04/03/2015

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HOJE NO 

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Forças e serviços segurança sob
 tutela única e "simplex" policial

Todas as forças e serviços de segurança deviam de ter uma tutela política única, defende um estudo hoje apresentado no qual se sugere também que essas forças sejam libertadas de processos administrativos, concentrando-se na prevenção e fiscalização.
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As sugestões fazem parte do livro “Segurança Horizonte 2025", um conceito estratégico de segurança interna”, da autoria do Grupo de Reflexão Estratégica sobre a Segurança Interna (GRESI), hoje apresentado em Lisboa perante uma plateia que incluiu, entre outros, o secretário de Estado da Administração Interna, a procuradora-geral da República e as chefias da GNR e PSP.

Nelson Lourenço, professor da Universidade Nova e presidente do GRESI, apresentou o documento, começando por dizer que faltava em Portugal um conceito estratégico de segurança interna, e que a ligação entre o crime a globalização “impõe novas políticas de prevenção e combate” às ameaças. 

Portugal precisa de ter uma estratégia de segurança “em coerência” com a estratégia europeia, defendeu, acrescentando que “a tese tradicional de segurança interna e externa cede a um conceito integrado”, e que “é mais útil uma complementaridade” entre todas as forças ligadas à segurança interna do que “qualquer optimização fragmentada”.

Por isso os autores do estudo defendem que é uma vantagem haver “uma tutela política única” para todas as forças, com base na simplicidade e unidade de comando. E porque em Portugal há um "modelo dualista” (GNR e PSP) é importante definir “com precisão as atribuições e competências de cada componente e eliminando as redundâncias existentes”.

Defende-se no estudo que haja “definitivamente” um modelo de comando e controlo efectivo, “orientado não para a gestão de assuntos correntes mas para as situações que requeiram o concurso de mais do que uma Força/Serviço”.

Para isso, acrescenta-se, é preciso reforçar as competências do Secretário-geral do Sistema de Segurança Interna (SGSSI).

“No mesmo sentido, importa criar um Centro de Comando e Controlo para que além do apoio à decisão do SGSSI assegure também a condução das operações de segurança ao nível operacional”, e que evite “a atrição entre os atores do nível táctico”.

Depois há que “simplificar estruturas”, considerar a “virtuosidade e a necessidade da colaboração entre os vários pilares da segurança nacional”, e “simplificar, desburocratizar, desmaterializar e centralizar nos órgãos centrais da Administração as tarefas correspondentes ao processamento administrativo de processos” que estão a cargo das forças de segurança.

O GRESI defende um “simplex policial” que liberte recursos humanos levando as forças de segurança a concentrarem-se noutras tarefas.

Num comentário ao estudo a ministra da Administração Interna, Anabela Rodrigues, hoje na Assembleia da República, disse que “como reflexão científica deve de ser analisado”. “Hoje, o quadro institucional em que se move a segurança interna mostra-se adequado, sendo certo que é sempre possível introduzir melhorias”, disse.

O GRESI faz estudos e análises com o objectivo de contribuir para a criação de políticas públicas de segurança interna.

* O professor Nelson Lourenço não terá culpa desta notícia com um texto tão denso, se a informação é para passar para a opinião pública, então que seja explicada com clareza. Quanto ao simplex é melhor que continue a meditar em Évora, já que "simplexficou" para nos embarrilar. Convém saber se não há super espiões.

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KILIMANJARO DE WINGSUIT


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HOJE NO 
"A BOLA"

Michael Phelps poderá participar
 nos Mundiais
 
Michael Phelps, nadador recordista de medalhas olímpicas, pode vir a ser reintegrado na seleção norte-americana para os mundiais, apesar ter sido afastado por causa de um caso de alcoolemia.

 

«É complicado mas há a possibilidade de Phelps ser integrado. Há formas de reconsiderar ou considerar a situação», declarou o diretor executivo da Federação de natação dos Estados Unidos, Chuck Wielgus, à ESPN.

Depois de se ter qualificado para os Mundiais de Kazan, na Rússia, para as provas de 100 metros livres, 100 mariposa e 200 estilos, o nadador foi punido em outubro pela federação com uma suspensão de seis meses ao ser detido por conduzir sob efeito do álcool.

Para além de o suspender, a entidade que tutela a natação nos Estados Unidos proibiu o vencedor de 22 medalhas olímpicas de participar nos Campeonatos do Mundo, que se realizam em agosto, período posterior à suspensão aplicada a Phelps.

* Se em Portugal todos os atletas  que são apanhados a conduzir embriagados tivessem esta punição para além da judicial, seria uma catástrofe.



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 HOJE NO 
  "AÇORIANO ORIENTAL"

Um quinto da população laboral 
sofre de uma doença mental

Um quinto das pessoas que trabalham sofre de uma doença mental, o que vai afetar, em algum momento da vida, metade desta população, indica um relatório divulgado pela OCDE.
 
Esta prevalência explica o elevado custo económico das doenças mentais, sublinha a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), com base nas análises de casos de nove países-membros e outros trabalhos realizados desde 2012.
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Em 2010, um estudo da UE quantificava o custo das doenças mentais em 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB), estimativa que a OCDE considera conservadora por não contabilizar o impacto das doenças derivadas do consumo de estupefacientes e por avaliar apenas custos indiretos conhecidos pela atribuição de subsídios de doença e incapacidade.

A diferença na taxa de atividade entre as pessoas que sofrem de uma doença mental e as que não varia entre 10 a 15% nos casos de problemas ligeiros e 25 a 30% nos mais graves.

Na prática, os trabalhadores que têm uma doença mental de leve a moderada estão expostos, no mundo desenvolvido, a um risco duplo de ficarem desempregados. A taxa de desemprego de quem sofre uma doença mental grave por ser quatro ou cinco vezes superior à de trabalhadores saudáveis.

