17/06/2014

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QUERIDOS PADRINHOS


















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  HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS
DA MADEIRA"

Portugal eleito para uma
. das vice-presidências da
. Assembleia-Geral da ONU

Portugal vai assumir a partir de setembro uma das vice-presidências da 69.ª sessão da Assembleia-Geral das Nações Unidas, anunciou hoje o Governo, que interpreta a eleição como "o reconhecimento pelo trabalho consistente" do país na ONU. 


"Portugal foi eleito para uma das vice-presidências da 69.ª sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas", anunciou o ministério dos Negócios Estrangeiros, em comunicado. 

A sessão, que se inicia em setembro de 2014 e se prolonga por um ano, será "particularmente importante pois fará a avaliação dos Objetivos de Desenvolvimento do Milénio aprovados no ano 2000 e definirá a nova agenda de desenvolvimento que será depois adotada numa cimeira global de chefes de Estado e de Governo a realizar em setembro de 2015", refere a nota. 

"O Governo português congratula-se com esta eleição, que reflete o reconhecimento pelo trabalho consistente de Portugal no seio da Organização das Nações Unidas em prol da manutenção da paz e da segurança internacionais, do desenvolvimento sustentável e dos direitos humanos", sublinha o ministério de Rui Machete.

* Traz prestígio um pouco fingido já que são os donos do dinheiro e as super potências que continuam a mandar numa organização que se propõe ser conciliadora, mas que se agacha às esmolas chorudas dos países ricos.

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 NÃO ESTOU NEM AÍ!




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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Mais de 350 mil pessoas decidiram
. emigrar desde a chegada da troika

No ano passado, o número de emigrantes voltou a aumentar.: foram 128.108 pessoas a tentar a sorte fora de Portugal. O saldo migratório foi negativo pelo terceiro ano.

Ana Couto saiu de Coimbra ainda em 2007 para tentar a sorte em Hamburgo. Ontem, enquanto a Alemanha defrontava Portugal no Campeonato do Mundo de Futebol, a emigrante - que preferia não ver o jogo para "não se enervar" - contava ao Diário Económico que faz parte da "onda de felizardos" que escolheu sair do país para "ver como é". Depois dela e com a chegada da ‘troika' em 2011 muitos outros tomaram a mesma decisão. Ontem, o Instituto Nacional de Estatística (INE) revelou novos dados que mostram que, entre 2011 e 2013, tomaram a decisão de emigrar 350.504 pessoas.

Segundo a informação publicada pelo INE, em 2013 saíram de Portugal para viver no estrangeiro 128.108 pessoas. Pouco mais de 53 mil são emigrantes permanentes, ou seja, pessoas que saíram de Portugal com a intenção de permanecer noutro país por um período superior a um ano. Por outro lado, 74.322 decidiram emigrar com a intenção de ficar noutro país por um período inferior a um ano.

Desde que a ‘troika' chegou em 2011 e até ao ano passado, foram já 350.504 os que decidiram tentar a sorte lá fora, numa altura em que as dificuldades económicas se acentuaram em Portugal, com a taxa de desemprego a bater máximos históricos, tendo ultrapassado a barreira dos 17%. Mas não revelam quantos destes ainda são emigrantes. É que há emigrantes temporários que passam a permanentes, mas também há temporários e permanentes que regressam a Portugal.

"Os números do INE atestam a pouca sustentabilidade do modelo económico que seguimos e os erros da política de austeridade", diz Jorge Malheiros, professor do Instituto Geográfico da Universidade de Lisboa. Daí a "subida elevada e muito rápida" do número de emigrantes, conclui.

Entre 2011 e 2012, o número de emigrantes subiu 20,2%. Em 2013, o universo de emigrantes voltou a subir, mas a um ritmo menor (5,5%). Um abrandamento face ao ano anterior que Jorge Malheiros explica com o facto de o volume de emigração já ser "muito alto".

A primeira reacção à crise foi em 2008, o ano seguinte ao eclodir da crise do ‘subprime' nos Estados Unidos, quando o número de emigrantes cresceu 158%, para 20.357. Nessa altura, o INE só divulgava dados para a emigração permanente, mas no ano passado começou a publicar a emigração temporária, devido à importância que este fenómeno estava a assumir.

