02/06/2020

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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144-ARTE ARRISCADA

LEGAMI/2

Interpretação:
Simona Atzori
Mariacristina Paolini
Música
John Williams
Coreografia
Paolo Londi



FONTE:  zabardah 
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ENGENHARIA DE TOPO/21

21.2-Cidade Subterrânea



FONTE: Universo do Documentário
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 HOJE  NO 
"AÇORIANO ORIENTAL"
DGS “clarifica” recomendação sobre uso de máscara aos oradores no parlamento

A Direção Geral da Saúde (DGS) apenas recomenda a utilização de máscara no uso da palavra no parlamento em situações em que não se encontre garantido o distanciamento físico entre o orador e demais pessoas. 
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Segundo o gabinete do presidente da Assembleia da República, a DGS emitiu agora uma nota em que "clarifica" a recomendação divulgada na sexta-feira passada sobre utilização de equipamento de proteção individual no uso da palavra na Assembleia da República.

A DGS entendia então que "as máscaras sociais ou cirúrgicas, enquanto um meio fundamental na proteção relativamente ao perigo de contágio - nomeadamente em atividades desenvolvidas em espaços fechados -, devem ser utilizadas mesmo no ato de tomada da palavra".

Entretanto, de acordo com o gabinete do presidente da Assembleia da República, a DGS "tomou a iniciativa de clarificar" esta anterior recomendação.

"Considerando que a transmissão de SARS-CoV-2 ocorre, principalmente, por gotículas respiratórias e que a sua emissão é potenciada em situações de projeção da voz, como acontece no uso da palavra, tal só constitui um risco caso existam pessoas nas proximidades, daí a reiterada recomendação de manutenção do distanciamento físico de pelo menos dois metros", refere-se.

Assim, para a DGS, "a utilização de máscaras, sociais ou cirúrgicas, no uso da palavra é recomendada apenas nas situações em que o distanciamento físico com as demais pessoas não esteja garantido pelas regras já implementadas na Assembleia da República no âmbito da prevenção e controlo da covid-19".

*Estas recomendações servem para todos os recintos onde haja faladura.

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XII - DITADORES
3- ROBERT MUGABE
ASSASSINO DO ZIMBABWE



FONTE:   Tugolandia
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HOJE  NA 
"SÁBADO"
Risco de ser infetado pela Covid-19 cai
 de 17% para 3% com uso de máscara

Análise a nove estudos, financiada pela Organização Mundial de Saúde, conclui também que o risco de infeção cai de 13% para 3% quando as pessoas se mantêm afastadas mais de um metro e não apenas um metro da pessoa infetada.

Uma meta-análise hoje publicada confirma que o uso de máscaras, viseiras e o distanciamento físico é a melhor forma de uma pessoa evitar, embora não totalmente, ser infetada pelo vírus da covid-19 ou infetar outras pessoas. 
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Os autores do trabalho, publicado na revista médica britânica The Lancet, lembram que medidas adicionais, como a higienização das mãos, são essenciais para reduzir as probabilidades de transmissão da infeção.

A meta-análise, em parte financiada pela Organização Mundial da Saúde, destinatário do trabalho, sintetiza a informação de dezenas de estudos divulgados até 03 de maio, em 16 países, sobre meios de prevenção da transmissão da covid-19 e das doenças respiratórias infecciosas semelhantes SARS e MERS, igualmente causadas por coronavírus (família de vírus) mas estirpes diferentes do SARS-CoV-2, que provoca a covid-19.

Os estudos reúnem informação sobre as medidas de prevenção da transmissão da infeção na covid-19, SARS e MERS entre doentes ou suspeitos e contactos próximos, como familiares, cuidadores e profissionais de saúde.

A análise de dados de nove estudos, que incluíram 7.782 participantes, concluiu que o risco de infeção cai de 13% para 3% quando as pessoas se mantêm afastadas mais de um metro e não apenas um metro da pessoa infetada.

Os autores ressalvam que o grau de certeza da avaliação de risco que foi feita é moderado, assinalando que nenhum dos estudos quantificou se o distanciamento físico acima de dois metros é mais eficaz.

Treze estudos, que englobaram 3.713 participantes, concluíram que o risco de infeção ou transmissão dos vírus da covid-19, SARS e MERS diminui dos 16% para os 6% quando uma pessoa usa viseiras ou óculos.

Segundo os investigadores que conduziram a meta-análise, o nível de certeza da avaliação do risco associado à utilização de meios de proteção ocular é, no entanto, baixo.

Por sua vez, a análise de dados de dez estudos, que integraram 2.647 participantes, concluiu que o risco de infeção ou contágio cai de 17% para 3% quando é usada uma máscara.

Mais uma vez, o grau de certeza da avaliação do risco é baixo, sendo que foi considerado, sobretudo, o uso de máscara nos agregados familiares e entre os contactos próximos de casos de infeção.

Os autores da meta-análise reconhecem algumas limitações no seu trabalho, como o facto de a maioria dos estudos reportar-se à SARS e à MERS e o efeito do tempo de exposição aos vírus destas duas doenças e da covid-19 no risco de transmissão não ter sido verificado.

A nível global, de acordo com um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia da covid-19 já provocou mais de 372 mil mortos e infetou mais de 6,1 milhões de pessoas em 196 países e territórios.

Mais de 2,5 milhões de doentes foram considerados curados.

Em Portugal, morreram 1.424 pessoas das 32.700 confirmadas como infetadas, e há 19.552 casos recuperados, segundo a Direção-Geral da Saúde.

* Aprendamos com quem sabe mais do que nós.

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Desafio em Dose Dupla
4.2- Terra Do Fogo


Canal Godeleiro
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