15/06/2020

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

.
PROFISSIONAL DILIGENTE


.
.


152-SUBTILEZAS

5 Factos sobre o sono



RESUMO ANIMADO

FONTE:Minutos Psíquicos
.

12.KONTAKTHOF

Por  PINA BAUSCH



O presente artigo pretende contextualizar o trabalho da coreógrafa e bailarina alemã, Pina Bausch (1940-2009), referência mundial do Tanztheater. 
Nosso recorte foca na análise da utilização do gestual quotidiano na obra de sua autoria Kontakthof
O espetáculo cênico foi criado em 1978 com bailarinos do Tanztheater Wuppertal e sua construção girou em torno dos conflitos inerentes às relações humanas, relações de poder, de carinho, de submissão, de descoberta e de exposição. 
Realiza-se uma análise das formas de utilização do gestual cotidiano no espetáculo cênico que no ano 2000 teve uma remontagem com senhores e senhoras maiores de 65 anos, e em 2008 com alunos das escolas públicas da cidade de Wuppertal, todos sem nenhuma experiência profissional em dança. Suporta teoricamente este artigo as abordagens de autores como: Stanislavski, Brecht e Gil em diálogo com outras obras cênicas de Bausch.

Por Marina Milito de Medeiros, Sayonara Pereira


FONTE:  Hvanngil

.
.
HOJE NO
"JORNAL DE  NEGÓCIOS"
UE põe ambições da China na mira
.com tarifa inédita sobre importações

Pela primeira vez, Bruxelas vai avançar com uma tarifa sobre bens importados devido a subsídios concedidos por Pequim a empresas sediadas fora da China.

A União Europeia tomou esta segunda-feira uma medida sem precedentes, que poderá ser o primeiro passo para travar as ambições comerciais da China. Pela primeira vez, o bloco decidiu avançar com tarifas sobre importações devido a subsídios concedidos por um Estado a exportadores sediados noutro país, e que criam distorções de mercado.
.
Até ao momento, a União Europeia só havia direcionado estas penalizações a subsídios concedidos pelo país de onde as exportações tinham origem.

"É um caso histórico que pode levar a muitos outros semelhantes", afirmou Agatha Kratz, diretora associada do Rhodium Group, que faz pesquisa sobre as relações UE-China e diplomacia comercial chinesa. "O apoio estatal chinês está generalizado além das fronteiras da China, com efeitos distorcidos na UE e noutros lados", acrescentou a responsável, citada pela Bloomberg.

Em causa estão importações de fibra de vidro do Egito, de dois fabricantes - Jushi Egypt for Fiberglass Industry SAE e Hengshi Egypt Fiberglass Fabrics SAE - que são subsidiárias das chinesas China Jushi Co. e Zhejiang Hengshi Fiberglass Fabrics Co.

As duas empresas estão sediadas na Zona de Cooperação Económica e Comercial China-Egito, no Canal do Suez, que faz parte da controversa iniciativa chinesa Uma Faixa, uma Rota (Belt and Road) de desenvolvimento de infraestrutura global.

Segundo a União Europeia, os dois fabricantes recebem benefícios financeiros dos governos da China e do Egipto, e esse apoio, juntamente com subsídios aos tecidos de fibra de vidro exportados diretamente da China, prejudicam injustamente os fabricantes da UE, como a finlandesa Ahlstrom-Munksjo Oyj.

Além desta, também empresas como a belga European Owens Corning Fiberglas SPRL e a francesa Chomarat Textiles Industries SAS sofreram "prejuízos materiais" decorrentes da concorrência desleal, diz a UE.

A taxa agora imposta sobre as importações de fibra de vidro do Egito é de 10,9% e terá uma duração de cinco anos.

Como parte da mesma decisão, a UE vai impor tarifas entre 17% e 30,7% sobre a fibra de vidro importada directamente da China.

* A ditadura chinesa não dá tréguas...

.
.
MINUTOS DE
CIÊNCIA/285
Sólidos geométricos em acrílico



FONTE:  Matemática Rio com Prof. Rafael Procopio

.
.
HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"
ZERO denuncia depósito ilegal 
de 30 mil toneladas de resíduos
 perigosos em Setúbal

Ministério do Ambiente e da Ação Climática (MAAC) lembra que a reexportação das escórias de alumínio importadas pela Metalimex foi concluída em 1998.

A associação ZERO alertou esta segunda-feira para as consequências ambientais de um depósito ilegal de cerca de 30 mil toneladas de resíduos perigosos perto das antigas instalações da empresa Metalimex, junto ao Complexo Municipal de Atletismo de Setúbal.
.

O Ministério do Ambiente e da Ação Climática (MAAC) lembra que a reexportação das escórias de alumínio importadas pela Metalimex foi concluída em 1998 e adianta que a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDRLVT) já está a verificar a situação denunciada pela associação ZERO.

