25/01/2011

23 - UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

Num avião, o piloto informa:
- Senhoras e senhores, o avião está perdendo a altitude e toda bagagem deverá ser atirada fora!
Apesar de mais coisas serem lançadas fora, o avião continuou perdendo altitude.

- Estamos ainda perdendo altitude! Teremos que atirar fora algumas pessoas! Avisa o piloto!
Há, neste momento, um grande rebuliço entre os passageiros.

E continua o piloto:
- Para fazer isso, de forma imparcial, os passageiros serão jogados para fora por ordem alfabética.  Assim, começamos pela letra 'A'. Há algum 'Afro' a bordo?

Ninguém se move!

- 'B'... Algum 'Black' a bordo?

Nada!

- 'C'... Algum 'Crioulo' a bordo?

Continuou e... Nada!

- 'D'... Alguém 'De cor?'

De novo ninguém se mexeu!

- 'E'... Algum mais 'Escurinho'?

Nada!

Nisto, um pequeno menino negro pergunta ao pai:
- Pai, afinal o que nós somos???

- ZULUS, meu filho! Somos ZULUS!

TER SEDE À NOITE PODE SER PERIGOSO

GERIR A RAIVA (de morrer a rir)


ESTE EXEMPLO É PIOR QUE MAU

Por vezes, quando se tem um mau dia e precisamos de o descarregar em alguém, não o faça em alguém seu conhecido. Descarregue em alguém que NÃO conheça.
Estava sentado à minha secretária, quando me lembrei de um telefonema que tinha de fazer. Encontrei o número e marquei-o. 
Respondeu um homem que disse: 
- "Está?"
Educadamente respondi-lhe: 
- "Estou! Sou o Luís Alves. Posso falar com a Sra. Ana Marques, por favor?"
Ficou com uma voz transtornada e gritou-me aos ouvidos: 
- "Vê lá se arranjas a merda do número certo, ó filho da puta!" e desligou o telefone.

Nem queria acreditar que alguém pudesse ser tão mal educado por causa de uma coisa destas. Quando consegui ligar à Ana, reparei que tinha acidentalmente transposto os dois últimos dígitos.
Decidi voltar a ligar para o número "errado" e, quando o mesmo tipo atendeu, gritei-lhe: 
- "És um grande paneleiro!" e desliguei. Escrevi o número dele juntamente com a palavra "paneleiro" e guardei-o.

De vez em quando, sempre que tinha umas contas chatas para pagar ou um dia mesmo mau, telefonava-lhe e gritava-lhe: 
- "És um paneleiro!" Isso animava -me.

Quando surgiu a identificação de chamadas, pensei que o meu terapêutico telefonema do "paneleiro" iria acabar. Por isso, liguei-lhe e disse: 
- "Boa tarde. Daqui fala da PT. Estamos a ligar-lhe para saber se conhece o nosso serviço de identificação de chamadas!"
Ele disse "NÃO!" e bateu o telefone.
De seguida liguei-lhe, e disse: 
- "É porque és um grande paneleiro!"

Uma vez, estava no parque do Centro Comercial e, quando me preparava para estacionar num lugar livre, um tipo num BMW cortou-me o caminho e estacionou no lugar que eu tinha estado à espera que vagasse.
Buzinei-lhe e disse-lhe que estava ali primeiro à espera daquele lugar, mas ele ignorou-me.
Reparei que tinha um letreiro "Vende-se" no vidro de trás do carro, e tomei nota do número de telefone que lá estava.
Uns dias mais tarde, depois de ligar ao primeiro paneleiro, pensei que era melhor telefonar também para o paneleiro do BMW.
Perguntei-lhe:
- "É o senhor que tem um BMW preto à venda?"
- "Sim", disse ele.
- "E onde é que o posso ver?", perguntei.
- "Pode vir vê-lo a minha casa, aqui na Rua da Descobertas, Nº 36. É uma casa amarela e o carro está estacionado mesmo à frente."
- "E o senhor chama-se?." perguntei.
- "O meu nome é Alberto Palma", disse ele.
- "E a que horas está disponível para mostrar o carro?"
- "Estou em casa todos os dias depois das cinco."
- "Ouça, Alberto, posso dizer-lhe uma coisa?"
- "Diga!"
"És um grande paneleiro!", e desliguei o telefone. 
Agora, sempre que tinha um problema, tinha dois "paneleiros" a quem telefonar.

