28/01/2015

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56.O MELHOR
 DA ARTE

03.GRANDES PINTORES

PORTUGUESES



AMADEU DE

SOUSA CARDOSO


À VELOCIDADE

DA INQUIETAÇÃO/2




* Uma produção "PANAVÍDEO"


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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS 
DA MADEIRA"

Ex-director nacional do SEF 
em prisão domiciliária reuniu-se 
com sindicato do setor

O ex-director nacional do SEF, em prisão domiciliária com pulseira eletrónica, reuniu-se hoje com o sindicato dos inspectores do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), para analisar a sua situação laboral, disse à Lusa fonte sindical.
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14 ANOS DE "SABE-SE LÁ"
O presidente do Sindicato da Carreira de Investigação e Fiscalização do SEF (SCIF-SEF), Acácio Pereira, adiantou à agência Lusa que a reunião decorreu no escritório do advogado do ex-director nacional do SEF, Manuel Jarmela Palos.

Na reunião, em que estiveram presentes os membros da direcção do sindicato, Manuel Jarmela Palos e o seu advogado, foram tratadas questões de "âmbito laboral", afirmou Acácio Pereira, acrescentando que o sindicato ouviu o ex-director do SEF, enquanto seu associado.

O presidente do sindicato escusou-se a revelar mais pormenores da reunião, alegando reserva da vida do associado.

Jarmela Palos, atualmente em prisão domiciliária com pulseira eletrónica, foi detido a 13 de novembro de 2014, com 10 outros arguidos suspeitos de corrupção, branqueamento de capitais, tráfico de influências e peculato, no decorrer da operação Labirinto, uma investigação relacionada com a atribuição de vistos 'gold'.

Jarmela Palos, diretor nacional do SEF durante 14 anos, foi exonerado pela ministra Anabela Rodrigues após ter apresentado a demissão.

Fonte ligada ao processo disse à Lusa que Jarmela Palos recebeu do SEF um despacho a notificá-lo de que o vencimento de inspetor superior ia ser suspenso, por estar ausente do trabalho há mais de 30 dias, tendo recorrido hierarquicamente desta decisão, pelo que continua a receber o ordenado.

* Uma prisão domiciliária especial, sai de casa, reúne-se com o sindicato nas instalações do advogado e continua a receber o seu salário sem trabalhar, alguém que ponha termo a este desaforo.


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FERRE GOLA


ZAZOU



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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Magnifinance é a melhor start-up de 2014 

Uma aplicação que permite a qualquer empresa gerir as suas finanças em apenas cinco minutos diários, a Magnifinance, foi considerada a melhor start-up de 2014 pelo prémio Caixa Empreender. 

Este reconhecimento permite à start-up receber um investimento de cem mil euros por parte da Caixa capital, que vêm duplicar os cem mil euros iniciais que a Caixa capital investiu na Magnifinance.
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A start-up competiu com start-ups portuguesas e internacionais dos três maiores programas de aceleração em Portugal: O Lisbon Challenge, desenvolvido pela Beta-i; o Act by COTEC; e o BIG, pelo ISCTE-IUL. E foi considerada a melhor start-ups de 2014 por ser a que tem maior potencial de negócio e maior rapidez de expansão e escalabilidade do projecto. Outros critérios avaliados terão sido o impacto possível de um investimento de cem mil euros (que duplica o investimento recebido na semana passada), a qualidade da apresentação da empresa em palco, a existência de um mercado apetecível (procura demonstrada pela carteira de clientes que já possuem) e pela sua vantagem competitiva face à concorrência.

A Magnifinance quer ajudar as empresas a reduzir o tempo que passam a gerir as suas finanças para cinco minutos diários. Através desta aplicação, que também emite facturas certificadas, qualquer despesa ou movimento bancário vai automaticamente para uma plataforma que sincroniza os extractos bancários de diferentes bancos e disponibiliza informação actualizada, agregada e fácil de analisar, em qualquer sítio e a qualquer hora.

Para Pedro Rocha Vieira, presidente da Beta-i, "esta vitória vem confirmar o valor do Lisbon Challenge como um programa de aceleração de excelência, bem como a qualidade das start-ups nacionais e internacionais que o programa tem vindo a atrair."

