Cansados de blogs bem comportados feitos por gente simples, amante da natureza e blá,blá,blá, decidimos parir este blog do non sense.Excluíremos sempre a grosseria e a calúnia, o calão a preceito, o picante serão ingredientes da criatividade.
O resto... é um regalo
24/11/2012
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HOJE NO "RECORD"
Karaté: Portugal foi 9.º
em combate por equipas nos Mundiais
Prova decorreu em paris
Portugal alcançou este sábado um inédito 9.º lugar no torneio
masculino de combate por equipas dos Campeonatos do Mundo de karaté, a
decorrer em Paris até domingo.
A equipa constituída por Nuno
Dias, Nuno Moreira, Filipe Reis, Hugo Pina, Nuno Mestre, Vitalie Certan e
Jorge Machado arrancou com um triunfo por 3-1 sobre a Grécia, campeã
europeia em 2011, mas perdeu depois por 3-1 perante a equipa da casa,
apoiada pela maioria dos 16 mil espectadores do pavilhão de Paris-Bercy.
Graças à qualificação da França para a final, Portugal viria
a ser repescado e teve oportunidade de ir em busca da medalha de
bronze, iniciando esse percurso com nova vitória, desta vez sobre o
Cazaquistão, por 3-0.
No entanto, no embate em que uma
vitória lhe permitiria aceder à luta pela medalha, a equipa lusa foi
batida pela congénere de Marrocos, por 3-2, e quedou-se pelo 9.º lugar, o
melhor resultado da participação portuguesa nos Mundiais de Paris.
A
equipa feminina de combate, composta por Inês Rodrigues, Catarina
Vilhena, Liliana Félix e Ana Madureira, limitou a sua participação ao
primeiro confronto, perdendo com o México, por 3-1.
Portugal
encerrou este sábado a sua participação nestes Mundiais, que contaram
com a presença recorde de 113 países e 1.435 atletas.
* 9º lugar num total de 113 países tem mérito.
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. 6.PINGO DO
QUOTIDIANO
.
GATOS
AMERICAN
SHORTAIR
Inicialmente usado como
caçador, este gato conquistou espaço também como companheiro
devido a suas inúmeras qualidades.
Descendente de
gatos domésticos que chegaram à América com os primeiros
imigrantes, esta raça se desenvolveu ajudando os lares, celeiros e
armazens americanos a manter sob controle os ratos, devido à sua
habilidade em caçá-los. Era chamado de Domestic Shorthair, que
significa "Doméstico de Pêlo Curto" e a partir de 1966 foi
adotado o nome de American Shorthair, em referência ao reduzido
tamanho de sua pelagem. Além de curta ela é espessa, o que lhe dá
resistência ao frio. Chama a atenção por apresentar-se em
inúmeras cores, sendo que somente a CFA - Cat Fancier's
Association, a primeira a reconhecer a raça em 1985, descreve 61
delas em seu padrão oficial. No Brasil, a Tica - The
International Cat Association e a WCF - Word Cat Federation o reconhecem
também, enquanto que a Fife - Federação Internacional
Felina Européia não.
De porte forte e atlético,
é extremamente ágil e ativo, com um corpo de médio para grande,
chegando a pesar até cerca de 6 kg, ligeiramente mais longo que
alto. Sua conformação deve indicar poder e resistência.
O seu passado de trabalho reflete-se no temperamento atual,
disposto à atividade, ávido por um ambiente com espaço e
estimulante ao exercício, onde possa correr e brincar para não
tornar-se preguiçoso e entediado. Goza da reputação de ser
excelente saltador. Apreciador da vida ao ar livre, de natureza rústica,
saudável e resistente, adapta-se a ficar dentro de casa ao lados
dos donos. Afetuoso, bom caráter, esperto e curioso, se afeiçoa
a toda a família e amigos sempre que receber respeito e atenção.
É um gato extremamente quieto e curiosamente seu ronronar é
alto. Muito amoroso e inteligente, trata-se de um excelente
companheiro.
AMIGOS
Paciente e gentil, é fácil
de disciplinar e treinar, podendo aprender a conviver com outros
animais, inclusive com pássaros, normalmente também aceitando
bem as brincadeiras brutas de crianças. Sylvia Roriz, do Syarte Cat's House,
Rio de Janeiro-RJ conta que seus Americans Shorthair se dão tão
bem com uma cadela mestiça que vive com eles e que tiram até
comida de dentro de sua boca. Mais impressionante é a convivência
dos gatos da criadora com uma pomba Rolinha adotada pela família.
