02/07/2011

4 - COMBUSTÍVEL ALTERNATIVO

ALMORRÓIDA EXPECTANTE

NOVO MINISTRO DA ECONOMIA
Estudo do Economista Álvaro Santos Pereira
                            Professor da Simon Fraser University, no Canadá.
Portugal tem hoje 349 Institutos Públicos, dos quais 111 não pertencem ao sector da Educação. Se descontarmos também os sectores da Saúde e da Segurança Social, restam ainda 45 Institutos com as mais diversas funções.
Há ainda a contabilizar perto de 600 organismos públicos, incluindo Direcções Gerais e Regionais, Observatórios, Fundos diversos, Governos Civis, etc.) cujas despesas podiam e deviam ser reduzidas, ou em alternativa – que parece ser mais sensato – os mesmos serem pura e simplesmente extintos.
Para se ter uma noção do despesismo do Estado, atentemos apenas nos supra-citados Institutos, com funções diversas, muitos dos quais nem se percebe bem para o que servem.
Veja-se então as transferências feitas em 2010 pelo governo socialista de Sócrates para estes organismos:



ORGANISMOS
DESPESA(em milhões de €)
Cinemateca Portuguesa
3,9
Instituto Português de Acreditação
4,0
Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos
6,4
Administração da Região Hidrográfica do Alentejo
7,2
Instituto de Infra Estruturas Rodoviárias
7,4
Instituto Português de Qualidade
7,7
Administração da Região Hidrográfica do Norte
8,6
Administração da Região Hidrográfica do Centro
9,4
Instituto Hidrográfico
10,1
Instituto do Vinho do Douro
10,3
Instituto da Vinha e do Vinho
11,5
Instituto Nacional da Administração
11,5
Alto Comissariado para o Diálogo Intercultural
12,3
Instituto da Construção e do Imobiliário
12,4
Instituto da Propriedade Industrial
14,0
Instituto de Cinema e Audiovisual
16,0
Instituto Financeiro para o Desenvolvimento Regional
18,4
Administração da Região Hidrográfica do Algarve
18,9
Fundo para as Relações Internacionais
21,0
Instituto de Gestão do Património Arquitectónico
21,9
Instituto dos Museus
22,7
Administração da Região Hidrográfica do Tejo
23,4
Instituto de Medicina Legal
27,5
Instituto de Conservação da Natureza
28,2
Laboratório Nacional de Energia e Geologia
28,4
Instituto de Gestão do Fundo Social Europeu
28,6
Instituto de Gestão da Tesouraria e Crédito Público
32,2
Laboratório Militar de Produtos Farmacêuticos
32,2
Instituto de Informática
33,1
Instituto Nacional de Aviação Civil
44,4
Instituto Camões
45,7
Agência para a Modernização Administrativa
49,4
Instituto Nacional de Recursos Biológicos
50,7
Instituto Portuário e de Transportes Marítimos
65,5
Instituto de Desporto de Portugal
79,6
Instituto de Mobilidade e dos Transportes Terrestres
89,7
Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana
328,5
Instituto do Turismo de Portugal
340,6
Inst. Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação
589,6
Instituto de Gestão Financeira
804,9
Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas
920,6
Instituto de Emprego e Formação Profissional
1.119,9
                                                                     TOTAL.........................
5.018,4

- Se se reduzissem em 20% as despesas com este – e apenas estes – organismos, as poupanças rondariam os 1000 milhões de €, e, evitava-se a subida do IVA.
- Se fossem feitas fusões, extinções ou reduções mais drásticas a poupança seria da ordem dos 4000 milhões de €, e não seriam necessários cortes nos salários.
- Se para além disso mais em outros tantos Institutos se procedesse de igual forma, o PEC 3 não teria sequer razão de existir.

PEDIDO:
Senhor Ministro faça o que lhe compete

YOAV PENN


A L E L U I A


ALMORRÓIDA CAUTELOSA


1 - Dominique Strauss-Kahn

Na manhã de 14 Maio, o dia em que foi preso, Dominique Strauss-Kahn (DSK) tinha sido aconselhado pelos serviços secretos franceses (DGSE) a abandonar os EUA e regressar rapidamente à Europa, descartando-se do telemóvel para evitar que pudesse ser localizado. A delicadeza da informação secreta que lhe tinha sido entregue por agentes "d...elatores" da CIA justificava tal precaução.

