21/11/2012

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HOJE NO
"PÚBLICO"

Novas regras suspendem 
abono de família a 97 mil crianças

 De Agosto para Setembro deste ano, 97 mil crianças e jovens deixaram de receber abono de família, indicam dados estatísticos disponibilizados pelo Instituto da Segurança Social.

Esta quebra poderá estar relacionada com a antecipação dos prazos para fazer a prova escolar, que este ano lectivo acabou a 31 de Julho e não no último dia de Outubro, como era habitual, denuncia a Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap).

Em crescendo desde o início do ano, o número de titulares beneficiários do abono de família baixou de 1.203.138, em Agosto, para 1.105.299, em Setembro. O presidente da Confap, Albino Almeida, diz-se convicto de que esta quebra está relacionada com a suspensão temporária do pagamento do subsídio, decorrente das alterações promovidas pelo Instituto da Segurança Social (ISS).

Em Julho, com o anunciado objectivo de adequar "o pagamento das prestações ao calendário escolar", a direcção do ISS antecipou em três meses o fim do prazo para que os titulares do abono a maiores de 16 anos fizessem prova de que estavam matriculados num estabelecimento de ensino. Quem não o fizesse até ao fim do mês, avisou, veria o pagamento do abono suspenso a partir de Setembro. Nessa altura, Albino Almeida avisou o Governo de que no momento da divulgação da alteração do prazo já muitas famílias estavam em férias e ainda que a maior parte dos alunos do 9.º ano só em Setembro saberiam que escolas iam frequentar no secundário, pelo que estavam impossibilitados de cumprir as novas regras.

O facto de o ISS salvaguardar que as famílias recebem o abono retroactivamente se, entretanto, e até ao fim do ano civil, fizerem a prova escolar, não descansa Albino Almeida, que sublinha que o dinheiro "fez ainda mais falta por a suspensão coincidir com o momento da compra de manuais e outros materiais escolares". Reclama que o limite do prazo avance para 31 de Outubro no próximo lectivo: "Deve ser o ISS a adaptar-se à realidade da educação e não a educação e as famílias a adaptarem-se às necessidades do ISS". Segundo dados do Pordata, o valor médio mensal do abono por beneficiário era, em Maio deste ano, de 40,4 euros.

Em resposta enviada por e-mail a questões colocadas pelo PÚBLICO, o ISS, através do gabinete de imprensa, escreve que "a flutuação mensal de 2012 apresenta características diferentes dos anos anteriores", na medida em que "o novo prazo [para a prova de matrícula] veio permitir a adequação do pagamento das prestações ao calendário escolar, evitando o incómodo de devoluções ou de pagamentos retroactivos recorrentes no passado". "Em Outubro deste ano e comparativamente a Setembro, o número quer de requerentes, quer de titulares volta a subir", assegura.

Numa nota enviada à Lusa, em Agosto, o ISS informou que até 31 de Julho tinham feito a prova escolar 199.033 alunos. Ontem, o gabinete de imprensa adiantou que até fim de Setembro o número subira para "mais de 300 mil". A diferença de cerca de 100 mil alunos coincide com a quebra registada de Agosto para Setembro. O ISS não adiantou quanto tempo depois da prova feita os titulares voltam a receber o subsídio.

* Uma regra posta a funcionar em pleno período de férias é uma manobra para diferir no tempo o pagamento de miséria que é o abono de família.

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 IDADE TERCIÁRIA




Todos nós envelhecemos, mas isso não quer dizer que não nos possamos divertir, certo? Este SPA para os seniores da Florida ilustra maneiras seguras de curtir.
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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Empréstimo de 1100 milhões 
à Madeira gera polémica 

O empréstimo com aval do Estado no valor de 1100 milhões de euros à Madeira, proposto pelos deputados do PSD/Madeira no âmbito das alterações ao Orçamento Rectificativo, causou hoje polémica no Parlamento.

 O PS acusou a maioria de dar parte do dinheiro previsto no memorando assinado com a região autónoma "sem condicionalidade". O PSD rejeitou e garantiu que este empréstimo "não prejudica as contas públicas" da República. Em causa está uma proposta de alteração ao Orçamento Rectificativo que prevê a possibilidade de a região da Madeira contrair empréstimo para pagar dívidas em atraso, sem que o endividamento da região seja afectado. Segundo a Lusa, no dia 19 foi entregue na Assembleia Legislativa da Madeira uma proposta para um empréstimo no valor de 1100 milhões de euros.

O deputado do PS Pedro Marques quis saber se estes 1.100 milhões fazem parte dos 1.500 milhões previstos no memorando assinado entre o Governo da república e o Governo Regional ou se somam. O deputado do PSD/Madeira Hugo Velosa assegurou tratar-se de uma "garantia" que permitia "agilizar" os pagamentos em atraso a fornecedores, "não prejudicando as contas públicas".

