06/05/2015

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 II - GRANDES EXPLORADORES
 3-DAVID
LIVINGSTONE





* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.




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HOJE NO
 "JORNAL DE NOTÍCIAS"


Açúcar contribui para
 doença de Alzheimer

Um novo estudo revela que um nível alto de açúcar no sangue poderá contribuir para acelerar o desenvolvimento de demências e, em particular, da doença de Alzheimer. 
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A investigação da Universidade de Washignton, nos EUA, revela que "pacientes com diabetes de tipo 2 ou com aumento de glucose no sangue tem um risco acrescido de desenvolver demência", revela o resumo da investigação. 

Com recurso a ratos, os investigadores descobriram que o nível elevado de açúcar no sangue aumenta os níveis de Amiloide Beta, componente essencial de placas de amiloide presentes no cérebro de pacientes com doença de Alzheimer.

Shannon Macauley, investigadora principal do estudo publicado no "The Journal of Clinical Investigation", afirma que os resultados a "diabetes e outras doenças que dificultam o controlo do nível de açúcar no sangue podem ter efeitos nocivos na função cerebral e exacerbar condições neurológicas como a doença de Alzheimer.

A descoberta será uma nova porta para conhecer melhor esta doença e para encontrar novas terapias que ajudem os pacientes que sofrem de demência.

* CUIDE-SE


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EDUARDO DÂMASO

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Cavaco e a corrupção

No seu último discurso de celebração do 25 de Abril, o Presidente da República voltou a proclamar o alto valor do combate à corrupção e a sublinhar o imperativo de que todos os portugueses sejam tratados por igual perante a lei.

No entanto, este discurso de Cavaco Silva comporta em si uma forte evidência sobre os limites da função presidencial – tal como tem sido entendida – em matérias tão corrosivas para o sistema político como é a da corrupção. O Presidente da República vai acabar o mandato como começou: a apelar para que se faça um forte combate à corrupção mas com as suas palavras a caírem em saco roto no parlamento.

Basta ver a forma como o parlamento tratou a questão do pedido de imunidade do deputado Miguel Macedo. Nem mesmo a invocação da defesa da honra do deputado derrubou uma visão formal (para não dizer pior) da imunidade. Ao não aceder ao levantamento da imunidade de Macedo o parlamento parece estar apenas e só preocupado em estabelecer uma muralha defensiva sobre interesses de classe. Uma muralha intransponível, porventura não tanto em relação ao deputado em causa mas a outros que possam vir a concitar o interesse da justiça. O que vale, afinal, um regulamento face à defesa da honra?

Não nos iludamos: o Presidente da República pode fazer uma eficaz magistratura de influência – e Cavaco tem-na feito na justiça –, mas não consegue demolir o muro dos fortes interesses instalados nas máquinas partidárias, hoje em dia quase exclusivamente dedicadas a banquetear-se à mesa do orçamento.

* Director-adjunto do "CORREIO DA MANHÃ"

IN "SÁBADO"
30/04/15

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501.UNIÃO


EUROPEIA







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HOJE NO
 "JORNAL DE NEGÓCIOS"

Passos criou "130 mil empregos"?
 Sim, mas antes destruiu 420 mil

Passos Coelho tem razão quando diz que foram criados perto de 130 mil empregos. Porém, o primeiro-ministro não referiu que, antes dessa recuperação e durante o seu mandato, foram destruídos mais de 400 mil postos de trabalho. 
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O primeiro-ministro decidiu puxar pelos galões. Durante uma das suas intervenções no debate quinzetal de quarta-feira, 6 de Maio, Pedro Passos Coelho lembrou que o seu Governo foi responsável pela criação de quase 130 mil postos de trabalho, comparando esse número com uma promessa antiga, nunca cumprida, de José Sócrates (criação de 150 mil empregos).

Na realidade, até agora, o saldo deste Executivo no capítulo do emprego é muito negativo, com a destruição de 300 mil empregos.

"O número de empregos criados entretanto é já bastante sensível, anda muito próximo dos 130 mil postos de trabalho criados nos últimos oito trimestres", afirmou Passos Coelho, comparando o seu feito com um compromisso do seu antecessor.

"Não sei se se recordam de uma antiga promessa eleitoral de criação de 150 mil postos de trabalho. Houve, na altura, uma promessa que comprometia a criação de 150 mil postos de trabalho."
Vamos por partes. Em primeiro lugar, nos últimos oito trimestres houve, de facto, criação de emprego. Não 130 mil como diz o primeiro-ministro, mas não muito longe: foram 123 mil, segundo o INE).

Mas essa não é a principal imprecisão dessas declarações. É que Passos Coelho não refere que antes desses oito trimestres de recuperação do mercado de trabalho há outros oito com sucessivas destruições de emprego.

