19/09/2011

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2 - Onde as crianças dormem

James Mollison viajou ao redor do mundo e decidiu criar uma série de fotografias mostrando quartos infantis, que foi, depois, compilada em um livro, intitulado Onde as crianças dormem. Cada par de fotografias é acompanhada por uma legenda estendida que conta a história da criança. As diferenças entre cada espaço do sono são impressionantes, revelando e confirmando, sob mais um aspecto, como somos desiguais.

 Mollison nasceu no Quênia em 1973 e cresceu na Inglaterra. Depois de estudar arte e design na Universidade de Oxford Brookes, e cinema e fotografia em Newport School of Art and Design, ele se mudou para a Itália para trabalhar no laboratório criativo da fábrica da Benetton.
O projeto tornou-se uma referência de pensamento crítico sobre a pobreza e a riqueza, sobre a relação das crianças com as suas posses -ou a falta delas. O fotógrafo espera que seu trabalho ajude outras crianças a pensar sobre a desigualdade no mundo, para que, talvez, no futuro eles pensem como agir para diminuir esta diferença.

Onde as crinças do mundo dormem

Tzvika, nove anos, vive em um bloco de apartamentos em Beitar Illit, um assentamento israelense na Cisjordânia. É um condomínio fechado de 36.000 Haredi. Televisões e jornais são proibidos de assentamento. A família média tem nove filhos, mas Tzvika tem apenas uma irmã e dois irmãos, com quem divide seu quarto. Ele é levado de carro para a escola onde o esporte é banido do currículo. Tzvika vai à biblioteca todos os dias e gosta de ler as escrituras sagradas. Ele também gosta de brincar com jogos religiosos em seu computador. Ele quer se tornar um rabino, e sua comida favorita é bife e batatas fritas.

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HOJE NO
"PÚBLICO"
Estradas de Portugal em risco de 
insustentabilidade financeira 
a partir de 2014
A Estradas de Portugal (EP) deverá enfrentar 
“sérias dificuldades” em financiar-se em 2013, 
correndo o risco de insustentabilidade financeira a partir de 2014, segundo um relatório da Inspecção-Geral de Finanças (IGF), a que a Lusa teve acesso.

“Face à actual conjuntura dos mercados financeiros e aos consequentes constrangimentos que a generalidade das empresas enfrenta para obter financiamento, que já se começam a fazer sentir na EP, e caso não sejam tomadas outras medidas, nomeadamente a intervenção do Estado, a empresa irá enfrentar sérias dificuldades em se financiar em 2013”, lê-se no documento elaborado entre Setembro de 2010 e Junho deste ano.

A equipa que fez o relatório afirma mesmo “perspectivar-se a insustentabilidade financeira [da EP] a partir de 2014, dado o considerável agravamento da situação financeira em consequência do início dos pagamentos das subconcessões contratadas nos últimos três anos”.

Segundo o documento, com base nas projecções da EP dos cash-flows (valor recebido e pago por um negócio durante um determinado período) plurianuais das concessões e subconcessões até 2015 (encargos líquidos), “é possível antecipar o significativo acréscimo das necessidades de financiamento a partir de 2014”.

Este agravamento, originado pelo início dos pagamentos das subconcessões, deve ascender a 732,9 milhões em 2015, enquanto a dívida bancária deve atingir 4.255,5 milhões, com um crescimento de 2.254,8 milhões em cinco anos (2011-2015).

A auditoria conclui que a estrutura da dívida bancária, essencialmente de curto prazo (77,5%), é “desadequada face ao perfil de longo prazo da actividade da EP e aumenta o risco de refinanciamento”.

Apesar de a cobrança de portagens das SCUT “atenuar” o crescimento das necessidades de financiamento da empresa a partir deste ano, “as receitas daí resultantes continuam a ser notoriamente insuficientes, sobretudo com o início dos pagamentos das subconcessões em 2014”.

As receitas líquidas da cobrança de portagens deverão totalizar 221,7 milhões de euros em 2012.

A partir deste ano, a EP prevê uma “acentuada degradação” do resultado líquido – prejuízo de 75,2 milhões de euros em 2012 –, “devido a registo de gastos com conservação e financiamentos relacionados com subconcessões que entram ao serviço, de forma gradual, a partir de 2011 (274,9 milhões de euros)”.

Estes gastos vão agravar-se no futuro, à medida que vão entrando em serviço mais subconcessões.

No período 2008-2010, a EP registou uma melhoria do resultado líquido, que subiu de 53,3 milhões de euros em 2008 para 110,2 milhões de euros em 2010.

Ainda este ano, está previsto que a EP pague cerca de 16 milhões de euros, relativos ao acordo de reequilíbrio financeiro da concessão Lusoponte.

Em sede de contraditório, a EP refere que o seu enquadramento legal “não permite a intervenção do Estado, nomeadamente devido ao contrato de concessão celebrado entre a EP e o Estado”.


* Antes de ir para a administração da "OPWAY" o que é que o "brilhante" Almerindo Marques andou a fazer na Estradas de Portugal??? Talvez a preparar a saída...
Se desejar consulte neste blogue no dia 29/05/11 uma notícia vinda no "SOL" e que nós inserimos às 22H35.


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17 – AMIGOS






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8º ANO MAS ANALFABETO




Enviado por em 17/03/2011

NR: Um excelente exemplo da importância da Comunicação Social. Esta reportagem da TVI denuncia como infelizmente se trabalha em algumas escolas para as estatisticas. Este aluno cumpriu a maior parte da sua escolaridade no tempo de José Socrates como primeiro-ministro, o apaixonado pelo saber e pela tecnologia.

enviado por D.A.M.

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6- PROFISSÕES D' OUTRAS ERAS







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JORNAIS DE HOJE


COMPRE JORNAIS













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BOM  DIA