BRITNEY SPEARS EM APUROS
Cansados de blogs bem comportados feitos por gente simples, amante da natureza e blá,blá,blá, decidimos parir este blog do non sense.Excluíremos sempre a grosseria e a calúnia, o calão a preceito, o picante serão ingredientes da criatividade. O resto... é um regalo
09/04/2011
7 - PORTUGAL EM IMAGENS
Lisboa monumento aos descobrimentos
Lisboa porta principal do mosteiro dos Jerónimnos
Mosteiro da Batalha
Batalha, esculturas dos apóstolos na entrada principal do Mosteiro
Palácio de Queluz
FRANCISCO GOUVEIA
POR QUE SILENCIAM A ISLÂNDIA???
(Estamos neste estado lamentável por causa da corrupção interna - pública e privada com incidência no sector bancário - e pelos juros usurários que a Banca Europeia nos cobra.
Sócrates foi dizer à Sra. Merkle - a chanceler do Euro - que já tínhamos tapado os buracos das fraudes e que, se fosse preciso, nos punha a pão e água para pagar os juros ao valor que ela quisesse.
Por isso, acho que era altura de falar na Islândia, na forma como este país deu a volta à bancarrota, e porque não interessa a certa gente que se fale dele).
Não é impunemente que não se fala da Islândia (o primeiro país a ir à
bancarrota com a crise financeira) e na forma como este pequeno país perdido no meio do mar, deu a volta à crise.
Ao poder económico mundial, e especialmente o Europeu, tão proteccionista do sector bancário, não interessa dar notícias de quem lhes bateu o pé e não alinhou nas imposições usurárias que o FMI lhe impôs para a ajudar.
Em 2007 a Islândia entrou na bancarrota por causa do seu endividamento excessivo e pela falência do seu maior Banco que, como todos os outros, se afogou num oceano de crédito mal parado. Exactamente os mesmo motivos que tombaram com a Grécia, a Irlanda e Portugal.
A Islândia é uma ilha isolada com cerca de 320 mil habitantes, e que durante muitos anos viveu acima das suas possibilidades graças a estas "macaquices" bancárias, e que a guindaram falaciosamente ao 13º no ranking dos países com melhor nível de vida (numa altura em que Portugal detinha o 40º lugar).
País novo, ainda não integrado na UE, independente desde 1944, foi desde então governado pelo Partido Progressista (PP), que se perpetuou no Poder até levar o país à miséria.
Aflito pelas consequências da corrupção com que durante muitos anos conviveu, o PP tratou de correr ao FMI em busca de ajuda. Claro que a usura deste organismo não teve comiseração, e a tal "ajuda" ir-se-ia traduzir em empréstimos a juros elevadíssimos (começariam nos 5,5% e daí para cima), que, feitas as contas por alto, se traduziam num empenhamento das famílias islandesas por 30 anos, durante os quais teriam de pagar uma média de 350 Euros / mês ao FMI. Parte desta ajuda seria para "tapar" o buraco do principal Banco islandês.
Perante tal situação, o país mexeu-se, apareceram movimentos cívicos despojados dos velhos políticos corruptos, com uma ideia base muito simples: os custos das falências bancárias não poderiam ser pagos pelos cidadãos, mas sim pelos accionistas dos Bancos e seus credores. E todos aqueles que assumiram investimentos financeiros de risco, deviam agora aguentar com os seus próprios prejuízos. O descontentamento foi tal que o Governo foi obrigado a efectuar um referendo, tendo os islandeses, com uma maioria de 93%, recusado a assumir os custos da má gestão bancária e a pactuar com as imposições avaras do FMI.
Num instante, os movimentos cívicos forçaram a queda do Governo e a realização de novas eleições.
Foi assim que em 25 de Abril (esta data tem mística) de 2009, a Islândia foi a eleições e recusou votar em partidos que albergassem a velha, caduca e corrupta classe política que os tinha levado àquele estado de penúria..