Strauss-Kahn tinha viajado para os Estados Unidos para clarificar as razões que levavam os norte-americanos a protelar continuamente o pagamento devido ao FMI de quase 200 toneladas de ouro. A dívida, com pagamento acordado há vários anos, advém de ajustes no sistema monetário - "Special Drawing Rights" (SDR's).
As preocupações do FMI sobre o pagamento norte-americano ter-se-iam avolumado recentemente. Nesta viagem Strauss-Kahn estaria na posse de informação relevante que indiciava que o ouro em questão já não existe nos cofres fortes de Fort Knox nem no NY Federal Reserve Bank.

Mas Strauss-Kahn terá cometido um erro fatal: ligou para o hotel, já da plataforma de embarque, pedindo que o telefone lhe fosse enviado para Paris, o que permitiu aos serviços secretos americanos agir nos últimos minutos. O resto dos factos são do conhecimento público.

Já em prisão domiciliária, em Nova Iorque, DSK terá pedido ajuda ao seu amigo Mahmoud Abdel Salam Omar, um influente banqueiro egípcio. Era muito importante, para fundamento da defesa, que o egípcio lhe conseguisse obter a informação privilegiada sobre a "mentira" do ouro, que DSK tinha deixado "voar" em NY, para justificar a teoria da perseguição. No entanto a intervenção voluntariosa do banqueiro egípcio saiu gorada. Dias depois Salam Omar foi igualmente preso nos Estados Unidos, também ele acusado de assédio sexual a uma empregada de hotel. Relatórios de diferentes serviços secretos internacionais convergem na conclusão: os factos que motivaram a prisão do egípcio são altamente improváveis, Salam Omar é um muçulmano convicto e um homem com 74 anos de idade.

A inversão de sentido na história da suite do Sofitel de NY começava aqui a ganhar consistência e outros factos viriam ajudar.

Em Outubro de 2009, Pequim terá recebido dos EUA cerca de 60 toneladas de ouro, num pagamento devido pelos americanos aos chineses, como acerto de contas no balanço de comércio externo.
Com a entrega, Pequim testou a genuinidade do ouro recebido tendo concluido que se tratava de "ouro falso". Eram barras de tungsténio revestido a cobertura de ouro. As 5.700 barras falsas estavam devidamente identificadas com chancela e número de série indicando a origem - Fort Knox, USA.
O congressista Ron Paul, candidato às eleições presidenciais de 2012, solicitou no final do ano passado uma auditoria à veracidade das reservas do ouro federal que foi rejeitada pela administração Obama.
Numa entrevista recente, questionado sobre a possiblidade de ter desaparecido o ouro federal de fort Knox, o congressista Ron Paul gelou os interlocutores respondendo liminarmente: "É bem provável!"

À "boca fechada" têm vindo, aqui e ali, a escapar informações, a avolumar-se incertezas sobre as reservas de ouro norte-americanas. Mas as notícias referentes aos fortes indícios que de o ouro seja apenas virtual têm colhido uma tímida atenção na comunicação social americana.

A "verdadeira história" por detrás da prisão de DSK, agora pública, consta de um relatório secreto preparado pelos serviços de segurança russos (FSB) para o primeiro-ministro Vladimir Putin. Talvez por isso Putin tenha sido o primeiro lider mundial a assumir publicamente a ideia de que DSK terá sido "vítima de uma enorme conspiração americana".

Estes factos, a confirmarem-se, em nada ilibam DSK na suspeição que sobre si recai do eventual crime de assédio sexual a uma empregada do hotel mas, quem sabe, essa possa revelar-se como a pequena e ingénua ponta de um grande iceberg.
A ser verdade, os serviços secretos norte-americanos, seguramente bem informados, terão sabido tirar partido das fraquezas do inimigo-alvo, aniquilando-o com eficácia cirurgica - um pequeno crime de costumes, tão ao gosto do imaginário popular, pode bem ter contribuido para abafar crimes de contornos bem mais sérios, por eliminação de testemunha ou de prova.

