31/10/2010

do you speak english?


Woman has Man in it;
Mrs. has Mr . in it;
Female has Male in it;
She has He in it;
Madam has Adam in it;
No wonder men always want to be inside women!

Men were born between the legs of a woman, yet men spend all their life 
and time trying to go back between the legs of a woman....

Why?
BECAUSE THERE IS NO PLACE LIKE HOME

Okay, Okay, it all makes sense now...
I never looked at it this way before:

Ever notice how all of women's problems start with MEN?

MENtal illness
MENstrual cramps
MENtal breakdown
MENopause
GUYnecologist
and ..
When we have REAL trouble, it's a
HISterectomy. 

Send this to all the women you know to brighten their day.
Send this to all the men just to annoy them ......

enviado por ROGER

S. O. S. - "AJUDA DE BERÇO"

A "AJUDA DE BERÇO" está com problemas de tesouraria.
Em 13 anos esta instituição acolheu perto de 200 bebés que foram assistidas nas duas pequenas casas onde exerce a sua actividade de assistência.


AJUDE A "AJUDA DE BERÇO" informe-se como
- 21 362 81 74
- 21 362 82 76
- 21 362 82 77
- ajudadeberco@ajudadeberco.pt
- http://www.ajudadeberco.pt/ab/?page_id=24

30/10/2010

4 - LOIRA LOUCA

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VISITA AO ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL

JORGE MARRÃO




Inconcebível 178º lugar 
- um novo rumo!


Na situação crítica em que nos encontramos temos, a cada momento, de saber do que vamos ter de prescindir para garantir o futuro.

Todavia, não devemos esquecer algumas lições da História, designadamente, o que fez desenvolver o Mundo e tem viabilizado o seu progresso secular: o fim dos dogmas e das axiomáticas económicas e sociais, o aperfeiçoamento da democracia representativa, a flexibilidade dos procedimentos, a descentralização e a tolerância a todos os níveis, o sentido estratégico da evolução das sociedades, o dinamismo privado e a atenção pública aos mais carenciados. Também não devemos esquecer o que o tem diminuído: o centralismo, o estatismo e a burocracia.

Confrontados com as alterações radicais de que somos testemunhas, as soluções conservadoras, qualquer que seja o quadrante de que provêm, estão irremediavelmente excluídas porque, o imobilismo que comportam compromete a solução e constitui, mais uma vez, grande parte do problema.

Em qualquer caso, a resolução das nossas dificuldades, se depende em grande parte do que formos capazes de fazer para, pelo menos no médio e longo prazo, sairmos da angustiante situação em que nos encontramos, terá de ser encontrado no contexto dos compromissos assumidos no quadro da União Europeia e da interdependência económica mundial.

Continuamos a não ter dúvidas de que as crises podem ser oportunidades desde que aproveitadas para concretizar as reformas necessárias. Quais são as contrapartidas para os cidadãos contribuintes e a que prazo poderão utilizá-las? Ficar-se-á apenas pela necessária consolidação das contas públicas? E o futuro dos países, das economias, que o mesmo é dizer das pessoas, dos que agora possuem um emprego e dos que já estão desempregados? É essa palavra de esperança prospectiva, do sentido para os sacrifícios que nos exigem, que falta no discurso.

Já sabemos que não existe outro remédio se não trabalhar mais, sermos mais produtivos, mais eficientes para sermos mais competitivos e para podermos reequilibrar os valores económicos e sociais que se avariaram gravemente no meio da tormenta. Mas depois? Quando começaremos a recolher o fruto desse esforço?

O sector financeiro, fulcral nos tempos actuais, aquele que alimenta o desenvolvimento dos países e do Mundo, a quem vamos ter de perdoar, sem esquecermos todos os malefícios que causou, é talvez a primeira prioridade na lista de soluções parcelares que hão-de constituir a solução global.

Para o nosso País uma segunda prioridade refere-se à nossa arquitectura institucional que terá de prever um sistema de controle que nos relembre que, com finanças públicas controladas e indicadores macro-económicos equilibrados, a probabilidade da ocorrência de crises se poderá reduzir significativamente.

Uma terceira prioridade tem que ver com a produtividade global do País, tema a que voltaremos quando for oportuno, até porque está intimamente relacionado com a nossa proposta de um novo contrato social, que propomos (ver site do Projecto Farol).

Precisamos de encontrar as forças e os meios que nos permitam sair da posição em que, no contexto de 180 países, e medindo o crescimento do PIB na última década, o FMI nos deixou: num inconcebível 178º lugar. 

Economista

IN "JORNAL DE NEGÓCIOS"
26/10/10

ALMORRÓIDA ENVAIDECIDA

Expo Shangai: Pavilhão de Portugal ganha 'Prémio de Design'



O pavilhão de Portugal na Expo2010 ganhou um dos três 'Prémio de Design' atribuídos este sábado em Shangai pelo Bureau International des Exhibitions.

Portugal foi distinguido entre os 42 pavilhões alugados do certame, enquanto nos 40 pavilhões construídos de raiz pelos participantes ganharam o Reino Unido (mais de 4.000 metros quadrados) e a Finlândia (entre 2.000 e 4.000 metros quadrados).
O pavilhão português é um edifício de 2.000 metros quadrados, inteiramente revestido de cortiça, decorado pelo arquitecto Carlos Couto.
A Expo2010, que termina domingo, foi a maior exposição universal de sempre, com mais de 240 países e organizações internacionais, e também a mais concorrida, com mais de 72 milhões de visitantes.
O anterior recorde de afluência (64 milhões) durava desde a Expo de Osaka, em 1970.

IN "CORREIO DA MANHÃ"
30/10/10

A ÚLTIMA VIAGEM DE TÁXI