Cansados de blogs bem comportados feitos por gente simples, amante da natureza e blá,blá,blá, decidimos parir este blog do non sense.Excluíremos sempre a grosseria e a calúnia, o calão a preceito, o picante serão ingredientes da criatividade. O resto... é um regalo
22/04/2019
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HOJE NO
"A BOLA"
Lisboa perde organização do Mundial
por equipas de 2022 para Chengdu
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A
cidade de Chengdu, na China, foi escolhida para organizar o Campeonato
do Mundo de Equipas de 2022, com 75 votos a favor em 129, batendo Lisboa
nesta corrida.
Além de Lisboa e Chengdu, candidatou-se também Kitakyushu, no Japão.
O Campeonato do Mundo individual de 2022 vai ser realizado em Houston, nos Estados Unidos.
* O dinheiro chinês compra tudo.
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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"
Quem é o grupo responsável pela matança
.no Sri Lanka?
.no Sri Lanka?
Agências
de antiterrorismo tinham avisado sobre o risco que o Sri Lanka corria
de ser alvo de um ataque. Em vários relatórios, que não impediram a
morte de 290 pessoas, há um nome em comum: o National Thowfeek Jamaath.
Trata-se
de um grupo radical islâmico que terá ligações com o autoproclamado
Estado Islâmico (EI). Todos os bombistas eram do país banhado pelo
oceano Índico, mas as autoridades nacionais e internacionais acreditam
que o atentado foi orquestrado em conjunto com uma rede internacional.
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O grupo que agora sai da sombra ainda não
reclamou a autoria dos crimes, mas o governo, através do ministro da
saúde, Rajitha Senaratne, atribui-lhes a responsabilidade pela tragédia
que marcou o domingo de Páscoa.
"Não
acreditamos que os ataques tenham sido cometidos por um grupo de
cidadãos confinados a este país", disse, em tom de aviso, numa
conferência de imprensa esta segunda-feira.
A primeira vez que o National Thowfeek Jamaath
chamou a atenção das autoridades aconteceu em 2016, na sequência de uma
onde de vandalismo contra estátuas budistas, naquilo que foi
classificado como uma reposta ao crescimento do extremismo budista no
país. Nesse mesmo ano, escreve o "The New York Times", um dos líderes do grupo, Abdul Razik, foi peso por incitar ao racismo.
No início de 2017, o grupo voltou à mira
das autoridades. Desta vez, em Kattankudi, uma cidade dominada pela
comunidade muçulmana. Um violento confronto entre grupos radicais, em
que se insere o National Thowfeek Jamaath, provocou vários feridos e
levou à detenção de dez pessoas. Segundo escreve o "Colombo Telegraph", os dias seguintes ficaram marcados por vários protestos nas ruas apelando à união da comunidade muçulmana.
Pouco
mais se sabe sobre este grupo. Ainda assim, especialistas em
contraterrorismo acreditam que a maioria dos elementos são jovens
rapazes, saídos de escolas islâmicas. Não há sinais de grandes regras ou
hierarquização entre os seus membros, o que terá facilitado a
ingerência de outros grupos islâmicos extremistas, como o EI.
Autoridades tinham avisado
A
polícia do Sri Lanka está a examinar os relatórios de agências de
informação que tinham avisos de possíveis ataques, segundo as
autoridades cingalesas. Dois ministros do Governo fizeram alusão a
falhas nos serviços de informação do país.
"Alguns
oficiais dos serviços de informação estavam cientes dessa incidência.
Portanto, houve um atraso na ação. É preciso tomar medidas sérias, assim
como saber o porquê de esses avisos terem sido ignorados", declarou o
ministro das Telecomunicações, Harin Fernando, na sua conta na rede
social Twitter.
Fernando disse que o
seu pai também tinha ouvido falar da possibilidade de um ataque e
advertiu-o para não entrar em igrejas mais populares.
Mano
Ganeshan, ministro da Integração Nacional, disse que os oficiais de
segurança do seu ministério foram alertados sobre a possibilidade de
dois bombistas atacarem políticos.
O cardeal Malcolm Ranjith, arcebispo de Colombo, disse que os ataques poderiam ter sido evitados.
"Colocamos
as nossas mãos nas nossas cabeças quando soubemos que essas mortes
poderiam ter sido evitadas. Porque é que isso não foi evitado?" declarou
o cardeal.
Interpol desloca equipa de investigadores para ajudar autoridades locais
"Deslocada
a pedido das autoridades do Sri Lanka, a célula de crise da Interpol
(IRT) inclui especialistas em investigação de cenas de crime, explosivos
e antiterrorismo, bem como especialistas na análise e identificação de
vítimas de catástrofes", referiu num comunicado a Interpol, cuja sede
fica em Lyon, na França.
