19/01/2016

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 O QUE NÓS


  "FESTEJAMOS"!!!




O primeiro número da ONDA POP explica quase tudo, os primórdios, os conceitos, a paginação e artigos publicados demonstram o trabalho destes rapazolas nos idos de 60.

Ontem foi publicado o nº66 da edição impressa abrindo esta página com MIREILLE MATHIEU uma senhora cantora que até hoje vendeu mais de 130 milhões de discos,é obra. A  notícia é extensa e pormenorizada,vale por isso.

VIGON, só não é desconhecido porque a ONDA POP deu conta dele nos idos de 60, está tudo escrito de maneira clara, escutem-no.

DAVID BOWIE de novo na página pelo seu talento e cidadania merece ser notícia todos os dias.

O concurso "SCHWEPPS" tem uma miúda gira ao lado do pai talentoso.
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ARCHIES E LOS GRITOS duas bandas para recordar.

Hoje morreu Almeida Santos, era um brilhante advogado em Lourenço Marques quando a ONDA POP andava no ar. Defensor à epoca os oposicionistas do Estado Novo e do Marcelismo, é autor de grande parte da principal legislação que ainda hoje vigora em Portugal.
Autor de muitos poemas musicados editou um disco, talvez há 8 anos, que ofereceu a amigos e família, uma boa voz com mais de 70 anos. Político hábil como poucos, preferiu mandar discretamente a ocupar o lugar de líder.
Nem sempre concordámos com as sua opiniões mas tem sem dúvida o nosso respeito e a inveja de muitos.

GIRA DISCOS de capas bonitas e bem feitas de acordo com a tecnologia da época, quase todas desconhecidas.

Cantem com a "ONDA POP"  com BERNIE BROWN, TRASH e TREMELOES, grandes intérpretes.

A "ONDA POP" continua cheia de informação verdadeira, bem elaborada e metódica, sem folclores, mantém a corência da sua génese.Na net e em português tem o condão de informar e trazer ao presente um passado glorioso de música como ninguém faz. Temos o orgulho de dizer que os autores são nossos amigos mas não é por isso que estão na "PEIDA", é pelo valor e inteligência que demonstram.
 
Neste blogue, na coluna da direita tem um link directo.
OBRIGATÓRIO IR VER!!!
ABJEIAÇOS

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HOJE NO
"RECORD"

Mira recebe estrelas e promete 
investir em infraestruturas

O município de Mira está apostado em acolher cada vez mais estágios de equipas desportivas de alta competição e por isso vai investir "na concretização de melhorias significativas" nas infraestruturas desportivas do concelho.
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"O executivo municipal tudo fará para que Mira seja cada vez mais um destino no turismo desportivo", disse o presidente da Câmara Municipal de Mira, Raul Almeida, durante uma cerimónia de boas vindas a algumas das principais estrelas portuguesas das corridas de fundo e meio fundo, que escolheram estagiar na praia de Mira.

O destaque vai para as equipas seniores (masculina e feminina) da secção de Atletismo do Benfica e ainda para alguns dos atletas da Secção do Sporting, que escolheram o concelho para a realização de estágios de preparação do Campeonato Nacional de Estrada.

O autarca saudou os atletas, agradecendo-lhes a escolha de Mira para a realização destes estágios, destacou as boas condições que o concelho proporciona para a realização dos estágios destas modalidades e comprometeu-se na concretização de melhorias significativas nas infraestruturas já existentes.

Com vastas florestas, a barrinha, mar e trilhos em diversas zonas do concelho, Mira dispõe de condições naturais privilegiadas e tem sido escolhida nos últimos anos por equipas de alta competição para acolher estágios desportivos.

Nos últimos anos registou-se também um reforço da oferta hoteleira, com a abertura de unidades na zona do aldeamento Mira Vilas e na marginal.

