19/01/2016

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 64-BEBERICANDO


COMO FAZER O DRINK INFINITY

COM RAFA DRINKS


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 III - PÁTRIA JURÁSSICA
4-A VOLTA DOS
DINOSSAUROS



* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO  
"CORREIO DA MANHÃ"

Pede ajuda para tirar cinto de castidade Mulher queria evitar relações sexuais. 

Os bombeiros de Pádua, Itália, foram chamados para ajudar uma mulher de meia-idade a retirar... o cinto de castidade. 
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A mulher pediu ajuda após perder as chaves do cinto, que colocava para evitar ceder à tentação de ter relações sexuais. 

Após ajudarem a mulher, os bombeiros ainda lhe perguntaram se alguém a tinha obrigado a usar o cinto de castidade, mas rapidamente a mulher esclareceu que utilizava o objeto por vontade própria. 

* Provavelmente mais uma santa bafienta.


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Inês Corte-Real


Gravity


The Voice Portugal Season 3
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HOJE NO   
"OBSERVADOR"
Commerzbank: 
“Portugal é a nova criança problemática”
.da zona euro

De "bom aluno" para a "nova (velha) criança problemática" da zona euro. Os economistas do influente Commerzbank dizem que Portugal arrisca ver-se na mesma situação da Grécia. Um relatório demolidor.

O novo Governo português está a levar a cabo uma “mudança fundamental da política” que levará a um aumento da dívida e a uma erosão da competitividade. 
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Num relatório demolidor, o influente banco alemão Commerzbank diz que rapidamente a situação portuguesa pode evoluir para algo muito parecido ao que viveu a Grécia no último verão. Se o rating da agência DBRS cair, Portugal deixará de contar com o respaldo decisivo das compras de dívida por parte do BCE. A menos que peça um novo resgate, nota o banco alemão.

Portugal voltou a ser “uma criança problemática” na zona euro, diz o banco. Os receios do Commerzbank e de vários outros bancos de investimento no período pós-eleições estão a materializar-se. “O novo Governo em Portugal está a passar das palavras aos atos e já está em curso uma mudança fundamental da política económica”, lamentam os economistas Ralph Solveen e Jörg Krämer, este último economista-chefe do banco alemão.

Numa nota enviada esta terça-feira aos clientes, o banco alemão faz inúmeras críticas às medidas já anunciadas e revertidas pelo Governo, começando pelo regresso dos quatro feriados (sem salvaguarda de os tornar móveis, ou seja, encostados a fins de semana) e a intenção de fazer voltar os 25 dias de férias por ano para os funcionários com “poucas” faltas. O banco alemão fala aos seus clientes, também, da reversão dos cortes salariais na Função Pública e, olhando para o Programa de Governo, critica medidas como a “reversão da liberalização do mercado de trabalho, com o fortalecimento dos contratos coletivos de trabalho”. Esta é uma das muitas preocupações que o Commerzbank partilha com a Comissão Europeia.
O novo Governo não está, claramente, a contar com a liberalização e a redução da regulação para reavivar a economia. Ao invés, está a concentrar-se numa política orçamental mais expansionista e um maior papel do Estado na economia. E, no que toca ao investimento, este deverá ser estimulado sobretudo a partir do Estado, havendo esperança de que haja um apoio por parte do programa de investimentos lançado por Jean-Claude Juncker [o chamado Plano Juncker].

Commerzbank não acredita em défice abaixo de 3%… em 2016
O banco alemão lamenta que “os dois maiores sucessos do Governo anterior – a estabilização do défice e a melhoria da competitividade da economia portuguesa – estão em risco“. Ralph Solveen e Jörg Krämer fazem pouca fé nas previsões de Mário Centeno, ministro das Finanças, que presumem que haverá um “crescimento muito mais forte, associado às receitas fiscais” promovidas à custa de gastos públicos. Mas, mesmo que o Governo consiga um défice de cerca de 3% em 2016, “isso será perto de um ponto percentual acima do que estava acordado com a troika“.

O problema é que o Commerzbank não acredita, sequer, que seja possível chegar a esse défice de 3% em 2016 – o que significaria que o país continuaria sob a alçada do Procedimento por Défices Excessivos. “Vemos um risco significativo de que o défice público seja superior a 3% do PIB em 2016”, avisa o banco alemão, notando que a redução “muito urgente” do endividamento público será “muito mais lento do que estava planeado”.

