06/11/2013

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REFORMAS POR TEMPO DE SERVIÇO 

 Leia é importante

Vamos acreditar que é possível mudar este país.
Depende de nós começarmos este movimento, ou então achar que não vale a pena e ficarmos apenas reclamando
Atenção PORTUGAL tem de ser agora.

FAMILIARES, AMIGOS, COLEGAS, CONHECIDOS... VAMOS ADERIR À PRESENTE "PEC" ( PROPOSTA DE EMENDA CONSTITUCIONAL), DE INICIATIVA POPULAR
Se hoje todos nós temos que trabalhar 
35 anospara conquistar a reforma, 
eles também podem fazer por merecer...

É assim que começa.

Cada destinatário deve encaminhar este e-mail a um mínimo de vinte pessoas da sua lista de endereços, e pedir a cada um deles para fazer o mesmo.
Dentro de três dias, a maioria das pessoas em Portugal terá esta mensagem. Esta é uma ideia que realmente deve ser considerada e divulgada para o Povo Português.

Emenda à Constituição

No que respeita aos regulamentos do exercício,
 deveres e direitos do deputado

1. O deputado será assalariado somente durante o mandato. Não haverá 'reforma pelo tempo de deputado', mas contará o prazo de mandato exercido para agregar ao seu tempo de serviço junto ao INSS referente ao seu trabalho como cidadão normal.

2 A Assembleia (deputados e funcionários) contribui para o INSS. Toda a contribuição (passada, presente e futura) para o fundo actual de reforma da Assembleia passará para o regime do INSS imediatamente. Os senhores deputados participarão dos benefícios dentro do regime do INSS, exactamente como todos outros portugueses. O fundo de reforma não pode ser usado para qualquer outra finalidade.

3. Os senhores deputados e assessores devem pagar os seus planos de reforma, assim como todos os outros portugueses.

4 Aos deputados fica vedado aumentar os seus próprios salários e gratificações fora dos padrões do crescimento de salários da população em geral, no mesmo período.

5. Os deputados e seus agregados perdem os seus actuais seguros de saúde, pagos pelos contribuintes, e passam a participar do mesmo sistema de saúde do povo português.

6. A Assembleia deve igualmente cumprir todas as leis que impõe ao povo português, sem qualquer imunidade que não aquela referente à total liberdade de expressão quando na tribuna da Assembleia.

7. Exercer um mandato na Assembleia é uma honra, um privilégio e uma responsabilidade, não uma carreira. Os deputados não devem "servir" mais de duas legislaturas consecutivas.

8. É vedada a actividade de lobista ou de 'consultor' quando o objecto tiver qualquer laço com a causa pública. "
 
TAMBÉM É COM ESTAS REFORMAS 
QUE SE MORALIZA A VIDA PÚBLICA EM PORTUGAL


Por favor, faça circular esta mensagem 
Portugal precisa!
 NÃO SEJA ACOMODADO.....
NÃO ADIANTA SÓ RECLAMAR...
NÃO CUSTA NADA REENVIAR......
 REENVIE!!!


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O QUE NÓS


APRENDEMOS!


Howard Zinn

Desobediência civil não é o nosso problema. 

O nosso problema é a obediência civil. 


O nosso problema é que pessoas por todo o mundo têm obedecido às ordens de líderes e milhões têm morrido por causa dessa obediência. 

O nosso problema é que as pessoas são obedientes por todo o mundo face à pobreza, fome, estupidez, guerra e crueldade. 

O nosso problema é que as pessoas são obedientes enquanto as cadeias se enchem de pequenos ladrões e os grandes ladrões governam o país.
 

É esse o nosso problema."


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O ACTUAL
MOMENTO
EM PORTUGAL





 CLIQUE EM "Programa OLHOS NOS OLHOS"

Se no dia indicado acima não teve oportunidade de ficar mais esclarecido sobre "O ACTUAL MOMENTO EM PORTUGAL", dispense-se tempo para se esclarecer agora, este  programa é extenso mas terrívelmente claro e polémico..
Fique atento às declarações do Dr. Silva Lopes.