Entre o primeiro trimestre de 2011 e o primeiro trimestre de 2013, 420 mil pessoas deixaram de trabalhar.  O que significa que os 123 mil empregos criados são menos de um terço dos destruídos no período anterior. Um saldo negativo de 298 mil.

Se quisermos ser ainda mais rigorosos com a data de início do mandato do actual do Governo, pode ser utilizado como ponto de partida o segundo trimestre de 2011, o último em que Passos Coelho não governou. Nesse caso, a destruição de emprego é ainda maior: menos 445 mil empregos nos dois anos seguintes.

José Sócrates – chamado ao debate pelo actual primeiro-ministro – também não tem um registo positivo no capítulo do emprego, com o desaparecimento de 230 mil postos de trabalho durante os seis anos em que governou o País(entre o primeiro trimestre de 2005 e o segundo trimestre de 2011, período em que houve duas quebras de séries do INE). Ainda assim, números menos negativos do que os do actual Governo (298 mil empregos). 

* Já entrou em delírio eleiçoeiro, perdeu a vergonha de vez.
José Socrates exterminou 230 mil empregos
Passos Coelho e Paulo Portas ganharam, exterminaram 298 mil empregos.

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O MEU INSTRUMENTO



5-GUITARRA




FONTE: TRAMA RADIOLA




* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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70.O MELHOR
 DA ARTE

06.GRANDES PINTORES

PORTUGUESES


PAULA REGO 


É ASSIM PAULA REGO/3




Paula Rego nasceu a 26 de Janeiro de 1935 em Lisboa.




Oriunda de uma família republicana e liberal.Paula Rego tem ligações às culturas inglesa e francesa, iniciou seus estudos no Colégio Integrado Monte Maior, seguindo para a St. Julian's School em Carcavelos onde os professores cedo lhe reconheceram o talento para a pintura. Incentivada pelo pai a prosseguir o seu desenvolvimento artístico fora do Portugal Salazarista dos anos 50 partiu para Londres, onde estudou na Slade School of Fine Art, até 1956. 



Conheceu o pintor Victor Willing (1950-1999), com quem se casou em 1959. Entre 1959 e 1962 viveu na Ericeira. Numa ida a Londres, conheceu o pintor Jean Dubuffet, referência determinante na sua criação artística, usualmente definida como Arte bruta. Ao longo da década de 1960 assina exposições colectivas em Inglaterra e, em 1966, entusiasma a crítica ao expôr individualmente, na Galeria de Arte Moderna da então Escola de Belas-Artes de Lisboa.




Na década de 1970, com a falência da empresa familiar, vende a quinta da Ericeira e radica-se em Londres. Torna-se bolsista da Fundação Calouste Gulbenkian para fazer pesquisa sobre contos infantis, em 1975, e figura com onze obras na exposição Arte Portuguesa desde 1910 (1978), dominado pelas colagens. Volta à pintura, mais livre e mais directa, retratando o mundo intimista e infantil, inspirado em dados reais ou imaginários, com figuras de um teatro de crianças de Victor Willing (o macaco, o leão e o urso), interpretando as histórias que Paula inventa. 



A obra literária de George Orwell inspira-a no painel Muro dos Proles (1984), com mais de seis metros de comprimento, onde estabelece um paralelismo com as figuras de Hieronymus Bosch.




Dá uma viragem radical na sua obra com a série da menina e do cão. A figura feminina assume claramente a liderança na acção, enquanto o cão é subjugado e acarinhado. A menina faz de mãe, de amiga, de enfermeira e de amante, num jogo de sedução e de dominação que continua em obras posteriores. Tecnicamente as figuras ganham volume, o espaço ganha solidez e autonomia, a perspectiva cenográfica está montada. Em 1987, Paula Rego assina com a galeria Marlborough Fine Art, o passo que faltava para a divulgação internacional.




A morte do seu marido, também nesse ano, é assinalada em obras como O Cadete e a Irmã, A Partida, A Família ou A Dança, de 1988. A convite da National Gallery, em 1990, vai ocupar um ateliê no museu e pintar várias obras inspiradas na colecção. Desse período destaca-se Tempo – Passado e Presente (1990-1991).




Em 1994, realiza a série de pinturas a pastel intitulada Mulher Cão, que marca o início de um novo ciclo de mulheres simbólicas.




Impõe a sua consciência cívica em Aborto (1997-1999), numa crítica ao resultado do primeiro referendo a essa matéria, realizado em Portugal em 1997.






Inaugura, a 18 de Setembro de 2009, a sua Casa das Histórias Paula Rego, em Cascais, que nasce com o intuito de acolher e promover a divulgação e estudo da sua obra, e cuja entidade responsável é a Fundação Paula Rego.
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WIKIPÉDIA


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