Entretanto DSK prepara activamente a defesa em tribunal arregimentando já um verdadeiro "crack team" de ex-espiões da CIA, investigadores, detectives e media advisors.

NR:Este texto foi-nos enviado com a seguinte nota:"Envio como recebi……"

Obrigado E. FRANÇA
PAPEL  HIGIÉNICO

ALMORRÓIDA TRAMBIQUEIRA


Anterior governo deu avales de 1620 milhões 
depois de perder as eleições

por Ana Suspiro

O despacho de 9 de Junho dá a garantia do Estado 
ao BPN e à Parpública

O governo de José Sócrates concedeu dois avales de Estado para financiamentos de empresas públicas no valor de até 1620 milhões de euros. Estas operações, que beneficiam o Banco Português de Negócios (BPN) e a Parpública, foram assinadas pelo secretário de Estado do Tesouro, Carlos Costa Pina, dia 9 de Junho, quando já se tinham realizado eleições da quais saiu vencedor o PSD.

No caso do BPN, o aval do Estado visa salvaguardar as assistências financeiras concedidas pela Caixa Geral de Depósitos ao banco nacionalizado, através de uma emissão de papel comercial totalmente subscrita pelo banco do Estado e em que os pagamentos são assegurados com garantia pública.

O valor da emissão pode chegar aos mil milhões de euros e será reembolsado em dez anos, tendo como finalidade assegurar o financiamento das necessidades de tesouraria, bem como permitir o desenvolvimento da actividade normal do banco. O aval recebeu o parecer favorável do Instituto de Gestão de Tesouraria do Crédito Público, entidade de onde é originária a nova secretária de Estado do Tesouro, Maria Luísa Albuquerque.
Fonte oficial do banco nacionalizado garantiu ontem à Lusa que este aval não representa uma transferência adicional de mil milhões de euros para o BPN.
 O montante com aval do Estado tinha descido para 3500 milhões de euros no final do ano passado, na sequência da criação de três veículos para que foram transferidos os activos com maiores imparidades. Parvalorem, Parubs e Parparticipações receberam uma garantia do estado de 3100 milhões de euros para uma emissão obrigacionista a pagar a dez anos, a que se juntava uma garantia de 400 milhões directa ao BPNNa altura, o ministério tutelado por Teixeira dos Santos congratulou-se com a redução em 500 milhões de euros da exposição do Estado ao BPN. Só que a Caixa sempre considerou que todas as operações de liquidez dadas ao banco nacionalizado tinham de receber aval do Estado, como previsto no decreto-lei de nacionalização do BPN.

Esta pretensão acabou por ser reconhecida no despacho ontem publicado.

No primeiro trimestre do ano, o Estado concedeu apenas uma garantia a um empréstimo de empresa pública, o Metropolitano de Lisboa, no valor de 75 milhões de euros. No entanto, e até essa data, o stock de responsabilidades efectivas assumidas pelo Estado português nestas operações ascendia a 12,7 mil milhões de euros. Os principais beneficiários são empresas públicas, mas os montantes mais elevados estão concentrados no Banco Português de Negócios.

A emissão de novas garantias do Estado acalmou com as crescentes dificuldades de financiamento do Estado e do próprio país, que culminaram no pedido de ajuda externo de Portugal.
A concessão de avales foi retomada já depois do acordo com a troika, mas viradas para o apoio ao financiamento dos bancos. Até agora, BES, Caixa, BCP e Banif já pediram a garantia do Estado para operações no valor de 4,7 mil milhões de euros. O valor total disponível para este fim é de 35 mil milhões de euros.


IN "i"
02/07/11

1 - BACTÉRIAS 

FUNDAMENTAIS PARA A VIDA

Computer artwork of bacteria (blue and green) on human skin. Many types of bacteria are found on human skin, especially associated with sweat glands and hair follicles. They usually cause no problems, although some can cause acne. Bacteria usually only become a problem if they penetrate the skin, for example through a wound or cut.

Reprodução feita por computador de bactérias (azul e verde)  que vivem na nossa pele. 

Na pele humana encontram-se muitos tipos de bactérias, especialmente associadas com as glandulas soduriferas e foliculos pilosos. Usualmente não causam nenhuns problemas, a não ser quando penetram na pele através de feridas ou cortes.