Um problema ainda maior: a perda de competitividade
“Ainda mais grave [do que as questões das contas públicas] é a alteração das regras do mercado de trabalho e os custos mais elevados para as empresas” que daí advirão. Todos os progressos obtidos nos últimos anos, com uma redução dos custos do trabalho que é importante para a atração de investimento estrangeiro, estão em risco, diz o Commerzbank, salientando que isso foi “uma razão enorme para a recuperação registada na economia portuguesa”, incluindo os ganhos no campo do emprego e do consumo privado.
É por esta razão que o Commerzbank alerta os clientes que os planos de Mário Centeno irão, provavelmente, sair furados.
Com as medidas agora anunciadas, a recuperação sustentável está em risco de tropeçar, uma vez mais. Ainda que a política orçamental expansionista possa ajudar a impulsionar a procura do setor privado no curto prazo, qualquer ímpeto positivo deverá ser cada vez mais neutralizado – ou, mesmo, ultrapassado – pelos efeitos de um aumento dos custos do trabalho e da redução das margens de lucro das empresas. As previsões do Governo de que as medidas se pagarão a si próprias no longo prazo não deverão materializar-se.

Que fará Marcelo? E o que fará a DBRS?
Perante este quadro, o Commerzbank tenta olhar para frente e perceber se o Governo terá oportunidade, ou não, de executar o programa político previsto. Aí, o primeiro fator a entrar em jogo é a eleição do Presidente da República.

“Todas as sondagens apontam para a vitória do candidato apoiado pelos partidos que compunham o anterior governo [PSD e CDS], Marcelo Rebelo de Sousa, que deverá ter uma vitória clara”, conta o Commerzbank. E quem é Marcelo? Aos seus clientes, o banco alemão diz que “pelo facto de [Marcelo] não ser um defensor tão acérrimo das reformas estruturais como o atual presidente [Cavaco Silva], deverá evitar um confronto direto com a atual coligação de esquerda”.

Contudo, Marcelo “poderá equacionar tal decisão se houver conflitos persistentes” na aliança entre o Partido Socialista e os partidos à esquerda. “Já se pôde testemunhar um primeiro conflito quanto ao modelo de financiamento da reestruturação da banca”, assinala o Commerzbank.

Tão ou mais crucial para Portugal no imediato será, porém, a decisão que a agência canadiana DBRS tomará sobre o rating português. O Commerzbank assinala que a diferença entre os juros de Portugal e de Itália duplicou desde as eleições, num claro indicador de perceção de risco desfavorável para Portugal na comparação com outro país endividado e fragilizado pela recente crise europeia.

Ainda assim, “tendo em conta a escala da alteração da política económica em Portugal, a reação do mercado até pode ser vista como moderada”, sublinha o Commerzbank, muito crítico para o novo governo português. E porquê uma reação tão “moderada” como a duplicação do spread face a Itália? “Os investidores têm, claramente, confiança do BCE e no seu programa de compra de ativos”. Sem essa confiança, a reação seria bem pior, defende o banco alemão.

Muito pouco se deve tomar como garantido nos mercados financeiros globais nesta altura, contudo, avisa o Commerzbank. Mesmo estando a haver uma reação negativa que se pode considerar “moderada”, “a confiança pode começar a fraquejar nas próximas semanas”. E, em abril, espera-se uma decisão da DBRS sobre o rating de Portugal – a única agência que tem a dívida pública de Portugal acima de lixo e que, assim, viabiliza o financiamento dos bancos nacionais diretamente no BCE e a compra, por parte do mesmo BCE, da dívida pública portuguesa ao abrigo do programa de estímulos.

O Commerzbank lembra que, em meados de novembro, quando já se perspetivava a chegada ao poder do PS apoiado nos partidos à esquerda, a agência optou por manter o rating e, também, não mexer na perspetiva, que continuou estável. “Mas, tendo em conta as medidas entretanto anunciadas e as que faltam aplicar (e que pesarão no Orçamento), a DBRS pode tomar uma decisão diferente“, admite o banco alemão.

Se houver um corte do rating de Portugal aos olhos da agência canadiana, o BCE deixaria de poder comprar a dívida de Portugal ao abrigo do programa de quantitative easing, como está a acontecer (ainda) com a Grécia. A única forma de continuar a beneficiar dessas compras – que têm sido decisivas para a descida dos juros de Portugal – seria a entrada num novo programa de resgate, com condicionalidade sobre as políticas económicas.