"Bolinha, a Rolinha, foi encontrada no chão e levada diariamente
dentro de minha bolsa ao trabalho para que eu pudesse
alimentá-la. Quando chegava em casa, a colocava na barriga do
Riquinho, um de meus American Shorthairs, para que ela ficasse
aquecida. Silver, o filho de Riquinho, brincava com ela passando
as patas em seu corpo, mas sem expor as unhas, para não
machucá-la".
ACÇÃO
O seu passado de trabalho
reflete-se no temperamento atual, disposto à atividade, ávido por
um ambiente com espaço e estimulante ao exercício, onde possa
correr e brincar para não tornar-se preguiçoso e entediado. Goza
da reputação de ser excelente saltador. Apreciador da vida ao ar
livre, de natureza rústica, saudável e resistente, adapta-se a
ficar dentro de casa ao lados dos donos. Afetuoso, bom caráter,
esperto e curioso, se afeiçoa a toda a família e amigos sempre
que receber respeito e atenção. É um gato extremamente quieto e
curiosamente seu ronronar é alto. Muito amoroso e inteligente,
trata-se de um excelente companheiro.
AMIGOS
Paciente e gentil, é fácil
de disciplinar e treinar, podendo aprender a conviver com outros
animais, inclusive com pássaros, normalmente também aceitando
bem as brincadeiras brutas de crianças. Sylvia Roriz, do Syarte Cat's House,
Rio de Janeiro-RJ conta que seus Americans Shorthair se dão tão
bem com uma cadela mestiça que vive com eles e que tiram até
comida de dentro de sua boca. Mais impressionante é a convivência
dos gatos da criadora com uma pomba Rolinha adotada pela família.
"Bolinha, a Rolinha, foi encontrada no chão e levada diariamente
dentro de minha bolsa ao trabalho para que eu pudesse
alimentá-la. Quando chegava em casa, a colocava na barriga do
Riquinho, um de meus American Shorthairs, para que ela ficasse
aquecida. Silver, o filho de Riquinho, brincava com ela passando
as patas em seu corpo, mas sem expor as unhas, para não
machucá-la".
FICHA
Características: deve
assemelhar-se a um atleta com corpo forte, musculoso. A cabeça é
ovalada. Pescoço forte, com espessura constante e ligeira
curvatura; orelhas médias arredondadas nas pontas e inseridas
afastadas; olhos grandes, largos, alertas, bem separados com
ligeira inclinação para cima e, dependendo da coloração da
pelagem, nas cores cobre, ouro, verde, azul, avelã e um olho com
cor diferente do outro; focinho quadrado; pernas musculosas e
patas firmes, cheias, redondas com almofadas pesadas e 4 dedos na
frente e 5 atrás. Os ombros, peito e patas traseiras bem
desenvolvidos. A cauda de tamanho médio, espessa na raiz,
afilando abruptamente, deve ter o comprimento igual à distância
dos ombros à base da mesma. Evite os exemplares com excessiva
robustez ou alongamento, com cauda muito curta, pelagem longa e
macia e olhos protuberantes, características indesejáveis segundo
o padrão da raça.
Pelagem: curta e densa para proteger do frio e a pele de machucados superficiais e nunca fina, longa ou suave.
Cores: 61 reconhecidas pela CFA
entre branco, preto, azul, vermelho, Silvers, Chinchillas, Cameos,
Shadedes, Smokes, Tortoiseshells, Creams, Tabbies e bicolores,
exceto os exemplares nas cores chocolate, sable, lavanda, lilás,
cores de Siamês e com marcação tabby do Abissínio. O
padrão da The Internacional Cat Association - TICA reconhece todas
as cores.
Peso aproximado: fêmeas 4,5kg - machos 6,3kg.
Reprodução: amadurecem
sexualmente rápido. Ninhada média de 4 filhotes, cujas cores são
identificáveis ao nascer, exceto os smokes.
Cuidados: escovação semanal com
escova de borracha e diariamente na época da troca de pêlos.
