21/04/2016

.

Aplicações na área 
da saúde e do desporto 
para pessoas e cães



FONTE: EURONEWS

.
.
VII-AMBIENTE FEROZ

1-TSUNAMIS




* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


.
 .
HOJE NO 
"AÇORIANO  ORIENTAL"

Rainha Isabel II celebra 90 anos

A rainha Isabel II celebra esta quinta-feira 90 anos sem sinais de pretender de abdicar ou aposentar-se das funções, nas quais a larga maioria dos súbditos britânicos deseja que se mantenha o mais tempo possível.  

Uma sondagem divulgada recentemente pela universidade King's College London indicava que 70% dos inquiridos são favoráveis a que a monarca nonagenária mantenha a coroa até conseguir, um número recorde desde 1981 e prova da popularidade de Isabel II.

Além de de se ter tornado no ano passado a soberana com o reinado mais longo da história britânica, ultrapassando a trisavó, a rainha Vitória, que permaneceu no trono até à morte, em 1901, é também aquela que viveu mais tempo.

Todavia, este destino não estava traçado: quando nasceu a 21 de abril de 1926, Elizabeth Alexandra Mary Windsor - "Lilibeth", como era chamada na infância -, não estava na linha direta de sucessão.

Foi só depois de o tio Eduardo VIII abdicar da coroa em 1936 para casar com Wallis Simpson, uma americana divorciada, que o pai se tornou rei Jorge VI, colocando no topo da linha de sucessores a primogénita, Isabel, então ainda uma criança.

A morte prematura do pai, aos 56 anos, fê-la ascender ao trono mais cedo do que esperava, em 1952, com apenas 26 anos, menos de metade da idade de Carlos, o príncipe herdeiro, que já conta 67 anos.
Mas a monarquia nem sempre foi popular como é agora e a estima que a rainha hoje merece aos britânicos foi reconquistada nos últimos anos graças à personalidade discreta, austera e de permanente serviço público.

O divórcio dos filhos Carlos e André e da princesa Ana no mesmo ano levando a monarca a apelidar 1992 de "annus horribilis", mas provavelmente o período mais difícil do reinado terá sido cinco anos mais tarde, em 1997, quando a princesa Diana morreu em circunstâncias trágicas num desastre de automóvel em Paris.

Aos escândalos familiares, às adversidades políticas e às mudanças históricas a que assistiu - conviveu com 12 primeiros-ministros britânicos e 11 presidentes dos EUA -, Isabel II respondeu sempre com sentido de Estado e de dever, razão pela qual merece respeito dos súbditos.
A neutralidade política é um valor que tem procurado preservar, sendo exemplo a firmeza com que o Palácio de Buckingham desmentiu recentemente a notícia de um tablóide de que Isabel II seria favorável à saída da União Europeia, a propósito do referendo de 23 de junho.

Durante todos estes anos, fez sempre questão de participar em numerosas cerimónias oficiais, visitas de Estado, tomadas de posse, atribuições de condecorações, viagens pelo país, eventos de solidariedade ou audiências políticas.
 .
Mesmo se nos últimos anos se tem feito representar cada vez mais em viagens ao estrangeiro ou noutros deveres por diferentes membros da família real, mantém-se ativa: no ano passado ainda cumpriu 393 compromissos, incluindo visitas de Estado a Malta e à Alemanha.

À margem, mantém uma vida privada recatada, de proximidade com o marido, o príncipe consorte Filipe, com quem teve ao todo quatro filhos (Carlos, Ana, André e Eduardo) num casamento que já dura há 69 anos.

No início deste mês, o príncipe William, que representou a avó numa visita à Índia  saudou a rainha, que, mesmo aos 90 anos continua a ser "uma força condutora dedicada e admiravelmente energética para a família".
E acrescentou: "Ela pode ser a minha avó, mas ela ainda é a chefe".

* Reconhecemos ser um fenómeno, apesar de sermos republicanos e laicos.

.
.
Eleanora Bianchini,

Natalio Mangalavite

Alfonsina y el Mar


.
.
HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Móvel do Ikea provoca
 terceira vítima mortal

Acidente aconteceu nos Estados Unidos e já levou a marca a garantir que está a colaborar com as investigações do regulador da segurança.

A queda de uma cómoda da colecção Malm do Ikea provocou a morte de mais uma criança. A vítima foi um bebé de 22 meses do Minnesota, nos Estados Unidos, que foi encontrado debaixo da cómoda depois de esta ter caído sem que os pais dessem conta.
.
O acidente, que aconteceu em Fevereiro, já levou à abertura de uma investigação por parte do regulador de segurança norte-americano.

Em 2014, duas crianças também morreram na sequência de um acidente com a mesma peça de mobiliário. Na altura, a cadeia de mobiliário sueca retirou este modelo de móveis do mercado e forneceu aos clientes que tinham comprado a cómoda novos materiais de fixação à parede.

O Ikea já garantiu que está a colaborar com a investigação, sendo que lembra que o móvel não estava fixado à parede.

* O barato sai caro, às vezes paga-se com a vida.

.
.
 CONFRONTO NO MAR


Surfer vs RC Surfer
.
.
HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Supremo tribunal arrasa juiz Rangel 

Juiz queria 250 mil euros de indemnização por notícia. 

 A utilização da palavra ‘caloteiro’ não ofende o bom nome. É uma terminologia popular e não cabe aos tribunais policiarem os títulos dos jornais. Quem o diz é o Supremo Tribunal de Justiça, que dá razão ao CM, num processo em que Rui Rangel exigia 50 mil euros de indemnização. Tinha perdido na primeira instância, ganhou na mesma Relação, onde Rangel é juiz desembargador. 
 .

O Supremo Tribunal de Justiça dá razão ao CM. E condena Rui Rangel ao pagamento das custas: pouco mais de 800 euros. 

Estava em causa o relato de um julgamento em que Rangel era réu. O CM dava conta de que seria um ‘calote’ a uma clínica e que tinha precisamente o juiz como visado. Rangel era na mesma altura candidato à presidência do Benfica, e a associação feita pelo CM levou Rangel a avançar com uma ação cível. Pedia 250 mil euros de indemnização, o tribunal decidiu 50 mil. O juiz não esperou pelo recurso do Supremo. Avançou de imediato com uma penhora aos jornalistas do CM, o que foi também contestado pela defesa. 

A Cofina Media foi obrigada a prestar uma caução do montante em causa, para garantir que se o juiz ganhasse seria de imediato ressarcido. O Supremo Tribunal de Justiça entende que não foi violada qualquer lei. O CM noticiou um julgamento que aconteceu, e a utilização da palavra ‘caloteiro’ não ultrapassa os limites da lei. 

Dizem mais os juízes: que não compete aos tribunais ‘policiarem’ as palavras usadas nos títulos dos artigos, até porque se deve presumir, em democracia, a maturidades dos leitores. "Estes leem não apenas os títulos, mas o conteúdo das notícias", garantem os magistrados, dizendo ainda que não se deve ignorar o sentido crítico de quem compra jornais. 

Ainda no que respeita à palavra ‘calote’, acrescentam os juízes conselheiros que foi utilizada como substantivo para se referir a uma dívida e não como adjetivo para qualificar depreciativamente a postura do devedor. O tribunal termina citando acórdãos do Tribunal Europeu dos Direitos do Homem que realçam o perigo de condicionar a liberdade de imprensa numa sociedade que se quer democrática. Rui Rangel já esteve envolvido em outras polémicas. 

No caso Vistos Gold, por exemplo, foi apanhado nas escutas e alvo de uma certidão disciplinar. 

* Felizmente a Justiça funciona

.