28/05/2015

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POLE DANCE


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HOJE NO
 "RECORD"

Patrocinadores pressionam FIFA

A Visa e outras empresas como a Adidas e Coca-Cola ameaçaram suspender o contratos de patrocionio que mantêm com a FIFA, devido ao escândalo de corrupção que assola o organismo. 
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Esta contestação dos patrocionadores surge após a notícia de que vários executivos da FIFA estão a ser interrogados pela polícia suiça, devido à atribuição dos mundiais na Rússia e no Qatar em 2018 e 2022, respectivamente.

A Visa surge como uma das vozes mais críticas relativamente ao sucedido, ameaçando "reconsiderar o seu patrocínio" a menos que o orgão que governa o futebol esteja preparado para "tomar medidas rápidas e imediatas" no que toca às acusações que se fazem sentir.

"A Visa tornou-se patrocinadora da FIFA porque o Campeonato do Mundo é um dos poucos eventos desportivos verdadeiramente global, com o poder de unir pessoas de todo o Mundo através de um amor comum ao futebol", pode ler-se no comunicado da Visa, continuando: "O nosso patrocínio sempre incidiu no apoio às equipas, em permitir uma grande experiência aos adeptos e em inspirar várias comunidades a unirem-se em celebração do espírito de competição e realização pessoal - e é importante que a FIFA faça mudanças agora, para que o foco permaneça sobre estes valores." concluiu.
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"Esta longa controvérsia manchou a missão e os ideais do Campeonato do Mundo da FIFA e temos repetidamente expresso as nossas preocupações sobre estas graves alegações", disse a Coca-Cola.

A Adidas referiu igualmente em comunicado, acerca do escândalo de corrupção: "Estamos totalmente comprometidos com a criação de uma cultura que promova os mais altos padrões de ética e conformidade e esperamos o mesmo dos nossos parceiros.".

* Blatter é um predador.



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DOUTRO SÉCULO

SEDUÇÃO












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HOJE NO
 "JORNAL DE NOTÍCIAS"

Relações sexuais com embaixador 
para entrar em Portugal

O embaixador português em Dacar em 2007 e 2008 foi condenado a quatro anos e meio de prisão por auxílio à imigração ilegal, corrupção passiva, abuso de poder e falsificação de documento.

Em comunicado divulgado esta quinta-feira, o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) adiantou que a sentença do Tribunal da Comarca de Lisboa pode ficar suspensa se o embaixador pagar 10 mil euros a associações de imigrantes.
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O DONO DA EMBAIXODA
Além do antigo embaixador António Montenegro, também a encarregada de negócios na embaixada portuguesa na capital do Senegal foi condenada a dois anos e meio de prisão pelos crimes de auxílio à imigração ilegal e abuso de poder, pena que pode ficar suspensa com pagamento de 2500 euros a associações de imigrantes.

O tribunal considerou que os arguidos tiveram "procedimentos ao auxílio efetivo à entrada de imigrantes ilegais em Portugal e na Europa", tendo estas práticas trazido benefícios claros para os arguidos, sobretudo para o antigo embaixador.

Segundo o comunicado do SEF, a investigação a estes crimes, cometidos em 2007 e 2008, foi desencadeada "por um relatório que apontava para desvios à normal tramitação dos processos de visto que corriam termos no respetivo consulado".

Foram feitas buscas à residência oficial e ao escritório do embaixador em Dacar que levaram à apreensão de centenas de processos de vistos suspeitos.

Grande parte dos processos de visto eram recebidos em mão pelo embaixador que os fazia chegar à encarregada de negócios, que, por seu lado, mandava os funcionários da secção consular processá-los em entrevistas prévias aos requerentes, ficando imediatamente a emissão de visto garantida.

Isto originou, refere o SEF, um aumento das recusas de entrada no aeroporto de Lisboa de estrangeiros com vistos emitidos pela embaixada de Dacar, por não cumprirem os requisitos mínimos exigidos.