Controle a alimentação para evitar obesidade por causa de seu
natural apetite.
IN "PET BRAZIL"
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HOJE NO
"i"
Governador do BdP partilhou
com banqueiros documentos
sobre banco de fomento
Carlos Costa sentiu necessidade de explicar-se a Faria de Oliveira e a Ricardo Salgado depois de gestores terem criticado a futura instituição financeira
Tudo começou com uma notícia do “Expresso” de 13 de Outubro. O
semanário noticiava a criação de um grupo de trabalho no Ministério das
Finanças para estudar a criação de um banco de fomento com o objectivo
de financiar a economia a partir dos 20 mil milhões de euros que deverão
ser distribuídos a Portugal no próximo quadro comunitário de apoio
entre 2014 e 2020. Carlos Costa, governador do Banco de Portugal (BdP),
era apresentado com o autor material da ideia – que tinha transmitido ao
ministro de Estado e das Finanças, Vítor Gaspar –, logo contestada por
vários banqueiros, embora de forma anónima.
Costa defende desde o Verão a criação de uma instituição financeira de
capitais públicos que passe a gerir os fundos comunitários reembolsáveis
que venham a ser atribuídos a Portugal a partir de 2014. Tudo para
aumentar a eficácia na gestão desses fundos – cujas taxas de execução
costumam ser baixas – e injectar dinheiro na economia.
Ao que o i apurou, Carlos Costa ficou visivelmente incomodado
com as críticas da banca e, mesmo sem conhecer os seus autores, decidiu
contactar Faria de Oliveira, chairman da Caixa Geral de Depósitos mas
também presidente da Associação Portuguesa de Bancos. No mesmo contacto,
o governador do BdP decidiu facultar ao representante corporativo da
banca as suas reflexões pormenorizadas sobre o banco de fomento (ver
peça ao lado) que, segundo o próprio Carlos Costa, tinham sido
transmitidas em Julho, a título pessoal, a Durão Barroso, presidente da
Comissão Europeia, a Silva Peneda, presidente da Conselho Económico e
Social, e ao ministro Vítor Gaspar.
O líder do supervisor fez questão de sublinhar a Faria de Oliveira que a
instituição por si defendida não é um banco. Isto é, não será uma
entidade para concorrer com a banca comercial. Para melhor explicar o
seu ponto de vista, Carlos Costa disponibilizou ao seu interlocutor um
documento do BdP, e da sua autoria, intitulado “Multiannual financial
Framework 2014-2020”, com os pormenores e os eventuais problemas do
futuro banco de fomento.
Confrontado pelo i com estas informações, fonte oficial limitou-se a afirmar que o BdP “não faz comentários a documentos que não publica”.
Banqueiros passam ao ataque
Faria
de Oliveira transmitiu o “recado” de Carlos Costa aos banqueiros
privados, mas estes não ficaram descansados. No dia 6 de Novembro, numa
conferência do “Diário Económico”, Fernando Urlich, presidente do Banco
Português do Investimento, Vieira Monteiro, líder do Santander Totta, e
Ricardo Salgado, CEO do Banco Espírito Santo (BES), arrasaram a ideia a
uma só voz e em on. Ulrich foi o mais duro, tendo afirmado que o novo
banco seria uma “perda de tempo” e um desperdício de recursos.
O governo respondeu através de Álvaro Santos Pereira, ministro da
Economia, recusando o que apelidou “críticas de grupos interesses”, ao
mesmo tempo que assegurava que a decisão de avançar para o banco de
fomento seria “meramente política”.
O presidente executivo do BES foi precisamente o banqueiro seguinte a quem Carlos Costa deu explicações. Ao que o i
apurou, o governador do Banco de Portugal enviou uma missiva ao
presidente do Banco Espírito Santo no dia 11 de Novembro onde fez
questão de afirmar que o BdP contribuiu, de forma reservada, para a
criação de uma instituição financeira que optimize a utilização dos
fundos estruturais e complemente o sistema bancário no financiamento de
pequenas e médias empresas.
Costa disponibilizou igualmente a Ricardo Salgado o mesmo documento do
BdP enviado a Faria de Oliveira. O regulador do presidente do BES
informou-o ainda que o contributo final do BdP tinha sido remetido, a
título reservado, ao ministro Vítor Gaspar, cabendo ao governo uma
decisão final sobre este assunto.