Ana Couto, a portuguesa a viver na Alemanha, saiu a pensar que ficaria fora dois anos, mas já conta sete. A trabalhar numa empresa que está a construir um parque eólico no Mar do Norte, a engenheira civil gostava de voltar a Portugal mas defende que "agora seria uma loucura".

É por isso que Jorge Malheiros defende que sem uma política de criação de emprego será difícil manter as pessoas. É que a par do aumento da emigração, o saldo migratório (diferença entre os imigrantes e os emigrantes permanentes) foi em 2013 negativo pelo terceiro ano consecutivo.

O que se traduz em menos contribuições para o sistema de Segurança Social, já que "são os jovens" que mais tomam a opção de emigrar. O declínio do número médio de filhos por mulher (ver texto ao lado), conjugado com o aumento da longevidade apontam para uma redução da população e o seu envelhecimento.

* Sai a juventude, de canudo na mão, ficam os mais velhos, menos qualificados e mais frágeis, o ideal para políticos e banqueiros fazerem deste país o que querem. A emigração de jovens com habilitações elevadas diminui a capacidade de combate contra este governo, que programou tudo ao pormenor.

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HUMIDADES













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A Bíblia - Uma delicia!

Ainda acusam Saramago...
Como certos puritanos interpretam a Bíblia. 
Vale a pena ler tudo.
Consta que há alguns anos atrás, não muitos (creio que já neste séc XXI, não no séc XI), uma célebre animadora de rádio dos EUA afirmou que a homossexualidade era uma perversão: 
«É o que diz a Bíblia no livro do Levítico, capítulo 18, versículo 22: "Tu não te deitarás com um homem como te deitarias com uma mulher: seria uma abominação". A Bíblia refere assim a questão. Ponto final» – afirmou ela, peremptória, cheia de si.

Alguns dias mais tarde, um ouvinte dirigiu-lhe uma carta aberta que dizia:

«Obrigado por colocar tanto fervor na educação das pessoas pela Lei de Deus. Aprendo muito ouvindo o seu programa e procuro que as pessoas à minha volta a escutem também. No entanto, eu preciso de alguns conselhos quanto a outras leis bíblicas.
Por exemplo, eu gostaria de vender a minha filha como serva, tal como nos é indicado no Livro do Êxodo, capítulo 21, versículo 7. Na sua opinião, qual seria o melhor preço?

O Levítico, também, no capítulo 25, versículo 44, ensina que posso possuir escravos, homens ou mulheres, na condição que eles sejam comprados em nações vizinhas. Um amigo meu afirma que isto é aplicável aos mexicanos, mas não aos canadianos. Poderia a senhora esclarecer-me sobre este ponto? Por que é que eu não posso possuir escravos canadianos?

Tenho um vizinho que trabalha ao sábado. O Livro do Êxodo, capítulo 25, versículo 2, diz claramente que ele deve ser condenado à morte. Sou obrigado a matá-lo eu mesmo? Poderia a senhora sossegar-me de alguma forma neste tipo de situação constrangedora?

Outra coisa: o Levítico, capítulo 21, versículo 18, diz que não podemos aproximar-nos do altar de Deus se tivermos problemas de visão. Eu preciso de óculos para ler. A minha acuidade visual teria de ser de 100%? Seria possível rever esta exigência no sentido de baixarem o limite?

Um último conselho. O meu tio não respeita o que diz o Levítico, capítulo 19, versículo 19, plantando dois tipos de culturas diferentes no mesmo campo, da mesma forma que a sua esposa usa roupas feitas de diferentes tecidos: algodão e polyester. Além disso, ele passa os seus dias a maldizer e a blasfemar. Será necessário ir até ao fim do processo embaraçoso que é reunir todos os habitantes da aldeia para lapidar o meu tio e a minha tia, como prescrito no Levítico, capítulo 24, versículos 10 a 16? Não se poderia antes queimá-los vivos após uma simples reunião familiar privada, como se faz com aqueles que dormem com parentes próximos, tal como aparece indicado no livro sagrado, capítulo 20, versículo 14?

Confio plenamente na sua ajuda.»


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OTÁRIO


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