16/01/2014

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4- A VIDA NA 


IDADE MÉDIA




Mike Loades, historiador e especialista em armas, vai nos levar através do mundo medieval, numa viagem cheia de ação e emoção. Separaremos os mitos da realidade e teremos a experiência de viver, trabalhar e lutar durante esta época extraordinária.



FONTE:ConradZiegfried



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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Coimas para lares ilegais 
disparam até 40 mil euros

O Governo agravou os valores das coimas a aplicar aos lares ilegais, que podem atingir os 40 mil euros, no âmbito do novo regime sancionatório para apoios sociais aprovado, esta quinta-feira, em Conselho de Ministros.

Em comunicado, o Ministério da Solidariedade, Emprego e Solidariedade Social (MSESS) refere que as alterações ao regime jurídico de contraordenações a aplicar à prestação de serviços e estabelecimentos de apoio social geridos por entidades fazem aumentar entre os 100% e os 900% o montante das coimas. 


Com estas alterações, o Governo pretendeu adaptar um regime sancionatório que "se encontrava desajustado da realidade atual" e que não sofria alterações desde 1997, nomeadamente nos limites mínimos e máximos das coimas aplicáveis. 

Segundo a legislação em vigor desde 1997, o valor mínimo a aplicar em caso de contraordenação muito grave por falta de licenciamento é de 2493,99 euros e o valor máximo é de 9975,97. 

Com o novo regime jurídico, o valor mínimo da coima sobe para 20 mil euros (mais 702% face ao valor em vigor) e o valor máximo para 40 mil euros (um aumento de 301%). 

O Ministério explica, no comunicado, que "os montantes de coimas em vigor não dissuadiam repetidas infrações, em particular nas estruturas residenciais para pessoas idosas". 

"Este diploma visa garantir que a prática destes ilícitos não é compensatória e pune acima de tudo as reincidências, cujas infrações passam a ser elevadas em um terço no valor inicial da coima", sublinha. 

O novo regime procura ainda funcionar como "um claro elemento dissuasor da prática de ilícitos, em particular do exercício da atividade sem licenciamento para as situações de negligência e maus tratos sobre idosos". 

O Governo adianta que o "substancial aumento das coimas" procura "salvaguardar os mais elementares direitos dos cidadãos, adultos e crianças ou jovens institucionalizados, em particular dos que se encontram em situação de grande vulnerabilidade social". 

As alterações do regime sancionatório irão reforçar o combate a este tipo de infrações, que tem vindo a ser "fortemente" intensificado pelo Instituto da Segurança Social "com claros resultados positivos no aumento das fiscalizações e encerramentos de estruturas ilegais", adianta. 

Os parceiros do setor social, através do diálogo com o Governo, "foram parte importante na efetivação das alterações agora aprovadas".
Em junho, tinha sido aprovado em Conselho de Ministros um pedido à Assembleia da República para que fossem efetuadas estas alterações.

* Os lares ilegais são meros depósitos de velhos.


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Battle of the Choirs



Bohemian Rhapsody





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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Dívida pública portuguesa aumenta 
quase 10% do PIB com novas
 regras contabilísticas

A dívida pública portuguesa deve aumentar quase 10 pontos percentuais este ano e ultrapassar os 136% do PIB, devido a alterações contabilísticas que vão obrigar a incluir no Orçamento mais empresas públicas, segundo documentos de trabalho do Eurostat.
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A partir de 01 de Setembro deste ano entrará em vigor o novo Sistema Europeu de Contas (SEC2010), que define a forma como são calculadas as contas nacionais e indicadores como o Produto Interno Bruto (PIB) e que terão impacto nas contas dos vários Estados-membros.

Segundo os documentos do Eurostat, a que a Agência Lusa teve acesso, Portugal será dos países que verá a sua dívida mais agravada, logo a seguir à Irlanda. Os cálculos indicam que as mudanças farão a dívida pública portuguesa aumentar quase 10 pontos percentuais já a partir de Setembro (por altura do envio a Bruxelas da segunda notificação ao abrigo do Procedimento dos Défices Excessivos).

Portugal foi um dos países que já fechou a sua definição de perímetro -- nem todos os países o fizeram -, e nele está já acordada a inclusão da Parpublica (a 'holding' que gere as participações do Estado) e a Sagestamo e Estamo, empresas criadas dentro da Parpublica para comprar imóveis ao Estado e que desta forma ajudavam a baixar o défice, pois encontravam-se fora do perímetro.

