Cansados de blogs bem comportados feitos por gente simples, amante da natureza e blá,blá,blá, decidimos parir este blog do non sense.Excluíremos sempre a grosseria e a calúnia, o calão a preceito, o picante serão ingredientes da criatividade. O resto... é um regalo
18/06/2018
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COREOGRAFIA DE
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5-ACHTERLAND
COREOGRAFIA DE
ANNE TERESA DE KEERSMAEKER
Achterland,
filmé par le chorégraphe flamand Anne Teresa De Keersmaeker, est une
nouvelle manifestation de son intérêt pour les différences entre hommes
et femmes. Elle se concentre sur la diversité et la multiplicité du
concept de la féminité. Dans Achterland, la chorégraphe fait appel pour
la première fois à des musiciens qui, en plus de jouer en direct,
prennent également part au jeu théâtral. Des caractéristiques
récurrentes de son travail peuvent être observées dans sa chorégraphie:
références à des travaux antérieurs, mouvements maintenus jusqu’à la
limite de l’endurance, répétitions, courses en rond rapide, ainsi que
les rencontres intenses entre hommes et femmes.
FONTE: Carloes Hreis
FONTE: Carloes Hreis
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"Há um problema desproporcional entre o litoral e o interior e só
uma razão para isso: esquecemo-nos do interior do país", referiu o
deputado social-democrata, em Vila Facaia, onde participou numa missa em
memória das vítimas do incêndio de Pedrógão Grande, distrito de Leiria,
ocorrido faz hoje um ano.
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HOJE NO
"AÇORIANO ORIENTAL"
Líder parlamentar do PSD diz que
.esquecimento do interior foi
.responsável pela tragédia
.esquecimento do interior foi
.responsável pela tragédia
O líder parlamentar do PSD, Fernando Negrão, disse este domingo, no
concelho de Pedrógão Grande, que o país se esqueceu do interior e que
são precisas duas décadas de políticas de aproximação para equilibrar o
desenvolvimento com o litoral.
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Aos jornalistas, Fernando Negrão
insistiu que "hoje é dia para lamentar o que aconteceu há um ano,
recordar o que se passou para que não se repita e para prestar homenagem
aos que faleceram e aos que enfrentaram o drama dos incêndios", mas
deixou escapar que "basta ler a imprensa do fim de semana para ver que o
que se fez foi muito pouco".
Para o líder da bancada parlamentar
do PSD, o esquecimento a que o interior foi votado "é a causa disto tudo
e, portanto, precisamos de mudar de atitude relativamente a esta
situação, precisamos de ter políticas para o interior do país que fixem
as pessoas".
"O país não pode responder na totalidade [com
medidas] nos próximos anos, mas têm de haver uma ou duas décadas de
políticas de aproximação do desenvolvimento do interior com o litoral e
isso tem de ser calendarizado e ter consenso e, principalmente, efetiva
vontade política, que não tem acontecido", salientou.
O deputado
social-democrata considera que, "de uma vez por toda, temos de começar a
olhar para o interior de outra forma", referindo que as coisas já
mudaram no último ano "com um motor que tem sido o Presidente da
República, que está presente em todas as horas que o povo do interior
precisou e precisa e que tem puxado os partidos políticos para as
políticas do interior".
Fernando Negrão disse ainda que a
realidade não "nos deixa descansados" e que se deve manter o alerta para
que não aconteça tragédias iguais às de 2017, embora reconheça que os
portuguesas estejam "mais conscientes, e isso é uma ajuda, e um
bocadinho nada mais preparados".
O incêndio que deflagrou há um
ano em Pedrógão Grande (distrito de Leiria), em 17 de junho, e alastrou a
concelhos vizinhos provocou 66 mortos e cerca de 250 feridos.
As chamas, extintas uma semana depois, destruíram meio milhar de casas, 261 das quais habitações permanentes, e 50 empresas.
Em
outubro, os incêndios rurais que atingiram a região Centro fizeram 50
mortes, a que se somam outras cinco registadas noutros fogos, elevando
para 121 o número total de mortos em 2017.
* O sr. deputado Fernando Negrão é um homem sério, já o afirmámos anteriormente mas entre os grandes responsáveis pelo esquecimento estão Cavaco Silva, Durão Barroso e Passos Coelho, não vale perder a memória.
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HOJE NO
"DINHEIRO VIVO"
Portugal com segunda menor
taxa de oferta de emprego da UE
O Eurostat anunciou que Portugal registou a segunda menor taxa de ofertas de emprego no primeiro trimestre da União Europeia
Portugal registou a segunda menor taxa de
ofertas de emprego (0,9%) no primeiro trimestre, menos de metade da
média da zona euro (2,1%) e da União Europeia (UE 2,2%), segundo o
Eurostat.
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Na zona euro, a taxa de ofertas de emprego subiu, nos primeiros três meses do ano, para os 2,1%, face aos 1,9% homólogos e aos 2,0% do trimestre anterior.
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Na zona euro, a taxa de ofertas de emprego subiu, nos primeiros três meses do ano, para os 2,1%, face aos 1,9% homólogos e aos 2,0% do trimestre anterior.
Na UE, as ofertas de emprego aumentou para
os 2,2%, quer na comparação homóloga (1,9%), quer em cadeia (2,0%).
Segundo o gabinete de estatísticas da UE, a Grécia registou a menor
oferta de emprego (0,7%), seguindo-se Portugal e Espanha (0,9% cada), a
Bulgária e a Irlanda (1,0% cada).
No extremo oposto situam-se, com as maiores taxas, a República Checa (4,8%), a Bélgica (3,5%), a Alemanha e a Suécia (2,9% cada).
As ofertas de emprego em Portugal subiram ligeiramente, entre janeiro e março, face aos 0,8% do trimestre anterior mas mantiveram-se estáveis na comparação homóloga (0,9%).
No extremo oposto situam-se, com as maiores taxas, a República Checa (4,8%), a Bélgica (3,5%), a Alemanha e a Suécia (2,9% cada).
As ofertas de emprego em Portugal subiram ligeiramente, entre janeiro e março, face aos 0,8% do trimestre anterior mas mantiveram-se estáveis na comparação homóloga (0,9%).
* Acrescente-se que em Portugal contratam-se escravos nos sectores público e privado, vejam como o governo trata os professores.
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