Aí, “o novo Governo certamente irá tentar evitar pedir um novo resgate – já que isso poderia colocar o país na mesma situação da Grécia na primeira metade de 2015 – pelo que poderá tentar recuar nas mexidas na política económica”, admite o Commerzbank. Aí, diz o banco alemão, “tornar-se-ia provável um conflito com os apoiantes do Governo, da extrema esquerda, levando à perda da maioria parlamentar”. Resultado: novas eleições, possivelmente.

* Parece ser uma notícia feita por medida, estilo alfiataria de luxo. 
Aquilo que o banco alemão considera que o anterior governo fez com sucesso, foi o encaminhamento dos portugueses para a miséria. Dói-lhes muito ter saído a direita do poder, escorriam mais alvíssaras.


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EQUILÍBRIO


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HOJE NO   
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
Portugal é um dos 11 países com
 menor taxa de nados-mortos em 2015

Portugal está ao nível da Noruega

Portugal é um dos 11 países, de um total de 186, com uma menor taxa de nados-mortos em 2015, revela um estudo publicado esta semana na revista científica britânica The Lancet.

De acordo com o estudo, a taxa estimada para Portugal, em 2015, é de 2,2 nados-mortos por mil nascimentos, tal como a da Noruega. São considerados nados-mortos os bebés que nasceram sem vida após 28 semanas de gestação. Mortes antes das 28 semanas são consideradas abortos.
LINDO
O estudo salienta que, em 2015, cerca de 2,6 milhões de bebés, nos países analisados, eram nados-mortos, uma média de 7.200 por dia.

Para os editores da revista, Richard Horton e Udani Samarasekera, "o dado verdadeiramente horrível" é o que mostra que no ano passado 1,3 milhões de bebés morreram durante o parto. "A ideia de uma criança estar viva no início do parto e morrer por razões completamente evitáveis em algumas horas devia ser um escândalo de saúde de proporções internacionais", afirmaram os editores num comunicado, segundo a AFP. "Mas não é".

Entre os 11 países com taxas de nados-mortos mais baixas figuram ainda Islândia (que lidera com 1,3 nados-mortos por mil nascimentos), Dinamarca (1,7), Finlândia e Holanda (1,8), Croácia (2,0), Japão e Coreia do Sul (2,1), Nova Zelândia e Polónia (2,3).

Portugal surge à frente de países como Suécia e Suíça (2,8 nados-mortos por mil nascimentos), Reino Unido (2,9) e Estados Unidos (3,0).

No 'top 10' dos países com taxas de nados-mortos mais altas incluem-se Paquistão (que lidera com 43,1 nados-mortos por mil nascimentos), Nigéria (42,9), Chade (39,9), Níger (36,7), Guiné-Bissau (36,7), Somália (35,5), Djibuti (34,6), República Centro-Africana (34,4), Togo (34,2) e Mali (32,5).

98% dos casos de nascimento de bebés sem vida acontecerem em países subdesenvolvidos ou em desenvolvimento, mas o estudo demonstra que a diferença entre ricos e pobres também se faz sentir em países desenvolvidos.

Num país desenvolvido, uma mulher pobre tem o dobro da probabilidade de dar à luz a um nado-morto do que uma mulher rica, segundo o estudo. E mulheres de origem africana ou do sul da Ásia, que vivam na Europa ou na Austrália, têm duas a três vezes mais probabilidades de dar à luz a nados-mortos do que mulheres brancas.

O mesmo estudo assinala que os três países que conseguiram mais reduzir, em média, por ano, a taxa de nados-mortos, entre 2000 e 2015, foram Holanda (6,8%), China (4,6%) e Polónia (4,5%). Portugal ocupa, neste parâmetro, a décima posição (3,5%), entre 159 países.

Para o cálculo da taxa de redução anual de nados-mortos, os autores do trabalho publicado na The Lancet tiveram em conta 159 países, e não os 186 iniciais, uma vez que foram excluídos os países com menos de dez mil nascimentos por ano.

Segundo os autores, a diminuição da taxa de nados-mortos não acompanha, porém, o ritmo da queda da mortalidade materna e infantil.

O trabalho foi conduzido por especialistas de mais de uma centena de organizações em 43 países.

* E VIVA o Serviço Nacional de Saúde porque este sucesso é obra do sistema de saúde pública.

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