29/04/2016

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HOJE NO
"RECORD"
UFC: 
"Bombardeiro" senegalês 
quer oportunidade

"Tu és o futuro do UFC". É esta a frase que Serigne Ousmane Dia, lutador senegalês, quer ouvir de Dana White, o dono e senhor da UFC.
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Esta africano de 140 kg é um verdadeiro herói no seu país, onde é conhecido pela alcunha Bombardeiro B-52, e procura agora o sue lugar ao Sol na mais influente companhia de Artes Marciais Mistas do Mundo.

"Esta modalidade é maior do que o futebol. E o Bombardeiro é o melhor. Quando ele luta wrestling senegalês [ndr. semelhante à luta greco-romana], todo o país pára para o ver, as crianças adoram tirar fotografias com ele e tocar-lhe nos músculos", revela o seu agente e treinador Luc Estienne.

O wrestling é uma modalidade muito popular no Senegal e o Bombardeiro consegue ganhar 100 mil euros por combate, num país onde o ordenado mensal médio não passa dos 30 euros. Ainda assim, quer mais: "Estamos à esperta que alguém na UFC preste atenção ao que ele anda a fazer. Será um Rei se alguém o convidar."

Como nota final, importa explicar que para além do treino intenso, a dieta do Bombardeiro é considerada fundamental para a sua enorme evolução. Come diariamente dois frangos, dezenas de sardinhas, um cordeiro, arroz, massa, couscous, sopa, café e sumos naturais.

* Bombardeiro ou "aspirador"?

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6-O CANCRO


DA EUROPA

CATASTROIKA


* Enterrado o papão da Guerra Fria que funcionava como "regulador" nas relações entre Ocidente e Leste, foi "confeccionado" um instrumento novo com maior abrangência, exterior à soberania dos países, que os manietasse para sempre a uma nova ordem mundial, dá pelo nome de DÍVIDA.

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4-NÃO MATARÁS

CONTRA OS TESTES EM ANIMAIS


* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO 
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

José Fidalgo sofre "dano colateral" 
na guerra dos taxistas

Com a intenção de regressar a Lisboa, o ator José Fidalgo foi atingido esta sexta-feira à tarde com ovos e farinha na cabeça, na estação da Campanhã, no Porto, a pretexto do bloqueio dos taxistas contra a Uber. 

Surpreendido, o galã da SIC sente que foi alvo de um "dano colateral" apenas por ter entrado num táxi que boicotou o protesto e sofreu o ataque dos que se insurgiram contra os "desertores" e também motoristas da rival Uber. 
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Contactado pelo JN, Fidalgo reconheceu que não seria ele o alvo da fúria dos taxistas que, ao verem um táxi chegar com passageiros, atiraram o saco com farinha e ovos à sua cabeça: "Não acredito que me quisessem atingir, mas a verdade é que o fizeram".

Horas após o incidente, o ator recorda que o taxista que o transportava mostrou alguma relutância em aproximar-se da estação, talvez adivinhando o pior. Mas "tinha que sair. E quando saí fui atingido por o que me pareceu um saco de ovos e farinha, na cabeça", conta.

Surpreendido por algo que condena, José Fidalgo lembra que "estamos perante uma atitude desesperada de um homem que se sente injustiçado", defendendo que há que "criar condições para que todos os operadores de transportes" trabalhem sem conflitos, além de que, "face ao que tem acontecido ultimamente, devia haver um reforço da segurança, até porque cabe à polícia manter a ordem pública".

Com muitas viagens à Invicta, onde tem amigos e vive o filho Lourenço com a mãe, Fidalgo levou, desta vez, para Lisboa uma história com que não contava, mas espelha a atualidade do país.

* Uma manifestação é forma de luta de classe mas Portugal vive em democracia não há necessidade de recorrer à violência, o que aconteceu a José Fidalgo foi um acto de selvajaria. Os srs. presidentes da Antral e da Federação do Táxi deviam zelar mais pela educação dos seus associados que mais uma vez não foi demonstrada. O conceito de "taxista é mal educado" perdurará enquanto existirem energúmenos com licença para transportar passageiros.

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Dulce Pontes, Júlio Pereira

Os Índios da Meia-Praia


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HOJE NO 
 "JORNAL DE NEGÓCIOS"
São precisos 34 meses em tribunal 
para declarar uma insolvência

Há menos insolvências a dar entrada nos tribunais e agora já são quase tantos processos de empresas como de famílias, depois de estas últimas terem chegado a representar 73,2% do total de falências decretadas.
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A duração média de um processo de insolvência no final do último trimestre de 2015 era de pouco menos de três anos. Uma ligeira melhoria face o panorama em 2007, indicam as estatísticas do Ministério da Justiça divulgadas sexta-feira.

As insolvências, que correm nos tribunais do comércio, são, a par das cobranças de dívida e dos processos tributários, as acções que mais alimentam o número de processos pendentes nos tribunais. Atingiram o pico mais elevado em 2012, no auge da crise, com 5.400 novos processos no último trimestre desse ano, que comparam com 4.192 no mesmo período de 2015.

Relativamente ao tipo de pessoa envolvida nas insolvências decretadas, regista-se um aumento muito significativo na comparação homóloga. As famílias representavam uma fatia de 17,3% em 2007 e no último trimestre do ano passado somavam já 73,2% do total de insolvências decretadas. Em 2015 havia já um equilíbrio e as famílias representavam 50,5% do total.

Olhando para os números totais, no quarto trimestre de 2015 foram decretadas 3.505 insolvências, menos 991 que no mesmo período de 2014, quando foram determinadas 4.496 processos.

* 34 meses, porquê  tanto tempo?

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CASTELO IMPRESSO EM 3D


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