Para dar resposta a esta situação, a OCDE defende que a saúde mental deve ser uma prioridade no mundo laboral, no sistema de saúde e em todas as políticas sociais, incluindo para o desemprego e para incapacidades.

A intervenção deve ser feita a partir do momento que a doença mental afeta negativamente a educação e a transição para o mundo laboral.

Frequentemente só se começa a atuar quando o doente já está afastado do mercado laboral há anos, adverte a organização.

"Qualquer ação em escolas ou no lugar de trabalho terá um maior impacto e mais duradouro que esperar até que as pessoas tenham abandonado o sistema educativo ou o mercado de trabalho", afirma.
Outro ponto importante é a realização de uma política coordenada nas áreas do emprego, saúde e educação.

"Serviços integrados oferecem resultados significativamente melhores e mais rápidos", de acordo com a OCDE, que pede também a implicação dos especialistas em saúde mental.
Professores, empresários, supervisores ou trabalhadores dos serviços de emprego podem identificar problemas com mais facilidade e recorrer a profissionais quando necessário, acrescenta.

* Em Portugal a taxa de incidência deve ser menor, quando os políticos nos obrigam a pagar de maneira brutal, os desmandos das suas incompetências e corrupção, se existissem 20% de trabalhadores marados no país, os partidocratas andariam no mínimo de cadeira de rodas.



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DUELO ALUCINANTE

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 HOJE NO 
  "DIÁRIO ECONÓMICO"

PJ confirma cinco detenções 
em operação contra corrupção 

"Operação Areeiro" leva a detenção de dois funcionários do Instituto de Segurança Social, um advogado e dois técnicos de contas por corrupção e falsificação de documentos.
 
A Polícia Judiciária (PJ) confirma, em comunicado, que deteve hoje dois dirigentes do Centro de Lisboa do Instituto da Segurança Social (ISS), um advogado e dois técnicos oficiais de contas por corrupção e falsificação de documentos num caso ligado à emissão de certidões sobre regularidade contributiva. A denominada "Operação Areeiro" investiga falsas declarações a dezenas de empresários, a atestar que as respectivas empresas não têm dívidas para com a Segurança Social, de modo a que as empresas se possam apresentar de forma fraudulenta a concursos públicos.


"No âmbito de um inquérito dirigido pelo DIAP de Lisboa, deteve cinco homens, com idades compreendidas entre os 41 e os 57 anos de idade, sendo dois funcionários, um advogado e dois técnicos oficiais de contas, suspeitos da autoria dos crimes de corrupção passiva e activa para actos ilícitos e falsificação de documentos", adianta o comunicado.

Segundo a PJ, mediante contrapartidas financeiras, os funcionários do Centro Distrital de Lisboa do ISS "concediam a empresas tratamento de favor relativamente às respetivas contribuições para a segurança social e emitiam certidões que atestavam falsamente a regularidade contributiva". O comunicado dá ainda conta que "a investigação prossegue com vista ao total esclarecimento dos factos".

A "Operação Areeiro" - realizada pela Unidade Nacional de Combate à Corrupção da Polícia Judiciária, sob a orientação do DIAP de Lisboa - levou à realização de cerca de 70 buscas (domiciliárias e não domiciliárias), tendo sido apreendido diverso material relacionado com a prática da actividade criminosa em investigação.

Na passada semana, em entrevista à Rádio Renascença e ao "Público", a procuradora-geral da República tinha falado de "uma rede que utiliza o aparelho de Estado" para corrupção.

Apesar das falhas apontadas a Portugal neste combate, Joana Marques Vidal defendeu que o Ministério Público está a fazer a sua parte contra estruturas que se aproveitam do aparelho de Estado e da administração pública para "actos ilícitos, muitos na área da corrupção".

* Já pouca coisa nos espanta, desde um cidadão imperfeito, outro a meditar em Évora, mais um a beneficiar o Benfica em alguns milhões. os "visons dourados", um ex-inspector da PJ que lidera assaltos e sequestros e tudo o resto que se sabe... quem se espanta que estes mangas de alpaca abafem uns aéreos.


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FANTÁSTICOS




ESTÁDIOS DO QATAR



 Projeto do Al-Khor visto de cima impressiona pela 
grandiosidade e ampla área externa de estacionamento


 Arena Al-Rayyan será projectada para ter uma fachada externa de media, que prevê visualizações de notícias, anúncios e demais informações sobre desportos em tempo real.


 Al Gharafa Stadium terá fachada composta por cores das bandeirasde todos os países participantes do Mundial de 2022  para simbolizar união entre futebol, amizade, respeito e compreensão


 Al-Shamal Stadium será erguido em forma que homenageia os tradicionais "dhow",que são 
barcos de pesca locais do Golfo Pérsico


 Desenvolvido com base na tradicional arquitetura árabe, Sports City Stadium, é bem localizado e quer ser palco de importância no Mundial de 2022


 Umm Slal Stadium leva conceito arquitectónico moderno, inspirado nas belas fortalezas antigas da região.Do lado de fora, força das luzes também promete ser atracção para turistas


 Doha Port Stadium tem uma das vistas mais bonitas entre os projectos do país e faz referência à 
sua localização, sendo projecto em forma de 
um animal marinho


 Vista aérea do Catar University Stadium, 
projectado próximo a área residencial




















 Complexo que cerca projecto do Al-Wakrah Stadium 
será um dos principais  do projecto do Catar para receber o Mundial de futebol



EXCELENTES CONDIÇÕES DE 

VIDA PARA OS NEPALESES 

QUE LEVANTAM OS 

FABULOSOS 

 ESTÁDIOS DO QATAR











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