Um partido renovado (Aliança Social Democrata) ganhou as eleições, e conjuntamente com o Movimento Verde de Esquerda, formaram uma coligação que lhes garantiu 34 dos 63 deputados da Assembleia). O partido do poder (PP) perdeu em toda a linha.
Daqui saiu um Governo totalmente renovado, com um programa muito objectivo: aprovar uma nova Constituição, acabar com a economia especulativa em favor de outra produtiva e exportadora, e tratar de ingressar na UE e no Euro logo que o país estivesse em condições de o fazer, pois numa fase daquelas, ter moeda própria (coroa islandesa) e ter o poder de a desvalorizar para implementar as exportações, era fundamental.
Foi assim que se iniciaram as reformas de fundo no país, com o inevitável aumento de impostos, amparado por uma reforma fiscal severa. Os cortes na despesa foram inevitáveis, mas houve o cuidado de não "estragar" os serviços públicos tendo-se o cuidado de separar o que o era de facto, de outro tipo de serviços que haviam sido criados ao longo dos anos apenas para serem amamentados pelo Estado.
As negociações com o FMI foram duras, mas os islandeses não cederam, e conseguiram os tais empréstimos que necessitavam a um juro máximo de 3,3% a pagar nos tais 30 anos.
O FMI não tugiu nem mugiu. Sabia que teria de ser assim, ou então a Islândia seguiria sozinha e, atendendo às suas características, poderia transformar-se num exemplo mundial de como sair da crise sem estender a mão à Banca internacional.
Um exemplo perigoso demais.
O FMI não tugiu nem mugiu. Sabia que teria de ser assim, ou então a Islândia seguiria sozinha e, atendendo às suas características, poderia transformar-se num exemplo mundial de como sair da crise sem estender a mão à Banca internacional.
Um exemplo perigoso demais.
Graças a esta política de não pactuar com os interesses descabidos do neo-liberalismo instalado na Banca, e de não pactuar com o formato do actual capitalismo (estado de selvajaria pura) a Islândia conseguiu, aliada a uma política interna onde os islandeses faziam sacrifícios, mas sabiam porque os faziam e onde ia parar o dinheiro dos seus sacrifícios, sair da recessão já no 3º Trimestre de 2010.
O Governo islandês (comandado por uma senhora de 66 anos) prossegue a sua caminhada, tendo conseguido sair da bancarrota e preparando-se para dias melhores. Os cidadãos estão com o Governo porque este não lhes mentiu, cumpriu com o que o referendo dos 93% lhe tinha ordenado, e os islandeses hoje sabem que não estão a sustentar os corruptos banqueiros do seu país nem a cobrir as fraudes com que durante anos acumularam fortunas monstruosas.
Sabem também que deram uma lição à máfia bancária europeia e mundial, pagando-lhes o juro justo pelo que pediram, e não alinhando em especulações.
Sabem ainda que o Governo está a trabalhar para eles, cidadãos, e aquilo que é sector público necessário à manutenção de uma assistência e segurança social básica, não foi tocado.
Os islandeses sabem para onde vai cada cêntimo dos seus impostos.
Não tardarão meia dúzia de anos, que a Islândia retome o seu lugar nos países mais desenvolvidos do mundo.
O actual Governo Islandês, não faz jogadas nas costas dos seus cidadãos. Está a cumprir, de A a Z, com as promessas que fez.
Se isto servir para esclarecer uma única pessoa que seja deste pobre país aqui plantado no fundo da Europa, que por cá anda sem eira nem beira ao sabor dos acordos milionários que os seus governantes acertam com o capital internacional, e onde os seus cidadãos passam fome para que as contas dos corruptos se encham até abarrotar, já posso dar por bem empregue o tempo que levei a escrever este artigo.