A comitiva encarnada é composta por sete atletas masculinos (Rui Pinto, Rui Pedro Silva, Ricardo Ribas, Tiago Costa, Samuel Barata, Paulo Pinheiro e Manuel Damião) e sete atletas femininos (Dulce Félix, Vanessa Fernandes, Catarina Ribeiro, Mónica Silva, Silvana Dias, Salomé Rocha e Joana Costa).

Presentes a preparar a mesma prova estão os atletas do Sporting Sara Moreira, Jéssica Augusto, Susana Godinho, Pedro Ribeiro e Hermano Ferreira.

"Estes atletas procuram na Praia de Mira o sossego e as melhores condições para preparar da melhor forma a prova que vai decorrer em Lisboa no dia 23 de janeiro", resume Raul Almeida.

* A praia de Mira fora da época alta reúne boas condições para treino e privacidade de atletas de alta competição.

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Quais são os custos da perda 
e desperdício de alimentos?



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HOJE NO  
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Um em cada dez jovens atletas
 já foi vítima de bullying

Um em cada dez jovens praticantes de desporto já foi vítima de bullying, enquanto dois por cento sofrem de agressões persistentes, principalmente no balneário, revela um estudo da Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa.

A investigação pretendeu "identificar se existia estes comportamentos antissociais no contexto de formação desportiva em modalidade individuais, coletivas e de combate", disse à agência Lusa o orientador do estudo e professor catedrático na FMH, Carlos Neto.
O estudo envolveu 1.458 atletas (todos rapazes) dos escalões de formação (juvenis, juniores, cadetes) praticantes de nove modalidades: ginástica, atletismo, natação, futebol, rugby, andebol, voleibol, judo e luta.

Os atletas estão envolvidos em atividades de competição e filiados em clubes desportivos de todo o país.

Para o investigador, as conclusões do estudo "são preocupantes": "Constatámos que existe uma percentagem elevada de cerca de 10% de eventos de bullying em contexto desportivo e a existência de vítimas persistentes na ordem dos 2%".

Apesar da taxa de vitimização ser elevada (10,1%) é inferior aos valores encontrados em contexto escolar, o que é explicado pelo facto de, ao longo dos anos, ser feita uma seleção progressiva na formação desportiva, que afasta os menos aptos, da presença de um adulto (geralmente o treinador) e dos atletas, ao contrário da escola, poderem desistir de frequentar o clube.
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A maioria dos episódios de bullying ocorre dentro do clube, especialmente no balneário, seguido do local de treino, sendo as agressões essencialmente verbais (ofensas e gozo) mas também social (exclusão do grupo).
Segundo o estudo, as vítimas tendem a manter o silêncio relativamente à vitimização e nos casos de agressões repetidas e de longa duração procuram apoio na família e nos colegas, mas os resultados são geralmente negativos em ambos os casos.

Isto porque os jovens não conseguem resolver a situação mesmo com o apoio de terceiros, "reforçando a crença, presente em muitas vítimas, de que os sistemas de apoio não são suficientes e contribuindo para a manutenção do fenómeno", explica, acrescentando que a resolução da situação parece depender das estratégias adotadas para lidar com ela (estratégias de 'coping').

Relativamente aos agressores, o estudo aponta que, "quando a frequência das agressões aumenta, os sujeitos tendem não só a gozar mas também a excluir a vítima do grupo, aumentando a gravidade do bullying e generalizando-se o fenómeno".

Revela ainda que a generalidade dos observadores condena o bullying, sentindo que este comportamento é reprovável e criticando o agressor.

O estudo sublinha que fenómeno do bullying na formação desportiva "é preocupante, tendo várias consequências para os seus intervenientes, sendo, um deles, o abandono desportivo".

"O bullying pode ter consequências devastadoras do ponto de vista físico e psicológico, afetando aspetos decisivos do desenvolvimento psicossocial dos jovens, quer das vítimas, quer dos próprios agressores e observadores, com implicações no seu rendimento desportivo e na sua carreira desportiva", adverte.
Os investigadores defendem que é necessário desenvolver modelos e estratégias de intervenção.