Tive, então, uma ideia. Telefonei ao paneleiro Nº 1.
- "Está?"
- "És um paneleiro!" (mas não desliguei)
- "Ainda estás aí?" ele perguntou.
- "Sim", disse-lhe.
- "Deixa de me telefonar!" gritou.
- "Impede-me", disse eu.
- "Quem és tu?" perguntou.
- "Chamo-me Alberto Palma", respondi.
- "Ah sim? E onde é que moras?"
- "Moro na Rua da Descobertas, Nº 36, tenho o meu BM preto mesmo em frente, ó paneleiro. Porquê?
- "Vou já aí, Alberto. É melhor começares a rezar", disse ele.
- "Estou mesmo cheio de medo de ti, ó paneleiro!" e desliguei.
A seguir, liguei ao paneleiro Nº 2.
- "Está?"
- "Olá, paneleiro!", disse eu.
- Ele gritou-me: "Se descubro quem tu és..."
- "Fazes o quê?" perguntei-lhe.
- "Parto-te a tromba!" disse ele.
E eu disse-lhe: 
- "Olha, paneleiro, vais ter essa oportunidade. Vou agora aí a tua casa, e já vais ver."

Desliguei e telefonei à Polícia, dizendo que morava na Rua da Descobertas, Nº 36 e que ia agora para casa matar o meu namorado gay. 
Depois liguei para as cadeias de TV e falei-lhes sobre a guerra de gangs que se estava a desenrolar nesse momento na Rua da Descobertas.
Peguei no meu carro e fui para a Rua da Descobertas. Cheguei a tempo de ver os dois parvalhões a matarem-se à pancada em frente de seis viaturas da polícia e uma série de repórteres de TV.
Já me sinto muito melhor.
Gerir a raiva sempre funciona.

enviado por MARTINS

UM CASO MUITO GRAVE


ALMORRÓIDA ESCLARECIDA FICA MAIS PREVENIDA


Em tempos mandaram-me isto. . 
Pelo nº do diploma Lei 3359, de Janeiro, nunca poderia ser uma lei portuguesa. Na dúvida fui consultar o DR, anterior e posterior a 2002 e não havia qualquer lei em Portugal sobre esta matéria
Dei conhecimento a todos os meus contactosdo resultado da minha pesquisa. Agora voltei a pesquizar e voltei a não encontrar qualquer diploma em Portugal, sobre a matéria, mas encontrei este esclarecimento do Mário Frota.

Terça-feira, 14 de Abril de 2009
Desinformação = Intoxicação

Circula na internet uma mensagem, cujo teor a seguir se transcreve, que peca por não corresponder - com rigor - a qualquer situação que se aplique a Portugal e ao seu ordenamento jurídico.
Com efeito, a lei que se invoca para afirmar a necessidade do seu cumprimento ou observância não foi editada em Portugal.
Tê-la-á alguém "descoberto" em um qualquer sítio na internet, sem qualquer apreciação crítica, escapando-lhe que é de uma lei brasileira que se trata.
E, como tal, inaplicável em Portugal...
É perniciosa a circulação de notícias do jaez destas. Tanto mais que "há só um bem - o conhecimento!", como diria o filósofo grego. "Há só um mal - a ignorância!"
E em Portugal grassa a ignorância em relação à maior parte do ordenamento jurídico de consumidores. O défice de informação para a cidadania é algo de incomensurável! E não há forma de superar insuficiências tais a não ser de forma meticulosa, persistente, englobante, obsessiva, dir-se-ia. Não é com meros arremedos que se ultrapassa o fosso que nos separa de uma informação séria, rigorosa, objectiva, adequada e massificante, que habilite os consumidores a discernir relativamente a cada uma das situações que se lhes deparem e a prevenir o litígio.
Informações do estilo das que comentamos, carreadas naturalmente sem qualquer intuito de malícia ou de incitamento à indignação perante o seu contrário, só servem para avolumar a ignorância, instalar a dúvida e gerar desconforto.
A informação ao consumidor tem de ter a prioridade que ora se lhe não confere e que quaisquer arremedos com intuitos de mera propaganda não suprem de modo frontal e consequente.
O povo é néscio! Não se agrave o fosso! Nem se confundam os termos para que o conflito não assuma proporções ainda mais insustentáveis!
Vamos ao texto que não deve ser tomado asérfio no que nos toca:

