09/05/2013

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 O CURSO DAS RELIGIÕES





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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

CGD está limitada 
na concessão de crédito 

O presidente da CGD, José de Matos, disse hoje que o banco público está limitado na concessão de crédito uma vez que está sujeito a regras apertadas por ter sido recapitalizado com dinheiro público. 

 De acordo com José de Matos, além das restrições existentes em termos de capital e liquidez, como o dinheiro que os bancos receberam do Estado para se recapitalizarem foi considerado como ajuda de Estado por Bruxelas isso implica que essas instituições têm de cumprir determinadas regras como a “proibição de práticas de mercado agressivas”. "Isso significa que os bancos nesse processo não podem oferecer depósitos com valores agressivos, nem cobrar pelo crédito valores excessivamente baixos”, explicou José de Matos. 


O banqueiro sublinhou que é importante referir as restrições impostas aos bancos, e em especial ao banco público, devido a vários comentários que têm sido feitos publicamente sobre a atuação da CGD. “Digo isto na CGD por causa de comentários que se ouvem, talvez menos informados”, afirmou José de Matos. 

O responsável acrescentou ainda que a CGD tem aumentado a quota de mercado do crédito às empresas e que nos últimos trimestres têm diminuído as restrições nos empréstimos do banco público. No entanto, acrescentou, “não empresta sem avaliação de risco”.

* Todos os bancos criaram, através de créditos insanes, uma bolha de endividados dos quais, muitos deles, passam fome agora. Ganharam dinheiro a rodos como se fossem vampiros. Confiar num bamqueiro é crer no diabo.

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2-ORELHÃO























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 NÃO EMIGRES,
MIGRA

  


Colóquios no IGNITE

Emigrar não é o destino irremediável dos jovens do interior. A ideia é vincada por Armindo Jacinto, da Naturtejo, que no Ignite defendeu a aposta no turismo de natureza enquanto vantagem económica para o território do geoparque, onde existem apoios e oportunidades.


Mesmo que o verso e a cábula não sejam habituais no Ignite, o que importa é cativar o público. É essa a filosofia deste formato aberto de conferências, conhecidas pelo ambiente descontraído. Um ano depois da estreia em Castelo Branco, a trigésima edição do Ignite Portugal voltou a juntar uma centena de participantes no Cine-Teatro Avenida. Uns vieram para inspirar e serem inspirados, outros para se divertirem ou estabelecerem contactos.

Dada a ignição, num encontro dedicado aos desafios do Portugal rural saltam à vista as histórias de vida e os conselhos para fazer a diferença também no interior. As propostas vão desde a economia solidária e a alimentação saudável, aos testemunhos de quem trocou a cidade pelo campo.

Cinco minutos não chegam para mudar o país ou o mundo, mas é o tempo que cada orador dispõe para partilhar uma história, ponto de vista ou experiência capazes de surpreender e "incendiar" a plateia. Em cima da palete são necessárias síntese e criatividade, trampolim de ideias onde há que contornar a passagem rápida das imagens e demonstrar que mitos e obstáculos podem ser transformados em oportunidades.

O empreendedorismo e o discurso motivacional são temas habituais no Ignite, mas desta feita deram-se a conhecer projetos e soluções para os problemas da região. Da agricultura biológica à promoção do livro e da leitura, são propostas que valorizam a ligação à comunidade.

Ao vivo ou à distância, quase duas dezenas de oradores, alguns deles repetentes, puderam partilhar as suas visões de futuro. Uma janela aberta para o mundo, a provar que no interior também há espaço para a inovação social ou tecnológica.

Por entre um abraço coletivo ou um networking surpresa, fica o incentivo de quem se fez à estrada e meteu mãos à obra. Um regresso ou não às origens com novos projetos, em busca de estilos de vida equilibrados e sustentáveis.

Editado pela BEIRA TV


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JORNAIS DE HOJE

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BOM DIA









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