26/02/2014

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8.O MELHOR
 DA ARTE
ARTE DO EGIPTO

O chanceler Nakhti (1984)

Cada episódio é dedicado a um grande trabalho de arte da coleção dos museus do Louvre, Antiquities Museum of Saint Germain, Orsay, Rodin e Guimet. A série mostra obras como a Monalisa e os tesouros do budismo. Um trabalho único sobre história da arte.

 

 

 

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HOJE NO
  "A BOLA"

 «Não merecia este castigo» - Ronaldo

Está de volta o melhor do Mundo. Dois golos e duas assistências (ambas de calcanhar) de Cristiano Ronaldo na vitória do Real Madrid em Gelsenkirchen no regresso aos relvados após três jogos de castigo no campeonato espanhol.

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«O que passou, passou. Fiquei frustrado porque não merecia este castigo mas, agora, estou feliz», disse o internacional português, que teve oportunidades suficientes para fazer mais golos: «O guarda-redes do Schalke (Fahrmann) esteve bem. Acredito muito no meu potencial, os meus companheiros ajudam muito e na segunda parte consegui marcar dois golos.»

Sobre o terrível trio da ataque - Ronaldo, Benzema e Bale, que dividiu despesas na Alemanha: «Estivemos bem os três porque fizemos os golos mas todos estiveram bem, desde Iker (Casillas), ao meio campo e à defesa. Todos fizeram um grande trabalho. Estamos num bom momento.»

«Penso que temos feito bons jogos esta temporada, não foi só hoje. O Schalke não esteve ao seu melhor nível. Estamos satisfeitos porque ficamos perto da próxima fase», atirou, antes de projetar o próximo jogo: derby com o Atlético Madrid.

«Vamos motivados, isso é essencial. Somos o Real e vamos tentar ganhar no Calderón.»
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* Ronaldo, um craque.

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Paco de Lucia





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HOJE NO

"AÇORIANO ORIENTAL"

Carne mal passada pode causar 
risco de demência e Alzheimer

A carne mal passada no forno, grelha ou frigideira produz substâncias químicas que podem aumentar o risco de demência e Alzheimer, sugere um estudo hoje publicado por investigadores norte-americanos.
 
Os especialistas do Departamento da Divisão de Geriatria e Diabetes Experimental alimentaram ratos com uma dieta rica em produtos finais da glicação avançada (AGE), que têm sido associados a doenças como a diabetes tipo 2, e verificaram que as AGE tinham uma dosagem de proteínas consideradas perigosas para o cérebro e função cognitiva.

Uma dieta rica em AGE afeta a química do cérebro, resumem os especialistas que assinalam que os resultados foram “convincentes”, mas não forneceram “respostas definitivas”.

De acordo com a BBC, especialistas da Escola de Medicina Icahn no hospital Monte Sinai, em Nova Iorque, testaram o efeito de AGE em ratos e pessoas, e publicaram a experiência com animais na revista Proceedings of the National Academy of Sciences dos Estados Unidos.

Segundo os investigadores, as experiências revelaram uma acumulação de 'beta amilóide', uma proteína que é descrita como característica da doença de Alzheimer.

“Concluímos que a demência relacionada com a idade pode ser causalmente associada a altos níveis de alimentos com AGE”, anunciaram os investigadores, sublinhando que “é importante ressalvar que a redução de AGE derivados de alimentos é viável e pode fornecer uma estratégia de tratamento eficaz”.

O responsável pela instituição de pesquisa sobre a doença de Alzheimer na Grã-Bretanha, Simon Ridley, lembrou que em estudos anteriores a diabetes foi associada a um risco acrescido de demência, pelo que “este pequeno estudo fornece uma nova visão sobre alguns dos possíveis processos moleculares que podem ligar as duas doenças”.

“É importante notar que as pessoas que participaram neste estudo não têm demência. Este assunto até agora não foi bem estudado em seres humanos e ainda não sabemos se a quantidade de AGE na dieta pode afetar o nosso risco de demência”, afirmou Simon Ridley.

* Uma notícia sem base científica que pode assustar muita gente.