Segundo um comunicado hoje divulgado pela ZERO, os resíduos perigosos encontrados a cerca de 600 metros da antiga empresa Metalimex poderão ser "uma parte substancial" das escórias de alumínio que foram importadas da Suíça e que, "supostamente, tinham sido enviadas para a Alemanha em 1998".

"Poderemos estar confrontados com uma situação de um grave risco ambiental, se tivermos em consideração que estes resíduos perigosos estiveram em contacto com o ambiente durante todo este tempo, podendo ter originado situações de poluição do solo e das águas superficiais e subterrâneas", adverte o comunicado.

A associação ZERO adianta que já alertou o MAAC e que solicitou o apuramento de responsabilidades pela existência deste depósito ilegal de resíduos perigosos, que considera ser "um atestado de total incapacidade das autoridades ambientais portuguesas que, ao longo de mais de 20 anos, desconheceram a sua existência".

A ZERO solicitou também ao MAAC que disponibilize o relatório da empresa de consultoria Bureau Veritas, que na altura auditou o processo de exportação dos resíduos para a Alemanha, que dê um destino adequado aos resíduos perigosos detetados em Setúbal e que proceda a uma "avaliação da eventual contaminação do solo e das águas subterrâneas do local onde os resíduos estão depositados".

De acordo com a associação, os resultados das análises às amostras que entretanto foram recolhidas revelaram a existência de diversos tipos de resíduos perigosos -- conforme a classificação atribuída pela União Europeia -, alguns com grande composição em alumínio e outros metais, ou com elevados teores de óxidos de alumínio, magnésio, enxofre, potássio e cálcio, que lhes conferem características de perigosidade suscetíveis de provocarem lesões oculares ou diversas patologias graves, incluindo doenças cancerígenas.

No comunicado, a associação Zero lembra também que, entre 1987 e 1990, a Metalimex importou oficialmente 30 mil toneladas de escórias de alumínio da Suíça e armazenou-as no Vale de Rosa, em Setúbal, com o objetivo de instalar um estabelecimento industrial dedicado à recuperação de alumínio e posterior fabricação de lingotes desse metal.

No entanto, ao contrário do que tinha anunciado, a Metalimex nunca conseguiu reunir as condições necessárias para a recuperação daqueles resíduos, pelo que, em outubro de 1991, foi notificada pela Direção-Geral da Qualidade do Ambiente para apresentar um plano de envio das escórias para os países de origem e assim minimizar os impactes ambientais decorrentes do seu depósito.

A ZERO recorda também que, em 18 de maio de 1995, os Governos da Suíça e de Portugal acordaram na reexportação e tratamento das escórias, sendo determinado que o destino das mesmas seria uma empresa em Lunen, na Alemanha, tendo os governos dos dois países (suportado os encargos da referida operação, que terá custado cerca de nove milhões de euros.

Três meses depois, em 18 de agosto de 1995, um despacho do então Ministério do Ambiente e dos Recursos Naturais obrigava a Metalimex a proceder à reexportação das escórias de alumínio e à descontaminação dos terrenos, decisão confirmada, posteriormente, em dezembro do mesmo ano, pelo Supremo Tribunal Administrativo.

Certo é que a exportação das escórias para a Alemanha só teve a primeira operação em maio de 1997, a que se seguiu uma outra em janeiro de 1998 e um último carregamento, de 2.000 toneladas de escórias, em dezembro de 1998, a que assistiu a então Ministra do Ambiente e atual Comissária Europeia para a Coesão e Reformas, Elisa Ferreira.

Pelas contas da associação ZERO, a Metalimex, que tinha declarado oficialmente a importação de 30 mil toneladas de escórias de alumínio, conseguiu reexportar 42 mil toneladas.

Por explicar está também a origem das cerca de 30 mil toneladas de resíduos perigosos que foram agora detetados pela associação Zero no Vale da Rosa, perto das instalações da antiga Metalimex.

Confrontado pela agência Lusa com a denúncia da ZERO, o MAAC lembra que o processo da reexportação das escórias rececionadas pela Metalimex, na sequência de um acordo entre os Governos de Portugal e da Suíça, foi desencadeado em 1995 e concluído em 1998 com o envio do último carregamento para tratamento fora de Portugal, observando as devidas condições de movimento e transferência desses materiais.

Em resposta à agência Lusa, o MAAC referiu ainda que "a CCDRLVT já se deslocou ao terreno para confirmação no local desses depósitos, encontrando-se a cumprir as devidas diligências no sentido de fazer aplicar a lei".

* Com a actual liderança no Ambiente, quase tudo o que é mau é possível.

.

46.4-Mega-Máquinas



XLVI - MEGA MÁQUINAS

4-O Barco maior do mundo



O título da rubrica MEGA MÁQUINAS não se conforma apenas com as enormes dimensões de algumas que temos exibido, abrange todas as que têm MEGA INFLUÊNCIA nas nossas vidas.

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.
FONTE:Wanita Culler

.