08/07/2015

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HOJE NO
 "A BOLA"

Ténis Wimbledon

Carimbo real na vitória de Murray

Andy Murray carimbou, hoje, a passagem às meias-finais do torneio de Wimbledon. Uma vitória com selo real, já que nas bancadas do All England Club moravam as ilustres presenças do príncipe William e da Duquesa de Cambridge.

O escocês, nº3 do ranking mundial, derrotou o canadiano Vasek Pospisil com os parciais de 6-4, 7-5, 6-4. Um break em cada set foi suficiente para o vencedor do Grand Slam de Londres, em 2013, carimbar em 2 horas e 11 minutos o apuramento para a sua 6ª meia-final em Wimbledon.

Andy Murray vai agora medir forças com o finalista vencido, da última edição do torneio, o suíço Roger Federer.


Gasquet surpreende Wawrinka 
e defronta Djokovic nas ‘meias’

O francês Richard Gasquet venceu a ‘batalha’ frente ao suíço Stanislas Wawrinka, pelos parciais de 6-4, 4-6, 3-6, 6-4 e 11-9, e garantiu o acesso às meias-finais do torneio de Wimbledon, onde irá defrontar o sérvio Novak Djokovic.

Depois de 3 horas e 27 minutos, Gasquet, número 20 mundial e campeão do Estoril Open, derrotou o quarto classificado do ‘ranking’ e igualou o melhor registo na competição inglesa.

Serena marca encontro 
com Sharapova em Wimbledon

A norte-americana Serena Williams bateu a bielorrussa Victoria Azarenka, por 3-6, 6-2 e 6-3, qualificando-se para as meias-finais do torneio de Wimbledon.

A líder do ranking mundial ainda foi surpreendida no primeiro set, mas logo impôs o seu jogo e alcançou a 17.ª vitória sobre Azarenka (apenas três derrotas).

Serena vai agora defrontar a russa Maria Sharapova, que também hoje afastou a norte-americana Coco Vandeweghe, por 6-3, 6-7 (3/7) e 6-2.

* Eis o "filme" de hoje!


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COMO NÃO LIMPAR A PISCINA


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HOJE NO
 "DIÁRIO DE NOTÍCIAS
 DA MADEIRA"

Isabel Santos (PS) reeleita presidente da Comissão de Direitos Humanos da OSCE

A vice-presidente da bancada do PS Isabel Santos foi hoje, em Helsínquia, reeleita para a presidência da Comissão da Democracia, Direitos Humanos e Assuntos Humanitários Assembleia Parlamentar da Organização para a Segurança na Europa (OSCE).
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Isabel Santos foi eleita pela primeira vez nestas funções na sessão anual de 2013, em Istambul, tendo sido reeleita em 2014 em Baku.

Em declarações à agência Lusa, a dirigente do Grupo Parlamentar do PS disse que, após cumprir este novo mandato de um ano, não se recandidatará ao lugar, entendendo que deve haver "uma renovação" na liderança daquela instituição internacional.

Até julho de 2016, Isabel Santos afirmou que as suas prioridades continuarão a ser as respostas ao "cada vez mais dramático fenómeno dos refugiados" e a casos de prisões por motivos políticos.

"Deparamo-nos com fenómenos graves de refugiados em países como a Itália e a Grécia, dois Estados-membros da União Europeia, mas também na Turquia, onde há cerca de dois milhões, dos quais 1,7 milhões provenientes da guerra na Síria. A OSCE enfrenta também as consequências da guerra entre a Ucrânia e os separatistas pró-russos, que já terá provocado cerca de 1,3 milhões de deslocados".

Na questão entre o executivo de Kiev e os separatistas pró-russos, Isabel Santos frisou que a OSCE é, neste momento, a única organização internacional que conserva um diálogo permanente com as duas partes.

* Que seja profícua a sua luta!

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NOVAS OPORTUNIDADES





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HOJE NO
 "DIÁRIO ECONÓMICO"

Pânico na bolsa chinesa, perigo 
para a economia mundial

A China serviu como uma muralha para a economia mundial durante as últimas crises, mas a queda violenta das acções é classificada como uma ameaça global.

Na Europa as atenções estão centradas no dilema grego. Mas é no Oriente que se pode estar a formar uma maior ameaça para os mercados e para a economia global. As bolsas chinesas não param de afundar e teme-se que isso possa comprometer o contributo do Império do Meio na economia mundial.
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“A Grécia é uma economia pequena que esteve quase sempre numa espécie de drama económico nos últimos 200 anos. A China é agora a maior economia por poder de compra e a segunda em termos brutos e está a ter o comportamento em bolsa mais violento”, referiu o economista-chefe do Saxo Bank, Steen Jakobsen. Acrescenta que se aproxima um “perigo global”.

