27/02/2016

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HOJE NO
"RECORD"
Moto2
Miguel Oliveira feliz por ter 
Danny Kent ao lado

Britânico roubou-lhe o título de Moto3

O piloto português Miguel Oliveira mostrou-se, este sábado, satisfeito por ter ao seu lado o britânico Danny Kent, que lhe roubou o título de Moto3 na última temporada, na subida ao Moto2.
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"Para mim é extremamente positivo ter o Danny a meu lado, pois trata-se de um piloto de grande nível, e penso que estarmos na mesma equipa será benéfico para ambos, puxando-nos mutuamente, permitindo que seja mais rápido quando ele for mais rápido do que eu e vice-versa", disse.

Durante a apresentação da equipa Leopard, que terá uma moto Kalex, o piloto luso disse que "é muito positivo" a equipa ter os dois primeiros classificados da última temporada no campeonato de Moto3.

O campeonato mundial de motociclismo inicia-se a 20 março, no Qatar.

* Não dá só gosto vê-lo correr à procura da vitória, dá gosto ouvi-lo falar dum adversário, um exemplo para políticos imbecis.

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ESPECIARIAS

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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"
Recolha de medicamentos para 
apoiar utentes de 90 instituições 

Mais de 150 farmácias recolhem medicamentos este sábado. 

Mais de 150 farmácias de todo o país recolhem este sábado medicamentos e produtos de saúde para doar aos utentes de 90 instituições particulares de solidariedade social, uma iniciativa promovida pelo Banco Farmacêutico (BF).
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 "Só podem ser doados medicamentos novos, seguros e de qualidade e que ainda não tenham estado fora do circuito do medicamento (não são aceites medicamentos vindos de casa) e que correspondam à lista de necessidades de cada uma das instituições" contempladas pela recolha, explica o Banco Farmacêutico em comunicado. 

A iniciativa, que decorre entre as 09h00 e as 19h00, conta com a adesão de 160 farmácias localizadas nos distritos de Lisboa, Setúbal, Santarém, Leiria, Coimbra, Évora, Beja, Faro, Aveiro, Braga, Porto, Vila Real e Bragança. 

* Seja solidário, vá a uma farmácia e ajude os que mais precisam.

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5 TIPOS DE SOGRO 



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ESTA SEMANA NO 
"OJE"

Agressividade de Salgado
 para Costa sobe de tom

Ricardo Salgado, ex-presidente do BES, entrou ao ataque e fez acusações ao governador do BdP. A situação do NB, com elevados prejuízos, decorre da decisão de Carlos Costa. Salgado chamou-o à pedra. Costa, em nota, limitou-se a elogiar a gestão de Stock da Cunha, no dia em que é anunciado um despedimento coletivo de 500 colaboradores. 
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A frase mortal foi feita esta quinta-feira, aquando da apresentação de contas do Novo Banco (NB). Eduardo Stock da Cunha, o CEO da instituição, afirmou que os resultados negativos do banco foram “fortemente influenciados pela má herança do BES”. E ainda que o NB foi a instituição com o maior nível de provisões de imparidades, 1058 milhões de euros, dos quais 592 milhões de euros herdados do ex-BES”. Este foi o ponto de ignição para uma resposta do ex-CEO do BES.

Ricardo Salgado fez acusações diretas ao governador do BdP, Carlos Costa, que desenhou o modelo de resolução da instituição financeira. Costa, por seu lado, e no final da tarde de ontem, veio elogiar a reestruturação e a capacidade da equipa de gestão e dos colaboradores do NB, exatamente um par de horas depois de ser conhecida a intenção de um despedimento coletivo de 500 trabalhadores do grupo Novo Banco.

Esta operação está dentro do âmbito da reestruturação do NB e foi acordada com o Direção Geral de Concorrência Europeia, a DGCom. Recorde-se que o entendimento com a DGCom contempla mil trabalhadores, mas fonte do banco citada por vários órgãos de comunicação, indicou que será inferior, sendo que há outros colaboradores que sairão por mútuo acordo e por reformas antecipadas.