O TEXTO QUE SEGUE É FALSO


Lei Sobre o Depósito de Valores 
nas Clínicas Privadas Antes do Internamento

Foi publicado no DIÁRIO DA REPÚBLICA em 09/01/02, a Lei nº 3359 de 07/01/02, que dispõe:

Art.1° - Fica proibida a exigência de depósito de qualquer natureza, para possibilitar internamento de doentes em situação de urgência e emergência, em hospitais da rede privada.
Art 2° - Comprovada a exigência do depósito, o hospital será obrigado a devolver em dobro o valor depositado, ao responsável pelo internamento.
Art 3° - Ficam os hospitais da rede privada obrigados a dar possibilidade de acesso aos utentes e a afixarem em local visível a presente lei.
Art 4° - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
*Não deixe de reenviar aos seus amigos, parentes e conhecidos. Uma lei como esta, que deveria ser divulgada, está praticamente escondida da população! E isso vem desde 2002. Estamos em 2009!"

Importa, pois, corrigir o alvo!
O Brasil não fica - neste particular - à distância de um equívoco!
E não se olvide: Portugal em matéria de defesa do consumidor fica - quantas vezes! - a anos luz do Brasil! Aceite-se ou não a proposição, liberta de quaisquer exageros.
Fica, pois, a advertência! A lei é brasileira, que não portuguesa!

Publicado por: Jorge Frota

enviado por M. COUTINHO

Por que Bocejamos?



"É uma forma de activar o cérebro e evitar o sono", afirma o coordenador do departamento de distúrbio do sono da Unifesp, Ademir Baptista Silva.
Ao bocejar, o segundo e o terceiro ramo do nervo trigêmeo (um dos nervos da face) são activados, estimulando o cérebro.
O mesmo efeito pode ser obtido mascando chiclete.
"O único mistério é o factor "epidémico" do bocejo ninguém sabe porque as pessoas bocejam quando vêem outras bocejando", diz Ademir

ARMANDO ESTEVES PEREIRA


As revoltas do pão

Os portugueses já sentem no bolso a subida assustadora de algumas matérias-primas essenciais. A alta do petróleo traduziu-se numa subida superior a 20% do gasóleo em 12 meses.

O preço do trigo bate recordes, a farinha está cada vez mais cara e o custo do pão mais inflacionado. Se por cá a pressão representa só mais um aperto do cinto do magro orçamento das famílias, em várias regiões do mundo é uma questão de vida ou morte e cria revoltas.

Os recentes protestos em Moçambique são um sinal do desespero de milhões de pessoas. A actual revolução na Tunísia teve por fermento a subida do pão e o vírus de Tunes ameaça outros países árabes que não têm o conforto do petróleo. A subida de preços não parece ser pontual ou resultado de pressões de especuladores.

O dinamismo chinês e a emergência da Índia sustentam a tendência. No caso dos bens alimentares, além do crescente consumo chinês há outro factor importante: a subida do petróleo torna mais atractivo o investimento em biodiesel, o que desvia parte da produção de alimentos. Com estes preços, volta a ser compensador para a agricultura portuguesa produzir cereais. Mas já há poucos agricultores dispostos a investir. Basta uma viagem pelo mundo rural, do Norte ao Alentejo, para ver o pousio. É um paradoxo num País com tanto desemprego. Mas a política oficial e os subsídios europeus também incentivaram o abandono.

IN "CORREIO DA MANHÃ"
22/01/11