19/06/2012

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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Número de seguranças privados
 já supera o de policiais 
 Há mais de 58 mil seguranças privados em Portugal.

 São mais sete mil que o quadro total de forças policiais. O número de seguranças privados em Portugal é já superior ao total de 51 mil efectivos das várias forças policiais que inclui, GNR, PSP, PJ, Polícia Marítima, SEF e ASAE. São mais de 58 mil que exercem já a actividade privada. Os dados vão ser hoje revelados na reunião do Conselho de Segurança Privada. 
 Em causa está um sector que contacom mais de uma centena de empresas e que é alvo da atenção do Governo que quer reforçar a sua regulamentação, numa altura em que a Inspecção Geral da Administração Interna (IGAI) prepara novos raides inspectivos para este ano. 

 O número de activos da segurança privada que estão a exercer função devidamente credenciados e com contratos de trabalho ascende já a 58.108, dos quais 40.255 a tempo inteiro e 17.853 elementos a prestarem serviços a tempo parcial ou por períodos irregulares. 

O quadro de pessoal deste sector contrasta com o número de efectivos das forças policiais 51.054, ao serviço das várias instituições de segurança. E caso se retirassem os elementos que não estão em funções operacionais, o total reduziria ainda para menos quase 35%, para 33.185 efectivos - menos que os seguranças privados a tempo inteiro. 

Estes números serão apresentados hoje na reunião do Conselho de Segurança Privada, convocada pelo ministro da Administração Interna (MAI). No encontro, onde serão revelados os dados que constam do relatório de segurança privada de 2011, Miguel Macedo irá também apresentar algumas propostas de alteração à lei e portarias que regulam o sector da segurança privada. 


* Para além de terem formação duvidosa, os números são estranhos. Há alguma empresas do sector que mudam frequentemente de residência para fugir a credores.

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PORTALEGRE  À  NOITE





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  HOJE NO
"DESTAK"

Deloitte pede audição à porta fechada,
. jornalistas abandonam a sala 

A audição da Comissão de Inquérito do BPN à Deloitte, responsável pela auditoria do banco e que mais tarde assessorou o BIC na privatização, está a ser realizada à porta fechada após os deputados terem aceitado o requerimento da consultora. 

À hora do início da audição, pelas 11h30, o presidente da Comissão de Inquérito, o socialista Vitalino Canas, disse que o representande da Deloitte, José António Garcia Barata, fez um requerimento para ser acompanhado nesta audição pelo seu advogado e que, invocando a salvaguarda da vida privada, pediu que na audição não fosse permitida a gravação de som e imagem pela comunicação social. 

Perante as dúvidas manifestadas por alguns deputados e pelo próprio presidente de que este requerimento significasse que a audição se realizasse à porta fechada, foi pedido a clarificação do pedido. 




* O rabo a arder...

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AEROMODELISMO


Pitts S1



 
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  HOJE NO
"i"

Mestrados
Há cada vez mais aprendizes 
a chegar a mestre 
Os mestrados impuseram-se como ferramenta quase indispensável para singrar 

Já estão abertas as candidaturas aos mestrados e Portugal continua a capitalizar com esta febre, desde que o Tratado de Bolonha veio reorganizar, em 2006, o sistema de ensino superior nacional. 
O PERFIL DO (A)MESTRADO

Se já se tornou frequente ver mestrados de instituições portuguesas em rankings de publicações estrangeiras, não deixa de ser notícia cada vez que surge mais um. Desta vez a honra coube ao Mestrado em Finanças da Nova School of Business and Economics (Nova SBE), da Universidade Nova de Lisboa, que no ranking do prestigiado “Financial Times” ficou classificado no 21.o lugar, tendo subido oito lugares em relação à classificação obtida o ano passado. 

A palavra “mestrado” deixou de ser elitista na engrenagem do ensino superior. Antes era um patamar apenas almejado pelos que pretendiam seguir a via académica, mas hoje os mestrados equivalem à formação necessária, indispensável nalguns casos, para seguir com sucesso na luta pelo mercado de trabalho, em que a oferta de emprego diminui ao mesmo tempo que aumentam as qualificações dos que o procuram. A razão para tal prende-se, em grande parte, com a aplicação do Tratado de Bolonha. 
A ESCALADA DA IGNORÂNCIA

Com efeitos a partir de 2006, esta reorganização dos cursos do ensino superior favoreceu a aposta nos mestrados e os números não deixam grande margem para dúvidas: segundo dados agregados do Ministério da Ciência e do Ensino Superior, entre os anos lectivos de 2006/07 e de 2009/10 as inscrições no segundo ciclo de Bolonha (mestrados) aumentaram 286% – os estudantes em regime de mestrado passaram de 11,6 mil para quase 45 mil. Mas não é só Bolonha a ficar com os louros. A mudança de mentalidades entretanto operada levou a que muitos dos recém-licenciados passem a optar por um mestrado ou outro curso de pós-graduação quando não conseguem arranjar emprego. Isto torna-se um pau de dois bicos, já que, se por um lado aumenta a formação, por outro adia a entrada no mercado de trabalho, facto que nem todos os empregadores encaram da melhor forma. 
UM EXEMPLAR DE MESTRE

O procedimento mais recomendado é tirar a licenciatura, arranjar emprego e só depois, com experiência profissional, escolher a pós-graduação que melhor se adapta ao percurso profissional desejado. E como tudo em gestão deve ser visto como uma oportunidade, até já são propostos seminários onde se ensina a convencer a entidade patronal a deixar-nos apostar na formação. 
 É o caso do The Lisbon MBA, das universidades Católica e Nova de Lisboa, que hoje promove um seminário sobre o assunto. De acordo com o comunicado, “a directora executiva do The Lisbon MBA, Belén de Vicente, vai ensinar truques, dicas e os passos adequados para convencer a organização onde trabalha e o seu superior hierárquico a patrocinar a sua formação e a dispensar-lhe o tempo necessário para os seus estudos, sem colocar em risco o seu posto de trabalho”. 