"Se
necessário, especialistas adicionais no campo da medicina digital
forense, biometria e análise de vídeo e foto podem ser adicionados a
essa equipa no local", referiu a nota.
As
investigações já estão em andamento através do banco de dados nominais
da organização e sobre documentos de viagem roubados e perdidos para
identificar "pistas investigativas potenciais de conexões
internacionais".
* Estes assassinatos em massa têm os lobies das religiões por trás, sempre.
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Portugal bem português
IV-Portugal, um retrato social/4
3- Nós e os outros
Este é um retrato do nosso país. Um retrato da sociedade contemporânea. É
um retrato de grupo: dos portugueses e dos estrangeiros que vivem
connosco. É um retrato de Portugal e dos Portugueses de hoje, que melhor
se compreendem se olharmos para o passado, para os últimos trinta ou
quarenta anos. (...)
Gente diferente: Quem somos, quantos somos e onde vivemos
Os portugueses são hoje muito diferentes do que eram há trinta anos. Vivem e trabalham de outro modo. Mas sentem pertencer ao mesmo país dos nossos avós. É o resultado da história e da memória que cria um património comum. Nascem em melhores condições, mas nascem menos. Vivem mais tempo. Têm famílias mais pequenas. Os idosos vivem cada vez mais sós.
Gente diferente: Quem somos, quantos somos e onde vivemos
Os portugueses são hoje muito diferentes do que eram há trinta anos. Vivem e trabalham de outro modo. Mas sentem pertencer ao mesmo país dos nossos avós. É o resultado da história e da memória que cria um património comum. Nascem em melhores condições, mas nascem menos. Vivem mais tempo. Têm famílias mais pequenas. Os idosos vivem cada vez mais sós.
Um trabalho de investigação excelente de ANTÓNIO BARRETO e uma extraordinária equipa da RTP para a execução desta série.
* Esta é uma compilação de séries pelo nosso país não apenas pelas prespectivas histórica ou social mas pela recolha de vídeos interessantes de várias origens, actividades e sensibilidades, com diferentíssimos temas que reflectem o nosso quotidiano de modo plural.
Desejamos muito que seja do vosso agrado.
FONTE:
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FONTE:
DW Brasil
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NORUEGA
RESTAURANTE SUBMARINO
Com uma arquitetura futurista, o recém-inaugurado "Under" é o primeiro
restaurante submarino da Europa. Localizado na costa sul da Noruega, ele
fica 5 metros abaixo do nível do mar.
O restaurante "Under", em Lindesnes, na Noruega, é o primeiro
restaurante submerso da Europa. Na parte de cima da construção fica o
bar, e 5 metros abaixo do nível do mar está localizado o salão do
restaurante. Pela janela panorâmica de 25 centímetros de espessura a
visão do mundo subaquático é espetacular.
Os pratos do cardápio são
feitos com ingredientes regionais, incluindo plantas nativas da região
litoral e algas. Tudo colhido nas imediações pelo próprio cozinheiro.
No restaurante subaquático, peixes e mariscos estão garantidos no
cardápio. Os menus são sazonais, podem ter até 18 cursos, e custam a
partir de 230 euros por pessoa.
* Os belos menus de degustação que os excelentes chefes em Portugal confeccionam são de certeza mais baratos e quase de certeza muito melhores!
** Gostamos muito dos noruegueses, são anti consumistas, cordiais, sem exageros de simpatia, amam a natureza e protegem-na, uma árvore a arder é catastrófico, somos amigos de alguns. Têm um defeito terrível, não sabem cozinhar.
FONTE:
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* A Euronews arrancou segunda-feira 18/03/19 numa viagem de dois meses para
perceber o espírito dos cidadãos da Europa antes das eleições de maio.
Começando
em Lisboa, os nossos jornalistas vão viajar por Espanha, França,
Itália, Grécia, Bulgária. Roménia, Hungria, Áustria, República Checa,
Polónia, Alemanha e Holanda, antes de terminarem em Bruxelas nas
vésperas da votação.
Em cada etapa da viagem, dois jornalistas da Euronews vão viajar juntos e ouvir as pessoas que vivem longe das grandes cidades.
No porto de Brindisi, outrora conhecido como a "Porta do Oriente", Elena
Cavallone e Jack Parrock passam a chave do carro a Bryan Carter. O
jornalista da Euronews vai continuar a viagem, agora pela Grécia, rumo
às eleições europeias.
Como pensionistas europeus e atentos iremos divulgar a viagem que pressupomos com muito interesse.
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