As relações entre Ricardo Salgado e Carlos Costa já tinha “azedado” há muito tempo, mas a divulgação das contas do NB e o envolvimento da antiga administração, depois de ter saído da instituição há ano e meio, levou o ex-gestor a emitir uma nota que considerou de “defesa”, mas que envolveu um ataque direto ao governador. Na nota de duas páginas, conclui ser tempo do governador do BdP “assumir a responsabilidade pelos seus atos”.

O que levou a este extremar de posições foram as declarações de Stock da Cunha que frisou as surpresas nos créditos do NB e que levaram a um prejuízo de 980,6 milhões de euros. Referiu o gestor que o peso do crédito mau significou cerca de 78% dos prejuízos de 2015, ou seja, 764 milhões de euros, sendo que esta é uma carteira de crédito que continuará a ter impacto em 2016, e possivelmente em 2017. Referiu o CEO do NB que o reforço de provisão para imóveis e para as 50 maiores exposições a clientes e que já existiam à data da resolução do BES, totalizou 592,3 milhões de euros.

Ricardo Salgado reagiu a estas conclusões e atribuiu a responsabilidade ao Governador por ter optado pela medida de resolução e diz taxativamente que “os clientes tinham mais confiança no BES do que têm no NB. O BdP, por seu lado, elogia a equipa de gestão e colaboradores pelo facto de terem conseguido garantir o retorno do banco à normal atividade bancária e em preservar a confiança dos depositantes e clientes da instituição”.

Salgado aproveita para sublinhar a mais recente decisão do supervisor, afirmando que “o BdP é responsável pela transferência para o BES de obrigações sénior em parte comercializadas já pelo Novo Banco, assim pondo em causa a confiança no Novo Banco junto de investidores institucionais de grande relevância a nível internacional”. Recorde-se que, no final do ano passado, a supervisão tomou a decisão de retirar do ativo do NB cinco linhas de obrigações no montante de dois mil milhões de euros de dívida sénior e enviá-la para o BES “mau”. Este opção afetou grandes investidores institucionais que tentaram em Londres criar um evento de crédito para acionarem os seguros correspondentes, os CDS, e se tal tivesse acontecido toda a dívida do NB teria de ser reembolsada. O CEO do NB, Stock da Cunha, que deverá deixar a instituição no verão e regressar aos Lloyds Bank, deixou entender que teria preferido que os credores recebessem ações do NB e não a solução encontrada.

Recorde-se que, sobre Ricardo Salgado, recaem suspeitas de crime de burla qualificada, abuso de confiança, fraude fiscal, corrupção e branqueamento de capitais. Refere a nota do ex banqueiro que, em 30 de junho de 2014 e antes da resolução, “o BES constituiu provisões, sem contar com as associadas aos “eventos tóxicos ou extraordinários”, superiores em quase 20% às provisões que o NB registou no final de 2014”, sendo que as referidas provisões foram aprovadas por uma administração onde Salgado já não estava e que “foram impostas pelo BdP e certificadas pela KPMG”.

* Em Portugal é normal um vigarista dizer mal dum incompetente, apesar de honrado.


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GRAVIDADE



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HOJE NO 
"A BOLA"
COP preocupado com denúncia de presidente 
da ADoP sobre «bandidos» no ‘doping’

A edição de A BOLA deste sábado escreve que o Comité Olímpico de Portugal (COP), presidido por José Manuel Constantino, pediu, por carta, ao secretário de Estado da Juventude e do Desporto, João Wengorovius Meneses, a abertura de um processo de averiguações ao conteúdo das denúncias do presidente da Autoridade Antidopagem de Portugal (ADoP), Rogério Jóia, no programa Linha da Frente, da RTP.
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Dr. Rogério Jóia e MRCD Dr. Renato Graça e João Marques
Ao abordar o trabalho da ADoP, Jóia falou da existência de «bandidos», revelando ter conhecimento de «pessoas de organizações estatais ligadas à Justiça que furtam informações dessas organizações para fornecer a terceiras pessoas do desporto, que com base nas mesmas vão à tutela ou aos responsáveis do desporto tentar condicionar/coagir decisões ou nomeações».

Refira-se que A BOLA já tinha noticiado, a 19 de novembro último, que a ADoP estava em alerta máximo em relação a dez casos de doping com suspeitas de alterações fraudulentas no perfil no passaporte biológico de atletas portugueses. 
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*Estão à espera de quê, as autoridades?

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