11/11/2013

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 PÓS GRADUAÇÃO
EM PULHÍTICA





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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

OMS: Faltam 7,2 milhões de profissionais
. de Saúde e em 2035 faltarão quase o dobro

A Organização Mundial de Saúde (OMS) alerta hoje que faltam 7,2 milhões de profissionais de saúde no mundo e que o défice subirá para 12,9 milhões até 2035, com graves implicações para milhares de milhões de pessoas.
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As conclusões constam do estudo "Uma verdade universal: Não há saúde sem profissionais", hoje divulgado pela OMS durante o terceiro Fórum Global sobre os Recursos Humanos da Saúde, que reúne mais de 1.300 participantes de 85 países, incluindo 40 ministros da Saúde, no Recife, Brasil.

Embora reconheça haver melhorias desde o último estudo sobre o assunto, em 2006, o relatório indica que 83 dos 186 países com informação disponível, ou seja 44,6%, ainda não atingiram sequer o patamar mínimo definido pelo Relatório Mundial de Saúde de 2006, que prevê 22,8 profissionais de saúde qualificados por cada 10.000 habitantes.

Outros 17 países (9,1%) ultrapassam aquele limiar, mas não atingem a meta da Organização Internacional de Trabalho, que aponta para 34,5 profissionais de saúde qualificados por 10.000 habitantes e há ainda 18 países (9,7%) que atingem esta meta, mas não o patamar dos 59,4 profissionais para 10.000 cidadãos.

Do total, apenas 68 países (36,6%) atingem ou ultrapassam esta última meta, revela a agência da ONU para a saúde.

No relatório, a OMS alerta que mais grave é o que se antevê para o futuro, já que as estimativas da organização apontam para um défice global de 12,9 milhões de profissionais, incluindo médicos, enfermeiros e parteiras, até 2035.

Em causa, avança o relatório, está o envelhecimento dos profissionais de saúde, que se reformam ou deixam a profissão por empregos mais bem pagos sem serem substituídos, assim como o facto de serem poucos os jovens a entrar no sector da saúde ou a receber a formação adequada.

A situação é tanto mais grave quanto coincide com um aumento da procura, não só porque a população mundial continua a aumentar, mas também porque é cada vez maior o risco de doenças não transmissíveis como o cancro e as doenças cardiovasculares, entre outras.
Além disso, sublinha a OMS, as migrações internas e internacionais de profissionais de saúde tendem a exacerbar as desigualdades regionais.

"As fundações para uma força de trabalho forte e eficaz na saúde para o futuro estão a corroer-se diante dos nossos olhos por não estarmos a fazer corresponder a formação de profissionais com a procura das populações de amanhã", diz a directora-geral adjunta da OMS para os sistemas de saúde e a inovação, Marie-Paule Kieny.

Para evitar o pior, acrescenta a responsável, é preciso "repensar a forma como se ensina, como se forma, como se coloca e como se paga aos trabalhadores da saúde para que o seu impacto seja maior".

Embora a Ásia seja a região onde se prevêem maiores falhas em termos numéricos, é na África subsaariana que o défice se fará sentir de forma mais aguda, estima a OMS, que alerta que nos 47 países daquela sub-região há apenas 168 escolas de medicina; há 11 Estados sem qualquer escola de medicina e 24 países têm apenas uma.

Na região das Américas, 70% dos países têm pessoal de saúde suficiente para assegurar os serviços básicos de saúde, mas muitos países ainda têm dificuldades ligadas à distribuição dos profissionais, às suas migrações e à qualidade da sua formação.

A OMS pede a todos os países, incluindo os mais desenvolvidos, que estejam atentos aos sinais de alerta, sublinhando que 40% dos enfermeiros nos países ricos irão abandonar o sector na próxima década.

Com uma profissão exigente e uma remuneração relativamente baixa, muitos jovens profissionais de saúde têm poucos incentivos para permanecer na profissão, alerta a organização.

* E nós andamos a "exportar" excelentes profissionais ao preço da uva mijona, pode haver governo mais perdulário....

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HOJE NO
"DESTAK"

Reconstrução mamária 
Um contributo para a cura 

A reconstrução mamária não cura o cancro da mama, mas é um passo importante para a recuperação. 

Pode não ter influência na cura do cancro que é a doença oncológica de maior incidência na mulher portuguesa e nos países desenvolvidos, matando todos os anos 1.800 portuguesas – cinco mortes por dia -, levando ainda outras seis mil a integrarem as estatísticas de novos casos. Mas devolver as curvas roubadas pelo cancro da mama, como reforça ao Destak Manuel Caneira, especialista em cirurgia plástica, reconstrutiva e estética do Hospital CUF Descobertas, «permite à mulher uma recuperação emocional mais rápida e minimizar a sensação de perda». 


Por isso, o especialista não duvida que, neste sentido, a reconstrução «contribui claramente para a "cura" da situação tendo em conta a doente como um todo». Em outubro, mês de luta contra o cancro da mama, multiplicatam-se as iniciativas que visam alertar para a doença, as dicas para o autoexame e mamografia, formas de diagnóstico precoce, os diferentes tratamentos que permitem levar de vencida a doença e a reconstrução mamária, que devolve à mulher a figura entretanto perdida. 

