24/01/2010

EM SEGUIDA VEJA ESTE



enviado por CAMY

L O N G E V I D A D E

UMA RAÍNHA OITO PRESIDENTES


DWIGHT EISENHOWER (1953 - 1961)


JOHN KENNEDY (1961 - 1963)


LYNDON JOHNSON (1963 - 1969) (a foto é do casal Kennedy)


RICHARD NIXON (1969 - 1974)


GERALD FORD (1974 - 1977)


JIMMY CARTER (1977 - 1981)


RONALD REAGAN (1981 - 1989)


GEORGE BUSH (1989 - 1993)


BILL CLINTON (1993 - 2001)


GEORGE W. BUSH (2001 - 2009)


BARACK OBAMA (2009...)

enviado por D.A.M.

MANOEL DIAS DE OLIVEIRA -1735 - 1813

A S S A L T O S




NOVA TECNICA USADA POR LADRÕES

SE, AO CONDUZIR Á NOITE, ALGUEM ATIRAR OVOS PARA O PARA-BRISAS DO SEU CARRO, NÃO LIGUE AS ESCOVAS , NEM BOMBEI ÁGUA PARA O PARA-BRISAS , PORQUE A MISTURA DA ÁGUA COM OS OVOS, TORNA-SE UMA PASTA DE ASPECTO LÁCTEO QUE IRÁ OBSTRUIR A SUA VISÃO ATÉ 90%

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VITIMA DE ASSALTO-

ESTA É A ULTIMA TECNICA USADA POR ASSALTANTES

4 DINASTIA - D. LUÍS

clique na imagem

D. LUÍS I


D. Luís I
Monarca de Portugal
D.Luis I.jpg

D. Luís I, Rei de Portugal

Ordem: 33.º Monarca de Portugal
Cognome(s): O Popular
Início do Reinado: 11 de Novembro de 1861
Término do Reinado: 19 de Outubro de 1889
Aclamação: Palácio de São Bento, Câmara dos Deputados

22 de Dezembro de 1861

Predecessor(a): D. Pedro V
Sucessor(a): D. Carlos I
Pai: D. Fernando II
Mãe: D. Maria II
Data de Nascimento: 31 de Outubro de 1838
Local de Nascimento: Palácio das Necessidades, Lisboa
Data de Falecimento: 19 de Outubro de 1889
Local de Falecimento: Cascais
Local de Enterro: Panteão dos Braganças, Mosteiro de São Vicente de Fora, Lisboa
Consorte(s): D. Maria Pia de Sabóia

(Princesa de Itália)

Príncipe Herdeiro: Príncipe D. Carlos (depois Rei) (filho)
Dinastia: Bragança

D. Luís I de Portugal (nome completo: Luís Filipe Maria Fernando Pedro de Alcântara António Miguel Rafael Gabriel Gonzaga Xavier Francisco de Assis João Augusto Júlio Valfando de Saxe-Coburgo-Gota e Bragança; 31 de Outubro de 1838 — 19 de Outubro de 1889) foi o segundo filho da rainha D. Maria II e de D. Fernando de Saxe-Coburgo-Gota. Luís herdou o trono depois da morte do seu irmão mais velho, D. Pedro V em 1861. Ficou conhecido como O Popular, devido à adoração pelo seu povo; Eça de Queirós chamou-lhe O Bom.


Biografia

D.Luís, rei de Portugal

D. Luís herdou a coroa em Novembro de 1861, sucedendo ao seu irmão Pedro V por este não deixar descendência, e foi aclamado rei a 22 de Dezembro do mesmo ano. A 27 de Setembro do ano seguinte casa-se, por procuração, com D. Maria Pia de Sabóia, filha do rei Vitor Emanuel II da Itália. Quando infante serviu na Marinha, visitando a África Portuguesa. Exerce o seu primeiro comando naval em 1858.

Luís era um homem culto e de educação esmerada, como todos os seus irmãos. De grande sensibilidade artística, pintava, compunha e tocava violoncelo e piano. Poliglota, falava correctamente algumas línguas europeias. Fez traduções de obras de William Shakespeare.