Engenheiro
enviado por CAMY
PÁTIO DA GALÉ | 7 A 17 ABRIL DE 2011
PEIXE EM LISBOA 2011
COM SERGI AROLA E GENNARO ESPOSITO
No total, 23 chefes e 13 restaurantes
O Peixe em Lisboa terá lugar de 7 a 17 de Abril de 2011, aumentando de nove para onze o número de dias de duração deste evento gastronómico que, na próxima edição, regressa ao Pátio da Galé, no Terreiro do Paço, com mais novidades.
Resultado do êxito alcançado nas edições anteriores, a Associação de Turismo de Lisboa decidiu alargar a duração desta sua iniciativa, para a qual estão já confirmados três jovens chefes de origem portuguesa a trabalhar no mundo da alta cozinha, respectivamente em Londres, Nova Iorque e França: Nuno Mendes (uma estrela Michelin), George Mendes (uma estrela Michelin) e Serge Vieira (uma estrela Michelin).
Além destes três nomes, a 4.ª edição do Peixe em Lisboa trará até à capital portuguesa outros chefes de grande prestígio internacional, nomeadamente um dos grandes nomes da cozinha espanhola, Sergi Arola (duas estrelas Michelin), e da cozinha italiana, Gennaro Esposito (duas estrelas Michelin).
Como sempre, o evento contará ainda com a presença permanente de alguns dos melhores restaurantes de Lisboa, de produtores de alimentos e vinhos e de muitas outras actividades e atracções.
Depois de ter decorrido em 2009 e 2010 no Pavilhão de Portugal, o Peixe em Lisboa volta este ano ao Pátio da Galé - local da 1.ª edição (em 2008) -, onde já decorreram obras de beneficiação que vão permitir a oferta ao público de um espaço com toda a qualidade e comodidade.
O Peixe em Lisboa, iniciativa da Associação de Turismo de Lisboa, conta com a produção da empresa Essência do Vinho.
VENHA AO PEIXE EM LISBOA
E DIVIRTA-SE!
Já imaginou ter uma selecção rigorosa dos melhores restaurantes de Lisboa num só espaço? E assistir a apresentações de cozinha ao vivo de alguns dos mais conceituados chefes de cozinha da actualidade?
Poderá ainda adquirir produtos gourmet, aprender a cozinhar, sensibilizar os seus filhos para a necessidade de uma alimentação saudável, apreciar vinhos, cervejas e bebidas espirituosas ao som de música ao vivo!
Eis algumas das actividades que irão decorrer entre 7 e 17 de Abril,
no Pátio da Galé:
apresentações de cozinha ao vivo | mercado gourmet | crianças saudáveis na cozinha | harmonizações com vinhos | restaurantes | cocktails ao vivo | aulas com chefe | grande caldeirada | música ao vivo | vinhos, cervejas, espirituosos, águas e cafés | concurso "melhor pastel de nata" | provas com especialistas
INFORMAÇÃO ÚTIL
Horários
7 Abril: 18h00 às 24h00
8 a 16 Abril: 12h00 às 24h00
17 Abril: 12h00 às 16h00
Bilhetes
Entrada 1 dia: 15€
Entrada 11 dias: 135€
Entrada 1 fim-de-semana: 25€
Entrada 2 fim-de-semana: 45€
Entrada Semana (5 dias): 60€
Entrada Grupo (5 pessoas): 60€
Crianças até aos 12 anos têm entrada livre, desde que devidamente acompanhadas por adultos.
Alunos e docentes das Escolas de Hotelaria também têm acesso gratuito ao evento.
Uma entrada dá direito a uma degustação de 5€.
De 2.ª a 6.ª feira, das 12h00 às 15h00, uma entrada dá direito a duas degustações, de 5€ cada uma.
As restantes degustações serão pagas à parte.
Actividades
Inscrições prévias no site e na entrada do evento sujeitas aos lugares disponíveis.
Todas as actividades têm entrada livre, à excepção das harmonizações que têm um custo de 10€.
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