19/09/2011



HOJE NO
"RECORD"
Marco Fortes de novo em grande
segundo no meeting de tanger

Marco Fortes termina uma época de sonho novamente em muito bom plano, ao ser 2.º no Meeting de Tanger (Marrocos), com 20,61, a sua 4.ª melhor marca desta época, não muito longe do recorde nacional de 20,89. A prova foi ganha pelo canadiano Dylan Armstrong, vice-campeão mundial, que lançou 21,75, e o recordista português derrotou o americano Christian Cantwell, 4.º no Mundial (e que já lançou este ano a 21,87), que ontem foi 3.º, com 20,52.

Mais dois portugueses participaram no meeting. Yazaldes Nascimento esteve muito bem nos 100 m, sendo 4.º com 10,42 (vento nulo), a sua 3.ª marca de sempre, depois dos 10,39 feitos duas vezes esta época. A prova foi ganha pelo consagrado britânico Dwain Chambers, em 10,28. Já Jorge Paula foi 5.º nos 400 m barreiras com 51,17, longe dos 49,72 feitos esta época e que o levaram a Daegu. Triunfou o jamaicano Isa Phillips em 49,62 e o antigo campeão mundial Félix Sanchez (Rep. Dominicana), ainda 4.º no Mundial deste ano, foi 3.º com 50,13, também ele longe do seu valor. 


* Quase anónimo, Grande Atleta e anti-vedeta, os políticos que aprendam!

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 31 - GUIA DOS CURIOSOS
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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Mestrados de Gestão da Nova e Católica entre os melhores do mundo para o Financial Times

Dois mestrados de gestão portugueses, o da Universidade Nova e o da Universidade Católica de Lisboa, estão entre os melhores do mundo, segundo um ranking mundial do Financial Times é divulgado esta segunda-feira.

O CEMS - Master in International Management (MIM), uma parceria internacional da School of Business and Economics (SBE) da Universidade Nova de Lisboa com escolas de topo em 25 países, é o segundo melhor mestrado do género no mundo, de acordo com o ranking mundial do FT.

"Já o Mestrado em Gestão - totalmente concebido e administrado pela NOVA - ficou na 61ª posição", adiantou a Nova em comunicado.

Para o ranking dos melhores do mundo entrou este ano também o mestrado de gestão da Católica-Lisbon School of Business & Economics.

Entre os parâmetros avaliados, a Católica de Lisboa ocupa o 4º lugar no ranking mundial que avalia o sucesso da empregabilidade (Placement Success Rank), sendo uma das nove escolas que, de acordo com o FT, apresentam um nível de empregabilidade de 100% dos seus estudantes nos primeiros três meses após a conclusão do curso.

A Católica de Lisboa encontra-se também classificada em 28º lugar a nível mundial na variável que considera o nível de exposição internacional dos estudantes durante o programa de mestrado ("International course experience rank").

João Amaro de Matos, subdirector da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa, salientou à Lusa a importância de o mestrado em gestão internacional estar entre os três melhores do mundo para o FT desde há cinco anos.

Apesar de já ter estado em primeiro lugar - em 2009 - a distinção ao mestrado da Nova não se mede "com álgebra", referiu, indicando que "o Financial Times tem a tradição de nunca repetir um primeiro lugar".

"Este ano é muito importante estar nesta posição. Um programa com esta visibilidade põe-nos no mapa com algum sucesso. Temos em Portugal excelentes escolas de economia e gestão, mas no ano passado fomos a melhor escola da CEMS", a rede internacional de 26 universidades a que a Nova pertence e através da qual os alunos podem aceder ao mestrado.

A "qualidade académica, a dimensão da escola, o cariz internacional - há 15 anos a leccionar em inglês -, são factores que Amaro de Matos apontou como decisivos para manter o MIM nos lugares cimeiros da classificação.

"A responsabilidade existe e as provas dadas também", frisou.

Para chegar ao MIM, os candidatos têm de se lançar em mestrados através do CEMS e para entrar no MIM são seleccionados os que têm um determinado perfil, assente não só nas notas.

"Não escolhemos só alunos de 17 ou de 18, também podem entrar médias de 14. Ponderamos o perfil internacional, a vocação de carreira, a maturidade e a capacidade de trabalhar em equipa", indicou.

Por seu lado, numa nota, a directora da Católica-Lisbon, Fátima Barros, mostrou-se muito satisfeita pela presença da escola nestes rankings e por a universidade "se destacar, entre as melhores escolas do mundo, nas variáveis que se relacionam com a empregabilidade".

"Apresentar níveis de empregabilidade de 100% quando Portugal atravessa uma das mais graves crises económicas é, para nós, motivo de grande orgulho", salientou.


* Quer dizer Inteligência, Método e Motivação para formar cérebros brilhantes em português, numa escola portuguesa.