Ricardo Salgado, assim como Faria de Oliveira, acabou por recuar nas
críticas. No passado dia 13 de Novembro, Salgado acabou por constatar
que o banco de fomento “pode mesmo ajudar as pequenas e médias empresas
portuguesas a ter financiamento em condições mais atraentes a médio e
longo prazo”, tendo sido seguido pelo chairman da CGD.
* Promiscuidades .
. 5.PINGO DO
QUOTIDIANO
Teosterona
..
.
ACELERADAMENTE
,
.
HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
Ajudar à proteção civil
Base de dados sobre cheias e inundações para prevenir
Uma base de dados sobre cheias, inundações e desabamentos de terra ocorridos em Portugal continental entre 1865 e 2010 está a ser criada para ajudar os responsáveis da proteção civil, disse hoje à Lusa o coordenador do projeto, José Luís Zêzere.
O projeto chama-se
"Disaster - Desastres naturais de origem hidrogeomorfológica em
Portugal: base de dados SIG para apoio à decisão no ordenamento do
território e planeamento de emergência" e contabiliza ocorrências que
tenham provocado mortos, feridos, desaparecidos ou desalojados, explicou
o também professor no Instituto de Geografia e Ordenamento do
Território da Universidade de Lisboa.
"Perceber como estas coisas se passaram é fundamental para prevenir as próximas", defendeu José Luís Zêzere.
Por
isso, a informação vai ser disponibilizada às populações, mas também às
entidades responsáveis pela proteção civil e planeamento do território.
Baseado
na recolha de informação em cerca de 145 mil exemplares de 16 jornais
de todo o país, o estudo aponta que as cheias e deslizamentos de
território são mais frequentes nos concelhos de Lisboa, Coimbra, Porto,
Vila Nova de Gaia, Vila Franca de Xira, Loures, Oeiras, Santarém
Odivelas, Peso da Régua e Sintra.
No período analisado, foram encontradas 1.903 ocorrências de cheias e deslizamentos de terras, responsáveis por 1.300 mortos.
Em
11 dos 150 anos estudados, registaram-se mais de 40 ocorrências de
cheias com consequências sociais, "o que é muita coisa para um país tão
pequeno como o nosso e oito delas são posteriores a 1978", frisou José
Luís Zêzere.
Segundo o investigador, a ocorrência de vítimas
devido a cheias e deslizamentos de terra foi mais frequente entre 1935 e
1969 do que nos últimos anos que realça a existência, nas últimas
décadas, de mais condições de segurança dos territórios.
Há
"tendência para pensar que as ocorrências de cheias e inundações ou
catástrofes naturais ligadas direta ou indiretamente ao clima estariam a
crescer, em alguns casos, de forma exponencial, com o tempo", disse o
investigador.
No entanto, o projeto "Disaster" leva José Luís Zêzere a concluir que "esse crescimento exponencial não existe".
No
século XXI "não temos mais ocorrências do que tivemos em alguns
períodos do século XX" e o período em que "ocorreram mais danos sociais
provocados por cheias e por instabilidade de vertentes em Portugal foram
as décadas de 30, 40, 50 e 60", explicou o professor.
Os dados
"refletem em termos temporais aquilo que habitualmente é entendido e
descrito como variabilidade natural do clima", ou seja, há anos em que
chove mais e, noutros, menos.
Os primeiros resultados do projeto
serão divulgados na segunda-feira, quando passam 45 anos sobre a cheia
que afetou a região de Lisboa em 1967.
Este é o "exemplo extremo"
desta base de dados e refere-se à cheia da região de Lisboa de 26 de
novembro, "a segunda maior catástrofe conhecida em Portugal continental
depois do terramoto de 1755" e que o especialista reconheceu não ter a
noção de que "tinha sido tão concentrada", numa distância de 50
quilómetros.
"As pessoas começaram a morrer, figurativamente, no
Estoril, Oeiras, Algés" numa zona afetada que se prolongou até Vila
Franca de Xira, referiu.
Segundo referiu, em quatro horas -- a
partir das 22:00 do dia 25 de novembro de 1967 -- foram contabilizados
oficialmente cerca de 400 mortos "antes de a censura ter começado a
funcionar", mas "o número que se estima deve andar próximo dos 700".