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MERGULHANDO NO AZUL


VEJA EM TELA CHEIA

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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Barómetro Kaisen 
77% dos empresários querem 
programa cautelar

Uma maioria significativa de 77% de empresários do painel do Instituto Kaisen considera que o país deve seguir para a protecção de um programa cautelar patrocinado pela União Europeia depois de findo o programa de assistência financeira da 'troika'. 


O painel - que é já composto por mais de 130 empresas e onde se encontram organizações tão relevantes como a Sonae, a Corticeira Amorim, a CIN, o Banco Popular e a Caixa Geral de Depósitos, entre muitos outros - constata que apenas 12% dos inquiridos considera "desnecessário" um programa cautelar, enquanto que 11% dos empresários acha esse programa "negativo para o país".

Para António Costa, manager para a Península Ibérica do Instituto Kaisen, estes dados "não deixam dúvidas sobre o sentido das preferências dos empresários" - que, aliás, seguem em linha com o que o PSD, um dos partidos membros da coligação que sustenta o Governo, considerou ontem prioritário, segundo disse Miguel Frasquilho em declarações públicas.

Por outro lado, o painel Kaiden alia a preferência pela protecção de um programa cautelar a uma clara melhoria das perspectivas de evolução da economia para 2014, quando comparadas com 2013. De facto, uma maioria confortável de 70% dos inquiridos considera que o desempenho da economia em 2014 será melhor que em 2013 e apenas 5% acha que será ainda pior.

A percentagem de optimistas baixa para os 65% quando a pergunta colocada pela Kaisen é relativa à capacidade de o país regressar aos mercados e sustentar a angariação de financiamento soberano em condições de igualdade com as restantes economias. Cerca de 35% dos inquiridos considera que a economia portuguesa ainda não está em condições e absorver o impacto do regresso aos mercados da dívida.

Como disse António Costa, o painel - que revela indicadores trimestrais - está neste momento e em termos de avaliação da confiança dos empresários no ambiente económico, no seu ponto mais elevado: 11,3 (em 20) pontos. Este indicador passou para o lado positivo pela primeira vez em Julho de 2013, depois de ter passado a primeira parte desse ano em valores negativos. De qualquer modo, os 11,3 pontos apresentados não são ainda de molde a conferir sustentabilidade às respostas positivas - apesar de indicar o sentimento de que a envolvente económica (ou a sua percepção) está a caminhar no sentido positivo.

Reendustrialização
No que diz respeito àquilo que o painel considera serem as grandes apostas da economia, a industrialização surge em primeiro lugar (com 61% das respostas), bem longe da economia do mar (16%) e do turismo (13%). Já em termos de diplomacia económica, os empresários consideram que Angola (referida 49% das vezes), Brasil (46%), Magrebe (37%) e Moçambique (35%) devem ser os mercados prioritários - o que, de algum modo, revela um distanciamento significativo entre a vontade das empresas e os discursos oficiais (por parte do governo angolano e ao mais alto nível) de afastamento entre as duas economias. Num quadro onde há apenas 10 entradas (sendo que a décima é 'outras') a única economia europeia merecer referência é a espanhola (21%), num modesto oitavo lugar.

A acreditar na Kaisen, a Venezuela também parece ter passado de moda: surge em nono lugar, com apenas 4% de referências - bem menos que os 28% conseguidos pela 'vizinha' Colômbia.
Em termos das organizações, os empresários indicam o 'aumento da rentabilidade' e a 'abertura de novos mercados' como apostas prioritárias para 2014. De algum modo surpreendente, n um quadro com nove entradas (a última é 'outras'), a 'redução do endividamento surge apenas na penúltima posição - apesar de, ao longo de 2013, o mesmo painel ter afirmado que o 'acesso ao crédito' era o principal problema das empresas.

O painel Kaisen já tem mais de 130 empresários e os seus responsáveis - o instituto é dirigido em Portugal por Euclides Coimbra - querem continuar a aumentar o seu espectro, no sentido de adicionar cada vez mais credibilidade e exposição ao barómetro.

* Claro que Portugal precisa de um programa cautelar.

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 CAROCHAS



















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