Pedro Marques acusou, então, a maioria de facilitar 1.100 milhões dos 1.500 previstos no memorando "sem qualquer condicionalidade", e contornando assim as dificuldades que têm sido noticiadas sobre as transferências de tranches para a Madeira, em resultado do memorando.

O deputado socialista quis ouvir dos deputados da maioria uma resposta, tendo o deputado do PSD Paulo Baptista Santos justificado que estes 1100 milhões de euros não "mexem" no limite às garantias do Estado. Pedro Marques manteve a dúvida sobre se os 1100 milhões somam ou não aos 1500 milhões. Paulo Baptista Santos garantiu que "não há qualquer excepção" no tratamento da região, lamentando não o conseguir esclarecer mais.

* O governo comprou os votos dos deputados da Madeira para aprovação do OE, foi um bom negócio para Jardim.

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ONDE FOI QUE SE METEU.......




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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Reclamações no tribunal arbitral 
dos automóveis caem 40%

Os processos de reclamação sobre o sector automóvel ao tribunal arbitral caíram este ano quase 40%, face a 2011, reflectindo a diminuição da compra de carros em Portugal, revelou a directora do CASA - Centro de Arbitragem do Sector Automóvel.

Parte destes processos resultou de queixas à DECO, que são reencaminhadas para o tribunal: "Os veículos são sempre alvo de muitas reclamações. Em 2011 recebemos mais de 14 mil, mas este ano, até Outubro, recebemos apenas pouco mais de sete mil", disse à agência Lusa fonte da associação de defesa do consumidor DECO.

Nos primeiros dez meses deste ano o CASA recebeu 352 processos de reclamação, bastante menos do que os 643 processos entrados em todo o ano de 2001, estando a maioria dos processos relacionados com problemas na venda dos veículos novos ou usados, como a garantia, ou na assistência, manutenção e reparação dos automóveis.
"O número de processos flutua consoante as vendas do sector e, como estas têm diminuído bastante, este ano tem havido bastante menos processos", afirmou à agência Lusa a directora do tribunal, Sara Mendes.
A venda de veículos usados é a mais reclamada no tribunal, nomeadamente no que respeita a defeitos no veículo ou à garantia, que muitas vezes é negada pelos vendedores mas que a lei garante a sua existência.
O CASA conta com a adesão de várias empresas do sector automóvel que garantem aos seus clientes a resolução de qualquer reclamação.
"Só as empresas aderentes é que garantem que as reclamações decorrentes dos serviços prestados ou dos bens por si vendidos serão resolvidos através do CASA", afirmou Sara Mendes, recomendando os consumidores a consultarem a lista de vendedores aderentes antes de comprarem um veículo.
Os tribunais arbitrais são meios alternativos de resolução de litígios, através de mediação, conciliação e arbitragem, cujos processos são resolvidos numa média de cem dias.

* A crise faz reduzir as reclamações sobre consumo porque dispara o sufoco das famílias.

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 AMIZADE ...



 E UMA LINDA AMIZADE !!!! 



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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

Vítor Gaspar 
“Estado Social só será suportado 
se for reformado” 

O ministro das Finanças defende que adiar esse ajustamento vai levar a acumulação de mais dívida pública.

 Vítor Gaspar afirmou hoje, em Berlim, que para se garantir o Estado social este tem de ser reformado e transformado, e que o adiar desse ajustamento só levará a acumulação de mais dívida pública. 
“Temos de assegurar que o Estado Social na Europa, que nós prezamos, é sustentável. Se esse não é o caso, então a política que caracteriza a Europa hoje não poderá durar. De forma a podermos suportar o Estado Social temos de o reformar e transformá-lo de forma a assegurar as funções fundamentais do Estado Social e ao mesmo tempo torná-lo mais eficaz e mais eficiente”, defendeu o governante numa conferência que decorre no Ministério das Finanças da Alemanha, em Berlim. 

O ministro das Finanças, que falava na sua intervenção inicial na conferência «Shaping the Fiscal Institutions of Europe», considerou ainda que adiar esse ajustamento vai levar a acumulação de mais dívida pública, que por sua vez pesa sobre o crescimento económico. “Se adiarmos o ajustamento, e continuarmos a viver no curto e médio prazo por um período muito longo de tempo, teremos uma grande acumulação de dívida pública, e a dívida pública pesa no crescimento económico. 

As forças que estão a arrastar a Europa para a acumulação de dívidas têm a ver com a forma como os Estados realizam essas funções e as financiam, e mais recentemente também os impactos orçamentais da crise global”, alertou.

* Hoje estamos de acordo, mas temos a noção que, nós os pensionistas, somos muito pequeninos com direito a opinião!

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