Cansados de blogs bem comportados feitos por gente simples, amante da natureza e blá,blá,blá, decidimos parir este blog do non sense.Excluíremos sempre a grosseria e a calúnia, o calão a preceito, o picante serão ingredientes da criatividade. O resto... é um regalo
01/04/2019
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HOJE NO
"DINHEIRO VIVO"
BCE considera que riscos económicos
de saída sem acordo são “geríveis”
BCE defende que são várias as instituições europeias que "já adotaram medidas com o objetivo de minimizar o impacto de uma saída sem acordo"
O vice-presidente do Banco Central Europeu
(BCE), De Guindos, considerou esta segunda-feira que os efeitos
económicos de uma saída sem acordo do Reino Unido da União Europeia são
“geríveis”, mas alertou que “os mercados não gostam desta
possibilidade”.
“Um cenário de ‘no deal’ [não acordo] apresenta riscos que são geríveis,
mas estas fragilidades podem ter efeitos desfavoráveis se interagirem
com os riscos que dizem respeito à zona euro”, afirmou Luis De Guindos,
que falava numa audição na comissão dos Assuntos Económicos e Monetários
do Parlamento Europeu, em Bruxelas.
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Segundo o responsável, as consequências
poderão, assim, “ser geridas” já que “as várias instituições europeias
já adotaram medidas com o objetivo de minimizar o impacto de uma saída
sem acordo, que é o pior cenário possível”, ao mesmo que tempo que “o
setor privado está preparado há seis meses para esta hipótese”.
Porém, Luis De Guindos ressalvou: “É algo que não podemos subestimar
[porque] os mercados não gostam desta possibilidade”.
Acresce que “um ‘hard Brexit’ ainda não foi quantificado pelos mercados e
poderá ser um potenciador da desaceleração da economia europeia”, notou
Luis De Guindos, relacionando este processo com “riscos” como o
abrandamento do comércio mundial.
“Podemos dizer que um Brexit sem acordo é algo que terá efeitos, não é
irrelevante de todo”, adiantou.
Luis De Guindos apontou ainda que “os resultados do Brexit contribuíram
para incerteza nas políticas da UE” (União Europeia).
A Câmara dos Comuns realiza hoje um dia de votações indicativas para
estabelecer opções alternativas do Brexit, depois do acordo da
primeira-ministra britânica, Theresa May, ter sido chumbado três vezes.
O Reino Unido, que tinha previsto sair da UE em 29 de março passado,
conseguiu um adiamento até 12 de abril próximo, para quando o Governo
poderá pedir uma extensão maior, a fim de negociar possivelmente outro
acordo, ou sair do bloco sem qualquer acordo.
Luis De Guindos falava naquela comissão parlamentar no âmbito da
apresentação da atividade do BCE em 2018, tendo destacado que, no ano
passado, foi possível alcançar “taxas de juro mais sólidas” na UE, bem
como uma “estabilidade dos preços” e “condições de financiamento
favoráveis” às empresas e às famílias.
A seu ver estão, contudo, por resolver questões como a conclusão da
União Bancária, setor para o qual defendeu a existência de “mais bancos a
funcionar em vários países”, assinalando que, recentemente, se
registaram “alguns negócios entre Espanha e Portugal” nesse âmbito.
“Na Europa, temos um setor bancário com muitos agentes e isto faz com
que haja oferta em excesso, o que afeta a competitividade dos bancos,
pelo que a consolidação do setor poderia permitir reduzir custos e
aumentar a eficiência”, apontou Luis De Guindos.
* Nós sabemos que os banqueiros gerem muito bem as crises mais as vigarices.
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HOJE NO
"AÇORIANO ORIENTAL"
"AÇORIANO ORIENTAL"
Crianças e jovens assistiram a
.mais de 84 mil casos de violência
.doméstica em oito anos
.mais de 84 mil casos de violência
.doméstica em oito anos
Mais de 84 mil situações de violência doméstica em Portugal foram
presenciadas por crianças ou jovens nos últimos oito anos, revelou o
especialista António Castanho, sublinhando que os números ainda estão
longe da realidade.
“A violência
doméstica interrompe, destrói e tem impacto na vida futura de milhares
de crianças em Portugal”, alertou hoje o especialista que representa o
Ministério da Administração Interna (MAI) em equipas sobre violência
doméstica e na Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das
Crianças e Jovens (CNPDPCJ), durante a cerimónia de abertura do Mês da
Prevenção dos Maus Tratos na Infância, que decorreu em Lisboa por
iniciativa da CNPDPCJ.
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Nos últimos oito
anos “13.133 crianças e jovens foram vítimas de violência doméstica” e
muitas mais assistiram a situações de violência na família, lembrou
António Castanho.
