10/10/2011


MONTANHA RUSSA




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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

PSD e PS 
preparam substituição dos autarcas
PSD e PS começam a alinhavar equipas para 
preparar autárquicas, pois mais de metade 
dos autarcas têm que sair.

As eleições para as federações socialistas e o congresso social- democrata, a decorrer entre Maio e Abril do próximo ano, oficializarão o começo da corrida dos dois maiores partidos às eleições autárquicas de 2013, mas o trabalho de casa há muito que se iniciou. Até porque mais de 50% dos actuais autarcas estão impedidos pela lei de se recandidatar. Nos bastidores, as equipas que vão coordenar as substituições dos presidentes de câmara já começaram a ser alinhavadas e nas estruturas locais a batalha já começou a ser travada. No PSD, há 79 autarcas que não podem candidatar-se de novo e no PS são 58. A ‘batalha' pela escolha dos melhores candidatos vai ser renhida, numas eleições que serão também para António José Seguro, líder socialista, uma prova de vida.

No PS, os responsáveis pelo processo de renovação autárquica ainda não foram oficializados, mas no Largo do Rato há três nomes dados como incontornáveis no processo autárquico: José Junqueiro, ex-secretário de Estado da Administração Local de Sócrates, Rui Solheiro, vice-presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses, e Joaquim Raposo, autarca na Amadora. Também na liderança do processo de renovação estará Susana Amador, igualmente membro do secretariado nacional e presidente da câmara de Odivelas, e o deputado Mota Andrade, dirigente nacional do PS e membro da comissão parlamentar do poder local.

No entanto, com eleições nas federações socialistas agendadas para o início do próximo ano, a luta está a travar-se a nível local onde o controlo da estrutura é o primeiro passo para condicionar a escolha do próximo candidato autárquico. "Na nossa democracia, a política local e autárquica é a única em que os partidos escolhem pessoas com presença social, mediática ou política da zona", explica o politólogo António Costa Pinto.


* Novos rostos de boys e girls...

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5 - Onde as crianças dormem

James Mollison viajou ao redor do mundo e decidiu criar uma série de fotografias mostrando quartos infantis, que foi, depois, compilada em um livro, intitulado Onde as crianças dormem. Cada par de fotografias é acompanhada por uma legenda estendida que conta a história da criança. As diferenças entre cada espaço do sono são impressionantes, revelando e confirmando, sob mais um aspecto, como somos desiguais.

 Mollison nasceu no Quênia em 1973 e cresceu na Inglaterra. Depois de estudar arte e design na Universidade de Oxford Brookes, e cinema e fotografia em Newport School of Art and Design, ele se mudou para a Itália para trabalhar no laboratório criativo da fábrica da Benetton.
O projeto tornou-se uma referência de pensamento crítico sobre a pobreza e a riqueza, sobre a relação das crianças com as suas posses -ou a falta delas. O fotógrafo espera que seu trabalho ajude outras crianças a pensar sobre a desigualdade no mundo, para que, talvez, no futuro eles pensem como agir para diminuir esta diferença.




 Kaya, quatro anos, mora com os pais em um pequeno apartamento em Tóquio, Japão. Seu quarto é forrado do chão ao teto com roupas e bonecas. A mãe de Kaya faz todos os seus vestidos e gostos -Kaya tem 30 vestidos e casacos, 30 pares de sapatos, perucas e um sem contar de brinquedos. Quando vai à escola fica chateada por ter que usar uniforme escolar. Suas comidas favoritas são a carne, batata, morango e pêssego. Ela quer ser cartunista quando crescer.

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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"


Patrões rejeitam subida de impostos
Não a novos aumentos

As confederações patronais defendem que o Orçamento do Estado não deverá recorrer a mais aumentos fiscais sobre as empresas. 'O objetivo da política orçamental em 2012 será cumprir a meta para o défice sem recorrer a medidas adicionais do lado da receita fiscal, conciliando este esforço com o estímulo à atividade económica', defende a Confederação Empresarial Portuguesa. Para que tal aconteça, a CIP advoga a redução estrutural da despesa primária através da reforma das administrações públicas e do setor empresarial do Estado e medidas que 'favoreçam o financiamento do setor produtivo, incluindo o pagamento pontual às empresas', A possibilidade de um novo aumento do IVA é uma preocupação comum entre os empresários, em especial os da agricultura, turismo, comércio e serviços. 'Qualquer agravamento do IVA aplicado aos produtos alimentares poderá representar a perda de sustentabilidade económica de muitas explorações agrícolas', avisa a confederação dos agricultores (CAP).
A confederação do turismo rejeita aumentos no IVA, defendendo uma discriminação positiva com a manutenção da taxa mínima nos subsetores onde já vigora e a redução nos casos em que existe a intermédia.


* Se o IVA preocupa os empresários imagine-se com preocupa os desempregados, os que recebem salário mínimo e os que não recebem nada.

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20 – AMIGOS






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2 – Dos cafés mais lindos









SIBÉRIA

LAGO  BAIKAL