29/09/2014

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287.UNIÃO


EUROPEIA















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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Portugal no 21.º lugar em 'ranking' de 37 países relativo ao salário médio anual

Portugal ocupa a 21.ª posição entre 37 países da Europa, Médio-Oriente e África no que se refere ao salário médio líquido anual de um profissional sénior, num 'ranking' liderado pela Suíça, Noruega e Dinamarca. 

De acordo com as conclusões de um estudo da consultora Mercer sobre os custos totais do trabalho no mundo, divulgado esta segunda-feira, 29 de Setembro, em Portugal o valor médio de salário líquido anual para profissionais seniores é de 28.194 dólares, o que compara com os 129.329 dólares da líder Suíça, os 98.778 dólares da Noruega (que surge na segunda posição) e os 95.137 dólares da Dinamarca (terceiro lugar). 

No extremo inverso surge a Argélia, cuja remuneração média anual é de 14.181 dólares.

Já nos países analisados na região Ásia-Pacífico, a Índia surge com o salário líquido anual mais baixo para um profissional sénior (6.585 dólares), sendo que este valor representa apenas 10% do salário mais elevado oferecido na mesma região (67.358 dólares pagos na Austrália para a mesma função).

Quanto ao continente americano, o primeiro lugar é ocupado pelo Canadá, que regista um valor de 64.107 dólares, seguido dos EUA (61.152 dólares) e de Porto Rico (55.897 dólares), enquanto em último lugar surge o México, com 22.317 dólares.

Entre os países avaliados, a Mercer destaca ainda a França como o que apresenta o valor mais alto de contribuição obrigatória do empregador sobre a percentagem do salário-base anual (45,2%), sendo que, na América, o país em que o peso do salário em proporção ao total de custos de trabalho é mais alto para cargos de administração e posições seniores é os EUA.

No trabalho faz-se notar que um salário-base anual elevado "não corresponde, necessariamente, ao custo total de um colaborador para uma empresa", já que "o custo total de contratar alguém implica a soma de todos os custos directos e indirectos atribuídos aos colaboradores, o que inclui o salário-base, benefícios, contribuições para a Segurança Social e impostos".

"O custo total de contratar um colaborador é consideravelmente mais elevado do que apenas o seu salário mensal, embora os colaboradores utilizem esta medida para avaliar outras potenciais posições similares no mercado", refere o responsável de Estudos de Mercado da Mercer Portugal, Tiago Borges.

Neste sentido, sustenta, também "as empresas quando contratam devem ter a responsabilidade de não só obter uma compreensão completa dos custos totais - por posição e geograficamente - e como é que estes se comparam no mercado, como também comunicar o valor real dos pacotes de compensação para os atuais e potenciais colaboradores".

"Desenhar um pacote de compensação atractivo que favoreça tanto o colaborador como o empregador é um dos principais e mais difíceis desafios dos departamentos de recursos humanos, especialmente para organizações multinacionais que têm de considerar o custo total de contratações, o qual implica a soma da remuneração total anual mais as contribuições obrigatórias do empregador", sustenta.

* Não se conhecem os nomes da listagem para tudo ficar mais claro


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BRASIL REDUZ EM 50% O
NÚMERO DE PESSOAS
QUE PASSAM FOME



 INFORMAÇÃO ONU

 * EM PORTUGAL AUMENTA O NÚMERO DE PESSOAS QUE PASSAM FOME


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16- A HISTÓRIA



DO AUTOMÓVEL



MAIS HISTÓRIAS NA HISTÓRIA





ATENÇÃO SRS./AS VISITADORES/AS
Esta série foi difundida pela TVE, Rede Minas, em 1986, é portanto muito datada. No entanto até à data indicada, o seu conteúdo tem rigor histórico.


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HOJE NO
"DESTAK"

António José Seguro renuncia ao 
seu lugar no Conselho de Estado 

O secretário-geral do PS, António José Seguro, pediu hoje, em carta à presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, a sua renúncia ao lugar no Conselho de Estado, disse à agência Lusa fonte oficial dos socialistas. 


O pedido de renúncia de António José Seguro foi dirigido a Assunção Esteves por ter sido eleito para o Conselho de Estado pela Assembleia da República e a sua decisão decorreu do facto de o seu mandato neste órgão estar associado ao exercício das funções de secretário-geral do PS.

 "Em coerência com o seu pedido de demissão do cargo de secretário-geral do PS [na noite de domingo], António José Seguro entendeu também renunciar ao Conselho de Estado", acrescentou a mesma fonte. 

* Demissão lógica, no cumprimento da palavra dada, algumas considerações:
 - Nunca a comunicação social denunciou actos "menos" lícitos na vida pública e privada de António José Seguro, todos nós sabemos da avidez jornalística, não que seja negativa, mas porque no caso, Seguro, tem percurso limpo.
 - Os socialistas e simpatizantes votaram em António Costa cuja equipa da campanha cometeu uma  desonestidadezinha ao enviar sms's para os votantes no próprio dia do acto eleitoral, ainda bem que desde o início os apaniguados de Costa se revelam, para não restarem dúvidas, foi lapso o "tanas"!
 - Socrates=Passos Coelho=Costa, nada de relevante os diferencia, a não ser uma maior falta de educação em Socrates,  remediada inteligência  em Coelho e maior viscosidade em António Costa.
 - Preparemo-nos para um nefasto Bloco Central protagonizado por Rui Rio e o novo líder do PS.