Durante o seu reinado e, em consequência da criação do imposto geral de consumo, que a opinião pública recebeu mal, deu-se o motim a que se chamou a Janeirinha (em finais de 1867). Também a 19 de Maio de 1870, se verificou uma revolta militar, promovida pelo Marechal Duque da Saldanha e que pretendia a demissão do governo. À revolta de 19 de Maio, respondeu o monarca em 29 de Agosto, com a demissão do ministério de Saldanha, chamando ao poder Sá da Bandeira.

Em Setembro de 1871, subiu ao poder Fontes Pereira de Melo, que organizou um gabinete regenerador, o qual se conservou até 1877. Seguiu-se o Duque de Ávila, que não se aguentou durante muito tempo por lhe faltar maioria. Assim, e depois do conflito parlamentar que rebentou em 1878, Fontes foi chamado outra vez para constituir gabinete. Consequentemente, os progressistas atacaram o rei, acusando-o de patrocinar escandalosamente os regeneradores. Este episódio constitui um incentivo ao desenvolvimento do republicanismo. Em 1879, D. Luís chamava, então, os progressistas a formarem governo.

No seu tempo surgiu a Questão Coimbrã (1865-1866) e ocorreu a iniciativa das Conferências do Casino (1871), a que andavam ligados os nomes de Antero de Quental e Eça de Queiroz, os expoentes de uma geração que se notabilizou na vida intelectual portuguesa. De temperamento calmo e conciliador, foi um modelo de monarca constitucional, respeitador escrupuloso das liberdades públicas. Do seu reinado merecem especial destaque o início das obras dos portos de Lisboa e de Leixões, o alargamento da rede de estradas e dos caminhos-de-ferro, a construção do Palácio de Cristal, no Porto, actualmente designado de Pavilhão Rosa Mota, a abolição da pena de morte para os crimes civis, a abolição da escravatura no Reino de Portugal, e a publicação do primeiro Código Civil.

Em 1884, foi efectuada a Conferência de Berlim, resultando daí o chamado Mapa Cor-de-Rosa, que definia a partilha de África entre as grandes potências coloniais: Alemanha, Bélgica, França, Inglaterra e Portugal.

Fértil em acontecimentos, é no reinado de D. Luís que são fundados alguns dos partidos políticos portugueses: o Partido Reformista (1865), que ascendeu ao poder em 1868, o Partido Socialista Português (1875), com o nome de Partido Operário Socialista, e o Partido Progressista (1876), que chega ao poder em 1879. Em 1883, dá-se a realização do Congresso de Comissão Organizadora do partido Republicano. No final do seu reinado, o Partido Republicano apresenta-se já como uma força política perfeitamente estruturada.

D. Luís era principalmente um homem das ciências, com uma paixão pela oceanografia. Investiu grande parte da sua fortuna no financiamento de projectos científicos e de barcos de pesquisa oceanográfica, que viajaram pelos oceanos em busca de espécimes.

D. Luís seguiu os passos de sua mãe - D. Maria II, mandando construir e fundar associações culturais. Em 1 de Junho de 1871, D. Luís esteve no Seixal (uma vila fundada pela sua mãe), para testemunhar a fundação da Sociedade Filarmónica União Seixalense. Neste mesmo dia terminava a Guerra Franco-Prussiana.

Morre em Cascais, a 19 de Outubro de 1889. Sucede-lhe o seu filho Carlos, sob o nome de Carlos I de Portugal.

Jaz no Panteão dos Braganças, no Mosteiro de São Vicente de Fora, em Lisboa.

No dizer dos biógrafos, D. Luís, era: "muito agradável e liberal. [...] A Sr.ª D. Maria Pia, dizia que ele era um pouco doido, aludindo acertas aventuras de amor. [...] Além de tais aventuras, nada satisfazia mais o sr. D. Luís que o culto da arte. Escrevia muito, traduzia obras estrangeiras, e desenhava; mas o seu entusiasmo ia sobretudo para a música. Tinha uma grande colecção de violinos, e um bom mestre-escola [..

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D. MARIA PIA DE SABÓIA

D. Maria Pia
Rainha de Portugal
centger
D. Maria Pia em retrato de Joseph Layraud.
Nascimento 16 de Outubro de 1847

Turim
Morte 5 de Julho de 1911

Stupinigi
Casa Real Casa de Sabóia, Itália
Casa de Bragança, Portugal
Pai Vítor Manuel II, Rei de Itália
Mãe Adelaide de Habsburgo

Dona Maria Pia de Saboia (Turim, 16 de Outubro de 1847 — 5 de Julho de 1911) foi uma princesa da Itália e rainha consorte de Portugal, durante o reinado de seu marido, D. Luís I.

