14/09/2015

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HOJE NO
 "RECORD"

US OPEN
Djokovic: 
«Aceito o facto de que o Federer 
tem mais apoio»

Novak Djokovic conquistou este domingo o 10.º título do Grand Slam, segundo no US Open, num ambiente a fazer lembrar a Taça Davis... a favor do suíço. Mesmo com 20 mil pessoas contra e o melhor tenista de todos os tempos do outro lado da rede, Djokovic venceu e no final do encontro não condenou o facto de os adeptos preferirem o suíço.
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"Aceito o facto de que ele tem mais apoio. Cada pessoa tem o direito de fazer a sua escolha. É claro que a grande maioria estava a favor dele, mas isso acontece em todos os torneios do Mundo. Não sei se percentualmente aqui é mais claro, mas não acho que isso seja relevante. Ele merece todo o apoio que tem por tudo o que já deu ao ténis e por tudo o que é dentro e fora do court. Eu estou aqui para merecer esse apoio um dia", confessou Djokovic durante a conferência de imprensa.

O sérvio sente-se honrado por continuar a ganhar títulos do Grand Slam mesmo tendo na sua geração dois dos maiores campeões de todos os tempos, Federer e Nadal. "Derrotar o Roger em duas finais de Grand Slam seguidas é o maior desafio que podemos ter. Não digo que os esteja a dominar nesta fase da minha carreira, mas estou certamente muito feliz por tudo o que tenho alcançado."

Eva Asderaki-Moore faz história
 e brilha em Nova Iorque

A árbitro grega Eva Asderaki-Moore fez história este domingo ao tornar-se na primeira mulher a dirigir a final de singulares masculinos do US Open. Desde 2007 que também nenhuma senhora arbitrava uma final masculina de qualquer um dos torneios do Grand Slam.
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A noite de Asderaki-Moore tornou-se não só histórica pela presença na cadeira como pela prestação imaculada durante os quatro sets. 

A grega mostrou-se ativa, fez vários "overrules" e teve a razão do seu lado em todos os cinco apelos de Roger Federer e Novak Djokovic para o olho de falcão.No final, a juiza recusou as dezenas de pedidos deentrevista. "Quero que a minha prestação fale por si".

* Apenas duas estrelas.


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BULLYING NÃO




* Uma produção da "Saatchi & Saatchi "

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HOJE NO
 "JORNAL DE NOTÍCIAS"

Portas também apoia subscrição
 pública para os lesados do BES

O presidente do CDS-PP, Paulo Portas, afirmou, esta segunda-feira, que "se vier a ser necessário" apoiará uma subscrição pública para os lesados do BES recorrerem à justiça, sublinhando a diferença entre investimento de risco e fraude e reiterando críticas aos reguladores. 
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Em entrevista à RTP, o também vice-primeiro-ministro pediu ainda que os políticos não sejam moralistas, acusando o secretário-geral do PS, António Costa, de não ter honrado a palavra dada ao não ter ficado à frente da autarquia da capital.

* O dr. Irrevogável é um candidato sabichão de memória curta. No penúltimo governo em que foi ministro, o seu amigo Santana Lopes foi direitinho da Câmara de Lisboa para 1º ministro, sem disputar eleições, após a fuga apoteótica de Durão Barroso para o tacho de Bruxelas.
Os lesados do BES deviam pôr o dr. Irrevogável em tribunal por ser cooperante na fantochada do Novo Banco.

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LEGISLATIVAS/2015



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HOJE NO
 "JORNAL DE NEGÓCIOS"

Angola inquieta com 
investigações no Brasil

As investigações que estão a ser realizadas no Brasil a construtoras destes país estão a preocupar Angola diz a Economist Intelligence Unit. Esta unidade de análise da The Economist diz que Angola enfrenta riscos reputacionais e de deminuição do investimento.
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A Economist Intelligence Unit (EIU) considera que Angola está inquieta com as investigações de corrupção no sector da construção no Brasil devido às ligações com o poder político angolano e à importância destes investimentos no desenvolvimento da economia.
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"As ligações com o Brasil e o papel que companhias como a Odebrecht e a Petrobras tiveram na reconstrução e desenvolvimento do país a seguir à guerra civil, e a extensão do contacto pessoal entre o Brasil e o Presidente de Angola, José Eduardo dos Santos, e a elite das autoridades, parece apresentar um novo risco para a reputação" do país, escrevem os peritos da unidade de análise económica da revista britânica The Economist.