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Dierks Bentley


Every Mile A Memory




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HOJE NO
"i"

Conselho Económico e Social diz que
. politica de crescimento nas GOP está
. desarticulada da política de emprego

O CES chama ainda a atenção para o facto de a proposta do governo não dar informação "sobre a intenção ou não de reduzir os rendimentos dos pensionistas"

O Conselho Económico e Social (CES) considera que a política de crescimento explicita na proposta governamental de Grandes Opções do Plano (GOP) para 2015 esta desarticulada da política de emprego, refere um documento hoje enviado aos parceiros sociais. 
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SILVA PENEDA - PRESIDENTE DO CES
"A desarticulação da política de crescimento com a política de emprego é evidente, baseando-se na continuação dos programas de apoio às empresas para a contratação de trabalhadores a baixo ou nenhum custo", é afirmado no projeto de parecer sobre as GOP que o plenário do CES deverá aprovar na terça-feira, a que a agência Lusa teve acesso. 


O CES considera também que "não é dada a devida relevância às medidas de combate ao desemprego por via da qualificação ou da requalificação dos trabalhadores, com especial incidência no desemprego de longa duração". 

"Por outro lado, nada é afirmado quanto à política de rendimentos nem quanto ao salário mínimo e à contratação coletiva", salienta o documento, que ainda poderá sofrer alterações no âmbito da sua discussão em plenário. 

Quanto às políticas sociais previstas nas GOP, o CES considera que elas se limitam "à descrição de um conjunto de medidas com pendor assistencialista, não havendo a adequada articulação com a política de rendimentos e com a política de emprego, condição fundamental para a autonomia das pessoas e sustentabilidade das suas perspetivas futuras". 

"O CES não pode deixar de demonstrar a sua preocupação face à ausência de referências às prestações sociais num quadro de contínua degradação das mesmas, bem como dos custos com bens e serviços básicos (saúde, educação, habitação, energia, transportes, etc.) suportados pelas pessoas", é assumido no documento que teve como relator o conselheiro Adriano Pimpão. 

O CES chama ainda a atenção para o facto de a proposta do governo não dar informação "sobre a intenção ou não de reduzir os rendimentos dos pensionistas". 


No projeto de parecer o CES recomenda que "a transferência de competências, que se está a operar para o sector social, não ponha em causa o acesso das famílias de muito baixos rendimentos aos apoios, nomeadamente à infância e aos idosos, e que são parte integrante das funções sociais da responsabilidade do Estado". 

O Conselho Económico defende também uma mudança de política para a Administração Pública, orientada para a qualificação dos seus quadros e para um melhor acesso dos cidadãos aos serviços públicos. 

No projeto de parecer sobre as GOP para 2015, aprovado pela Comissão Especializada em Política Económica e Social (CEPES) do CES na quinta-feira, o CES chama a atenção para a ausência de referência às políticas de Reforma do Estado, “limitando-se as GOP a enunciar as medidas de reestruturação da Administração Pública, nomeadamente as que se referem à gestão de recursos humanos”.
Estas medidas reforçaram a preocupação do CES, que teme “a transformação da chamada reforma da Administração Pública num instrumento para reduzir ainda mais, o número de trabalhadores e as suas remunerações, bem como para reduzir as prestações sociais e os serviços públicos prestados”. 

“O redimensionamento da Administração Pública parece centrar-se essencialmente na redução de efetivos, quando em três anos já houve uma redução de 60.000 postos de trabalho”, afirma o CES.
No documento, o Conselho Económico e Social defende que o crescimento económico deveria ser a prioridade do Governo para o próximo ano e que isso deveria estar expresso nas Grandes Opções do Plano (GOP) para 2015. 

O CES considera que, “sem um crescimento económico médio anual nos próximos anos de cerca de 2% a 2,5%, não haverá qualquer esperança para a criação de emprego produtivo, nem será possível cumprir o Tratado Orçamental sem a existência de altos níveis de austeridade". 

"No texto das GOP 2014 afirmava-se que se iria iniciar um novo ciclo. Porém, ao ler o projeto das GOP para 2015, verifica-se que vai continuar a existir uma evidente dependência da economia real face à economia financeira. A orientação geral para 2015 é assim e a este respeito, a mesma que tem vigorado no passado recente", refere o CES. 


O CES considera que o documento das Grandes Opções do Plano (GOP) não apresenta uma orientação estratégica para 2015 e falha enquanto proposta do Governo. 

O documento do CES afirma que a proposta de GOP do Governo não cumpre "o objectivo de apresentação duma orientação estratégica para 2015 e limita-se em grande parte a descrever as medidas adoptadas pelo Governo nos últimos 3 anos". 

O CES criticou ainda que as GOP não falem da posição de Portugal face ao euro e recomendou que isso seja incluído no texto das GOP. 

O CES recomenda que esta análise faça parte do texto do documento das GOP porque considera que "sem o conhecimento da posição de Portugal sobre as reformas a operar na zona euro é muito difícil analisar estrategicamente o futuro do País". 

O Conselho Económico e Social (CES) criticou também a falta de cenário macroeconómico para 2015 na proposta de Grandes Opções do Plano do Governo e considerou que essa lacuna dificulta uma avaliação da política económica para 2015. 

Para o Conselho Económico e Social "estas falhas desvalorizam o documento das GOP e inviabilizam em grande parte o exercício de audição do CES na base da fundamentação quantificada desse mesmo exercício e do consequente contraditório por parte do Governo". 

No projeto de parecer o CES volta a insistir na necessidade de reduzir a carga fiscal sobre as famílias, com o objetivo de dinamizar a procura interna e o mercado doméstico. 

* Não há volta a dar, a incompetência é apanágio deste governo, os ministros, com raras excepções, são são uns fala-baratos, já foram dois  ao "Perdoa-me", está na hora de irem para casa.



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