18/10/2012

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HOJE NO
"O PRIMEIRO DE JANEIRO"

 FMI
Ajustamento orçamental de Portugal 
"é imperativo e tem de prosseguir" 

 O chefe da missão do Fundo Monetário Internacional (FMI) para Portugal afirmou hoje que o país registou "progressos notáveis nos últimos 18 meses", mas considerou que "o ajustamento orçamental é imperativo e tem de prosseguir". 

Numa declaração feita em Washington, Abebe Aemro Selassie explicou que "Portugal obteve progressos notáveis nos últimos 18 meses em termos de reformas estruturais e consolidação das finanças públicas, com grandes sacrifícios e grande determinação da parte das autoridades portuguesas e do povo português". 

 No entanto, acrescentou, "a dívida do país ainda é elevada e precisa de ser contida para assegurar a plena recuperação", pelo que Portugal "precisa de restaurar a sua capacidade de se auto-financiar a taxas razoáveis", o que significa que o ajustamento orçamental é imperativo, e tem de prosseguir". Para Selassie, o aconselhamento prestado pelo FMI em termos de ajustamento orçamental "continua a ser pragmático e coerente", uma vez que ele "é necessário em países com alto nível de endividamento e acesso limitado ao financiamento", como é o caso de Portugal. 

 Reconhecendo que economias nestas condições "precisam de passar por um processo de ajustamento orçamental", o chefe da missão do FMI em Portugal alertou que "é preciso ter em conta as circunstâncias de cada país", recordando as palavras da diretora-geral do Fundo. Recentemente Christine Lagarde disse que "um programa de ajustamento orçamental por um determinado período não pode ser a solução a aplicar a todas as circunstâncias", considerando que este ajustamento "depende do ritmo de crescimento, (...) das pressões do mercado e também do peso da dívida de cada um".

* O que impera  sr. "Se(i)lassi(é)" é um profundo desespero do povo português a quem até já os maravilhosos tecnocratas nacionais dão razão. O problema é a desumanidade dos políticos do Excel, dói p'ra burro.

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2 - iPhone 5

  

A semana passada demos-lhe conta dum resumo da cerimónia do gadget em título. Hoje captámos uma explicação longa que nos parece clara e pormenorizada sobre o mesmo.

 Realizado por FERBRZ

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DÚVIDA/2
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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

 COMUNICADO DE PAULO PORTAS

                                        Comunicado
 
Face às especulações surgidas relativamente á questão orçamental, e sem embargo da reunião com
o Grupo Parlamentar que terei na próxima 6.ª feira, cumpre-me afirmar o seguinte:
1 – O CDS votará o Orçamento de Estado considerando que Portugal não pode ter uma crise política
que agravaria, ainda mais, a situação económica e social extremamente sensível que o nosso País
atravessa.
2 – O CDS valoriza a estabilidade num momento especialmente critico para Portugal, dado que nos
encontramos sujeitos a um Programa de Assistência Económica e Financeira da comunidade
internacional.
O CDS tem em atenção que Portugal depende desta assistência externa, de que é exemplo o
financiamento que deverá ser aprovado na próxima semana.
O CDS leva ainda em conta a situação na zona euro, especialmente nalguns Estados-membros, e
considera, por isso, que Portugal deve revelar prudência para evitar perigos suplementares.
O CDS sabe ainda que a inexistência de um Orçamento constituiria, em si mesmo, incumprimento
dos compromissos estabelecidos com os nossos credores. Face a este quadro de referência o CDS
deve colocar acima de tudo o seu dever de responsabilidade perante o País.
3 – Em coerência com o esforço feito dentro do Governo, e em articulação no quadro da maioria, o
Grupo Parlamentar do CDS contribuirá para melhorar aspectos do Orçamento de Estado até à
conclusão do respectivo processo.
4 – O CDS deve estar à altura das circunstâncias. O CDS tem o peso que os portugueses lhe deram.
Sendo a terceira força política e acreditando nas instituições o CDS sublinha que, sobretudo numa
situação de emergência nacional, todos têm um contributo a dar para assegurar a estabilidade
política, o consenso nacional e a coesão social em Portugal.
 
O Presidente do CDS

* Este comunicado não encanta nem surpreende. O presidente do CDS anda a fazer um folclore ora de parábolas ora de silêncios e agora parece que tirou este láparo da cartola, intelectualmente frágil.

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 DÚVIDA/1



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O QUE LHE FAZ LEMBRAR OS NOMES DESTES OLÍMPICOS?

















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    ESTÁ ALGO ERRADO.../5























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