08/04/2025

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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ENGENHARIA DE TOPO/55
55.3-Mina Diamantes Ekati


FONTE:jean paulo

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 PORTUGUESES MEIGUINHOS
Ataca ex com sete facadas
 em Alverca
 
27/03/25

Violam adolescente e difundem filmagens


28/03/25

Agressão fatal por 
repreender filho 


28/03/25 
 
Turista violada em Cascais por homem com alerta na Interpol 
 

03/04/25 
 
Violação num lar de idosos
 em Viana do Castelo
 

04/04/25

FONTE:  Fala Portugal

NR: Entendemos haver visitadores que gostam mais de visionar notícias da ciência, da música, da sexualidade etc., mas este também é o Portugal que temos recheado de ódios e religiões que os estimulam. Ainda ninguém fez o "inventário" de quantos destes assassinos são pessoas de fé, parece propositado.

Eis oito dias de notícias exemplares sobre a  tugacidade  ternurenta.

Não consta a presença de indivíduos asiáticos nas notícias destes vídeos.

DURMAM BEM!

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Caravaggio

O Mestre dos Pincéis e da Espada/4


TV Cultura
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JOÃO DIAS FERREIRA

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A crise na
Medicina Geral e Familiar:
um Futuro Comprometido

Em Portugal, a Medicina Geral e Familiar (MGF) foi durante décadas o alicerce do Serviço Nacional de Saúde. Contudo, vivemos hoje uma realidade assustadora: 70% das vagas para recém-especialistas em MGF ficaram por ocupar. Esta é uma estatística que não pode ser ignorada e que representa uma ameaça real à sustentabilidade dos cuidados de saúde primários no nosso país.

Como médico, tenho assistido com preocupação crescente ao afastamento dos jovens internos desta especialidade. Quando 80% das vagas na região de Lisboa ficam desertas e mais de 300 internos rescindem contratos com o SNS, é imperativo questionar: o que estamos a fazer de errado?

Os números falam por si. Nunca, nos últimos 10 anos, tivemos tantos portugueses sem médico de família. Na região de Lisboa e Vale do Tejo, a situação é particularmente grave, com quatro em cada dez utentes sem este profissional atribuído. As estatísticas divergem – a ministra apresenta uns números, o portal do SNS outros – mas a realidade que todos reconhecemos é a mesma: um sistema à beira do colapso.

A MGF está a perder atratividade por razões evidentes. As condições de trabalho degradam-se, com médicos sobrecarregados a atender listas de utentes cada vez maiores. A burocracia sufoca a prática clínica, roubando tempo precioso que deveria ser dedicado aos doentes. Os vencimentos estagnaram, enquanto o setor privado e as oportunidades no estrangeiro oferecem alternativas mais aliciantes para os jovens médicos.

Formamos excelentes especialistas em MGF, reconhecidos internacionalmente pela sua competência, para depois os perdermos para outros países ou para o setor privado. É um desperdício de recursos e de investimento público que não podemos continuar a tolerar.

As consequências desta crise são devastadoras para a população. Sem médico de família, perde-se a continuidade de cuidados, a relação de proximidade e confiança, e o acompanhamento personalizado que caracterizam esta especialidade. Os doentes crónicos ficam mais vulneráveis, a prevenção é negligenciada, e aumenta a pressão sobre as urgências hospitalares.

É urgente uma intervenção decidida. Precisamos de uma estratégia nacional que valorize efetivamente os médicos de família, com melhores condições de trabalho, remuneração adequada, menos burocracia e mais autonomia. É necessário repensar o modelo de organização dos cuidados de saúde primários,

tornando-o mais flexível e adaptado às expectativas das novas gerações de médicos.

O futuro da MGF está em risco, e com ele, a saúde de milhões de portugueses. Não podemos continuar a assistir passivamente ao desmoronar desta especialidade fundamental. Se nada for feito, caminhamos para um SNS sem "S" de Saúde, onde os cuidados primários serão apenas uma memória do que já foram.

A escolha é nossa: ou agimos agora, ou preparamo-nos para explicar às próximas gerações como deixámos desaparecer um dos pilares mais importantes do nosso sistema de saúde.

* Dirigente da Ordem dos Médicos Região do Sul

IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS" -18/04/25.

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4023.UNIÃO


EUROPEIA

FRANÇA
NÃO É UMA LADRA QUALQUER
 A proibição a le pen de exercer  
 cargos públicos é uma anomalia ,  
 em França e na Europa?




FONTE:  Euronews- 08/04/25

NR: Esta gaja foi julgada e condenada por ter desviado (gamado) 4,1milhões de euros no Parlamento Europeus e muitos palermas dos franceses justificam o roubo com manifestações serôdias. A discussão sobre ser anomalia  exercer cargos públicos enquanto vigarista condenada é para entreter o pagode e juristas com pouco que fazer.
Em Portugal preocupam-se com os indostânicos para desviar a atenção da populaça dos banqueiros que vivem em mansões, dos políticos que vivem à beira mar ou em condomínios privados e nada lhes acontece.
Como nos vamos admirar se Luís Montenegro ganhar as eleições?

 putin  HUYLO

putin é um canalha

trump is also a killer
 of innocent people Ukrainians
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Diana Panton
Fly Me to The Moon


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