“Entre janeiro de 2010 e
31 de janeiro de 2018, as forças de segurança registaram 84.767
situações de violência doméstica que foram presenciadas por crianças ou
jovens”, revelou o psicólogo clínico e psicoterapeuta, acrescentando que
estas situações representam 37,7% dos casos de violência doméstica.
Para
António Castanho, os números “estão muito aquém da realidade”, uma vez
que registam apenas as situações em que os agentes encontram crianças ou
jovens quando chegam ao local.
Além disso, acrescentou, os dados não incluem ainda os serviços efetuados no ano passado pela GNR.
A
dimensão do problema também foi salientada pela comissária da PSP
Aurora Dantier, que lembrou as queixas de violência doméstica registadas
só no ano passado - 26.439 – para concluir que milhares de crianças e
jovens terão assistido a agressões, tendo em conta a percentagem
apresentada por António Castanho (37,7%).
Quando
há violência doméstica, são raras as crianças que conseguem crescer sem
assistir, sublinhou a socióloga e investigadora Zélia Barroso,
lembrando o estudo em que analisou os casos de violência doméstica que
durante um ano chegaram aos Institutos de Medicina Legal do Porto e de
Coimbra.
Foram 1.066 mulheres vítimas e
“95,3% dos filhos assistiam à violência”, recordou Zélia Barroso,
explicando que as crianças “ouviam ou viam o que se passava em casa”.
Além
disso, “outras 69,4% crianças também sofriam maus tratos, umas
diretamente e outras quando tentavam defender as mães”, contou.
Nas
consultas de pedopsiquiatria de um hospital de Lisboa Zélia Barroso
apercebeu-se da ligação entre os casos de relacionamentos violentos dos
pais e de crianças vitimadas: “72,5% das crianças vítimas de maus tratos
tinham vivenciado violência conjugal e 70% eram vítimas de negligência
combinada com abuso psicológico e físico”, contou.
Foi
precisamente depois de trabalhar um caso de violência doméstica que
António Castanho decidiu dedicar uma atenção especial às crianças: “Em
1994 fui chamado por causa de um caso de violência doméstica e quando lá
cheguei encontrei uma mãe ensanguentada e duas crianças num canto a
chorar. Nunca esqueci o olhar daquelas duas crianças”, contou.
Mas,
“a violência na infância é muito mais do que violência física. É
violência psicológica e é não disponibilizar algo que a criança precisa:
Seja educação, saúde ou atenção, que também são formas de violência”,
sublinhou a secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com
Deficiência, Ana Sofia Antunes.
“Não me
parece que a sociedade tenha a perceção de como esta realidade é
avassaladora”, acrescentou por seu turno a procuradora Julieta Monginho,
do Tribunal de Família e Menores Cascais, alertando para o facto de “o
sofrimento emocional provocado pelo mau trato persistir para o resto da
vida”.
Além do trauma da exposição à
violência doméstica, há o problema da transmissão intergeracional, que
está cientificamente estudado.
A
pedopsiquiatra Teresa Goldschmidt, diretora do Serviço de Psiquiatria e
Saúde Mental da Infância e da Adolescência de Pediatria do Hospital de
Santa Maria, lembrou que “pais que foram filhos mal-amados trazem uma
bagagem emocionalmente difícil”.
Um círculo vicioso que todos os especialistas defenderam que é preciso quebrar.
* E Portugal é um país pacífico....
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FONTE:
Universo do Documentário 2.0
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XXXII- MEGA MÁQUINAS
4-Descolagem Vertical
*Interessante série reveladora da quase perfeição mecânica, notável produção do Canal Discovery.
O título da rubrica MEGA MÁQUINAS não se conforma apenas com as enormes dimensões de algumas que temos exibido, abrange todas as que têm MEGA INFLUÊNCIA nas nossas vidas.
O título da rubrica MEGA MÁQUINAS não se conforma apenas com as enormes dimensões de algumas que temos exibido, abrange todas as que têm MEGA INFLUÊNCIA nas nossas vidas.
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As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à
mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios
anteriores.
FONTE:
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HOJE NO
"DESTAK"
Orfeu Negro eleita a melhor
editora europeia na Feira do
Livro Infantil de Bolonha
A editora portuguesa Orfeu Negro foi eleita a melhor da Europa pela Feira do Livro Infantil de Bolonha, que começou hoje em Itália, anunciou a organização.
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A Feira do Livro Infantil de Bolonha criou em 2013 um prémio que reconhece o trabalho das mais inovadoras editoras de livros ilustrados para crianças e jovens, em diferentes áreas geográficas, tendo a Orfeu Negro sido distinguida como a melhor da Europa.
Fundada em 2007 e dedicada sobretudo ao ensaio, privilegiando as artes contemporâneas, da dança à fotografia, a Orfeu Negro criou em 2008 a coleção Orfeu Mini só dedicada ao livro ilustrado para os mais novos, e foi por esse trabalho literário que recebeu agora o prémio.
* Eis a prova de que "Negro" pode ser multicolor.
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