Maria Pia ficou conhecida como O Anjo da Caridade e A Mãe dos Pobres por sua compaixão e causas sociais; entretanto, proferiu uma famosa frase em resposta à crítica de um dos seus ministros devido ao preço das suas extravagâncias: "Quem quer rainhas paga-as!".


[editar] Família

D. Maria Pia era a segunda filha do rei Vítor Emanuel II da Sardenha e Piemonte (em 1861, tornou-se o primeiro rei da Itália) e da arquiduquesa austríaca Adelaide de Habsburgo. Seus pais eram primos-irmãos. Teve sete irmãos, entre os quais o rei Humberto I de Itália e Amadeu I de Espanha. A irmã mais velha, Maria Clotilde, desposou um sobrinho de Napoleão Bonaparte.

No dia de seu batismo, o Papa Pio IX, seu padrinho, concedeu-lhe a Rosa de Ouro.

Casamento e vida como rainha

D. Maria Pia em retrato por Carolus-Duran (1837-1917). Nesta pintura, ela optou por usar jóias discretas.

No dia 6 de Outubro de 1862, um dia depois de chegar em Lisboa, D. Maria Pia casou-se com o rei D. Luís I, tornando-se assim rainha de Portugal. A cerimônia ocorreu na Igreja de São Domingos.

Rainha aos quinze anos, D. Maria Pia cumpriu rapidamente o seu principal papel, assegurando a sucessão ao trono com o nascimento do Príncipe D. Carlos, em 28 de Setembro de 1863, e do infante D. Afonso Henriques, em 31 de Julho de 1865, titulado como Duque do Porto.

Mulher de temperamento meridional, ela foi mãe extremosa dos seus filhos e mulher atenta aos mais necessitados, tendo-se destacado por sua solidariedade para com os parentes das vítimas do incêndio do Teatro Baquet, em 1888. Habituada aos luxos da corte de Turim, D. Maria Pia era amante da alta costura e de festas, como bailes de máscaras. Em uma noite de fevereiro de 1865, ela chegou a usar três trajes diferentes.

Manteve-se alheia aos assuntos políticos, excepto quando o Marechal Saldanha, que cercou o Palácio da Ajuda em 1870, obrigou o rei a nomeá-lo presidente do Conselho de Ministros. Reza a lenda que D. Maria Pia teria exclamado ao Marechal:

Citação
«Se eu fosse o Rei, mandava-o fuzilar!»


Assistiu, de forma excepcional, o seu marido durante a sua terrível agonia.

Reinado do filho e do neto

Após a subida ao trono português de seu filho, o rei D. Carlos I, D. Maria Pia cedeu o protagonismo à sua nora, a princesa Amélia de Orleães, continuando a residir oficialmente no Palácio da Ajuda (cuja decoração deve-se ao seu gosto), utilizando como residências de recreio o Palácio da vila de Sintra e um chalé que adquiriu no Estoril. Serviu diversas vezes como regente do Reino durante as visitas oficiais do seu filho e da nora ao estrangeiro.

Na sequência do Regicídio de 1908, em que seu filho, D. Carlos I, e seu neto, o herdeiro ao trono D. Luís Filipe, Duque de Bragança, foram assassinados, D. Maria Pia foi abatida pelo desgosto, começando a dar sinais de demência mental. Durante o breve reinado de seu outro neto, D. Manuel II, a rainha manteve-se praticamente retirada do público e quase sempre estava acompanhada do segundo filho, o Duque do Porto.

Exílio e morte

Com a proclamação da República, em 5 de Outubro de 1910, D. Maria Pia seguiu então para o exílio, mas não junto aos restantes membros da família real; partiu para o seu Piemonte natal, onde viria a falecer no ano seguinte, a 5 de Julho de 1911. Foi sepultada no Panteão Real dos Sabóia na Basílica de Superga, na Itália. Momentos antes de expirar, ela pediu que a voltassem no leito na direcção de Portugal, país onde permaneceu durante quarenta e oito anos.

Títulos

  • 1847-1864: Sua Alteza Real a Princesa Maria Pia de Sabóia
  • 1864-1889: Sua Majestade a Rainha
  • 1889-1911: Sua Majestade a Rainha D. Maria Pia
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