Está ainda acordada a inclusão dos hospitais EPE, que foram convertidos em empresas e assim deixaram de contar para o défice orçamental, e os reguladores, com excepção dos reguladores financeiros. Já a reclassificação de empresas de transporte, que tem sido indicado como a provável causadora do aumento da dívida, nesta altura não é provável que venha integrar este lote.

Com estas mudanças, o Eurostat calcula que a dívida pública aumente cerca de 9,6 pontos percentuais.

Pior que Portugal só mesmo a Irlanda, que deverá ver a sua dívida pública aumentar 15,9 pontos percentuais devido à inclusão de imparidades com bancos, em especial do Anglo Irish Bank, mas este valor pode ser bem menor na dívida pública deste ano devido à evolução do processo de liquidação do banco.

As projecções do Governo português apontam para que a dívida pública termine o ano nos 126,7% do PIB.

Caso a dívida seguisse a trajectória esperada pelo Governo no Orçamento do Estado para 2014 e descesse face ao registado em 2013 para os 126,7% do PIB, só com estas alterações a dívida subiria para os 136,3% do PIB.

As alterações ao Sistema Europeu de Contas para o novo código de contas ESA10 irão provocar ainda mudanças na forma como se calcula o PIB, o que provocará um aumento do produto português entre 1% e 2%, disse hoje em Bruxelas o director do departamento de contas nacionais do Eurostat.

A Agência Lusa questionou o Instituto Nacional de Estatística (INE) sobre o impacto destas alterações, que explicou que o novo sistema terá 27 alterações conceptuais face às regras do ESA95, e que "algumas têm, necessariamente, impacto no valor do PIB ou das suas componentes, enquanto outras serão apenas visíveis nos detalhes ou na (re)composição sectorial da economia" e que "também terá implicações em outros importantes agregados da contabilidade nacional, como é o caso do défice e da dívida das Administrações Públicas".

Em causa, explica o INE, estão novas e mais exigentes regras de carácter qualitativo que o novo código de contas impõe para a classificação de unidades no sector das Administrações Públicas, e, adicionalmente, "o encargo líquido com juros passará a integrar os custos para efeitos de cálculo do rácio dos 50% para análise na natureza mercantil/não mercantil das unidades institucionais públicas", um dos principais critérios para classificar dentro ou fora do perímetro uma entidade.

"Em consequência espera-se que este sector passe a incluir outras unidades que, de acordo com as atuais regras do SEC95, estão classificadas no sector das empresas", diz o INE, ou seja, que passarão a contar para o défice mais empresas públicas que nesta altura estão fora.

A Agência Lusa questionou o Ministério das Finanças sobre o impacto das alterações e se este está já acautelado. "O perímetro de consolidação não é 'acordado' com as autoridades estatísticas. É determinado por estas em resultado da aplicação das novas regras. A primeira notificação, à luz das novas regras, só ocorrerá em Setembro próximo", respondeu fonte oficial do Ministério.

* O que há mais no governo são "inginheros" financeiros.

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 OS FORTES SECRETOS

DOS SUIÇOS




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HOJE NO
"DESTAK"

Alexandre Quintanilha alerta para
. retrocesso de décadas 
na ciência em Portugal 

O professor universitário Alexandre Quintanilha alertou hoje para o que considera ser um processo "nefasto e muito perigoso" de desinvestimento na investigação científica em Portugal que pode levar a um retrocesso de décadas. 


Em declarações à Lusa na sequência do anúncio dos resultados da atribuição de bolsas pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), o antigo diretor do Instituto de Biologia Molecular e Celular da Universidade do Porto disse temer que Portugal volte "a ser um país com uma elite económica, cultural, científica e técnica muito pequena, de 5% da população, e no resto da população trabalhadores de vários níveis, mal pagos, inseguros, com uma pouquíssima esperança de poderem aceder a essa elite". 

"Acho que se a comunidade científica não perceber nesta altura que isto é um ataque geral à grande maioria de investigadores no país e se não se unir para juntar esforços para ver se consegue alterar esta situação, então penso que teremos aquilo que merecemos", declarou Alexandre Quintanilha.

* Estamos a ser governados por uma elite sem escrúpulos que pretende criar a elite que o prof. Quintanilha refere, um desastre.


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DOUTRO SÉCULO

COTAS BUÉ DA FIXES



















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