10/07/2012

 .
HOJE NO

"DIÁRIO DE NOTÍCIAS/
/DINHEIRO VIVO"

OCDE:
 Desemprego em Portugal 
vai subir para 16,3% em 2013 

O Governo anunciou há apenas um mês a revisão das previsões de desemprego para este ano e o próximo. No entanto, segundo os números hoje publicados pela OCDE, essa revisão já deverá estar desatualizada. 
 A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico estima que Portugal terá uma taxa de desemprego de 16,3% em 2013. A evolução da taxa de desemprego tem tido um comportamento que o próprio Governo admite estar a ter dificuldades em antecipar. "O desemprego atingiu níveis sem precedentes, muito mais elevados que o previsto inicialmente", afirmava Vítor Gaspar Gaspar em abril deste ano. 

O Ministério das Finanças foi apresentando novos números no sentido de um maior agravamento do desemprego: Orçamento do Estado em outubro de 2011, orçamento retificativo em março deste ano e comunicação do ministro em junho. Hoje, a OCDE voltou a colocar um ponto de interrogação sobre as mais recentes previsões do Governo. 

Enquanto Gaspar disse esperar uma taxa de desemprego de 16% em 2013, a OCDE estima que ela atinja nos 16,3% no final do ano, com uma taxa média de 16,2%. As previsões da OCDE apontam para uma evolução contínua do desemprego ao longo deste ano, fechando o quarto trimestre nos 15,8% (hoje está nos 15,2%). Em 2013, a taxa chegará aos 16,3% no segundo trimestre e manterá esse nível até ao final do ano. 

* A OCDE e o governo fazem um casal de  optimistas...

.
.

O PARAÍSO DOS HOMENS

.
-


 A LEI DA SELVA


  


.
 .
HOJE NO
"RECORD"

 Federação reclama CAR 
para preparar Jogos de 2016

O presidente da Federação Portuguesa de Vela (FPV) defendeu esta terça-feira a criação de um Centro de Alto Rendimento (CAR) para a modalidade, para melhor preparar a presença nacional nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro em 2016. 

"A vela tem uma ambição antiga: ter o seu próprio Centro de Alto Rendimento. E isso poderá ser um fator preponderante para que no Rio de Janeiro possa estar ainda melhor preparada. 

Vou sensibilizar o Governo, porque nós precisamos mesmo de um CAR", sustentou José Manuel Leandro. Pedro Rodrigues, Diretor Técnico Nacional de vela, também defendeu a necessidade da FPV estar dotada de um CAR, garantindo sentir "essa necessidade todos os dias" face às condições necessárias da preparação dos velejadores. 

"Um atleta precisa de condições e essas condições a Federação não tem", sublinhou o diretor técnico nacional, Pedro Rodrigues, defendendo que o CAR da vela terá de fazer a integração entre a preparação de mar, o treino em terra e o acompanhamento pedagógico do velejador.

* A nossa maior alegria popular  vem do desempenho de atletas das mais variadas modalidades nas competições internacionais, pelo contrário o mau desempenho, a falta de ética dos políticos no mínimo, deprimem-nos.

.
-
 O PARAÍSO DOS HOMENS




.
.



DIVIRTA-SE
 






























.
 .
HOJE NO

"JORNAL  DE NOTÍCIAS"

880 mil pessoas vítimas de trabalho forçado na União Europeia 

Perto de 880 mil pessoas são vítimas de trabalhos forçados, incluindo exploração sexual, na União Europeia, atualmente, segundo dados divulgados esta terça-feira pela Organização Internacional do Trabalho, que tem trabalhado com Portugal no combate ao fenómeno. 
No relatório intitulado "Trabalho Forçado: Um Problema da União Europeia", Portugal é identificado como um dos que tem vindo a empregar medidas como o reforço da capacidade de inspeção para combate ao fenómeno, que se tornou "num problema sério". 

Segundo a responsável da Organização Internacional do Trabalho (OIT) para esta área, Beate Adrees, a agricultura, trabalhos domésticos, indústria e construção são as atividades onde é maior a incidência de trabalhos forçados, mas também há casos de adultos ou mesmo de crianças obrigados a atividades como a mendicidade. "As vítimas são atraídas com ofertas de trabalho falsas e descobrem que as condições de trabalho são piores do que esperavam. Muitos deles estão numa situação irregular e têm um poder de reivindicação muito limitado", afirmou a responsável da agência da ONU para o Trabalho. 

Entre os cerca de 880 mil trabalhadores forçados na UE, as mulheres são a maioria (58%) e cerca de 30% são vítimas de exploração sexual. Na maioria, são cidadãos dos "27", havendo também registo de nacionais de países da Ásia, África e Europa Central e de Leste. Portugal, a par de países como a Alemanha, Polónia ou Roménia, é dos países com que a OIT tem trabalhado mais de perto na investigação dos mecanismos de recrutamento e exploração de indivíduos, e está também entre os que têm reforçado a capacidade de inspeção laboral sobre o fenómeno.

 Os novos números, no entanto, mostram que continua a ser insuficiente o número de responsáveis levados a julgamento, como afirmou Beate Andrees. "Isto precisa de mudar. Temos de garantir que o número de vítimas não aumenta com a atual crise económica, em que as pessoas estão cada vez mais vulneráveis a estas práticas abusivas", afirmou. A nível global, a OIT estima que quase 21 milhões de pessoas sejam vítimas de trabalhos forçados, a quase totalidade na economia privada. 

* Também há muitos portugueses vítimas destas tramóias. 

.

.