainda ao governo o reforço do controlo da qualidade dos edifícios novos e a obrigatoriedade de segurança estrutural anti-sísmica nos programas de reabilitação urbana.

Oito meses depois, o governo não fez nada: limitou-se a propor um modelo de seguros, para indemnizar os prejuízos materiais dos sismos. A Sociedade Portuguesa de Engenharia Sísmica, num parecer enviado ao parlamento, reagiu com indignação: «A opção do governo é ineficiente, eticamente condenável porque não se preocupa com a salvaguarda da vida humana e contraria a resolução da Assembleia da República».

A verdade é esta: quando o sismo chegar, a Assembleia da República vai ficar de pé, porque recebeu obras de reforço anti-sísmico. Mas os principais hospitais de Lisboa, por exemplo, deverão colapsar."
 

20-3-2011

* Sabemos que desde a data acima indicada nada foi feito para alterar a situação em que Lisboa vive.

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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS 
DA MADEIRA"

PCP pergunta pelo prometido Centro
 de Apoio à Deficiência Motora

O PCP-Madeira questionou o Governo Regional sobre o Centro de Apoio à Deficiência Motora (CADM).

“O Centro de Apoio à Deficiência Motora (CADM) é mais uma falsa promessa deste governo que tem sido repetidamente adiada desde 2006, o ano da sua projecção. Tendo a respectiva empreitada sido adjudicada em 2007, a obra acabou por ser consignada em 2011, prevendo-se que ficaria concluída em 2013. Em 2015 o PCP questionou a secretaria regional dos Assuntos parlamentares e Europeus sobre a intenção deste governo retomar a obra de construção do CADM e se, tendo passado tanto tempo com a obra parada, se não seria necessário reajustar o projecto inicial tendo em conta a actualização da regulamentação”, apontou a deputada Sílvia Vasconcelos.
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A CADEIRA P'RÓ GOVERNO
“Em resposta, em Agosto de 2015, foi confirmada a intenção da prossecução da obra, assumindo que a mesma se reiniciaria em 2016 e seria concluída em 2017, havendo mesmo no PIDDAR de 2016 uma verba inscrita para o Centro em torno dos 4ME”, acrescenta o PCP-Madeira.

“Chegámos quase ao fim de 2016 e nada foi feito até agora, conforme o prometido. Esta, é mais uma das obras anunciadas por este governo que não tiveram qualquer avanço desde o início desta Legislatura que já vai em quase metade, para mais tratando-se de um projecto de grande importância social, inquestionavelmente necessário para a nossa Região, que irá confluir vários serviços de reabilitação e educação à população com deficiência motora, promovendo a sua autonomia e integração activa na sociedade com acréscimo de qualidade de vida”, sublinha Sílvia Vasconcelos.

* Se fornecerem cadeiras de rodas ao Governo Regional talvez construam antes do século findar.

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HOJE NO 
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Primeiro chef de cozinha robótico
 chega em 2018

Um par de mãos robóticas capazes de cozinhar mais de 100 pratos é a aposta da britânica Moley. O equipamento será lançado em 2018.

O primeiro robô de cozinha inteligente totalmente automatizado tem assinatura inglesa e tem capacidade para cozinhar mais de 100 receitas de chefs de cozinha de renome, como Gordan Ramsay, Thomas Keller e Alain Ducasse. Após cozinhar, a máquina também fará toda a limpeza da cozinha.
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Mark Oleynik, CEO e fundador da Moley Robotics, explicou à Forbes que o robô trabalha de acordo com uma série de especificações, tais como o número de porções, o tipo de cozinha, restrições dietéticas, número de calorias, chef, ingredientes desejados, entre outros.

O chef robótico utiliza alimentos embalados, medidos, cortados e lavados vendidos pela própria Moley. Os recipientes com os ingredientes são colocados em locais específicos e a máquina começa a preparar a refeição com um simples toque.

O robô da Moley obtém as receitas descarregando-as da Internet, mas a empresa de robótica pretende criar uma plataforma online onde utilizadores de todo o mundo poderão "partilhar e vender" as suas receitas.

De acordo com Oleynik, a falta de acesso à Internet nunca será um problema para o equipamento robótico, uma vez que a biblioteca online de receitas também pode ser disponibilizada offline.
A cozinha robótica é contestada por vários chefs, pela falta de sensibilidade inerente a um cozinheiro. "Os chefs colocam sempre um pouco de si em todos os pratos, pelo que nenhum prato é idêntico ao outro", afirma o chef Conrad Miami à mesma fonte. "O mais importante, penso, é envolver os cinco sentidos de forma a preparar o prato perfeito", acrescenta.

Siddhartha Srinivasa, professor de ciência computacional no Instituto de Robótica da Universidade Carnegie Mellon, considera este sistema intrigante e disruptivo nas indústrias alimentar e tecnológica. Na sua perspectiva, esta tecnologia demorará entre cinco a dez anos a conseguir preparar refeições com a verdadeira qualidade de um chef de cozinha.


Com um preço de mercado de 92.000 dólares (84.702,1 euros), o professor admite que os potenciais primeiros compradores desta tecnologia poderão ser aficionados das tecnologias, hospitais, lares de terceira idade e pessoas incapacitadas com seguros que cubram os custos da tecnologia da Moley.

No ano passado, a Nasa já acreditava no potencial dos robôs de cozinha automatizados

* Dá cá um geitaço ter um executivo que não discute, mas é caro.

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ADRENALINA

Descer, de bike, 999 degraus bem íngremes em menos de 1 minuto
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HOJE  NO  
"DESTAK"

Rede de monumentos Vale do Varosa já
. ultrapassou os 50 mil visitantes em 2016

O diretor do Museu de Lamego, Luís Sebastian, disse hoje que a rede de monumentos Vale do Varosa já contabilizou mais de 50 mil visitantes ao longo deste ano, devendo atingir os 60 mil até final de dezembro. 


"Em 2016, já ultrapassámos os 50 mil visitantes e devemos chegar aos 60 mil até ao final de dezembro. No ano passado não chegámos aos 50 mil, o que quer dizer que temos vindo sempre a subir", revelou.

Em declarações à agência Lusa, o diretor do Museu de Lamego, que gere o projeto Vale do Varosa, explicou que esta rede de seis monumentos está totalmente aberta desde junho e deverá continuar a crescer. 

* O Vale do Varosa é uma região de belas paisagens de boas comida e pinga, o mosteiro de S. João de Tarouca ou o que dele resta vale visita atenta, a ponte gótica da Ucanha e o espumante da Murganheira são de se ver ou saborear.

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