11/11/2013

FERNANDA CÂNCIO

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Desonestidade máxima

Sabe o que é uma pensão mínima? A maioria não sabe, mas tem a ideia de que são pensões muito baixas, pagas aos "mais pobres dos pobres". Noção que a maioria PSD/CDS tem reforçado, ao acusar o PS do "crime de insensibilidade social" pelo "congelamento das pensões mínimas", apresentando-se como santa redentora de tão terrífica malvadez. 
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Ora,como a economista Mariana Trigo Pereira explica no Público de ontem, as "pensões mínimas" correspondem a "bonificações" que o Estado paga a quem ou não contribuiu para a Segurança Social ou contribuiu muito pouco, quer porque o fez poucos anos ou por o valor da contribuição ser muito baixo. Considerando dever haver um mínimo de rendimento, o Estado paga a diferença entre aquilo que as pessoas "teriam direito" a receber e um valor estabelecido por escalão (correspondente a anos de descontos). A média deste complemento é de cerca de 15% da pensão , mas em muitos casos é bastante superior. E como são muitas as pessoas a receber, o valor em causa é de mais de dois mil milhões de euros.

Assim explicado, dir-se-ia que a pensão mínima funciona como um rendimento social de inserção para reformados: a certificação de um limiar de rendimento que permita a sobrevivência. Mas, ao contrário do que se passa com o RSI (e com o complemento solidário para idosos, ou CSI, que, criado em 2005, permitiu baixar para metade a pobreza na terceira idade), não há "condição de recursos" nestes pagamentos. O Estado não cuida de saber se as pessoas precisam do que lhes dá a mais: paga e pronto. Um estudo de 2003, da autoria de Carlos Farinha Rodrigues e Miguel Gouveia, certifica que só pouco mais de um terço dos beneficiários das "pensões mínimas" podem ser classificados como pobres. Dito de outra forma: em pouco menos de 70% dos casos, o Estado poderia poupar o pagamento extra se exigisse aos beneficiários provarem precisar dele. E se até hoje ninguém teve coragem de a tomar, quando tudo se põe em causa no sistema de pensões esta é uma medida óbvia - e até Bagão Félix o admite , considerando "um erro" a "fixação governamental nas pensões mínimas".
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Sabendo-se que o Governo diminuiu, em 2013, o valor de referência (ou rendimento mínimo por pessoa) do CSI de 5022 euros anuais para 4909, ou seja, de 418 para 409 euros/mês, prevendo poupar cerca de seis milhões de euros num universo de menos de 250 mil idosos, e anuncia para 2014 o aumento de 1% a uma parte das pensões mínimas, só se pode concluir que não são certamente a "sensibilidade social" e a equidade a nortear as suas opções. Tão-pouco o cuidado com as finanças públicas: é só a baixa política de quem entre a defesa dos pobres e a mais demagógica das propagandas opta, sem hesitar, pela segunda - enquanto se persigna.

IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
08/11/13

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 1.UNIÃO


 EUROPEIA






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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS/
/DINHEIRO VIVO"

Presidente executivos, advogados e pivots
. de rádio ou TV são os mais psicopatas

Presidentes executivos (CEO), advogados e profissionais da televisão ou rádio são as profissões com as personalidades mais psicopatas, segundo estudo do psicólogo, Kevin Dutton, da Universidade de Oxford.

De acordo com esta análise, citada pelo site norte-americano especialista em assuntos de media, Mediaite, os CEO, advogados e pivots de TV ou rádio são as três profissões em que, geralmente, as personalidades requerem uma grande dose de manipulação.
Mas a lista de profissões com as personalidades mais psicopatas continua com os vendedores, que vêm em 4.º lugar, seguidos dos cirurgiões (5.), jornalistas (6.º), polícias (7.º), membros da igreja (8.º), chefs (9.º) e funcionários públicos (10.º).

No lado oposto, ou seja, no das profissões com menos "índice de psicopatia" estão as pessoas que ajudam na área da saúde, enfermeiros (2.º), terapeutas (3.º), artesãos (4.º), esteticistas e estilistas (5.º), técnicos na área da caridade (6.º), professores (7.º), artistas/criativos (8.º), médico (9.º) e responsáveis por clientes numa empresa (10.º).

* SEM PALAVRAS...ATÃO E OS POLÍTICOS???


(CLIQUE)

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 1.2-O CÉREBRO
INCONSCIENTE




Mais de 90 % das nossas ações diárias, tais como beber um café, mudar de canal ou abrir uma porta, fazem-se inconscientemente através de uma espécie de piloto automático que temos no cérebro. 

Com a ajuda de alguns dos neurocientistas mais prestigiados do mundo, como os professores Allan Snyder ou John Bargh, veremos quais são os mecanismos que regem estes processos e, em que medida, o cérebro inconsciente é capaz de moldar a nossa atenção, perceção e memória. 

Na verdade, investigações recentes já revelaram que o inconsciente determina também decisões mais importantes, como por exemplo, escolher o nosso companheiro afetivo ou pilotar um caça de combate. 