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2 - COTAS E GAULESES










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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

"Buracos" nas contas madeirenses são superiores aos detectados na Grécia
Identificadas falhas "graves" nas contas da Madeira. 
Os "buracos" encontrados são, em termos proporcionais, muito maiores do que os 
detectados pelo Eurostat na Grécia

Qual é o verdadeiro défice da Madeira? Ninguém sabe com segurança, mas uma coisa parece certa: é muito maior do que se pensava até aqui. As contas da Região estão a ser passadas a pente fino e os primeiros resultados são reveladores: despesas não comunicadas, défices que atingem (pelo menos) 17% do PIB regional e "buracos" que ultrapassam em muito aquilo que foi encontrado na Grécia. E a auditoria ainda não terminou.


* Um verdadeiro "soba" na Europa! Não percebemos que uma região de um país democrático desde 1974, vota massivamente num indíviduo que atropela a lei quantas vezes lhe apetece, das mais variadas formas e ainda com total impunidade. Claro que vai sobrar para os madeirenses, mesmo para os que nunca votaram nele e para o resto dos portugueses que também sorriram com as suas palhaçadas. Falta categoria na classe política que é permissiva a este ponto!


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CIDADES POSSÍVEIS



A idéia de um sistema subterrâneo de coleta de lixo em Barcelona é de 1992, quando a cidade sediou os Jogos Olímpicos. Desde então, o projeto tem sido implantado sistematicamente e 70% da área metropolitana já possui bocas de lixo conectadas diretamente aos centros de coleta. Plástico, latas e papel são reciclados e o lixo orgânico vira energia. Em cinco anos, a capital da Catalunha eliminará definitivamente os caminhões de lixo.

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HOJE NO
"i"

Fukushima
Um milhão de pessoas podem morrer 
com as fugas radioactivas
Cientistas voltam a falar em desastre pior que 
Chernobyl. Famílias de Fukushima vão hoje buscar pertences às suas casas onde, muito provavelmente, nunca mais voltarão

As pessoas que viviam na zona evacuada em torno da central nuclear de Fukushima foram autorizadas a ir hoje às suas casas recolher alguns bens e verificar se está tudo bem com as propriedades. É a primeira vez que às cerca de 20 mil famílias é permitido voltar pelos seus meios à zona que o governo japonês interditou depois do sismo e tsunami de 11 de Março terem danificado a central nuclear de Fukushima. Nas visitas anteriores os residentes foram transportados até à zona em autocarros e sob inúmeras restrições.

Muitos deles sabem que nunca mais poderão voltar a morar ali. Após ter divulgado várias informações contraditórias e falsas esperanças, o governo japonês, muito criticado pela forma como tem lidado com as consequências do acidente, admitiu na semana passada que a zona evacuada não poderá ser habitada pelo menos durante uma geração. "Não podemos descartar a possibilidade de que vá haver algumas áreas onde será difícil durante muito tempo os residentes regressarem às suas casas. Lamentamos muito", afirmou o porta-voz do governo, Yukio Edano.

De acordo com Hiroyuki Wada, membro do governo envolvido na resposta à crise, citado pela Bloomberg, foi pedido às pessoas que entrassem na área aos pares para uma visita de quatro horas e foi-lhes dito que a Tepco, empresa responsável pela gestão da central nuclear, lhes forneceria equipamento adequado, tal como fatos de protecção e dosímetros (aparelhos que servem para medir as doses de radiações radioactivas). Segundo Satoshi Ohsumi, do centro de resposta de emergência da Agência para a Segurança Nuclear e Industrial do Japão, antes do desastre viviam cerca de 78 mil pessoas na zona evacuada de 20 quilómetros de raio em torno da central.

Vários cientistas defendem que a situação é pior do que a provocada pelo acidente de Chernobyl em 1986. Ambas as catástrofes partilham o nível sete (máximo) na escala de desastres nucleares, no entanto, a física australiana e activista Helen Caldicott garante que em Fukushima os "horrores ainda estão por chegar". De acordo com o "The Independent", outro defensor desta visão mais alarmista é Chris Busby, professor na University of Ulster, que no mês passado gerou uma grande controvérsia quando afirmou, durante uma visita ao Japão, que o acidente ia resultar em mais de um milhão de mortes devido às fugas de material radioactivo. "Fukushima ainda tem a ferver os seus radionuclídeos [átomos com núcleos instáveis, que emitem radiação] para todo o Japão", afirmou. "Chernobyl aconteceu de uma só vez. Por isso Fukushima é pior", acrescentou.

"A verdade é que não temos dados suficientes para fornecer informações rigorosas sobre o impacto a longo prazo" defende, Tim Mousseau, cientista que passou mais de uma década a investigar o impacto de Chernobyl na genética."O que podemos afirmar no entanto é que é muito provável que exista um impacto significativo a longo prazo na saúde devido à exposição prolongada", explicou, acrescentando que muitas pessoas em Fukushima estão a "enterrar a cabeça na areia". 


* Quando na comunicação social se refere que UM MILHÃO de pessoas pode ser afectado pelo desastre nuclear é porque as previsões serão bem piores e aos poucos já nos vão "treinando" para os verdadeiros números da tragédia.
De que serve tanta tecnologia, tanto isto, tanto aquilo, em nome do "mais barato" se a Terra dá um "arroto" e é uma desgraçeira bem cara.

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