13/05/2013

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HOJE NO
" DESTAK"

Abortos diminuíram 7,6% 
em 2012, desempregadas são as 
que mais abortam - DGS

O número de Interrupções da Gravidez (IG) reduziu 7,6 por cento em 2012, face ao ano anterior, sendo as desempregadas a categoria predominante das mulheres que abortam, de acordo com os dados da Direção-Geral da Saúde (DGS).

 O relatório dos registos das IG em 2012, hoje divulgado no site da DGS, refere que neste período foram realizadas 18.924 interrupções de gravidez, das quais 97,3% (18.408) por opção da mulher até às 10 semanas, conforme prevê a lei.

Foram menos 1.513 as IG registadas em 2012, face ao ano anterior.

* A pouco e pouco a lei vai dando os seus benefícios, uma grávida que não o quer ser tem humanamente o direito de ser assistida na decisão.

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 BISCOITOS
PARA O LANCHE
















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HOJE NO
"i"

Human Rights Watch. Projecto de Constituição da Tunísia ameaça 
direitos humanos

O projeto de Constituição da Tunísia contém artigos que ameaçam os direitos humanos, constatou hoje a Human Rights Watch, apelando às autoridades locais que procedam a alterações à proposta de lei fundamental.
Em comunicado divulgado hoje, a organização de defesa dos direitos humanos refere que um dos motivos de “maior preocupação” é a sujeição do reconhecimento dos direitos humanos universais às “especificidades culturais do povo tunisino”.
Por outro lado, a proposta de artigo 21.º estabelece que as convenções internacionais ratificadas pela Tunísia têm um estatuto “inferior” ao da Constituição.
Simultaneamente, o projeto constitucional não protege claramente a liberdade de pensamento e de consciência e adota uma “formulação muito vaga” sobre os limites à liberdade de expressão, realça a Human Rights Watch.
“A Assembleia Nacional Constituinte [da Tunísia] deve colmatar as lacunas do projeto de Constituição”, sustenta, no comunicado, Eric Goldstein, diretor adjunto da organização não governamental com sede em Nova Iorque.
Sendo verdade que "a última versão [do projeto de Constituição] defende vários direitos fundamentais - civis, políticos, sociais, económicos e culturais”, certos artigos são “incompatíveis com as obrigações da Tunísia em matéria de direitos humanos”, considera a organização.
A Assembleia Nacional Constituinte tunisina divulgou recentemente uma terceira versão do projeto constitucional, após um acordo entre os partidos, abrindo o debate sobre o seu conteúdo, antes de o submeter à votação, artigo a artigo, o que acontecerá ainda este mês.
A lei fundamental da Tunísia deverá ser adotada, no seu conjunto, em julho, indicou, no sábado, o presidente da Assembleia, Mustafa Ben Jaafar.

* Não há religiões democráticas e os grandes exemplos são o cristianismo e o islamismo.

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 CONTRAFACÇÃO
NA CHINA




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 HOJE NO
"A BOLA"

Suécia, Noruega e Finlândia ganham 
vaga extra nas competições europeias

A UEFA anunciou, esta segunda-feira, que Suécia, Noruega e Finlândia asseguraram um lugar extra na pré-eliminatória da Liga Europa, fruto de terminarem a época nas três primeiras posições do ranking de fair-play.

O ranking tem por base todos os jogos realizados pelos clubes e seleções, disputados entre 1 de maio de 2012 e 30 de abril de 2013, sendo contabilizados os países que onde tenham sido disputados mais que 32 jogos.
A Suécia venceu com 8.299 pontos, seguido da Noruega (8.288) e da Finlândia (8.227). Portugal quedou-se pela 23.ª posição, com 7.823 pontos. 

* Educação escandinava, uns pontos acima.... 

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2.PÓLO SUL

















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HOJE NO

"PÚBLICO"

Cimeira ibérica acerta sistema comum 
de pagamento de portagens

Passos e Rajoy encontram-se em Madrid com alguns temas práticos na agenda.

A cimeira ibérica que vai ter lugar em Madrid nesta segunda-feira vai ser um encontro sem grandes decisões. Em termos práticos, será marcado para 30 de Julho o início de um sistema comum de pagamento de portagens. O último obstáculo a ser resolvido foi o das comissões bancárias de comercialização.


Quanto às ligações ferroviárias, o bilhete único da ligação Porto-Vigo entra em funcionamento por estes dias e mantém-se o prazo de 2015 para a electrificação de todo o trajecto. Quanto às ligações de gás, Lisboa enviou uma proposta de acordo para a ligação dos gasodutos portugueses e espanhóis aos franceses.
Em Maio de 2012, na 25.ª Cimeira Luso-Espanhola, Portugal e Espanha retomaram o hábito das reuniões anuais ao mais alto nível, depois de três anos de interrupção. O conclave que decorre nesta segunda reitera o compromisso assumido no ano passado de manter o hábito destes contactos.
As questões europeias vão estar na agenda. Não na perspectiva de uma frente ibérica. Portugal segue a via irlandesa, enquanto Madrid já manteve encontros com outras capitais do Sul da Europa. Existe, ainda, uma diferença substancial. O nosso país tem a agenda marcada pelo programa de ajustamento, e a Espanha conseguiu evitar o resgate e os "homens de negro", como Cristóbal Montoro, o ministro das Finanças de Rajoy, se referiu aos membros da troika.
Apesar destas diferenças, há interesses comuns entre as duas capitais. À cabeça está a União Bancária, o financiamento das PME (pequenas e médias empresas) e o combate ao desemprego jovem, quando Espanha e Portugal estão, respectivamente, no segundo e terceiro posto neste indesejável rankingde dificuldades da União Europeia (UE). Não de somenos importância é, por fim, o debate sobre as novas perspectivas financeiras 2014-2020 na UE.
Embora com obrigações distintas, a pressão de Bruxelas provoca similitudes nos comportamentos políticos nos dois países. Em Espanha, a exigência de reformas nas pensões e administrações públicas criou divisões no seio do Partido Popular. De um lado, o titular da pasta da Economia, Luís de Guindos, José Manuel Soria, ministro da Indústria, Energia e Turismo, o seu colega da Agricultura, Miguel Arias Cañete, e Ana Pastor, responsável do Fomento, adeptos de reformas duras.
 Do outro, Mariano Rajoy, as ministras da Saúde e do Trabalho, respectivamente Ana Mato e Fátima Báñez, e o titular das Finanças, Cristóbal Montoro, defensores de uma graduação das alterações. Lá, como cá, a oposição socialista defende políticas de crescimento: há precisamente uma semana, o PSOE de Alfredo Pérez Rubalcaba apresentou um programa de forte intervenção do Estado para travar os despedimentos e parar os despejos das famílias que não podem pagar as suas hipotecas. Matéria suficiente, e suplementar, para animar a conversa dos dois primeiros-ministros.

* Dois partidos liberais afectados por aldrabices e corrupção.

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