A oferta é variada e à medida de quase todas as bolsas. Segundo os dados do ano passado, o preço de um mestrado ia dos 998 euros aos 13 500 euros. A Universidade de Aveiro é das que pratica preços mais baixos. Para este ano, as apostas daquela instituição passam por mestrados como Toxicologia e Ecotoxicologia, Biologia Marinha e Ecologia, “cujos trabalhos de investigação estão em grande expansão na Universidade de Aveiro”, diz a reitoria. 
DISTINTO MESTRE

Os valores mais elevados para mestrados cabem a instituições como a Católica Lisbon School of Business & Economics, que em 2011 praticou preços entre os 7 800 e os 13 500 euros. Para os que optam pelo mestrado como continuação dos estudos, pode haver vantagens, como por exemplo certificar as cadeiras tiradas na licenciatura para obter equivalências no mestrado, o que permite em muitos casos baixar a duração do mestrado de dos para um ano. Com esta medida de valores, é natural que os interessados precisem de financiamento, facto encarado naturalmente pelas instituições de crédito que beneficiam até os melhores alunos, que vêem o seu spread baixar. Santander-Totta, BPI, Caixa Geral de Depósitos, BES e Millenium BCP dispõem de produtos específicos, onde por norma o financiamento mínimo é de cinco mil euros por cada ano de estudo. 

* Há uns anos atrás um Mestre era um licenciado que depois de muitos anos de trabalho e mais maduro, desejava possuir um grau académico que distinguisse a qualidade do seu trabalho. Agora não, ainda está a descartar os cueiros da licenciatura e eis que o jovem putativo mestre se embrenha atrás dum título para o qual ainda nada buliu e provou. Portugal vai ter Mestres da ignorância com fartura, para um outro não menos ignorantemente mas expedito  Mestre os pensar em exportar como se fossem gado.


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JARDIM DAS ARÁBIAS







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Este jardim fica em Al Ain - Al Ain Paradise -, a 160 km de Abu Dhabi (capital dos EAU), no emirato de Omã... Al Ain significa «Primavera»
Com pouco mais que a área de quatro campos de futebol, os jardins situam-se num antigo oásis de águas subterrâneas abundantes..

Devido à rapinagem de flores já teve que ser temporariamente encerrado ao público.... está previsto o seu alargamento...


  
 HOJE NO
"A BOLA"

Luís Duque responsabiliza João Pinto 
por fraude fiscal 

Luís Duque responsabilizou João Vieira Pinto por alegada fraude fiscal na transferência do ex-jogador para o clube de Alvalade, em 2000. O presidente da Sporting SAD foi ouvido na 6.ª Vara do Tribunal Criminal de Lisboa, no âmbito do processo em que é acusado de fraude fiscal e branqueamento de capitais, onde também são suspeitos o próprio João Pinto, José Veiga e Rui Meireles. «Não assino contratos líquidos. Cada um que pague os seus impostos», disse, deixando expressa a dúvida de que João Pinto «estava convencido de que era ilíquido» o prémio de assinatura, no valor de quatro milhões de euros, transformado em direitos desportivos. 

O atual presidente da SAD leonina afirmou-se ainda «desapontado» com João Pinto, por ter declarado na investigação «há cinco ou seis anos, que desconhecia o contrato de prémio de assinatura e que recebeu dinheiro»: «Mais tarde, ele invocou o seu silêncio, mas eu fui enxovalhado publicamente. Isso foi o que me magoou mais.» Luís Duque disse ainda que só depois de ter tudo acertado com João Pinto e com o empresário José Veiga é que ficou a saber que os direitos desportivos do jogador pertenciam a uma empresa: «O contrato de trabalho, assinado por mim e por Miguel Ribeiro Teles [na altura, também administrador da SAD], e enviado para João Pinto, que, mais tarde, disse que os direitos eram detidos pela empresa Goodstone.» 

O dirigente frisou que a SAD «se rodeou das devidas cautelas» no que se refere à operação com a empresa representada por José Veiga, sediada no Reino Unido, razão por que não houve lugar a tributação. Negou qualquer esquema arquitetado pela SAD para que João Pinto não pagasse impostos e observou que um aditamento exibido e apenas assinado pelo jogador em 2005, para reclamar valores em dívida, «devia ter sido destruído de boa fé». «Esse aditamento não tem qualquer assinatura do Sporting», garantiu Luís Duque. 



* Quem gosta do Sporting não aprecia que o clube seja noticiado pelas piores razões. Haja alguém que ponha cobro a tanta vigarice.

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