Na nota enviada aos investidores, e a que a Lusa divulgou esta segunda-feira, 14 de Setembro, os analistas acrescentam que para além do risco reputacional, Angola enfrenta ainda o risco de os investimentos brasileiros no sector da construção poderem abrandar devido às consequências das investigações em curso no Brasil não só sobre o mega-processo Lava-Jato, mas também sobre alegadas más práticas das construtoras brasileiras em África.

"Além do mais, se as investigações no Brasil levarem a uma redução das operações domésticas destas empresas, isto pode ter um efeito negativo no setor da construção em Angola, que já está a abrandar por causa dos cortes na despesa pública causadas pela descida do preço do petróleo, uma fonte fundamental na receita do Estado", escrevem os analistas da EIU.

Na análise às consequências das investigações à conduta das empresas brasileiras, nomeadamente subornos e lavagem de dinheiro, para além de uma análise da gestão dos empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES), a EIU afirma que Angola está "inquieta", lembrando que a Petrobras e dois gigantes da construção, a Odebrechet e a Andrade Gutierrez, que estão sob investigação por alegadas irregularidades financeiras, "estão por trás de vários grandes projectos em Angola, uma boa parte dos quais foram financiados pelo BNDES".

A Odebrecht, lembra a EIU, está em Angola desde os anos 80, com contratos em vários sectores, incluindo a construção, a indústria agroalimentar e as minas, sendo o maior empregador privado em Angola.

O director executivo da construtora, Marcelo Odebrecht, foi formalmente acusado no Brasil de corrupção e de lavagem de dinheiro em Julho, e foi também condenado pelos tribunais brasileiros de importar ilegalmente trabalhadores para Angola, onde eram "forçados a trabalhar em condições desumanas", diz a EIU.

Em Junho deste ano, o Banco Nacional de Desenvolvimento do Brasil (BNDES) divulgou o conteúdo de contratos de financiamento a Angola envolvendo as maiores construtoras daquele país. Segundo o jornal Estado de São Paulo divulgou então, esses contratos haviam sido mantidos em segredo, o que motivou protestos, tanto junto dos governos de Lula da Silva como do actual, liderado por Dilma Rousseff. De acordo com este jornal, entre 2007 e 2015 o Brasil emprestou a Angola, através do BNDES, 3,38 mil milhões de dólares.

As verbas, destinadas à execução de obras, beneficiaram empresas como a Odebrecht, Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa, Queiroz Galvão e Prado Valladares. Entre os projectos financiados contam-se a construção de um aeroporto, estradas, projectos de saneamento, linhas de transmissão e barragens.

* Um dia, José Eduardo dos Santos, o maior corruptor de África, verá o seu império desmoronar e arrastará com ele os súbditos rastejantes que babam à sua frente.

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Kit de refeição japonesa


Mini burger, batatas fritas e cola, tudo em pó
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HOJE NO
 "DESTAK"

Ana Gomes considera condenação de ativista angolano "tremenda injustiça"

A eurodeputada socialista Ana Gomes disse hoje à Lusa que a condenação do ativista José Marcos Mavungo é uma "tremenda injustiça" que representa o endurecimento do regime angolano.
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"É uma tremenda injustiça. Não foi por acaso que ele (José Marcos Mavungo) foi declarado prisioneiro de consciência pela Amnistia Internacional. A condenação representa um endurecimento do regime que mostra algum desespero. Estão a cometer muitos erros que se pagam. As acusações feitas contra Marcos Mavungo são completamente abstrusas e mostram que a justiça não tem qualquer independência em Angola, cumpre ordens", disse à Lusa a eurodeputada socialista, que esteve em Angola em agosto.

O Tribunal de Cabinda condenou hoje o ativista José Marcos Mavungo a seis anos de prisão efetiva pela alegada prática de um crime de rebelião contra o Estado angolano, tendo a defesa anunciado que vai recorrer da decisão.

* O Ze Du é um dos maiores facínoras da África contemporãnea.

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