Nesse sentido, a FMH e o Instituto Português do Desporto e Juventude estão a desenvolver a ação "Cartão Vermelho ao Bullying", um programa de intervenção a nível nacional que decorrerá em três fases: divulgação do fenómeno, formação de treinadores, pais e dirigentes de clubes e implementação de programas anti-bullying em alguns clubes desportivos.

* Em cada mil são cem, gravíssimo!

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INJUSTIÇAS

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HOJE NO    
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Davos discute um mundo dividido 
e cada vez mais desigual

A elite mundial reúne-se em Davos esta semana para discutir a economia mundial e os desafios futuros. O encontro tem lugar numa altura em que aumenta o fosso entre ricos e pobres.

No Fórum Económico Mundial de Davos, onde só se pode ir por convite, mais de 2500 líderes de várias áreas vão-se encontrar para debater o presente e o futuro de um mundo onde a desigualdade aumenta a uma velocidade inesperada, e onde as clivagens políticas nos EUA, na Europa e no Médio Oriente são profundas, escreve a Reuters esta terça-feira, 19 de Janeiro.
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Apenas "62 pessoas possuem tanto capital como a metade mais pobre da população mundial", revelou a organização não-governamental Oxfam, a dois dias do Fórum Económico Mundial de Davos. Há cinco anos, a riqueza de 388 pessoas estava equiparada a essa metade. Segundo a mesma entidade, a riqueza acumulada por 1% da população mundial, entre os mais ricos, superou a dos 99% restantes, em 2015, um ano mais cedo do que se previa.

Ou seja, o fosso entre ricos e pobres aumenta a um ritmo que não se antecipava.

A desigualdade na distribuição de riqueza e a desconfiança crescente da população face aos seus líderes políticos são os grandes desafios para a elite global que estará reunida em Davos de 20 a 23 de Janeiro no 46º Fórum Económico Mundial, diz a Reuters.

Escreve a agência que as divisões vão para além disso e lembra as clivagens no Médio Oriente entre xiitas e sunitas, com a Arábia Saudita e o Irão a disputarem a influência numa região penalizada pela guerra e pelas acções de grupos extremistas.

Os conflitos nesta zona do mundo não são actos isolados, e a prova disso é o impacto que estão a ter na Europa, cada vez mais dividida ideologicamente, onde não há consenso sobre como lidar com a maior crise de refugiados deste a II Guerra Mundial. A par disso, lembra ainda a Reuters, está em cima da mesa a possibilidade de o Reino Unido sair do bloco europeu, sendo que David Cameron já deu a entender que o referendo sobre o "Brexit" pode ter lugar ainda este ano.

A turbulência global teve reflexo também nos EUA, onde, escreve a agência, a ascensão de Donald Trump como líder na corrida republicana à Casa Branca espelhou profundas clivagens políticas nos EUA e criou ansiedade entre os aliados do país hoje liderado pelo democrata Barack Obama.

A acrescentar complexidade ao contexto social e político actual está a quarta revolução industrial, tema do encontro anual de Davos este ano. A nova onda de inovação tecnológica, protagonizada pela inteligência artificial e pela robótica, ameaça muitos dos empregos tradicionais.

No mais recente discurso do Estado da Nação, o presidente norte-americano, Barack Obama, abordou esta realidade: "É uma mudança que pode alargar o leque de oportunidades, ou aumentar a desigualdade. E quer gostemos, quer não, o ritmo desta mudança vai acelerar", cita a Reuters.

"As empresas na economia globalizada podem estar em qualquer lugar, e enfrentam maior competição. Como resultado, os trabalhadores têm menos margem de manobra para um aumento. As empresas, por sua vez, são menos leais às suas comunidades. E cada vez mais a riqueza e receita estão concentradas no topo", acrescentou.

* Davos é a reunião onde se confirma que o dinheiro é xenófobo.

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TARANTELLA

PARA A DANÇA NÃO HÁ IDADE
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