13/11/2011


ESTA SEMANA NO
"i"

Morreu Evelyn Lauder. Vice-presidente 
da Estée Lauder e impulsionadora da luta contra o cancro da mama

Evelyn Lauder, vice-presidente da marca de cosméticos Estée Lauder e impulsionadora da luta contra o cancro da mama, morreu no sábado aos 75 anos na sua casa em Manhattan vítima de cancro, informou o The New York Times.

Nascida em 1936 em Viena, Evelyn Hausner e a sua família tiveram que fugir da capital austríaca quando Hitler anexou o país à Alemanha em 1938.

Em 1940, a família de Evelyn mudou-se para Nova Iorque, cidade onde casou em 1959 com Leonard A. Lauder, filho de Estée, com quem teve dois filhos, William e Gary.

Em 1989 foi-lhe diagnosticado um cancro da mama e, apesar de se ter sempre negado a comentar a evolução do seu caso, começou a desenvolver uma intensa atividade internacional de luta contra aquela doença.

Criou a campanha do laço cor de rosa, conhecido como símbolo da luta contra o cancro da mama, e em 1993 lançou a Fundação para a Investigação sobre o Cancro da Mama, que conseguiu arrecadar cerca de 350 milhões de dólares em donativos.

Em 2007, Evelyn Lauder voltou a ser diagnosticada com um cancro nos ovários, que acabou por ser a causa da sua morte.


* Uma cidadã de causas

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3 - A HARMONIA 

DOS 

MUNDOS




ESTA SEMANA NO
"VIDA ECONÓMICA"

Construção com menos de oito meses 
de trabalho

A situação está cada vez mais complicada para os empresários da construção. Os números mais recentes - divulgados pela federação do setor - apontam para menos de oito meses de produção assegurada.
A carteira de encomendas teve uma quebra homóloga de 21,5%, no terceiro trimestre, tendo sido esta evolução negativa acompanhada pelo aumento do desemprego. Este indicador perfaz já cerca de 14% do total nacional. Entretanto, as insolvências continuam a sua forte curva ascendente, sendo mesmo uma das maiores preocupações dos empresários da construção.



* Vão à vida cinco empresas por dia.

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AS  CORES  DOS  AMIGOS



 
ESTA SEMANA NO
"JOGO"

Morreu pioneiro da marcha em Portugal



Faleceu ontem em Lisboa Aires Dinis, o grande responsável pela reintrodução da marcha atlética no País, na década de 70 do século XX. Aires Denis, que nasceu em 1921, foi o fundador do Clube de Marcha Atlética e o grande impulsionador dessa disciplina do atletismo durante mais de 20 anos.


* O seu funeral relizou-se hoje domingo, 13 de Novembro, saíu da igreja da Póvoa de Santa Iria, pelas 11 horas. Ficará na história do Atletismo Nacional.


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PACO BANDEIRA



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ESTA SEMANA NO
"SOL"

Detectadas fraudes em produtos
Made in Portugal

A 21 de Outubro, em Arruda dos Vinhos, num armazenista grossista de fruta, uma pessoa foi detida e foram apreendidos 11 mil quilos de uvas com indicação de origem Portugal, quando se verificou que eram de Itália. Figos e amêndoas tradicionais do Algarve também já terão sido alvo da deturpação da origem: nas embalagens lia-se que vinham da Turquia e dos EUA.

Houve ainda uma apreensão de vestuário importado na Alfândega, uma vez que a embalagem já trazia – ilegalmente – o selo do Compro o que Nosso. «Foi interceptado um número considerável de contentores. Obrigámos a empresa a retirar o logótipo e só depois é que o produto foi despachado», diz Paulo Nunes Almeida.

«O Governo, os agentes económicos e os cidadãos estão empenhados em defender a produção nacional. Este tipo de actividade ilegal só merece a mais rigorosa e apertada acção fiscalizadora por parte da ASAE», sublinha ao SOL o Secretário de Estado do Empreendedorismo, Competitividade e Inovação. «A ASAE e o Ministério da Economia, enquanto tutela, vão manter todos os esforços para acabar com estes comportamentos ilegais.

Assim se garante que a produção nacional está a salvo e que os consumidores podem confiar no que compram», continua Carlos Oliveira, que anunciou ontem a criação de um programa, a lançar em Dezembro, «para valorizar o que é produzido em Portugal e incentivar o consumo de produtos nacionais».

Numa altura em que ganha força a ideia de que consumir português permite ajudar a economia, reduzindo as importações e o endividamento externo e criando emprego, também a ministra da Agricultura tem frisado que «já passámos a fase de que aquilo que vem de fora é melhor.

A origem portuguesa é algo que é valorizado». «Queremos fazer com que os consumidores possam chegar ao supermercado e saber o que é português e tem origem protegida, o que é sinal de qualidade e diferenciação. E queremos que também lá fora, no estrangeiro, se possa saber o que é a nossa marca e a nossa produção», afirmou recentemente Assunção Cristas.


* Com portugueses assim não há governos que aguentem

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