Uma reconstrução que, explica o médico, «pode ser feita com recurso a implantes, sendo essa provavelmente a modalidade mais frequente, mas pode ser também efectuada apenas com tecidos da própria doente (com os designados retalhos)». Apesar de ser possível em todas as idades, a reconstrução mamária deve, ser adequada «a cada caso», o que deve ter em conta não só a idade, mas «fatores como hábitos, nomeadamente desportivos, biotipo (que condicionam os tecidos disponíveis para reconstrução) ou cicatrizes previamente existentes». 

 E o tempo de recuperação deste procedimento que, como qualquer outra cirurgia, tem os seus riscos, «atualmente muito reduzidos» se se tiverem em conta as especificidades de cada mulher. «De uma forma geral, se não existirem impedimentos, o processo de reconstrução total dura entre 6 meses a um ano dependendo das técnicas utilizadas», confirma o especialista. 


O risco da austeridade Aumentando de incidência com a idade, o cancro da mama «também atinge muitas mulheres no seu período de maior produtividade e pujança física e intelectual», confirma Vítor Veloso, presidente do núcleo regional do Norte da Liga Portuguesa contra o Cancro, que chama a atenção para «o aumento de incidência», embora «percentualmente a mortalidade já comece a diminuir no nosso país». Por isso, o especialista só espera que «os anunciados “racionamentos” na saúde, nomeadamente a nível do tratamento do cancro, não façam diminuir a cura e a sobrevivência».

* Esta luta é de todos, mulheres e homens.

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 A MAL AMADA




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HOJE NO
"i"

Proprietários registam 82% de
 casos de carência económica 
entre actualizações de renda

Nas atualizações das rendas comerciais, 95% dos arrendatários alegaram o estatuto de microentidade e, assim, em 85% dos casos foi aplicada a atualização com base nos 1/15 do valor tributário do locado

A Associação Lisbonense de Proprietários (ALP) informou hoje que, entre os seus associados, 82% dos processos de atualização do valor da renda, no âmbito da nova lei, foram travados devido a carência económica dos inquilinos.

Em comunicado, a ALP, que tem mais de dez mil associados, reafirmou que, ainda assim, a reforma atenuou o “vergonhoso congelamento das rendas”.

Segundo a nota, 65% dos casos de rendas mediados pela ALP foram fixados com base em 17% do Rendimento Anual Bruto Corrigido (RABC) das famílias, enquanto 30% de casos ficaram fixados nos 10% do RABC.

“Uma parcela de 5% dos casos do universo ALP viu a atualização fixar-se em 25% do RABC do agregado familiar”, acrescentou ainda a associação, indicando ter mediado 3.811 processos de atualização de renda durante o primeiro ano de vigência da lei.

A carência económica coloca limites máximos na atualização das rendas: 10% para rendimentos das famílias até 500 euros mensais, 17% para agregados com rendimentos até 1.500 euros e 25% nos restantes casos.

A APL contabilizou que “apenas 5% dos arrendatários não alegaram carência económica”, tendo sido aplicado o aumento correspondente a 1/15 do valor tributário da casa, com exceção de 3% de casos, cujos aumentos de renda resultaram de acordos entre senhorios e inquilinos.

“Estes valores resultam num elevadíssimo número de proprietários que, nos próximos cinco anos de vigência do regime transitório de proteção ao inquilino, terão os seus imóveis arrendados por um valor inferior ao previsto na lei”, concluiu a ALP.

Os proprietários pedem, por isso, que o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) seja calculado com base no valor de renda “pago efetivamente pelo inquilino".

A ALP indicou que este regime foi disponibilizado quando ainda não tinha terminado a reavaliação dos imóveis, mas que houve pouca divulgação, pelo que mais de 90% dos associados da associação não formalizaram a tempo o seu pedido e não sabiam ainda o valor fiscal dos seus imóveis (outubro de 2011).

Nas atualizações das rendas comerciais, 95% dos arrendatários alegaram o estatuto de microentidade e, assim, em 85% dos casos foi aplicada a atualização com base nos 1/15 do valor tributário do locado.
“Nos restantes 15% a atualização da renda foi fixada por mútuo acordo”, lê-se no comunicado da associação.

Nas contas da associação existem “dois processos isolados de denúncia de contrato habitacional e uma denúncia isolada de contrato comercial (os três casos com direito a pagamento de indemnização/compensação)”.

Além disso, “10% dos inquilinos visados pelas atualizações de renda habitacional entregaram voluntariamente o locado, sem direito a indemnização, motivado pelo não uso do locado, tendo-se registado a mesma situação em 5% dos contratos comerciais”, contabilizaram os proprietários, que referem ser “muito escassos os litígios”.

O balanço feito pela APL de um ano de aplicação de renda é “positivo”, mas há a “inequívoca necessidade de possibilitar aos proprietários requererem um regime transitório de IMI devido ao elevadíssimo número de aumentos de rendas bloqueados pelo regime de carência económica invocado pelos inquilinos”.

A ALP pretende que esta cláusula de salvaguarda seja inscrita no Orçamento de Estado.


* Importa que haja justiça para ambos os lados.

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  5-SOPRA A DOCE BRISA...















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