* Inteligência portuguesa, pois claro!

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ESTES PUBLICITÁRIOS



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 HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Quatro solicitadores 
acompanharam as buscas da PJ

A Câmara dos Solicitadores esclareceu esta quarta-feira que indicou ao Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa quatro representantes seus para acompanhar as buscas efetuadas pela PJ a escritórios de agente de execução. "Constata-se que foram levadas a cabo buscas a quatro escritórios de um mesmo agente de execução", refere, em comunicado, a Câmara dos Solicitadores, sem adiantar mais pormenores sobre o caso em concreto. 
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Segundo fontes ligadas ao processo, a investigação prende-se com o alegado desvio de verbas de clientes por parte de um agente de execução, que se intitula presidente da Associação dos Agentes de Execução. 

Sobre a AAE, o comunicado sublinha que essa associação, "a existir, não tem qualquer ligação à Câmara dos Solicitadores (entidade que tutela os agentes de execução), bem aos seus dirigentes". A Câmara dos Solicitadores acrescenta que tem desenvolvido um "trabalho muito profundo de monotorização das contas-clientes de agentes de execução, colaborando com a Comissão para o Acompanhamento dos Auxiliares de Justiça (CAAJ), órgão administrativo autónomo responsável pela fiscalização e disciplina dos agentes de execução. "Quando, através da monitorização são detetados movimentos irregulares nas contas-cliente, compete à CAAJ instaurar os necessários processos disciplinares e comunicar às autoridades judiciais", adianta a nota da Câmara dos Solicitadores. 

A realização das buscas pela PJ foi previamente comunicada à Câmara dos Solicitadores, tendo sido destacados elementos do Conselho Regional Norte e do Conselho Regional Sul da Câmara dos Solicitadores para fazerem o acompanhamento das diligências nos escritórios, três deles em Lisboa e outro no Norte, de acordo com fontes contactadas pela Lusa. Eventuais buscas à residência de agentes de execução não têm que ser comunicadas à Câmara dos Solicitadores desde que se prove que não funcionam como escritório ou local de trabalho destes profissionais liberais. 

Entretanto, responsáveis do setor disseram à Lusa não reconhecer representatividade à AAE, associação presidida por Francisco Duarte e que tem uma página na rede social 'Facebook'. Quanto às buscas hoje realizadas pela PJ, numa investigação dirigida pelo Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa, o presidente da Câmara dos Solicitadores, José Carlos Resende, mostrou-se satisfeito com a atuação policial porque, disse, tem um efeito "profilático" e preventivo numa atividade que envolve 1.300 profissionais que, anualmente, movimentam entre 500 e 600 milhões de euros. A CAAJ e o DIAP celebraram um protocolo institucional que simplifica a colaboração e a articulação entre as duas entidades nos casos que tenham relevância criminal para o Ministério Público.

* Não confunda, Câmara dos Solicitadores é entidade que não está a ser alvo de buscas, a AAE pode ser uma manhosice para sacar dinheiro.


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VAI ACAMPAR?

TEMOS IDEIAS!


Misture uma parte de óleo de "tea tree"com duas de água e verta para um fraco spray,  pulverize o interior do  calçado com que anda no campo.

Faça sabonetes de uso único, com um descascador de vegetais e uma barra de sabão.

Se tiver paciência faça pão para sandes, com uma lata cilíndrica.

Junte um foco de cabeça a um bidon de água e fica com uma lanterna grande.

Uma lata de  café ou cereais com uma ranhura e cordel, fazem suporte protector de papel higiénico.


Um frasco de compota ou qualquer outro produto,no qual colocou uma vela, formam uma lanterna portátil sem queimar a mão.

Com um velho cinto e ganchos à roda duma árvore pendure o trem de cozinha.


"Atapetando" o chão da tenda com quadrados de espuma, melhora o conforto do espaço.


Prefira sacos cama duplos.

Pinte o interior dum frasco transparente com tinta fosforescente, obtém uma belíssima luz de presença.

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