E o ‘crash’ na bolsa chinesa impressiona. Desde o máximo do índice de Xangai, atingido há menos de um mês, as acções perdem mais de 30%, segundo dados da Bloomberg. E nem as medidas de emergência entretanto tomadas pelo governo têm evitado o pânico.

“Temos visto dias loucos, mas hoje é o equivalente a uma quarta-feira negra e, pela primeira vez, o regulador admitiu que existem genuíno pânico em curso”, observou o responsável pela estratégia da IG Markets, Chris Weston. A bolsa de Xangai tombou 5,90% hoje e a de Hong Kong cedeu 5,84%.

E não é apenas a dimensão das quedas a impressionar. O número de empresas que suspendeu a negociação de acções para se proteger das quedas ou que desceram mais que o limite diário é enorme. As cotadas nesta situação ultrapassam os 70% do valor de mercado da bolsa chinesa. A pressão alastra-se a outros mercados asiáticos. Tóquio derrocou mais de 3%, Seul desvalorizou 1,18% e a bolsa australiana cedeu 2%.

Um sinal de que a fraqueza da bolsa chinesa está já a ser encarada como tendo o potencial de afectar o crescimento está nos preços das matérias-primas industriais. O preço do cobre desce hoje 4,48% e o do alumínio cai 1,71%. Negoceiam perto dos mínimos atingidos durante a crise financeira.

O ‘crash’ da bolsa chinesa ocorre após uma corrida às acções, com os chineses a recorrerem a crédito para colocarem na bolsa. Isso levou a que em menos de um ano, o índice de Xangai subisse mais de 150%, atingido o máximo a 12 de Junho. Apesar dos sinais de que a bolha está a rebentar, alguns especialistas de mercado referem que ainda é exagerado falar-se em bolha financeira.

*Vai ser uma lição para os psicopatas da globalização, também uma lição para os gananciosos que levaram o "Know how" do ocidente para os países da Ásia que  nunca mais o recuperam.
Sra. ministra das Finanças ainda tem os cofres cheios?

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NO CABELEIREIRO

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HOJE NO
 "CORREIO DA MANHÃ"

Casal que escravizou homem tira-lhe tudo 

Durante 9 anos, Fernando Rocha não teve acesso à própria casa. 

Aos 62 anos, Fernando Rocha recomeça a vida só com uma cama, oferecida pelo administrador do condomínio do prédio onde vive, em Portimão. O casal que o escravizou, durante nove anos, foi detido pela PJ, mas a dupla foi deixada em liberdade pelo tribunal e aproveitou para esvaziar a casa da vítima. "Há nove anos, contratei uma mulher para me tratar da casa e deixei-a dormir lá. Mas ela, com o namorado, ficava-me com o dinheiro da reforma. Nem sequer podia entrar no meu quarto. 
 
QUE PORRA DE VIZINHOS TEM O ROCHA!
Dormia no corredor e só tinha acesso a uma casa de banho. Era tudo deles, à maneira deles. A casa era como se fosse deles", explicou ao CM a vítima, que só ontem recuperou a totalidade da habitação. "Vou recomeçar do zero. 

Não me deixaram nada. Aos 62 anos, é uma tristeza. Não vou voltar a confiar em pessoas como antigamente", garantiu. Mas Fernando Rocha continua com "alguma preocupação", pois o casal, a que o tribunal aplicou termo de identidade e residência como medida de coação, vive agora no mesmo prédio, no andar por cima do seu. 

Os vizinhos, que alertaram a PJ e o têm ajudado, também não estão tranquilos. "Não nos agrada esta situação, eles já levaram tudo o que havia na habitação [de Fernando Rocha] e não sabemos o que poderão vir ainda a fazer", referiram, sob anonimato. "Há anos que percebíamos que alguma coisa de errado se passava, mas quando falávamos com o Fernando ele dizia que estava tudo bem por vergonha. Na semana passada, contou-nos tudo e fomos à Polícia Judiciária de Portimão", acrescentaram. O CM apurou que a PJ continua a investigar as atividades do casal, admitindo-se que este possa vir a ser indiciado por outros crimes.

* Se este "casal maravilha" fosse vizinho de qualquer de nós pensionistas deste blogue, levava nos cornos todos os dia até devolver  o que roubaram e saírem do prédio. Que porra de vizinhos tem o Rocha!

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