O Odisseia tem o prazer de apresentar este apaixonante documentário sobre o cérebro inconsciente, em que desafiaremos os espectadores através de divertidos e interessantes desafios mentais. Descobriremos que enganar o nosso próprio cérebro é muito mais fácil do que pensamos.

 

FONTE: ReVCieN - Revolução Científica



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HOJE NO
"RECORD"

Nuria Llagostera suspensa por doping

A espanhola Nuria Llagostera Vives, especialistas de pares, foi hoje suspensa por dois anos pela Federação Internacional de Ténis (ITF) devido a um controlo antidoping um positivo, por metanfetamina. 
 
PATROCINADOR PRECISA-SE
Aos 33 anos, Nuria Llagostera Vives, que chegou ser número cinco mundial de pares em 2009, teve um controlo positivo no torneio de Stanford e foi suspensa por dois anos, a contar desde 7 de setembro de 2013.

A espanhola, vencedora de dois torneios de singulares, conquistou 16 títulos em pares, sobretudo com Maria Jose Martinez e Arantxa Parra Santonja.

* Com estas notícias já nem sabemos muito bem o que é a verdade desportiva, ainda por cima com atletas a pedirem para ser branqueados ...


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Janita Salomé




Redondo Vocábulo





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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Mais de metade da população portuguesa
. recebe uma prestação social

O ministro Pedro Mota Soares revelou, esta segunda-feira, que mais de metade da população portuguesa recebe uma qualquer prestação social, defendendo que o Rendimento Social de Inserção é uma prestação em contraciclo. 

Em declarações aos deputados das Comissões de Orçamento, Finanças e Administração Pública e Segurança Social e Trabalho, onde está a ser ouvido no âmbito da discussão na especialidade do Orçamento do Estado para 2014, Pedro Mota Soares revelou que entre 2011 e 2013 houve um aumento de 10 pontos percentuais no número de pessoas que recebe uma qualquer prestação social. 

"Neste momento, face ao período em que Portugal entrou em assistência financeira, ou seja, em final do primeiro trimestre de 2011, a taxa de cobertura social passou de 47% para 57% neste momento", revelou o ministro, referindo-se à taxa de cobertura das prestações sociais.

Especificamente sobre o Rendimento Social de Inserção (RSI), Mota Soares defendeu que se trata de uma prestação social em contraciclo, negando que haja uma relação direta entre o ciclo económico e a dimensão financeira desta prestação social.


Pegando no histórico do RSI, o ministro apontou que em 2004 a despesa com esta prestação era de 241 milhões de euros, valor que aumenta em 2010 para cerca de 520 milhões de euros.
"Esta prestação veio a subir até em contraciclo, até num tempo em que a economia estava melhor do que o que está hoje. Não há uma ligação direta entre o ciclo económico e a dimensão financeira desta prestação", defendeu o governante.

Acrescentou, por outro lado, que em matéria de prazo médio para a entrega do RSI, em 2004 eram oito meses e que em 2011, esse prazo aumentou para os 32 meses.
Na opinião do ministro, isso demonstra que esta prestação, apesar de fazer sentido por ser uma prestação de inserção, não estava a funcionar como uma prestação com o objetivo de melhorar a empregabilidade dos beneficiários ou de melhorar a sua inserção na comunidade.


De acordo com Mota Soares, foi por isso que o Governo introduziu alterações que servem para reforçar a componente em que os beneficiários têm direitos, mas também deveres.
Já em relação ao Complemento Solidário para Idosos (CSI), o ministro apontou que a verba inscrita no Orçamento do Estado 2013 é de 243 milhões de euros, valor que aumenta para os 260 milhões de euros no Orçamento do Estado para 2014.
Mota Soares lembrou que estes idosos "continuam a receber outras prestações sociais, nomeadamente pensões".

O ministro sublinhou que as pensões destes idosos são "muito baixas" e tiveram, por isso, direito a uma atualização ao valor da inflação previsto para 2014, de 1%.

De acordo com Mota Soares existem atualmente 200 mil beneficiários do CSI, enquanto idosos a receber uma pensão mínima, social ou rural são já 1.100 milhões.
"O esforço financeiro para aumentar as pensões mínimas, sociais e rurais é muito maior do que para aumentar o CSI", justificou Mota Soares.

O secretário de Estado da Solidariedade, por seu lado, aproveitou para lembrar que, em matéria de deficiência, foi paga a pensão de sobrevivência, em 2012, a perto de 677 mil pessoas com deficiência, número que, este ano, se aproxima das 700 mil pessoas.
Agostinho Branquinho revelou, por outro lado, que em relação às pessoas que estão envolvidas no regime geral do regime contributivo, "há um aumento significativo entre 2010 e 2013".
"Para simplificar a análise, de 611 mil pessoas em 2010 para quase 650 mil pessoas em 2013", sublinhou.

Disse, por último, que o Governo pagou 315 mil euros, "há algumas semanas" de apoio ao funcionamento de instituições na área da deficiência.

* Os sucessivos governos de Portugal em vez de criarem condições de vida e trabalho, transformaram mais de metade dos portugueses em mendigos encartados, miseráveis.


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