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HOJE NO
" DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Aguiar-Branco alerta para
 "tentação de Estado totalitário"

O ministro da Defesa Nacional, José Pedro Aguiar-Branco, defendeu hoje a revisão da Constituição, argumentando que existe em Portugal a "tentação de um Estado totalitário" provocado por um "Estado social absorvente" que cria "promiscuidades", "clientelas" e "dependências". 
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"Eu acho que a revisão da Constituição é uma questão de afirmação da liberdade da sociedade civil", afirmou Aguiar-Branco na abertura do ano académico do Instituto de Defesa Nacional, em Lisboa.

Antecedido pelo sociólogo António Barreto, que deu uma 'aula' sobre a reforma do Estado em que defendeu a revisão da Constituição, o ministro da Defesa citou o antigo primeiro-ministro do governo da Aliança Democrática e ex-presidente do PSD, Francisco Sá Carneiro, para argumentar contra um Estado social que "absorva" a sociedade ao ponto de se tornar "totalitário",

"Dizia um político que eu muito admirei que, julgo também muitos aqui admiram, Francisco Sá Carneiro, que o Estado social é necessário que exista nas democracias modernas, é um Estado que deve estar preparado para ir ao encontro das necessidades mais exigentes das sociedades modernas, mas o Estado social que absorva a sociedade por completo ou que tenda a absorver a sociedade por completo é um Estado totalitário", afirmou.

"A verdade é que nós, por via da situação de tender a ter esse Estado social absorvente, tender a ter um Estado que visa absorver a sociedade numa dimensão que, a meu ver é exagerada, faz com que tenhamos uma tentação de um Estado totalitário, que cria as promiscuidades, que cria as clientelas, que cria as dependências e enfraquece a sociedade", sustentou.

O ministro não esclareceu que aspetos da Lei Fundamental gostaria de ver revistos e em que sentido e saiu da sessão sem prestar declarações aos jornalistas.

* O senhor ministro José delira quando discursa, não é a primeira vez. 
O Estado que cria "clientelas", "promiscuidades" e "dependências" não é o Estado social, mas aquela parte do Estado que junta à mesma mesa políticos, banqueiros e escritórios de advogados.

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VIVIENNE


WESTWOOD


OUTONO INVERNO
2013/2014






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HOJE NO
"RECORD"

Rafael Nadal termina o ano 
como n.º 1 do Mundo

O espanhol Rafael Nadal garantiu que acabará a temporada como número um do ténis mundial pela terceira vez na sua carreira, ao vencer o suíço Stanislas Wawrinka no Masters, por 7-6 (5) e 7-6 (6). 

"Estou muito contente, porque era um jogo muito complicado. O facto de jogar pelo número um neste torneio criava-me uma tensão extra e agora posso concentrar-me mais na competição e isso é o mais importante", reconheceu Nadal. O espanhol, que na terça-feira bateu o seu compatriota David Ferrer, precisava de ganhar apenas mais um encontro da fase de "round robin" do Masters para acabar com qualquer hipótese do sérvio Novak Djokovic de roubar-lhe a liderança no "ranking".

O tenista de 27 anos, que já foi número um no final das temporadas de 2008 e 2010, completa assim uma época extraordinária em que, depois de estar sete meses afastados dos "courts" devido a uma lesão no joelho, ganhou o seu oitavo título em Roland Garros, o seu segundo Open dos Estados Unidos, cinco torneios Masters 1000, num total de 10 títulos, um registo só superado pelos 11 de 2005.

* O jejum de sete meses sofrido e duro fez dele um jogador ímpar.

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I-OS SUPER HUMANOS
3-SAMURAIS 



  FONTE: SETE ANTIGOS ANTIGOS




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