Os processos tratados pessoalmente pelo embaixador eram-lhe dados por senegaleses com quem mantinha relações pessoais. Estes senegaleses recebiam dos requerentes a vistos "elevadas quantias monetárias".

"Alguns dos processos eram referentes a jovens senegalesas que eram visita frequente da residência oficial do embaixador e com as quais este mantinha relações sexuais", acrescenta o comunicado.

O SEF sublinha que a missão diplomática em Dacar se revestia "da maior importância no que à imigração diz respeito, uma vez que representa Portugal não só para o Senegal mas também para outros países", como Guiné-Conacri, Burkina-Faso, Mali, Mauritânia, Costa do Marfim, Libéria ou Gambia.

* Como é que um representante de Portugal no topo da hierarquia diplomática pode, se pagar 10 mil euros, ficar em liberdade depois de vexar o país desta maneira.


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A polícia na Noruega


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HOJE NO
 "JORNAL DE NEGÓCIOS"

Fundação Francisco Manuel dos Santos recusa comentar eventual 
processo judicial

O presidente da Fundação Francisco Manuel dos Santos recusou esta quinta-feira comentar o eventual processo judicial de que poderá ser alvo por parte do Hospital de Santa Maria, após a divulgação de um relatório que aponta para corrupção naquela instituição. 
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"Não me vou referir a processos judiciais dos quais não tenho nenhum conhecimento neste momento. Este estudo tinha um objectivo que era estudar a qualidade das instituições portuguesas. Seguiu o método etnográfico, chegou a bom porto, tem as suas conclusões publicadas, acho que se cumpriu a missão", disse Nuno Garoupa.
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O responsável falava aos jornalistas à margem da apresentação, em Lisboa, do estudo "Valores, qualidade institucional e desenvolvimento em Portugal", encomendado pela fundação.

O estudo revela que o Hospital de Santa Maria está minado por uma teia de interesses e lealdades a partidos políticos, à maçonaria e organizações católicas.

O presidente do Hospital Santa Maria, em Lisboa, admitiu hoje processar os autores do estudo encomendado, cuja análise apresenta esta unidade de saúde como estando minada pela corrupção.

Questionado sobre a intenção do Hospital de Santa Maria de processar a Fundação Francisco Manuel dos Santos, Carlos Martins foi peremptório: "Não descarto nenhuma hipótese, nenhuma em absoluto".

Na quarta-feira, a organização Opus Dei desmentiu "categórica e integralmente" as afirmações que constam do estudo de que nos processos de nomeação dentro do Hospital de Santa Maria interferem "dinâmicas externas próprias à sociedade portuguesa - como (...) a Opus Dei".

Nuno Garoupa afirmou que, quer as reacções da Opus Dei, quer do Hospital de Santa Maria "não surpreendem no sentido em que são agentes do espaço público visados no trabalho e é normal que reajam ao trabalho".

"O que não faz sentido é dizer que um estudo ia ser confidencial, a fundação não faz estudos para eles serem confidenciais. O que não quer dizer que as conclusões do estudo tenham de agradar a todos", declarou o responsável,

Rejeitando que haja "censura" no seio da fundação, Nuno Garoupa afiançou que "a fundação não só não faz estudos confidenciais - o que não pode impedir de forma nenhuma - [...] e nunca fez nem nunca faz censura aos estudos encomendados aos autores".

O Hospital de Santa Maria foi a organização mais mal classificada entre as seis analisadas no estudo (Autoridade Tributária, ASAE, EDP, Bolsa de Lisboa, Hospital de Santa Maria e CTT), destacando-se essencialmente na avaliação sobre inovação e flexibilidade tecnológica.

O estudo envolveu vários investigadores e foi coordenado pela professora da Universidade Nova de Lisboa Margarida Marques e pelo professor da Universidade de Princeton Alejandro Portes.

* Os portugueses estão fartos de confidencialidade que apenas serve para proteger quem tem poder. A opus dei pelo menos reclamou, outra famigerada organização, a maçonaria, ficou calada.


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MAIS  PARA  ABANDALHAR
DO QUE
SABER COPIAR












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